Os 9 melhores pontos turisticos para conhecer e visitar em Coimbra


Mosteiro de Santa Clara-a-Nova Coimbra





O Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, também designado como Convento da Rainha Santa Isabel, localiza-se na freguesia de Santa Clara na cidade, concelho e distrito de Coimbra, em Portugal.

Foi erguido no século XVII em substituição ao antigo mosteiro medieval de Santa Clara-a-Velha, ví­tima das inundações periódicas do rio Mondego. Era um verdadeiro mosteiro de clausura franciscana e não um simples convento.

Constitui-se em um importante repositório de arte portuguesa dos séculos XIV a XVIII e guarda as relí­quias da Rainha Santa Isabel, fundadora do mosteiro antigo.

Restabelecida a independência em Portugal, Dom João IV, em 12 de Dezembro de 1640, iria patrocinar a construção de um novo mosteiro para acolher as religiosas Clarissas, fiéis depositárias dos despojos sagrados da Rainha Santa Isabel. Com este compromisso político-devocional procurava enaltecer a casa da sua veneranda antepassada, responsável pela reedificação do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em 1314, e afirmar o prestígio e o poder da nova dinastia dos Bragança.



Coní­mbriga em Coimbra





Coní­mbriga é uma povoação estabelecida desde a Idade do Cobre que foi um importante centro durante o Império Romano e que continuou habitada até pelo menos o século IX. É um dos maiores sí­tios arqueológicos dos que há vestí­gios em Portugal. Está classificada como Monumento Nacional, tendo sido palco de escavações desde o século XIX.

Localiza-se a dezassete quilómetros de Coimbra, na freguesia de Condeixa-a-Velha, a dois quilómetros de Condeixa-a-Nova. A estação inclui o Museu Monográfico de Coní­mbriga, onde estão expostos muitos dos artefactos encontrados nas escavações arqueológicas.

 

 



Castelo de Soure localiza-se na vila de Soure





O Castelo de Soure localiza-se na vila, Freguesia e Concelho de mesmo nome, Distrito de Coimbra, em Portugal. Contrariamente ao que é costume observar nos castelos medievais, o castelo de Soure foi erguido numa zona plana, o que em parte se explica pela proximidade ao ponto em que os rios Anços e Arunca confluíam. Constituía, em conjunto com os restantes castelos da Rede, a linha avançada de proteção a Coimbra.Apesar da ausência de testemunhos escritos, tudo parece indicar que terá sido D. Sesnando Davides, governador de toda a vasta região a sul do Douro, a partir de 1064, o responsável pela construção do castelo, inicialmente uma estrutura simples, aproximadamente retangular e sem torres adossadas.

Ergue-se no vale do baixo rio Mondego, numa colina baixa, formada por aluviões, na confluência do rio Anços e o rio Arunca, tendo a vila se desenvolvido ao abrigo de seus muros.

Atualmente em ruí­nas, integrava a linha avançada de redutos defensivos de Coimbra, juntamente com os castelos de Santa Olaia, Miranda do Corvo (já desaparecidos), Montemor-o-Velho, Penela e Lousã.



Castelo de Penela na freguesia de Santa Eufémia Coimbra





O Castelo de Penela localiza-se na vila de mesmo nome, na freguesia de Santa Eufémia, Distrito de Coimbra, em Portugal. 

A ocupação militar deste outeiro é muito antiga, remontando pelo menos aos Romanos, que daqui vigiavam a estrada Mérida-Conímbriga-Braga. Invadida pelos Árabes em 716, foi depois retomada no séc. XI pelo Conde D. Sesnando, primeiro governador de Coimbra. O conde mandou erigir no local da alcáçova um forte castelo, que repovoou, nascendo assim um burgo cristão sob a protecção das muralhas ameiadas. Deste povoamento subsistem as sepulturas escavadas na rocha de desenho antropomórfico.

O castelo de Penela é uma fortaleza medieval de planta irregular e recorte sinuoso, alongada no sentido Norte-Sul aproveitando o escarpado natural, pelo que os panos de muralha têm altura que varia entre 7 e 19 metros. Pertencia à linha defensiva do Mondego na época da Reconquista cristã, seguindo-se ao castelo de Montemor-o-Velho em ordem de grandeza.

Na cerca de muralhas, que envolvia a vila medieval com suas casas, ruas e igreja, rasgam-se as duas portas existentes. A Porta da Vila ou do Cruzeiro (séc. XV), de arco pleno, no exterior da qual, em tempo de paz, se começou a estender o arrabalde, e a Porta da Traição para acesso aos campos.

A brecha das desaparecidas constitui hoje a entrada mais franca na fortaleza aqui se abria a terceira porta, virada a sul, guardada pela torre quinária, e que ligava o arrabalde mais directamente à igreja.

Nas zonas mais expostas foram levantadas as torres que permitiam a defesa cruzada das quadrilhas (pano de muralha entre as torres) e das portas. Das doze torres que existiram até ao séc. XVIII subsistem algumas com formas arredondadas e quadrangulares, para além da quinária.

Em posição dominante sobre uma colina calcária, integrava a chamada linha do Mondego, e tinha como função a de guarda avançada de Coimbra, à época da Reconquista.

Juntamente com o Castelo de Montemor-o-Velho, constituem o testemunho mais expressivo de seu tipo, do perí­odo, na região. De seus muros descortina-se uma bela vista da povoação, e ao longe, a Leste, da serra da Lousã.

A origem da sua toponí­mia é controversa, atribuí­da por alguns autores a primitivos povos celtas. Uma tradição local refere que, quando da conquista por D. Afonso Henriques (1112-1185), ao penetrar na povoação por meio de um estratagema, o soberano teria incitado os assaltantes exclamando: Coragem! Já estamos com o pé nela!. Parece mais correto, entretanto, compreender Penela como um diminuitivo de penha, local eleito para a primitiva fortificação.



Aqueduto romano de Coní­mbriga Condeixa-a-Velha





O aqueduto foi construí­do no século I d. C., o aqueduto ter-se-á inserido no projecto de urbanização da cidade de Coní­mbriga durante a época de Augusto com cerca de três quilómetros cuja conduta é, essencialmente, subterrânea - por forma a chegar água à cidade.

Durante a época de Cláudio já se encontrava em funcionamento, como esgoto, que terá antecedido a construção de duas cisternas.

Situado numa zona agrí­cola, a água era captada por uma represa e respectiva torre - denominado castellum - de planta rectangular.

 

A 16 quilômetros de Coimbra, na freguesia de Condeixa-a-Velha e a 2 quilômetros de Condeixa-a-Nova, está Conímbriga, uma das maiores povoações romanas de que há registros na Península Ibérica. Creia!

Uma vila romana datada de I d.C. no centro de Portugal! Já imaginou que em terras portuguesas tem um povoado de origem celta, ocupado por tropas romanas em 139 a.C., e que depois será a capital da província da Lusitânia? Para aqueles viciados em história e em arte romana garanto que, no mínimo, percorrer as ruínas deste lugar é uma experiência sensacional!



Igreja do Carmo (Coimbra)





A Igreja do Carmo situa-se na freguesia de Santa Cruz, cidade, concelho, e distrito de Coimbra. Colégio fundado em 1542. A Igreja data de 1597 e o claustro anexo, que segue o modelo quinhentista conimbricense da Renascença de 1600.

Situado na Rua Sofia, o Colégio de Nossa Senhora do Carmo foi edificada em 1540 pelo D. Frei Baltazar Limpo, então Bispo do Porto, com a finalidade de receber o clérigo que pretendia estudar na Universidade de Coimbra.



Mosteiro de Celas em Coimbra





O Mosteiro de Santa Maria de Celas ou Mosteiro das Celas de Guimarães ou apenas Mosteiro de Celas foi fundado no século XIII. Localiza-se na freguesia de Santo António dos Olivais, Coimbra, Portugal.

O Mosteiro de Celas está classificado como Monumento Nacional (Decreto de 16-06-1910, DG, n.º 136, de 23-06-1910).

Terá sido no ano de 1221 que D. Sancha, filha do rei D. Sancho I, fundou este convento que na época ficava localizada fora da cidade. Inicialmente era apenas uma igreja com um pequeno claustro rodeado de pequenas celas. A irmandade não ia além de uma dezena de religiosas, mas, com o passar do tempo, o mosteiro foi crescendo e tornou-se mesmo num dos mais importantes do país. Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o mosteiro foi dissolvido, embora tivesse sido permitido que as monjas ali continuassem a viver até que a última delas morresse.



Sé Velha de Coimbra





A Sé Velha de Coimbra localiza-se na freguesia da Almedina (Coimbra), na cidade e concelho de Coimbra, distrito de mesmo nome, em Portugal. A construção da Sé Velha teve início no século XII, sob a orientação do Mestre Roberto que dirigia na mesma época a obra da Sé de Lisboa. A igreja românica, construida em calcário amarelo, está implantada a meia encosta e é constituida por três naves, transepto saliente e cabeceira tripartida. O claustro, de um piso, disposto lateralmente a sul da igreja, foi construído no início do século XIII. 

Constitui um dos edifí­cios em estilo românico mais importantes do paí­s. A sua construção começou em algum momento depois da Batalha de Ourique (1139), quando Afonso Henriques se declarou rei de Portugal e escolheu Coimbra como capital do reino. Na Sé está sepultado D. Sesnando, conde de Coimbra.

No interior da igreja, destacam-se a cabeceira, a torre-lanterna sobre o cruzeiro, os túmulos medievais e os azulejos sevilhanos quinhentistas que revestiam os pilares e naves, hoje circunscritos a alguns vãos e arcosólios. 



Castelo da Lousã também referido como Castelo de Arouce





O Castelo da Lousã, também referido como Castelo de Arouce, localiza-se a cerca de dois quilômetros da freguesia, vila e concelho de Lousã, no distrito de Coimbra, em Portugal.

Em posição dominante no alto de um estreito contraforte da serra da Lousã, na margem direita do rio Arouce, o monumento constitui-se, nos nossos dias, em uma requisitada atração turí­stica.

Incluído no complexo da Senhora da Piedade, o Castelo de Arouce pertence a uma das primeiras linhas defensivas criadas para controlar os acessos meridionais a Coimbra, na segunda metade do século XI. Surge documentado pela primeira vez em 1087, no testamento de D. Sesnando Davides, onde este declara que mandou povoar o local.

Nos primeiros tempos da monarquia, a localidade desempenhou um papel importante, a que não foi alheia a sua condição de vila de fronteira. Em 1124, uma incursão islâmica tomou o castelo e, de novo na posse do Condado Portucalense, foi agraciada com foral em 1151, por D. Afonso Henriques.



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