Museu do Centro Cultural Casapiano





Concebido numa perspetiva cronológica e temática e distribuído por três pisos, o percurso museológico contempla a História da Casa Pia desde a sua fundação, em 1780, até à atualidade. Sustentado nas novas tecnologias e alicerçado numa forte componente educativa, a missão do museu prolonga-se no seu serviço educativo através da realização de oficinas pedagógicas, visitas orientadas e organização de exposições temporárias. A biblioteca césar da silva está aberta a qualquer utilizador, interno ou externo à casa pia de lisboa sendo livre o acesso aos seus serviços. Este espaço documental contempla as seguintes valências:   área multifuncional De tipologia correspondente a uma biblioteca pública, esta área é de livre circulação, com acesso direto à documentação. Esta área contém documentação generalista, em vários suportes, acessível diretamente, a todos os utilizadores. É o serviço de referência que procede ao acolhimento e distribuição dos utilizadores, funcionando como pólo de ligação entre as diferentes áreas.   centro de documentação casapiana Serviço especializado na casa pia, de acesso livre a todos os utilizadores que efetuem trabalhos e estudos referentes à casa pia e/ou casapianos.   área de investigação De acesso e circulação condicionados dado o valor e as necessidades de preservação do fundo,esta área contém a documentação mais antiga e valiosa do espólio da biblioteca, estando direcionada para investigadores.

Casa Museu Irene Lisboa





A constituição do Museu Irene Lisboa teve o seu início em 1999 com a candidatura da Junta de Freguesia de Arranhó à LeaderOeste para a construção do edifício, mas só em 2003, com a aprovação definitiva da LeaderOeste, é que o Museu dedicado a Irene Lisboa começou a ser uma realidade.

  Apostada em contribuir para o reconhecimento a esta escritora, decidiu a Câmara Municipal desenvolver um Museu em sua homenagem, com a colaboração da Junta de Freguesia de Arranhó, a par de outras actividades que vêem sendo desenvolvidas há alguns anos. No museu está patente uma exposição de longa duração sobre a vida e obra de Irene Lisboa, intitulada IRENE LISBOA – O POUCO E O MUITO.



Museu Regional de Arqueologia Dom Diogo de Sousa Braga





O Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa é um museu de arqueologia localizado em Braga, Portugal. Criado em 1918 e revitalizado em 1980, o Museu D. Diogo de Sousa é um museu de arqueologia, aberto ao público desde Junho de 2007 num edifício construído de raiz. As suas coleções são fundamentalmente constituídas por espólio resultante da investigação arqueológica que tem vindo a ser realizada na região Norte, em especial na cidade de Braga. O seu acervo abrange um vasto período cronológico e cultural, compreendido entre o Paleolítico e a Idade Média. A exposição permanente está organizada em torno de quatro grandes núcleos. O primeiro abarca o Paleolítico, Mesolítico, Neolítico, Calcolítico, Idade do Bronze e a Idade do Ferro. Sob o ponto de vista geográfico, a área de proveniência destas coleções abarca a região do Minho. Nas outras salas, as coleções provêm de Bracara Augusta e do território em seu redor. 



Museu Municipal Berta Cabral de Vila Flor





O Museu Municipal Dr.u00aa Berta Cabral é um museu de Vila Flor, Portugal, fundado em 1957.

O espólio do museu e constituí­do por colecções de pintura, arqueologia, etnografia, artesanato africano, arte sacra, numismática e medalhí­stica. Entre outras, possui pinturas de Manuel António de Moura.

O museu foi fundado por Raúl de Sá Correia, antigo Secretário da Câmara Municipal de Vila Flor (e Director do Museu até à sua morte em 1993), com a colaboração de Francisco de Sobral Pastor.

O museu foi fundado em Setembro de 1957 e transferido para a antiga Domus Municipalis vilaflorense, em Maio de 1958, reconvertida a Centro Cultural (incluindo à data a Biblioteca Belmiro de Matos), com a comparticipação estatal e o donativo de Eduardo Dário da Costa Cabral.

O museu está instalado no antigo Solar dos Aguilares e antigos Paços do Concelho, o edifí­cio do século XIII, construí­do em granito, é armoriado com as Armas Reais na fachada principal, a Flor de Liz (sí­mbolo da Vila), e as armas dos Aguilares (duas águias) na fachada poente.

Antigo Solar dos Aguilares (primeiros donatários de Vila Flor) e antigo Paços do Concelho, o edifício do séc.XII/XIII, é armoriado com as Armas Reais na fachada principal, a Flor de Liz, (símbolo da Vila), e as armas dos Aguilares (duas águias) na fachada poente. Ali funcionaram também o talho municipal, a repartição das finanças, o Posto da Guarda e a Biblioteca Municipal.

Possui cerca de 3000 peças, ofertas de filhos e amigos desta terra, oriundas na sua esmagadora maioria deste Concelho. É constituído por colecções de pintura, arqueologia, etnografia, artesanato africano, arte sacra, numismática e medalhística



Casa Museu Mrio Coelho Vila Franca de Xira





A Casa Museu Mário Coelho é um museu situado na zona histórica da freguesia de Vila Franca de Xira e serve o propósito de divulgar simultaneamente a tauromaquia e a vida pessoal do matador de toiros Mário Coelho.

Instalada numa velha casa comprada por Mário Coelho, na Travessa do Alecrim, em Vila Franca, a sua abertura resultou de uma parceria, celebrada em outubro de 2001, entre a Câmara Municipal, a Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira e o matador de toiros retirado.

No espólio da Casa-Museu destacam-se fotografias, troféus e os trajes do matador com mais de 40 anos de alternativa, proporcionando o contacto com um perí­odo indissociável da história da tauromaquia portuguesa e do Ribatejo.

A 25 de março de 1936, junto à Igreja Matriz de Vila Franca de Xira, no nº 5 da Travessa do Alecrim, nascia Mário Coelho Luís. Já em menino sonhava em ser toureiro, ensaiando os seus primeiros passes com improvisadas “muletas” e capotes de fingir.

De jovem amador a Matador de Toiros, Mário Coelho deixou nas arenas de todo o mundo uma marca de maestria para sempre inesquecível.

Já enquanto bandarilheiro, Mário Coelho, sempre que empunhava as bandarilhas e iniciava nova dança rente aos pitons de um touro, fazia explodir no coração do público a alegria de presenciar momentos de verdadeira poesia em movimento.



Espao Memria e Fronteira Melgao





O Espaço Memória e Fronteira localiza-se na vila e concelho de Melgaço, distrito de Viana do Castelo, em Portugal. Foi inaugurado em abril de 2007.

Dedicado à preservação da história recente do concelho, relacionada com o contrabando e a emigração, este Espaço conduz o visitante pelas histórias da História.

Possui uma sala dedicada ao contrabando e uma rampa, ao longo da qual se vão retratando os diversos momentos relacionados com a emigração, como as causas, a preparação da viagem e a viagem, a chegada e vivência no país de acolhimento, sem esquecer os reflexos da emigração no concelho.

Um dos espaços museológicos mais interessantes de Melgaço é o Espaço Memória e Fronteira. Inserido no antigo edifício do matadouro municipal – remodelado e ampliado em 2007 –, este museu tem como temática a história contemporânea do concelho, com ênfase na emigração e no contrabando.Percorrendo as suas salas, ingressamos no mundo da emigração ilegal dos anos 60 e 70, conhecendo todos os momentos, desde as causas, a preparação da viagem e a viagem em si, até ao chegada e vivência no país de acolhimento. Um perfeito retrato social das centenas de filhos da terra que Melgaço viu partir, não esquecendo os reflexos deste êxodo no concelho.



Ncleo Museolgico de Castro Laboreiro





A freguesia de Castro Laboreiro, a maior e mais antiga do concelho de Melgaço, tinha necessariamente que ter um núcleo museológico que preservasse e promovesse a sua rica história e etnografia. É na sede da antiga Fábrica de Chocolates de Caravelos que atualmente se pode visitar o Núcleo Museológico de Castro Laboreiro.

Aqui o turista fica a conhecer a cultura Castreja da região, a paisagem e as vivências locais, tudo coadjuvado com um vasto espólio de documentos fotográficos e documentários sobre a freguesia. Merece especial atenção a informação sobre as Brandas e Inverneiras, um dos sistemas de ocupação do território mais interessantes do nosso país. A necrópole megalítica do planalto de Castro Laboreiro também tem o seu lugar de destaque, existindo vários filmes sobre o assunto. Vai ficar com vontade de colocar a mochila às costas e partir à descoberta destes locais!

Para terminar a visita, transite para a casa anexa à sede, um edifício tipicamente castrejo onde poderá vislumbrar o dia-a-dia numa habitação regional na segunda metade do século XX. Vai encantar-se com o mobiliário simples em madeira escura, com as mantas típicas da região e com os pequenos e castiços pormenores que dão vida à casa, como as lamparinas, os potes em barro e até um penico debaixo da cama…



Museu da Luz localiza-se na aldeia da Luz Mouro, vora, Alentejo





O Museu da Luz é um museu localizado na aldeia da Luz, concelho de Mourão, Évora, Portugal.

Fundado em 2003, este espaço reúne toda a informação sobre a relocalização da aldeia da Luz, com fotografias, ví­deos e coleções etnográficas e arqueológicas.

O museu localiza-se na aldeia da Luz (Mourão, Évora, Alentejo), emblemático território de Alqueva.

Acessos Norte: de Évora, seguir a direção Reguengos de Monsaraz > Mourão > Luz. Dista cerca de 65km de Évora.Sul: da Barragem de Alqueva, seguir a direção Moura > Póvoa de São Miguel > Luz. Dista cerca de 40km da barragem e 80Km de Beja.

Coordenadas GPS Longitude -7.381645 Latitude 38.344322

Estacionamento no largo do Museu.O Museu da Luz é acessível para pessoas com mobilidade reduzida.



Museu Rainha Dona Leonor





O Museu Rainha Dona Leonor também referido como Museu Regional de Beja, no Alentejo, localiza-se nas dependência do antigo Convento da Conceição, na freguesia de Santa Maria da Feira, na cidade e concelho de Beja, distrito de mesmo nome, em Portugal. Trata-se do do mais antigo museu, não só da cidade de Beja, como do paí­s.

O edifí­cio do convento encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1922.

O Museu Regional de Beja possui um vasto acervo patrimonial nomeadamente as coleções de Pintura, Arqueologia, Azulejaria, Escultura, Ourivesaria, Cerâmica Utilitária, Numismática Metrologia e Ferragens.

Destaca-se o núcleo de pintura que reúne obras produzidas em Portugal, Espanha e Holanda, entre os séculos XV e XVIII, nomeadamente o Ecce Homo, S. Vicente (atribuído ao Mestre Vicente Gil, da Escola de Coimbra), A Virgem da Rosa e quatro trabalhos do pintor português António Nogueira.



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