Os 18 melhores pontos turisticos e passeios em Beja


Museu Rainha Dona Leonor





O Museu Rainha Dona Leonor também referido como Museu Regional de Beja, no Alentejo, localiza-se nas dependência do antigo Convento da Conceição, na freguesia de Santa Maria da Feira, na cidade e concelho de Beja, distrito de mesmo nome, em Portugal. Trata-se do do mais antigo museu, não só da cidade de Beja, como do paí­s.

O edifí­cio do convento encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1922.

O Museu Regional de Beja possui um vasto acervo patrimonial nomeadamente as coleções de Pintura, Arqueologia, Azulejaria, Escultura, Ourivesaria, Cerâmica Utilitária, Numismática Metrologia e Ferragens.

Destaca-se o núcleo de pintura que reúne obras produzidas em Portugal, Espanha e Holanda, entre os séculos XV e XVIII, nomeadamente o Ecce Homo, S. Vicente (atribuído ao Mestre Vicente Gil, da Escola de Coimbra), A Virgem da Rosa e quatro trabalhos do pintor português António Nogueira.



Casa Museu Manuel Ribeiro de Pavia





A Casa Museu Manuel Ribeiro de Pavia situa-se em Pavia, concelho de Mora em Portugal. Este museu é especialmente dedicado ao artista desenhador, ilustrador, aguarelista, gravador Manuel Ribeiro de Pavia (1907 - 1957). No piso térreo funciona um centro de dia para os idosos.

Trata-se de um pequeno espaço dedicado à obra do artista, onde podem ser admiradas algumas peças de artesanato local, pinturas e desenhos originais, algumas reproduções e livros ilustrados por este insigne alentejano.Fundada a 16 de junho de 1984, contou com o apoio da Câmara Municipal de Mora, da Junta de Freguesia de Pavia e com a colaboração de amigos do pintor.A existência de um espaço como este pretende perpetuar o espólio artístico de Manuel Ribeiro de Pavia, através da promoção e divulgação da sua obra com exposições, publicações, conferências e outros eventos na sua terra natal, dinamizando ainda iniciativas de artes-plásticas.



Fluviário de Mora aquário Alentejo





O Fluviário de Mora é um aquário público dedicado aos ecossistemas de água doce, privilegiando o conhecimento e importância da sua biodiversidade, e sua relação com a humanidade. Situa-se no Parque Ecológico do Gameiro, freguesia de Cabeção, concelho de Mora.

Constituí­do por um conjunto de aquários e espaços envolventes, o Fluviário de Mora permite observar diferentes espécies de fauna e flora que ocorrem em rios e lagos. As galerias expositivas do Fluviário de Mora encontram-se organizadas por biótopos.

Através da exposição de habitats do percurso de um rio - paradigma de um rio Ibérico - desde a nascente até à foz, e mar, é possí­vel conhecer diversas espécies dos rios de Portugal, entre elas, alguns endemismos Ibéricos. Já na galeria de habitats exóticos, é possí­vel conhecer espécies da bacia hidrográfica do rio Amazonas, dos Grandes Lagos Africanos do Vale do Rift, entre outras.

O Fluviário de Mora é um aquário público dedicado aos ecossistemas de água doce, privilegiando o conhecimento da sua diversidade, importância e relação com a humanidade.

Foi inaugurado a 21 de Março de 2007 e ao longo da visita ficará a conhecer algumas das espécies dulciaquícolas de Portugal da nascente até à foz, outras que ocorrem na Península Ibérica, e também da bacia hidrográfica do rio Amazonas e dos grandes lagos africanos do vale do Rift.

Com a água doce como tema transversal a diversas áreas de conhecimento e culturas, a visita a este aquário é um local de sensibilização para cuidarmos desses ecossistemas que albergam uma enorme diversidade, apesar da água doce disponível em estado líquido à superfície constituir somente 0,01% de toda a água do planeta Terra.



Centro Ciência Viva de Estremoz





O Centro Ciência Viva de Estremoz localiza-se na cidade de Estremoz, no Alentejo, em Portugal.

Instalado no antigo Convento das Maltezas, constitui-se num espaço de cariz museológico, integrante da rede de Centros Ciência Viva.

Este espaço privilegia a interactividade entre os visitantes e a exposição permanente, a qual é dedicada ao planeta Terra e à sua evolução geológica.

O projecto é uma parceria entre a Câmara Municipal de Estremoz, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, a Universidade de Évora, a Direcção Regional de Educação do Alentejo e o Ciência Viva / Agência Nacional para a Cultura Cientí­fica e Tecnológica.

Um Centro Ciência Viva é um local onde a Ciência e a Tecnologia rompem as paredes dos laboratórios que normalmente os confinam, indo ao encontro dos seus visitantes. Um local onde é possível interagir com o que está exposto; tocar, experimentar, descobrir, são uma necessidade ao longo de toda a visita.

No Centro Ciência Viva de Estremoz descobres como funciona o local onde todos nós habitamos… a Terra; um planeta maravilhoso onde todos os fenómenos aparecem interligados. A colaboração com a Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade de Évora, em especial através do Laboratório de Investigação de Rochas Industriais e Ornamentais e do Instituto de Ciência da Terra, é o garante da qualidade científica de todas as nossas atividades.



Museu Municipal da Vidigueira Alentejo





O Museu Municipal da Vidigueira localiza-se na Praça Vasco da Gama na Vidigueira e encontra-se instalado no antigo edifí­cio antes ocupado pela Escola Primária Vasco da Gama, que foi remodelado e adaptado a espaço museológico.

O espaço organiza-se em dois grandes núcleos temáticos de leitura independente, entrando em linha de conta o aproveitamento museológico do próprio edifí­cio, cuja memória, enquanto Escola Primária, merece ser preservada. No primeiro núcleo é retratada a história no concelho, desde a inauguração do edifí­cio da Escola, em 1884, até ao final da sua utilização como estabelecimento de ensino em 1991. O segundo núcleo dá-nos uma visão do quadro económico das décadas de 30 e seguintes, através dos ofí­cios, comércio, agricultura e pequena indústria do concelho.

A colecção etnográfica é composta por um conjunto heterogéneo de objectos provenientes na sua quase totalidade de doações particulares, pertencentes a artesãos, comerciantes, agricultores e pequenos industriais da comunidade, dispostos de modo a possibilitar a integração do maior número possí­vel de espécimes numa visão coerente.

A exposição desses materiais permite de certo modo reconstituir a história local de ofí­cios e profissões exercidos por um conjunto de artesãos e pequenos proprietários que, não desempenhando as tarefas habitualmente exercidas pela maioria da população - as agrí­colas - constituí­am uma importante parte do tecido social da época.

A criação desse espaço museológico pretende, sobretudo, contribuir para a compreensão da cultura e da história económica e social recentes e proporcionar ao visitante o contacto com núcleos temáticos que, de alguma forma, representam a memória etnográfica da população.

A simpatia e disponibilidade da guia (incansável no que se refere à transmissão de informação e à plena satisfação do visitante) e o segundo núcleo levam o alentejoturismo.pt a considerar este museu como um dos melhores do mundo.

Se quer saber o Alentejo há que visitar este espaço: retrata o antigo que ainda é presente nas memórias e nas vidas de muitos alentejanos.

Um Alentejo reservado aos que o vivem e aos que o guardam na sua memória.

O Museu Municipal de Vidigueira encontra-se instalado no edifício da antiga Escola Primária Vasco da Gama.



Ponte romana sobre a ribeira de Odivelas





A Ponte romana sobre a ribeira de Odivelas, também referida como Ponte de Vila Ruiva, no Alentejo, localiza-se sobre a ribeira de Odivelas, na freguesia de Vila Ruiva, no concelho de Cuba, distrito de Beja, em Portugal.

Situa-se a cerca de 1,5 quilómetro de Vila Ruiva tomando-se a estrada EN258 entre Alvito e a Vidigueira.

Ponte ainda afecta ao uso rodoviário, tomando-se a EN 258.1, entre Cuba e Vila Ruiva, encontrando-se a cerca de 1,5 km desta última localidade, junto do Monte Novo da Ponte, já na estrada que dá acesso à localidade de Albergaria dos Fusos e que faz ligação a Alvito 

Composta por 36 aberturas, entre 20 arcos de várias tipologias e 16 olhais de descarga de superfície, a maioria em forma de arco redondo, onde se estende um tabuleiro ao longo de 116 m, com uma largura entre 4,90 e 5.60 m, protegido por guardas que se desenvolvem logo acima dos olhais.

Cria assim uma plataforma que permite o atravessamento não só do leito da Ribeira de Odivelas, sobre o qual se localizam 11 dos maiores arcos, mas que também regulariza a passagem sobre todo o vale, adaptada ao regime torrencial regional, encontrando-se inclusivamente assinaladas, no seu alçado montante, as cotas máximas de várias das cheias ocorridas durante o século XX.

 



Museu arqueológico e etnográfico de Barrancos Barrancos Beja





O Museu Municipal de Arqueologia e Etnografia de Barrancos está situado em Barrancos, distrito de Beja.

O museu, inaugurado a 24 de Agosto de 2007, apresenta no seu espólio peças epigráficas ibéricas e islâmicas, uma escultura púnica, assim como diversos objectos encontrados na zona de Barrancos.

Apresenta também um gabinete médico municipal que funcionou desde 1890 até 1960, com as peças originais, designadamente instrumentos cirúrgicos e o primeiro modelo de um tensí­metro....1933

A organização do museu contou com a colaboração do arqueólogo F.E. Rodrigues Ferreira, sendo tutelado pela Divisão de Acção Sócio-Cultural (CMB).

Museu Municipal de Arqueologia e Etnografia de Barrancos, inaugurado a 24 de Agosto de 2007, está instalado numa antiga casa senhorial do século XIX, adaptada e requalificada para o efeito, mantendo a traça original. Do edifício destaque também para o pátio exterior, remodelado, que oferece condições para a realização de eventos ao ar livre, sejam eles de caráter lúdicos e/ou culturais.



Museu Botânico da Escola Superior Agrária de Beja





O Museu Botânico da Escola Superior Agrária de Beja é um centro de cultura científica, vocacionado para a apresentação de exposições que ilustram a relação estabelecida entre o Homem e as Plantas.

O Museu tem como objectivos conservar, estudar e divulgar objectos e conhecimentos provenientes de recolhas e estudos, de botânica económica e de etnobotânica, desenvolvidos em Portugal e no estrangeiro.



Castelo de Alvito no Alentejo Beja





O Castelo de Alvito, no Alentejo, localiza-se na freguesia e concelho de Alvito, distrito de Beja, em Portugal.

Dominando uma elevação suave nas planí­cies a noroeste da cidade de Beja, este monumento associa à função militar a de residência, razão pela qual alguns autores preferem classificá-lo como um paço fortificado.

Vale a pena percorrer as longas planícies alentejanas, pontuadas por sobreiros a ritmo cadenciado, para encontrar a Pousada de Alvito. Casa de uma longa dinastia de barões favorecidos pelo rei, este é o castelo fortificado mais acolhedor e confortável que pode encontrar para descansar.Situada no Baixo Alentejo, onde o tempo fica suspenso para lhe permitir aproveitar as suas férias da forma mais tranquila possível. Para chegar à Pousada de Alvito já percorreu muitos quilómetros de estrada panorâmica e tranquila, onde os campos de cereais lhe abrem as janelas para colinas douradas e suaves, que ondulam de forma hipnótica e ditam o tom para os próximos dias: calmo, sossegado, relaxante. Deixe-se contagiar e deixe os dias vaguear ao ritmo dos campos. A Pousada de Alvito abriu em 1993 através da recuperação de um castelo do século XV. O edifício é, desde 1910, classificado como Monumento Nacional e um exemplo do melhor da arquitectura Portuguesa, combinando a arquitectura de residência apalaçada e fortaleza e influências islâmicas, góticas e manuelinas.



Museu Municipal de Aljustrel





O Museu Municipal de Aljustrel, depositário de grande parte do espólio arqueológico e etnográfico recolhido no concelho, convida-o a realizar uma viagem no tempo, através dos artefactos utilizados pelos diversos povos que aqui se estabeleceram, desde os períodos mais remotos até à atualidade, cruzando as suas gentes e as suas culturas e de que resultou a realidade que hoje é Aljustrel. Pretende ser um espaço de investigação, de aprendizagem e de inovação ao serviço da comunidade, pondo ao seu dispor os conhecimentos do seu pessoal e os meios técnicos disponíveis, estabelecendo parcerias com outros agentes educativos e com outros museus.

 

O Museu Municipal de Aljustrel foi criado como instituição em 1999 e o seu Núcleo Rural de Ervidel foi aberto em abril de 2000. Possui duas coleções principais: uma coleção de Etnografia, ligada ao mundo rural, com alfaias agrícolas para trabalho da terra, de apicultura, de moagem, de armazenagem e tratamento de cereais e ainda de materiais ligados à produção de vinho e azeite. Dentro desta temática possui ainda diversos objetos do quotidiano que permitiram a reconstituição de um quarto e cozinha de uma casa rural. 

A coleção de Arqueologia é composta por  materiais recolhidos no concelho em intervenções arqueológicas e de achados fortuitos. Através de um protocolo com a empresa mineira Pirites Alentejanas, SA, o museu ficou com o depósito de todos os materiais que faziam parte do antigo Museu da Mina. Estes abarcam um período cronológico que vai desde a Pré-história até à Idade Média, com especial ênfase no período romano. 



Arco romano de Beja ARCO ROMANO | PORTAS DE ÉVORA





O Arco romano de Beja também referido como Porta de Évora, no Alentejo, localiza-se junto à muralha do Castelo de Beja, na freguesia de Santa Maria da Feira, na cidade e concelho de Beja, distrito de mesmo nome, em Portugal.

Atualmente integrado no castelo medieval, no exterior da alcáçova, este arco sofreu algumas vicissitudes ao longo dos séculos.

Há autores que apontam a sua edificação entre os séculos III e IV d.C., integrado nas muralhas romanas e correspondendo a uma das portas de entrada na cidade, tendo sido demolido no século XVI. É referido o ano 1938 como data da sua reconstrução, com os vestígios que subsistiam integrados em edifícios entretanto demolido



Museu Arqueológico de Serpa





O programa do Museu Municipal de Arqueologia divide-se em dois módulos, o módulo da História da Cidade, que deverá ser implementado na Rua da Barbaçã e o módulo do Território,  situado na antiga Casa do Governador, na Alcáçova do Castelo.O MMA é composto por uma sala no piso térreo (Pré-História até à Idade do Ferro), uma sala no piso superior (Época Romana, Antiguidade Tardia e Período Árabe), bem como uma área expositiva no exterior, que se encontra apetrechado com um elevador, com o intuito de tornar o Museu e o Caminho de Ronda acessível a todos. Com uma imagem contemporânea, quer no espaço físico quer no modelo expositivo, a renovada coleção integra alguns dos achados arqueológicos encontrados nos últimos tempos no concelho, bem como peças cedidas provenientes de coleções particulares.



Museu Rainha Dona Leonor em Beja





O Museu Rainha Dona Leonor também referido como Museu Regional de Beja, no Alentejo, localiza-se nas dependência do antigo Convento da Conceição, na freguesia de Santa Maria da Feira, na cidade e concelho de Beja, distrito de mesmo nome, em Portugal. Trata-se do do mais antigo museu, não só da cidade de Beja, como do paí­s.

O primeiro museu de Beja foi, sem dúvida, o representado pelas colecções particulares de Frei Manuel do Cenáculo (1724-1814), o ilustre prelado bejense cujos méritos e zelos de investigador atraíram a esta cidade a atenção do mundo culto de então. A investidura de Cenáculo no arcebispado de Évora ocasionou a mu­dança de muitos monumentos, de vária espécie, para aquela cidade. O caso prejudicou Beja. Mas não deixou de estar absolutamente dentro do espírito da época em que o erudito bispo viveu.

Disperso o Museu Sesinando-Cenáculo-Pacense, das lápides e pedras ornamentadas que não foram para Évora, algumas se perderam aqui mesmo; mais de duas dezenas, e das mais preciosas, foram depois, recupe­radas, graças à desinteressada coope­ração de D. António Xavier de Sousa Monteiro, bispo da sede pacense, que à medida que elas se iam descobrin­do no Paço episcopal as mandava entregar à Câmara.



Museu Regional do Vinho do Alentejo





O Museu do Vinho de Redondo, aberto ao público em Setembro de 2001, foi concebido como ponto de partida para a descoberta do Alentejo e da sua tradição vitivinícola.

Do espólio permanente do museu, fazem parte instrumentos agrícolas, objectos, imagens e textos associados à arte do fabrico do vinho, privilegiando o material cerâmico, característico deste centro produtor de cerâmica em que está incluído.

Todo este espólio se encontra disposto de forma a reproduzir a várias etapas da actividade vinhateira, desde o amanho da terra até ao copo. Para além do espólio permanente, neste museu podem ser visitadas exposições temáticas e conferências alusivas ao tema.

No local, o visitante pode consultar o quiosque multimédia que lhe permite obter informações acerca do museu, das adegas produtoras da região e de várias actividades relacionadas com a vinicultura.

Este espaço funciona em simultâneo com o posto de turismo da região e conta ainda com uma loja onde pode ser adquirida uma selecção dos melhores vinhos tintos e brancos, das melhores safras da Região Alentejo. 



Museu Etnográfico de Serpa





O museu, inaugurado em 1987, encontra-se instalado no edifício do antigo mercado municipal, construção de finais do século XIX, que, não obstante manter a sua traça original, foi objeto de recuperação e remodelação pelo atelier do arquiteto A. Saldanha.

O museu apresenta uma exposição permanente, denominada "Ofícios da Terra", que evoca a diversidade de ocupações e ofícios inerentes à produção de bens indispensáveis no quadro da vida local e o saber técnico e tecnológico tradicional ligado à sua fabricação.

A coleção, composta por artefactos e utensílios diversos relacionados com os ofícios de albardeiro, abegão, alfaiate, barbeiro, cadeireiro, carpinteiro, cesteiro, ferrador, ferreiro, latoeiro, oleiro, pescador, roupeiro e sapateiro, constitui uma parte importante da memória do mundo do trabalho no concelho.

As acentuadas transformações das técnicas agrícolas ocorridas em meados do século XX, a debanda que varreu os campos nos anos 60, a substituição do gado de trabalho pela tração mecânica e o desuso das alfaias agrícolas tradicionais, ditaram o declínio de muitos ofícios cuja existência ancestral se fundamentava na agricultura e, globalmente, nos modos de vida de uma sociedade rural. Este museu procura restituir-lhes a sua dignidade e atribuir uma nova dimensão à memória gestual e tecnológica do artesão. 



Museu do Mármore





O magnífico mármore Português chega a todo o Mundo, oriundo das pedreiras de Vila Viçosa, Borba e Estremoz. A sua qualidade superior permite a exploração desde o período romano.   Mármore, do latim marmor, ou seja, pedra de qualidade ou pedra branca, é das mais fortes marcas portuguesas. Tendo como grande desígnio a promoção do Mármore Português e a percepção sobre os processos de extracção e transformação desta rocha ornamental de Qualidade, o Museu do Mármore de Vila Viçosa abriu as suas portas em Outubro de 2000 na antiga estação de comboios desta Vila.   Recentemente, o Museu foi instalado na Pedreira da Gradinha, junto à saída para Borba.   Horário de Verão: de terça a domingo, das 09:30 às 13:00 horas e das 14:30 às 18:00 horas.   Horário de Inverno: de terça a domingo, das 09:00 às 12:30 horas e das 14:00 às 17:30 horas.

Igreja de Santo Amaro (Santiago Maior) Beja





A Igreja de Santo Amaro de Beja, localizada no Largo de Santo Amaro, em Beja, é um dos poucos templos conservados de arquitectura altimedieval em Portugal e insere-se no amplo processo de reavaliação dos tradicionais conceitos de arte visigótica. Durante muito tempo foi considerada uma igreja do século V, porém à medida que se vão conhecendo melhor as comunidades cristãs sob domí­nio islâmico, toma forma uma datação em pleno século X, por intermédio dos moçárabes (comunidades cristãs que habitavam o espaço dominado pelo poder muçulmano) de Beja.

Os vestí­gios altimedievais, que singularizam de forma muito particular este templo, encontram-se num contexto arquitectónico mais complexo e devem ser encarados como reaproveitamentos de anteriores estruturas. Baseando-se na feição classicizante dos capitéis das naves, foram muitos os autores que optaram por uma cronologia visigótica.



Castelo de Beja Alentejo





O Castelo de Beja, no Alentejo, ergue-se na cidade, concelho e distrito de Beja, em Portugal.

O Castelo de Beja localiza-se no extremo da cidade. Esta fortificação medieval é flanqueada por seis torres, incluindo a de Menage, a mais alta e uma das mais belas do território nacional. Apresenta uma vista fantástica vista sobre a cidade de Beja e a planície alentejana em redor.



  • Os 18 melhores pontos turisticos e passeios em Beja


Outros Artigos Populares no Blogue