Museu militar de Elvas Alentejo





Fruto da reestruturação do Exército, no ano de 2006, foi extinto o Regimento de Infantaria nº 8 (última unidade militar que ocupou as instalações) e, no mesmo espaço físico, foi criado um museu que permite mostrar parte do acervo museológico e patrimonial do Exército Português.

É um dos maiores museus do País, onde o visitante pode ver, para além da monumentalidade das fortificações e muralha, dos Quartéis do Casarão, do claustro do Convento de São Domingos e da Fonte de São José, todo um conjunto de elementos de interesse: História do Serviço de Saúde do Exército; Hipomóveis e Arreios Militares no Exército; Centro de Interpretação do Património de Elvas; Viaturas do Exército.

Todas estas salas são antigas dependências das unidades militares que passaram por Elvas – a última foi o Regimento de Infantaria nº 8 – adaptadas agora a esta finalidade e que agora se procurou, dentro do possível, recuperar na sua traça original.

Inaugurado oficialmente em 29 de outubro de 2009, o Museu Militar de Elvas constitui-se como o museu de maior área de implantação de Portugal (150.000m2 de área total) e alberga as coleções militares do Exército: Arreios, Serviço de Saúde, Transmissões, Viaturas Militares do Exército, Hipomóvel, Peças de Artilharia desde os meados do século XIX. Integra também o Centro Interpretativo do Património de Elvas, além da monumentalidade das suas fortificações, dos Quarteis do Casarão e a Fonte de São José.



Ecomuseu do Barroso





O Ecomuseu de Barroso - Espaço Padre Fontes, tem o prazer de anunciar a abertura de uma exposição de artistas da terra, no dia 12 de julho de 2019, intitulada "A arte de Montalegre". 

A exposição contará com vários artistas nascidos no concelho de Montalegre ou que escolheram Montalegre para viver. Aqui, poderá apreciar variados tipos de arte: pintura, desenho, escultura e outros tipos de manifestações artísticas.

As obras poderão ser vistas até ao dia 15 de setembro na sede do Ecomuseu de Barroso, em Montalegre.



Museu Regional do Vinho do Alentejo





O Museu do Vinho de Redondo, aberto ao público em Setembro de 2001, foi concebido como ponto de partida para a descoberta do Alentejo e da sua tradição vitivinícola.

Do espólio permanente do museu, fazem parte instrumentos agrícolas, objectos, imagens e textos associados à arte do fabrico do vinho, privilegiando o material cerâmico, característico deste centro produtor de cerâmica em que está incluído.

Todo este espólio se encontra disposto de forma a reproduzir a várias etapas da actividade vinhateira, desde o amanho da terra até ao copo. Para além do espólio permanente, neste museu podem ser visitadas exposições temáticas e conferências alusivas ao tema.

No local, o visitante pode consultar o quiosque multimédia que lhe permite obter informações acerca do museu, das adegas produtoras da região e de várias actividades relacionadas com a vinicultura.

Este espaço funciona em simultâneo com o posto de turismo da região e conta ainda com uma loja onde pode ser adquirida uma selecção dos melhores vinhos tintos e brancos, das melhores safras da Região Alentejo. 



Museu do Benfica





Aqui, é feito o contraponto entre os primeiros tempos e a atualidade do Clube. De um lado, os testemunhos das primeiras vivências. Do outro, a atual dimensão da instituição Sport Lisboa e Benfica, na sua vertente desportiva, social e patrimonial.

De todas as modalidades e de todos os escalões: os troféus da última temporada estão aqui. É o Benfica de hoje! Um Benfica de outros títulos também. Como o do clube com mais sócios no mundo! Esse e outros pergaminhos ganham forma na comunicação dos traços mais fortes da sua identidade. Em contraponto, o Benfica de ontem. Documentos únicos testemunham as dificuldades do início. Desfilam memórias pioneiras. Entre elas, o troféu oferecido por Bernardino Costa – ex-líbris da coleção, que documenta, desde 1911, a popularidade do Clube. Essa remota capacidade de cativar expressa-se hoje no compromisso social, sob a chancela da Fundação Benfica.

 

Neste espaço, estão expostos os símbolos das 19 conquistas internacionais das modalidades, lado a lado com alguns dos principais atletas que, através dos seus feitos desportivos, enriqueceram a história do Clube e do desporto nacional em diferentes modalidades.

Depois da conquista pioneira – a Taça Ibérica de râguebi, 1971 – novos troféus se acrescentaram com a chancela internacional. Para além dos domínios da bola oval, também no atletismo, no hóquei em patins, no basquetebol e no futsal o Clube fez fama ao mais alto nível. E se pode ser visto este mundo de conquistas como pináculo de glória, não são menos de ser vistos os protagonistas. Ao longo do tempo, graças à prática de várias dezenas de modalidades, representaram o Benfica alguns dos melhores desportistas mundiais. Verdadeiras joias do ecletismo, acham-se neste lugar os seus nomes e as suas memórias.



Museu do Palácio Nacional da Ajuda local de visita obrigatória em Lisboa





O Museu do Palácio Nacional da Ajuda ocupa as Alas Nascente e Sul do Palácio Nacional da Ajuda.

A construção do presente edifí­cio do Palácio da Ajuda, iniciou-se em 1802 com a introdução da estética neo-clássica, e as novas concepções dos arquitectos, Francisco Xavier Fabri e José da Costa e Silva. O Palácio Nacional da Ajuda foi habitado de forma descontinuada, até que D. Luí­s I lá se instalou definitivamente. Deve-se à sua mulher, D. Maria Pia de Saboia, a requalificação estética de todo o Paço. Foi contratado Joaquim Possidónio Narciso da Silva, que projectou novos espaços exóticos e outros mais funcionais. Após a implantação da República, o Palácio foi encerrado. E parcialmente transformado em Museu em 1968.

As colecções de artes decorativas, datadas do Século XV ao Século XX, provêm do antigo acervo dos Paços Reais da Ajuda. Os objectos decorativos e utilitários existentes, recriam ambientes oitocentistas, pelas cerca de 32 salas do Museu.

Enquanto que podemos contemplar no andar térreo os espaços onde se desenrolava o quotidiano da famí­lia real através de uma visita í s diversas salas como a da musica, a sala Azul, o jardim de inverno, o quarto do rei D. Luis, a sala Rosa, bem como o quarto de cama da Rainha, o toilette, a Sala de jantar da Rainha e a capela privada da rainha D. Maria Pia, aberta ao público em Abril de 2014 após grande campanha de restauro.

Por outro lado, no Andar Nobre, é possí­vel contemplar os espaços que eram utilizados para as cerimonias oficiais nos últimos tempos da Casa de Bragança e, entrando pela salinha chinesa, é possí­vel percorrer os espaços que a nobreza do séc XIX fazia para chegar junto dos Reis na sala do Trono. Passa-se assim pela Antiga Sala de Bilhar, desta para a sala do retrato de rainha, onde figura a Rainha D. Maria Pia com 33 anos e pintada por Carolus Duran. De seguida temos uma salinha verde, a sala das senhoras do corpo diplomático e a sala do corpo diplomático. Passando pela Antecâmara, chegamos à majestosa sala do trono que é perpendicular à sala D. João VI (antiga sala de baile), à sala D. João IV e à sala dos archeiros. Destaca-se ainda a sala dos jantares grandes que apresenta no tecto uma pintura, datável de 1825-1826 da autoria de José da Cunha Taborda, alegórica ao nascimento de D. João VI. Desta sala destaca-se ainda o mobiliário de 180 cadeiras, encomendadas em 1903 por ocasioão da vinda de Eduardo VII a Portugal. Ainda no andar nobre é possí­vel apreciar o ultimo quarto do rei d. Luí­s, a biblioteca bem como o seu atelier de pintura em puro estilo neogótico.

As múltiplas salas tentam seguir a reconstituição histórica conforme os últimos anos de vida do rei D. Luis e da rainha D. Maria pia e para isso é recorrida a iconografia. nomeadamente as aguarelas de Enrique Casanova, realizadas entre 1889-1892 e adquiridos em 1989 pela directora de então.

O Museu do Palácio Nacional da Ajuda, teve entre 1940 e até 1968 um perí­odo de visitas restritas tendo aberto as suas portas a 20 de Agosto de 1968.

O Palácio Nacional da Ajuda, antigo palácio real e monumento nacional, é hoje um magnífico museu e o único palácio visitável em Lisboa que ainda conserva, de um modo fidedigno, a disposição e decoração das salas ao gosto do séc. XIX, nomeadamente os aposentos dos monarcas e a sala de trono. Situado no alto da colina da Ajuda, com vista deslumbrante sobre o rio Tejo, o Palácio integra importantes coleções de artes decorativas dos séculos XVIII e XIX: ourivesaria, tapeçaria, mobiliário, vidro e cerâmica, bem como coleções de pintura, gravura, escultura e fotografia.

Edifício neoclássico da primeira metade do século XIX, foi residência oficial da família real portuguesa e de uma forma continuada a partir do reinado de D. Luís I (1861-1889) ao final da Monarquia, em 1910.Após 1862, com a rainha D. Maria Pia de Sabóia (1847-1911), o palácio ganha uma vida renovada. A disposição e decoração das salas, que ainda hoje se mantém, a cargo do arquiteto Joaquim Possidónio da Silva (1806-1896), acompanhou as normas novas de conforto e higiene características da segunda metade de oitocentos. Nasceram neste palácio os príncipes D. Carlos



Museu Nacional de Arqueologia Lisboa Belém





O Museu Nacional de Arqueologia (MNA) é o principal museu nacional de âmbito arqueológico em Portugal. Localizado em Lisboa, o museu foi fundado em 1893 por iniciativa de José Leite de Vasconcelos. O museu situa-se na ala ocidental do Mosteiro dos Jerónimos, onde ficava o antigo dormitório do Mosteiro, nas instalações oitocentistas em estilo neomanuelino, cedida por decisão governamental de 20 de novembro de 1900, iniciando-se a sua transferência em 1903 e abrindo portas em 1906.

O MNA resulta do esforço de José Leite de Vasconcelos (1858-1941) para criar um u201cMuseu do Homem Portuguêsu201d. Com o patrocí­nio de Bernardino Machado, foi criado, por decreto régio de 20 de dezembro de 1893, como u201cMuseu Ethnographico Portuguêsu201d. Como instituição centenária, esteve subordinada ao longo dos anos a diversas entidades e viu a sua designação alterar-se por quatro vezes, denominando-se, desde 1989, Museu Nacional de Arqueologia do Dr. Leite de Vasconcelos.

Em mais de um século de existência, este Museu constituiu-se a instituição de referência da Arqueologia Portuguesa com correspondência regular com museus, universidades e centros de investigação em todo o Mundo.

O Museu Nacional de Arqueologia foi distinguido com o Prémio Internacional u201cGenio Protector da Colonia Augusta Emeritau201d, atribuí­do pela Fundação de Estudos Romanos e pelo Grupo de Amigos do Museo Nacional de Arte Romano de Mérida, em Espanha.

Instituição centenária, o atual Museu Nacional de Arqueologia (MNA) foi fundado, em Dezembro de 1893, por proposta de Leite de Vasconcelos  (e daí a designação oficial mais completa do Museu, conforme publicação em 1989, no “Diário da República”: Museu Nacional de Arqueologia, do Doutor Leite de Vasconcelos).

O Despacho-Régio, promulgado pelo Rei D. Carlos, foi subscrito por dois ministros do governo de Hintze Ribeiro, concretamente João Chagas, Ministro do Reino e Bernardino Ribeiro, Ministro das Obras Públicas, Comércio e Indústria, e patrono político da ideia. Aliás a relação de amizade e de colaboração entre Bernardino Machado e José Leite de Vasconcelos é anterior à data da criação do Museu e vai manter-se até à morte deste último.

Em mais de um século de existência este Museu constituiu-se na instituição de referência da Arqueologia Portuguesa, com correspondência regular com museus, universidades e centros de investigação em todo o Mundo. O acervo do Museu reúne as coleções iniciais do Fundador e de Estácio da Veiga. A estas somaram-se numerosas outras, umas por integração a partir de outros departamentos do Estado (por exemplo: coleções de arqueologia da antiga Casa Real Portuguesa, 



Espaço Memória e Fronteira Melgaço





O Espaço Memória e Fronteira localiza-se na vila e concelho de Melgaço, distrito de Viana do Castelo, em Portugal. Foi inaugurado em abril de 2007.

Dedicado à preservação da história recente do concelho, relacionada com o contrabando e a emigração, este Espaço conduz o visitante pelas histórias da História.

Possui uma sala dedicada ao contrabando e uma rampa, ao longo da qual se vão retratando os diversos momentos relacionados com a emigração, como as causas, a preparação da viagem e a viagem, a chegada e vivência no país de acolhimento, sem esquecer os reflexos da emigração no concelho.

Um dos espaços museológicos mais interessantes de Melgaço é o Espaço Memória e Fronteira. Inserido no antigo edifício do matadouro municipal – remodelado e ampliado em 2007 –, este museu tem como temática a história contemporânea do concelho, com ênfase na emigração e no contrabando.Percorrendo as suas salas, ingressamos no mundo da emigração ilegal dos anos 60 e 70, conhecendo todos os momentos, desde as causas, a preparação da viagem e a viagem em si, até ao chegada e vivência no país de acolhimento. Um perfeito retrato social das centenas de filhos da terra que Melgaço viu partir, não esquecendo os reflexos deste êxodo no concelho.



Museu Nacional de Soares dos Reis





O Museu Nacional Soares dos Reis está instalado no Palácio dos Carrancas, que foi residência de Manuel Mendes de Morais e Castro, na freguesia de Miragaia, na cidade e Distrito do Porto, em Portugal. Trata-se de um museu de belas artes, artes decorativas e arqueologia.

Museu Nacional de Soares dos Reis está instalado no Palácio dos Carrancas, construção de finais do séc XVIII que sofreu várias adaptações para esta nova função. 

A entrada faz-se pela porta principal do palácio, sendo o rés-do-chão ocupado pela Recepção, onde o visitante encontra a informação necessária à sua visita. 

Está disponível um desdobrável com informações genéricas sobre o museu, em português e inglês e outros desdobráveis de apoio a visitas para crianças acompanhadas por adultos. 

O Visitante tem à sua disposição um serviço de bengaleiro e cacifos com chave. 

Está também disponível uma cadeira de rodas para Visitantes com necessidade de apoio no percurso de exposição. O acesso a todos os espaços públicos é garantido por rampas ou elevador. 

À esquerda da Recepção, situa-se a Loja do Museu, onde se podem encontrar as publicações, bem como réplicas ou objectos inspirados em peças das colecções dos Museus e Palácios do IMC. 



Museu Municipal de Portalegre





O Museu Municipal de Portalegre foi criado em 1918, dentro do espí­rito da República, sendo a sua colecção mais importante a de Arte Sacra.

Criado em 1901 por proposta do Dr. Severino Sant’Anna Marques, o Museu Municipal de Portalegre foi inaugurado em 1918 nas dependências da Câmara Municipal, onde ocupou uma pequena sala.

Em 1959, o Museu é transferido do Mosteiro de São Bernardo – onde se encontrava desde 1932 – para a sua atual localização, uma casa nobre do séc. XVI situada junto à Sé de Portalegre, que fora anteriormente Seminário Diocesano, Escola Normal e Escola Primária.  Nesse mesmo ano o edifício entra em obras de adaptação, tendo-se procedido á inauguração das novas instalações do Museu a 28 de Maio de 1961.

O Museu Municipal de Portalegre possui uma riquíssima coleção de Arte Sacra, – proveniente, na sua quase totalidade, de dois antigos conventos de Portalegre, Santa Clara e São Bernardo – Mobiliário, Faiança Portuguesa e outras Artes Móveis, provenientes maioritariamente de doações de particulares.



Museu Sebastião da Gama





O Museu-Biblioteca Sebastião da Gama foi inaugurado ao final da tarde, de terça-feira, em Vila Nogueira de Azeitão, pelo presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Mata Cáceres. Localizado na freguesia de São Lourenço, o projecto do museu dedicado à memória do "poeta da Arrábida" é da autoria do arquitecto António Araújo e custou cerca de 70 mil contos.



Ocupa uma área de 200 metros quadrados do antigo aquartelamento da delegação de Azeitão dos Bombeiros Sapadores de Setúbal. Subordinado ao lema "Pelo sonho é que vamos", pode ler-se na parede o conhecido poema que começa precisamente com aquela frase "pelo sonho é que vamos/comovidos e mudos/Chegamos? Não chegamos?/Haja ou não haja frutos/pelo sonho é que vamos".