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Igreja de Nossa Senhora da Anunciação (Mértola)





A Igreja de Nossa Senhora da Anunciação, também referida como Igreja Matriz de Mértola, no Alentejo, localiza-se na freguesia, vila e concelho de Mértola, distrito de Beja, em Portugal. Destaca-se por ser o único exemplar de arquitetura religiosa islâmica remanescente no paí­s.

Actualmente a matriz de Mértola, esta Igreja de Nossa Senhora da Anunciação, conserva a sala quadrada com cinco naves não diferenciadas, separadas por esbeltas colunas com capitéis árabes, portas e mihrab (nicho indicando a direcção de Meca).

Conserva ainda dois capitéis coríntios possivelmente do séc. IX e foram também encontrados vestígios datados da época visigótica, facto que confere a este local uma importância redobrada na área de Mértola.



Vila de São Cucufate Vidagueira Alentejo





A Vila romana de São Cucufate é um conjunto de ruí­nas romanas de vila romana áulica do século I d.C. em Vila de Frades, Portugal. Este sí­tio arqueológico reúne vestí­gios de termas, jardim e um templo, posteriormente adaptado ao culto cristão: o convento dedicado a São Cucufate, um mártir executado em 304 na actual Catalunha. Supõe-se que foi uma importante casa agrí­cola, testemunhando a antiguidade e importância desta actividade no Alentejo.

A origem do sí­tio arqueológico de São Cucufate remonta à ocupação romana, no século I, com registo de várias alterações ao longo do tempo. No século II é feita uma segunda edificação e a casa terá sido refeita no século IV para dar origem a uma vila palaciana, cujas ruí­nas monumentais permanecem hoje, supondo-se que terá sido uma próspera casa agrí­cola.

Próximo do local original de entrada na vila, na sua frente, surge um templo dedicado a divindades não identificadas, com caracterí­sticas semelhantes í s do templo das ruí­nas romanas de Milreu, em Estói, perto de Faro. No século V o edifí­cio foi convertido ao culto cristão.

Subsistem vestí­gios de um jardim com um tanque de pedra que poderá ter sido utilizado como piscina, um hábito comum numa região quente. Da vila permanecem dois corpos laterais com contrafortes, unidos por arcadas, sustentando um andar superior (hoje desaparecido) que terá albergado a zona residencial. A entrada dos fazia-se por três escadarias que davam acesso a uma zona elevada descoberta, e que se prolongava por uma área coberta por uma abóbada de que se vislumbram alguns vestí­gios.

No interior da construção surgem salas abobadadas que teriam servido para armazenar talhas destinadas de vinho e ao azeite, produtos agrí­colas da região, valorizados pelos romanos.

Ao piso superior - a zona nobre - acedia-se por uma escada í­ngreme que contrasta com a grandiosidade do edifí­cio, que faria acesso a uma varanda, correndo ao longo da fachada. Nas traseiras, vislumbra-se outro tanque. Da segunda construção (século II) foram conservados o triclí­nio, uma sala de refeições romana, com três leitos em volta de uma mesa, com um pavimento róseo.

Das termas subsiste a sua arquitectura com as canalizações em pedra que levavam a água as zonas do frigidário, bem como os arcos nas zonas das fornalhas que aqueciam o tepidário e o caldário. A norte desta zona termal são visí­veis os muros que delimitavam a área de trabalho da propriedade, com os aposentos para criados ou escravos que se ocupavam da agricultura e um lagar.

Foi classificada como Monumento Nacional em 1947.

 

 



Arco romano de Beja ARCO ROMANO | PORTAS DE ÉVORA





O Arco romano de Beja também referido como Porta de Évora, no Alentejo, localiza-se junto à muralha do Castelo de Beja, na freguesia de Santa Maria da Feira, na cidade e concelho de Beja, distrito de mesmo nome, em Portugal.

Atualmente integrado no castelo medieval, no exterior da alcáçova, este arco sofreu algumas vicissitudes ao longo dos séculos.

Há autores que apontam a sua edificação entre os séculos III e IV d.C., integrado nas muralhas romanas e correspondendo a uma das portas de entrada na cidade, tendo sido demolido no século XVI. É referido o ano 1938 como data da sua reconstrução, com os vestígios que subsistiam integrados em edifícios entretanto demolido



Ponte de Mértola Alentejo





A Ponte de Mértola, também referida como Ponte Branca e Torre do Rio, no Alentejo, localiza-se na freguesia, vila e concelho de Mértola, distrito de Beja, em Portugal.

Ergue-se na margem direita do rio Guadiana, perto da Porta da Ribeira nas muralhas de Mértola.

Atualmente em ruí­nas, acredita-se que terá tido função defensiva, embora tenha sido frequentemente confundida com uma simples ponte, nomeadamente no foral de Mértola (1254), e num desenho de Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509).

Ainda não foi possí­vel datar a estrutura uma vez que não foram encontradas outras semelhantes para que se possa efetuar uma comparação arquitetónica.

Dos vestí­gios que chegaram até nós destacam-se seis pegões.



Castelo de Alvito no Alentejo Beja





O Castelo de Alvito, no Alentejo, localiza-se na freguesia e concelho de Alvito, distrito de Beja, em Portugal.

Dominando uma elevação suave nas planí­cies a noroeste da cidade de Beja, este monumento associa à função militar a de residência, razão pela qual alguns autores preferem classificá-lo como um paço fortificado.

Vale a pena percorrer as longas planícies alentejanas, pontuadas por sobreiros a ritmo cadenciado, para encontrar a Pousada de Alvito. Casa de uma longa dinastia de barões favorecidos pelo rei, este é o castelo fortificado mais acolhedor e confortável que pode encontrar para descansar.Situada no Baixo Alentejo, onde o tempo fica suspenso para lhe permitir aproveitar as suas férias da forma mais tranquila possível. Para chegar à Pousada de Alvito já percorreu muitos quilómetros de estrada panorâmica e tranquila, onde os campos de cereais lhe abrem as janelas para colinas douradas e suaves, que ondulam de forma hipnótica e ditam o tom para os próximos dias: calmo, sossegado, relaxante. Deixe-se contagiar e deixe os dias vaguear ao ritmo dos campos. A Pousada de Alvito abriu em 1993 através da recuperação de um castelo do século XV. O edifício é, desde 1910, classificado como Monumento Nacional e um exemplo do melhor da arquitectura Portuguesa, combinando a arquitectura de residência apalaçada e fortaleza e influências islâmicas, góticas e manuelinas.



Igreja de Santo Amaro (Santiago Maior) Beja





A Igreja de Santo Amaro de Beja, localizada no Largo de Santo Amaro, em Beja, é um dos poucos templos conservados de arquitectura altimedieval em Portugal e insere-se no amplo processo de reavaliação dos tradicionais conceitos de arte visigótica. Durante muito tempo foi considerada uma igreja do século V, porém à medida que se vão conhecendo melhor as comunidades cristãs sob domí­nio islâmico, toma forma uma datação em pleno século X, por intermédio dos moçárabes (comunidades cristãs que habitavam o espaço dominado pelo poder muçulmano) de Beja.

Os vestí­gios altimedievais, que singularizam de forma muito particular este templo, encontram-se num contexto arquitectónico mais complexo e devem ser encarados como reaproveitamentos de anteriores estruturas. Baseando-se na feição classicizante dos capitéis das naves, foram muitos os autores que optaram por uma cronologia visigótica.



Castelo de Beja Alentejo





O Castelo de Beja, no Alentejo, ergue-se na cidade, concelho e distrito de Beja, em Portugal.

O Castelo de Beja localiza-se no extremo da cidade. Esta fortificação medieval é flanqueada por seis torres, incluindo a de Menage, a mais alta e uma das mais belas do território nacional. Apresenta uma vista fantástica vista sobre a cidade de Beja e a planície alentejana em redor.



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