O que fazer no inverno 15 Museus para visitar

O que fazer no inverno 15 Museus para visitar

Museu de Cerâmica de Sacavém





O Museu da Cerâmica de Sacavém é um espaço museológico situado na cidade de Sacavém, destinado a preservar o antigo núcleo da Fábrica de Loiça de Sacavém (que celebrizou em tempos a cidade), centrado em torno do forno n.º 18.

Após a falência da Fábrica de Loiça, em 1994, a Câmara Municipal de Loures deliberou (em reunião de 22 de Novembro de 1995) a construção de um núcleo museológico que fizesse a história da dita fábrica e da sua produção cerâmica, situado nos terrenos onde outrora esta se erguera.

O Museu, situado no centro de uma urbanização nascida dos escombros da Fábrica de Loiça, foi inaugurado em 7 de Junho de 2000, pelo então Presidente da República, Jorge Sampaio.

Para além do espaço museológico propriamente dito, o museu conta com um Centro de Documentação, baptizado com o nome do fundador da Fábrica de Loiça, Manuel Joaquim Afonso, um Auditório baptizado com o nome de um destacado operário e lutador antifascista (António Ferreira, O Compositor), uma oficina de cerâmica (baptizada com o nome do Mestre José de Sousa), uma loja e um café.

Em 2002, o Museu foi galardoado com o Prémio Micheletti de Melhor Museu Europeu do Ano, na categoria de Património Industrial.

Em 2006, a Câmara Municipal de Loures decidiu instituir o Prémio Bienal Manuel Joaquim Afonso, destinado a premiar, através do Museu de Cerâmica de Sacavém, trabalhos na área de produção cerâmica.



Museu de Vila do Conde





Em 1979, na Casa de S. Sebastião, atual Centro de Memória, é criada uma exposição, com peças cedidas temporariamente, potenciadora da coleção do Museu de Vila do Conde, nomeadamente no que se refere à musealização da Construção Naval de Madeira. Era dado o primeiro passo para a criação de uma estrutura museológica concelhia. Passados 29 anos, e resultante de um projeto de regeneração do edifício existente e da criação de dois novos corpos, duplicando, desta forma, a área inicial, a Casa de S. Sebastião abre as suas portas ao público, reunindo no mesmo espaço as valências do Arquivo Municipal, do Gabinete Municipal de Arqueologia e do tão desejado núcleo central do Museu de Vila do Conde.O referido imóvel que, desde há um século, significa uma centralidade na cultura do nosso concelho, primeiro pela mão do teatrólogo Jorge Faria, depois pela intervenção municipal, que ali instalou a antiga Biblioteca e parte do Arquivo Municipal, continua a assumir, de forma inquestionável, lugar de destaque no panorama cultural local, regional e nacional.



Museu de História Natural do Funchal





Criado pela Câmara Municipal do Funchal em 1929, o Museu de História Natural do Funchal constitui o mais antigo museu em funcionamento no Arquipélago da Madeira e alberga mais de 41 000 exemplares de espécies animais.

O Museu de História Natural é o mais antigo museu em funcionamento no Arquipélago da Madeira, inaugurado oficialmente a 5 de Outubro de 1933. Está instalado no Palácio de São Pedro, no Funchal, uma das mais significativas obras da arquitetura civil portuguesa, dos meados do século XVIII, mandado construir pela família Carvalhal.Após a sua aquisição pela Câmara Municipal do Funchal, em 19 de setembro de 1929, ali foram instaladas a Biblioteca Municipal do Funchal, o Museu Regional da Madeira e o Arquivo Regional da Madeira.Atualmente, apenas funciona no edifício o Museu de História Natural do Funchal, a sua Biblioteca Científica e o Aquário Municipal. Museu de História Natural do Funchal é o mais antigo museu do arquipélago da Madeira. Localiza-se no Palácio de São Pedro, uma das mais significantivas obras da arquitetura civil portuguesa, de finais do século XVII, na Rua da Mouraria, no Funchal. Já existia como Museu Regional da Madeira desde 1929, mas foi inaugurado com a designação de Museu Municipal do Funchal (mais recentemente Museu Municipal do Funchal (História Natural)) oficialmente em 5 de outubro de 1933.



Museu de Arte Sacra do Funchal





O Museu de Arte Sacra do Funchal encontra-se instalado no antigo Paço Episcopal do Funchal, na Madeira. É constituí­do por coleções de pintura, escultura, ourivesaria e paramentaria dos séculos XV a XIX. Das coleções destaca-se a de pintura flamenga dos séculos XV e XVI, a qual chegou à Madeira no século XVI na chamada época áurea da produção açucareira.

Os painéis flamengos distinguem-se não só pela sua grande qualidade como pelas grandes dimensões, pouco comuns nos museus da Europa. É de realçar, ainda, a coleção de escultura flamenga, proveniente especialmente de Malinas e de Antuérpia.

O Museu de Arte Sacra do Funchal encontra-se instalado no antigo Paço Episcopal, fundado por D. Luís Figueiredo de Lemos, em 1594. Foi desenhado por Jerónimo Jorge, mestre de obras reais, que aqui trabalhava nas defesas da cidade do Funchal. Do edifício primitivo, ainda sobrevive uma secção poente, sobre a atual praça do Município e Rua do Bispo.

A sobriedade maneirista é bem visível na arcaria norte ou na Capela de São Luís de Toulosa, que apresenta na fachada uma inscrição com o nome do seu fundador, D. Luís de Figueiredo Lemos e a data de 1600. D. António Teles da Silva, Bispo do Funchal, realizou novas obras de melhoramentos, entre 1675-1682. 

Após o Terramoto de 1748, importantes obras de reedificação são realizadas, visto ter ficado muito danificado. O novo projeto para o Paço Episcopal foi entregue a Domingos Rodrigues Martins. O conjunto fica então harmonizado por um bloco central, com a inscrição sobre o portal principal de 1750.



Forte de Nossa Senhora da Graça monumento de visita obrigatória em Elvas Alentejo





O Forte de Nossa Senhora da Graça, oficialmente denominado como Forte Conde de Lippe, no Alentejo, localiza-se na freguesia da Alcáçova, a cerca de um quilómetro a norte da cidade de Elvas, concelho de mesmo nome, distrito de Portalegre, em Portugal.

Em posição dominante sobre o chamado Monte da Graça, integrava a defesa da Praça-forte de Elvas e Cidade - Quartel Fronteiriça de Elvas e as suas Fortificações - classificado desde o dia 30 de Junho de 2012 como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO.

A boa posição estratégica do local evidenciou-se durante a Guerra da Restauração, quando as tropas espanholas ocuparam o local durante o cerco à cidade de Elvas no ano de 1658 que precedeu a Batalha das Linhas de Elvas a 14 de Janeiro de 1659.

Em 2014, o Forte Nossa Senhora da Graça foi integrado num novo projeto do Ministério da Defesa Nacional, criado com o apoio do Turismo de Portugal, chamado Turismo Militar, que apresenta roteiros históricos baseados em heróis portugueses.

Devido à forte necessidade de preservação, em 2014 o Forte entrou para a lista bienal do World Monuments Watch.

 

Esplêndida e grandiosa construção da Praça de Elvas situada numa grande elevação a Norte.Exemplo notável da arquitetura militar do séc. XVIII e considerada por muitos historiadores como uma das mais poderosas fortalezas abaluartadas do mundo, o Forte da Graça ou de Lippe é ainda original pela sua conceção e implantação.

Esta elevação foi desde sempre bastante importante: ainda no séc. XV aqui se situava a pequena ermida de Santa Maria da Graça, cuja reedificação na altura se deveu à bisavó de Vasco da Gama; na Guerra da Restauração, em 1658, os espanhóis construíram aqui um reduto para atacar a cidade de Elvas.A edificação da fortificação começaria em 1763 por Wilhelm, Conde de Schaumbourg-Lippe, encarregado pelo rei D. José a reorganizar o exército português. Para dirigir as obras foi escolhido o Engenheiro Éttiene, sendo este pouco tempo depois substituído pelo Coronel Guillaume Louis Antoine de Valleré. As obras gigantescas só terminariam em 1792.



Museu Municipal do Cadaval





O Museu Municipal do Cadaval existe desde 2002 mas foi reinstalado, em 2015, no edifício da Biblioteca Municipal. O museu mostra a evolução do território desde os tempos mais antigos até aos mais recentes, num percurso que abrange a Paleontologia, a Arqueologia, a História e o Património Cultural do Concelho do Cadaval.   No início podem ver-se alguns fósseis de animais invertebrados e de dinossauros. Nas salas de arqueologia, estão expostos materiais pré-históricos das grutas e dos castros da serra de Montejunto, destacando-se as peças metálicas das Idades do Cobre e do Bronze e os materiais dos sítios de Pragança e do Salvador.     Da época romana observam-se objetos provenientes de diversos locais do concelho, com destaque para o sítio de Borjigas. Da época medieval, expõem-se materiais da Igreja do Cadaval, algumas cabeceiras de sepultura, um importante capitel decorado e uma escultura de S. Sebastião. Algumas peças expostas do algar de Nossa Senhora das Neves são já do século XVIII. Na História do concelho destacam-se o Foral do Cadaval, de 1513, e o Mapa da Vila do Cadaval, que mostra, numa pintura, como era esta povoação no final do século XVIII.   Num conjunto de fotografias antigas pode ver-se como era a vila do Cadaval e a sua vida cultural e recreativa, desde o início do século XX.   Os diversos aspetos do património cultural são expostos em imagens que mostram os moinhos, as fontes e as igrejas mais importantes. Deste património destaca-se a Fábrica do Gelo e o Convento de Nossa Senhora das Neves.

Museu do Cinema de Melgaço





O Museu do Cinema de Melgaço localiza-se na vila e concelho de Melgaço, no distrito de Viana do Castelo, em Portugal. Trata-se de um museu temático, dedicado à história do cinema.

Encontra-se instalado em um edifí­cio anteriormente ocupado pela Guarda Fiscal, e que foi adquirido para o efeito pela autarquia. Apresenta no piso inferior uma zona de exposição permanente, com um pequeno auditório. O piso superior é composto por espaços dedicados a exposições temporárias.

O Museu de Cinema de Melgaço – Jean Loup Passek, inaugurado em 2005 pela então Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, encontra-se instalado em plena zona histórica da Vila, no edifício da antiga guarda-fiscal, adquirido e adaptado pelo Município para o efeito.

O Museu, que tem por base o espólio colecionado ao longo da vida pelo francês Jean Loup Passek e doado ao Município, conta com duas exposições, uma de carácter permanente e outra temporária, distribuídas pelos dois andares do edifício.



Museu da Alfaia Agricola





Pequenas mostras de alfaias agrícolas nas Feiras de Artesanato de Estremoz, deram origem a uma grande exposição na Feira Internacional Agro-Pecuária e do Artesanato de Estremoz, que ocorreu de 1 a 8 de Maio de 1987, onde estiveram ao público mais de 4 mil peças recolhidas pelo Sr. Crispim Vicente Serrano (funcionário da CME) em várias Casas de Lavoura do concelho.

Da Horta do Quiton cerca de quatro mil peças foram transferidas para um imóvel devoluto da EPAC, sito na Rua Serpa Pinto. Apenas em 15 dias o Prof. Joaquim Vermelho, com o auxílio de trabalhadores da CME, montou uma exposição temporária nesta antiga Moagem, que seria então apresentada durante mais uma FIAPE. No entanto, por manifesta vontade da comunidade e da autarquia, a vasta exibição passou de temporária a permanente, ficando este mesmo imóvel como o Museu da Alfaia Agrícola.

Entretanto já estava activa uma Comissão da Alfaia Agrícola, onde um conjunto de cidadãos estremocenses preocupados com o desaparecimento da memória local ao nível da agricultura, uniram esforços para dinamizar culturalmente o espaço.

No dia 18 de Janeiro de 1996 celebrou-se a escritura de constituição da ETMOZ, Associação Etnográfica e Cultural de Estremoz, cujo objectivo era apoiar e incentivar a recolha, conservação, valorização e investigação do património cultural e ambiental das comunidades da região. A associação veio formalizar a Comissão da Alfaia Agrícola, ficando a gerir integralmente o Museu e seu acervo através de um protocolo que fez com a CME. O protocolo evoluiu para outras formas de colaboração em 2003, ficando a partir desta data a autarquia com a gestão total das coleções e imóvel, sendo as coleções integradas no Museu Municipal de Estremoz, enquanto Núcleo Museológico.



Museu do Abade de Baçal Bragança





O Museu do Abade de Baçal localiza-se na união de freguesias Sé, Santa Maria e Meixedo, na cidade e concelho de Bragança, distrito de mesmo nome, em Portugal.

É com D. Aleixo de Miranda Henriques, alguns anos depois da transferência da Sé para Bragança (1764), que o edifício é sujeito a profundas alterações e acrescentos (estruturação da fachada principal, organização do espaço interno e execução do teto prospético da capela desenhada por Cardoso Borges).

Já antes, com o bispo D. João de Sousa Carvalho - é dele a pedra de armas da fachada -, no fim do seu episcopado (1716-37), se tinham realizado importantes obras. Foi Paço Episcopal até 1912.

O Museu Municipal, para ter mais largueza, é instalado, por esta altura, nas salas do primeiro andar. Em 1935 passa a designar-se por “Museu Regional do Abade de Baçal". Fazem-se obras (1937-40) tendentes ao enobrecimento do edifício. Decorre um período de grande atividade, visando o enriquecimento e valorização do espólio e o Museu constitui-se, mesmo, como um pólo de dinamização cultural (destaque para a ação de três bragançanos: O Abade, Raul Teixeira e José Montanha), reunindo um conjunto eclético de coleções, com obras de grande valor documental, artístico e histórico.



Museu da Terra de Miranda Miranda do Douro





O Museu da Terra de Miranda localiza-se na cidade de Miranda do Douro, Trás-os-Montes, Portugal.

O museu está instalado no edifí­cio seiscentista da antiga Câmara municipal, sobre a tutela do Instituto dos Museus e da Conservação.

O Museu da Terra de Miranda está situado no centro histórico de Miranda do Douro, instalado na antiga Domus Municipalis da cidade, edifício do século XVII. Fundado em 1982, o museu evoca o tempo longo do planalto mirandês.

A visita permite descobrir traços característicos da vida social e cultural de uma região cuja forte identidade, manifesta na presença da língua mirandesa (segunda língua oficial da República Portuguesa desde 1999) e ancorada na agricultura, na pecuária e no comércio de fronteira, passa hoje por evoluções profundas e rápidas.



Museu Nacional do Teatro e da Dança Lisboa





O Museu Nacional do Teatro, designado Museu Nacional do Teatro e da Dança desde janeiro de 2015, foi inaugurado em 1985 e ocupa o Palácio do Monteiro-Mor, situado na freguesia do Lumiar em Lisboa.

Do acervo do museu, fazem parte cerca de 260.000 peças, trajos e adereços de cena, maquetes de cenários, figurinos, desenhos, caricaturas, programas, cartazes, postais, álbuns de recortes de jornal, manuscritos, folhetos, coplas, discos, partituras, teatros de papel do século XVIII ao século XX, assim como um espólio com cerca de 25.000 fotografias.

O Museu Nacional do Teatro apresenta para além da sua exposição permanente, exposições temporárias dedicadas a artistas e ou companhias de teatro, prestando desta forma a sua homenagem, aos diversos e conceituados artistas de palco portugueses.

O Museu Nacional do Teatro e da Dança encontra-se instalado no Palácio do Monteiro-Mor, um edifício do século XVIII, que após um incêndio de que apenas restaram as paredes exteriores, foi restaurado e concebido para responder ao programa museológico.

História do Teatro e das Artes do Palco em Portugal e que correspondem a uma pequeníssima percentagem do total das coleções do Museu, hoje com mais de 250.000 peças.

Em janeiro de 2015, foi anunciado que o Museu Nacional do Teatro vai passar a designar-se Museu Nacional do Teatro e da Dança pelo seu papel histórico nas duas áreas, numa nota do gabinete do secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier.



Museu Municipal Berta Cabral de Vila Flor





O Museu Municipal Dr.u00aa Berta Cabral é um museu de Vila Flor, Portugal, fundado em 1957.

O espólio do museu e constituí­do por colecções de pintura, arqueologia, etnografia, artesanato africano, arte sacra, numismática e medalhí­stica. Entre outras, possui pinturas de Manuel António de Moura.

O museu foi fundado por Raúl de Sá Correia, antigo Secretário da Câmara Municipal de Vila Flor (e Director do Museu até à sua morte em 1993), com a colaboração de Francisco de Sobral Pastor.

O museu foi fundado em Setembro de 1957 e transferido para a antiga Domus Municipalis vilaflorense, em Maio de 1958, reconvertida a Centro Cultural (incluindo à data a Biblioteca Belmiro de Matos), com a comparticipação estatal e o donativo de Eduardo Dário da Costa Cabral.

O museu está instalado no antigo Solar dos Aguilares e antigos Paços do Concelho, o edifí­cio do século XIII, construí­do em granito, é armoriado com as Armas Reais na fachada principal, a Flor de Liz (sí­mbolo da Vila), e as armas dos Aguilares (duas águias) na fachada poente.

Antigo Solar dos Aguilares (primeiros donatários de Vila Flor) e antigo Paços do Concelho, o edifício do séc.XII/XIII, é armoriado com as Armas Reais na fachada principal, a Flor de Liz, (símbolo da Vila), e as armas dos Aguilares (duas águias) na fachada poente. Ali funcionaram também o talho municipal, a repartição das finanças, o Posto da Guarda e a Biblioteca Municipal.

Possui cerca de 3000 peças, ofertas de filhos e amigos desta terra, oriundas na sua esmagadora maioria deste Concelho. É constituído por colecções de pintura, arqueologia, etnografia, artesanato africano, arte sacra, numismática e medalhística



Casa dos Patudos Alpiarça Santarém





A Casa dos Patudos é uma casa-museu situada em Alpiarça, no distrito de Santarém, Portugal. Foi inaugurada como museu em 15 de maio de 1960.

A escolha do Arquiteto para casados Patudos não terá sido difícil. José Relvas percebeu que Raul Lino, dotado de uma cultura europeia marcada pelarobustez dos seus critérios e competências, representava o triunfo de um novo paradigmaarquitetónico e de que a Casa dos Patudos haveriade ser o seu primeiro exemplar.Os Patudos assinalam uma nova linguagem de Arquitetura Conceptual. Apropriada de referênciasnacionais, afirma-se com um certo despojamentodecorativo exterior, mas esplendorosa e funcionalnos seus espaços interiores, com um mobiliário, criado também pelo referido arquiteto.



Museu da Marioneta Lisboa





O Museu da Marioneta encontra-se, desde Novembro de 2001, instalado no Convento das Bernardas em Lisboa, constituindo-se como o primeiro espaço museológico em Portugal inteiramente dedicado à interpretação e divulgação da história da marioneta e difusão do teatro de marionetas, percorrendo a história desta fascinante forma de arte através do mundo, apresentando os diferentes tipos de marionetas e as diversas abordagens que elas permitem, com especial relevo para a marioneta portuguesa.

O espólio do museu tem vindo a ser progressivamente alargado e diversificado, ilustrando as diferentes formas teatrais que derivam de tradições antigas ou emergem de procuras artí­sticas contemporâneas, explorando novas formas, novos materiais e novas técnicas. Tal alargamento só foi possí­vel com a participação de diferentes personalidades, autores, colecionadores e marionetistas que, connosco, abraçaram este projeto, dando o seu inestimável contributo através da cedência dos seus espólios, aos quais o Museu agradece reconhecidamente.

Numa primeira fase, foi mantido o acento tônico no universo nacional, podendo-nos orgulhar de integrar uma das mais significativas e completas coleções de marionetas tradicionais portuguesas.

Desde finais de 2008, foram abertas as portas ao mundo com o acolhimento, em depósito, da excepcional e vasta coleção de marionetas e máscaras do sudeste asiático e africanas do colecionador Francisco Capelo.

O Museu da Marioneta convida crianças, jovens e adultos a descobrirem o universo fantástico do teatro de marionetas. Uma oferta pensada para grupos escolares (todos os graus de ensino), para adultos, para crianças e para famílias: quem participa nesta aventura? 



Museu Municipal Serpa Pinto





Na envolvente ao jardim e com o mesmo nome do ilustre Explorador Cinfanense, o edifício de traça pública e que outrora serviu de Posto da Guarda e Cadeia, foi reorganizado num espaço de promoção e partilha da vida de Serpa Pinto, com interpretação e exposição estática da história e do modo de vida, astuto e corajoso, do Homem que veio a atravessar o continente Africano.

Acolhe de forma permanente duas coleções locais: a investigação arqueológica do Concelho de Cinfães, e a história e vida do General Alexandre Serpa Pinto.

A primeira, reflete um conjunto de peças que têm vindo a ser encontradas em escavações e intervenções no território do Município e que, de forma atrativa e convincente, traduzem os milénios de história de ocupação destas terras: desde os Celtas Pesures (PAESVRI’S), primários, aos Romanos, e a recente evolução da época românica.

A segunda reflete, com orgulho e emoção, a história e vida do heroico explorador durante as expedições a África, com um vasto espólio resultante da aquisição municipal da casa que outrora residia.









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