Museu da CP Museu nacional ferroviário





O Museu Nacional Ferroviário é um espaço de vivência coletiva, diálogo e partilha de saberes, que se abre a todos como um território de reflexão e experimentação de relações entre o património cultural e o papel histórico, simbólico e tecnológico do transporte ferroviário em Portugal.

 

Este é um Museu de abrangência internacional, que ao contar a história do caminho de ferro em Portugal remete-nos para uma perspetiva singular da história da Europa e do Mundo. Técnica, arte e ciência cruzam-se com as narrativas das Sociedades, dos Grupos e dos Indivíduos. O caminho de ferro desbravou novos territórios, criou cidades, ligou comunidades mais ou menos longínquas, criou e sustentou novas ofertas e necessidades, mudou a forma de ver o mundo.

 

O Museu está em constante construção. A evolução é o estado natural de um organismo vivo.

 

A nossa meta é atingir os níveis de excelência dos melhores museus ferroviários da Europa. E superar.

 

O Museu aposta num modelo de desenvolvimento social e cultural sustentado, aberto a todos os tipos de público.

 

Porque temos um público diferenciado, também os conteúdos e as atividades são desenvolvidos para responder às necessidades e expectativas de cada um.

 

Este Museu é para si.

 

Este Museu é para todos.

 

Descubra um Museu que cultiva a memória com o sentido no presente.

 

Aqui encontra um discurso expositivo inovador, arrojado no uso de tecnologias e sintonizado com os desenvolvimentos mais recentes.

 

Estamos instalados no Complexo Ferroviário do Entroncamento, numa área de 4,5 hectares que comporta 19 linhas ferroviárias.

 

A nossa exposição permanente habita edifícios ferroviários extraordinários.



Museu do Abade de Baçal Bragança





O Museu do Abade de Baçal localiza-se na união de freguesias Sé, Santa Maria e Meixedo, na cidade e concelho de Bragança, distrito de mesmo nome, em Portugal.

É com D. Aleixo de Miranda Henriques, alguns anos depois da transferência da Sé para Bragança (1764), que o edifício é sujeito a profundas alterações e acrescentos (estruturação da fachada principal, organização do espaço interno e execução do teto prospético da capela desenhada por Cardoso Borges).

Já antes, com o bispo D. João de Sousa Carvalho - é dele a pedra de armas da fachada -, no fim do seu episcopado (1716-37), se tinham realizado importantes obras. Foi Paço Episcopal até 1912.

O Museu Municipal, para ter mais largueza, é instalado, por esta altura, nas salas do primeiro andar. Em 1935 passa a designar-se por “Museu Regional do Abade de Baçal". Fazem-se obras (1937-40) tendentes ao enobrecimento do edifício. Decorre um período de grande atividade, visando o enriquecimento e valorização do espólio e o Museu constitui-se, mesmo, como um pólo de dinamização cultural (destaque para a ação de três bragançanos: O Abade, Raul Teixeira e José Montanha), reunindo um conjunto eclético de coleções, com obras de grande valor documental, artístico e histórico.



Basí­lica de Santo Cristo do Outeiro Bragança





Iniciada a construção em 1698 em resultado de um milagre ocorrido numa pequena capela que se encontra ao lado, o santuário de Santo Cristo foi concluído na 1ª. metade do século XVIII.

 De características arcaizantes em pleno barroco, é um templo grandioso com fachada flanqueada por duas torres, abóbada de cruzaria no interior e sacristia revestida de pinturas setecentistas. Possui retábulos de preciosa talha barroca.

A basí­lica de Santo Cristo do Outeiro é uma igreja-santuário na aldeia de Outeiro, no concelho de Bragança.

Este importante local de peregrinação é monumento nacional desde 1927 e recebeu em 12 de julho de 2014 o tí­tulo de Basí­lica menor, atribuí­do pela Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos.



Castelo de Mogadouro





O Castelo de Mogadouro, em Trás-os-Montes, localiza-se na freguesia, povoação e concelho de Mogadouro, no distrito de Bragança, em Portugal.

Na vertente norte da serra de Mogadouro, a antiga vila e seu castelo constituí­ram, nos alvores da nacionalidade, um importante ponto estratégico sobre a linha lindeira. Comenda da Ordem dos Templários, posteriormente sucedida pela Ordem de Cristo, atualmente inclui-se na área Turí­stico-Promocional das Montanhas.

Com provável origem anterior, o Castelo de Mogadouro aparece documentado no século XII, quando Fernão Mendes, o Braganção, dele faz doação aos Templários. A torre de menagem é deste período.No segundo quartel do século XII o território de Mogadouro é doado à Ordem do Templo pelo rei D. Afonso I. Neste período de afirmação do novo reino de Portugal, foi necessário construir no território raiano de Trás-os-Montes novas estruturas militares para, a defesa contra as incursões militares leonesas e também muçulmanas.

Na segunda metade do século XII, os Templários construíram a Torre de Menagem, assente no afloramento rochoso e isolada no interior do recinto amuralhado.



Castelo de Penas Roias em Mogadouro





O Castelo de Penas Roias localiza-se na povoação e freguesia de Penas Roias, concelho de Mogadouro, distrito de Bragança, em Portugal.

Antigo castelo da Ordem dos Templários na região de Trás os Montes e Alto Douro, integrava, à época da constituição da nacionalidade portuguesa, juntamente com os de Algoso, Mogadouro, Miranda do Douro, Vimioso e Bragança, o chamado núcleo duro do Nordeste transmontano. Hoje compreendido na área Turí­stico-Promocional de Montanhas, de seu sí­tio contempla-se a Igreja Matriz de Santa Maria de Azinhoso e, ao longe, Mogadouro.

Castelo roqueiro de origem anterior à nacionalidade, foi seu detentor Fernão Mendes, o Braganção, que em 1145, em tempo de D. Afonso Henriques, o doou aos Templários.Entre outras obras ergueu-se a torre de menagem por volta de 1172, conforme inscrição aí existente. Após a extinção da ordem do Templo o castelo passou à ordem de Cristo e mais tarde aos Távoras. Em 1758 já se encontrava em avançado estado de ruína



Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta





A Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta ou Igreja de São Miguel é um templo no concelho de Freixo de Espada à Cinta, na União das Freguesias de Freixo de Espada à Cinta e Mazouco. É uma igreja salão de arquitetura manuelina.

Igreja quinhentista de planta rectangular com três naves, capela-mor, absidíolos e sacristia. No alçado principal regista-se um portal manuelino, de arco abatido ladeado por pilastras e decoração relevada.A espacialidade interior é de tipo igreja-salão, com notável abóbada de pedraria.Possui preciosos retábulos de talha barroca e, na capela-mor, dezasseis painéis quinhentistas atribuídos à escola de Grão Vasco.

 

Castelo de Freixo de Espada à Cinta





O Castelo de Freixo de Espada à Cinta localiza-se na freguesia e concelho de Freixo de Espada à Cinta, no distrito de Bragança, em Portugal.

O castelo de Freixo de Espada à Cinta é uma das mais antigas fortalezas transmontanas, estando documentada desde praticamente o século XII e antecedendo, por isso, o fenómeno de vilas novas criadas por D. Afonso III e D. Dinis. A referência mais antiga data de 1152 ou 1155-1157, anos em que D. Afonso Henriques passou carta de foral à localidade. 



Castelo de Bragança





O Castelo de Bragança localiza-se na freguesia de Santa Maria, no centro histórico da cidade, concelho e distrito de Bragança, em Portugal.

Em Trás-os-Montes, no extremo nordeste do paí­s, à margem do rio Fervença, é um dos mais importantes e bem preservados castelos portugueses. Do alto de seus muros avistam-se as serras de Montesinho e de Sanabria (a norte), a de Rebordões (a nordeste) e a de Nogueira (a oeste).

O crescimento urbano desta cidade transmontana está intimamente ligado ao Castelo de Bragança.

O perímetro inicial da cidadela brigantina defendia a antiga vila medieval, mas a malha urbana começou a estender-se extramuros, de tal modo que Bragança acabaria sendo elevada à categoria de cidade.

Contudo, a situação estratégica de Bragança já tinha sido aproveitada para a edificação de um castro, que mais tarde foi metamorfoseado numa fortificação romana, de onde se vigiavam e controlavam importantes redes viárias militares.

É provável que, em povoado tão próximo da fronteira, se tenha construído uma linha defensiva, neste local, ainda no reinado de D. Sancho I (concessor do 1º foral em 1187). D. Dinis, nos fins do séc. XIII, teria mandado construir o primeiro castelo (mais um "castelo novo" dos muitos que foram edificados no seu tempo), afirmando-se, assim, a importância do aglomerado



Igreja de Castro de Avelãs





A Igreja de Castro de Avelãs é um pequeno templo na freguesia de Castro de Avelãs, no concelho de Bragança. A sua importância advém do reaproveitamento da cabeceira mudéjar do antigo e monumental mosteiro beneditino de São Salvador construí­do no século XII ou XIII, e que entrou em ruí­nas após a sua extinção no século XVI. Seria, nessa altura, a mais influente comunidade monacal na região de Bragança. 

 



 

Castro de Avelãs é uma aldeia cuja visita é indispensável, para poder conhecer o seu importante património onde se eleva um antigo mosteiro clunicense, com imponente ábside e dois absidíolos em alvenaria de tijolo com arcaturas cegas sobrepostas, possivelmente anterior ao século XII, extinto em 1543, quando era já da regra e posteriormente demolido.     Filia-se na tradição românica mudéjar da meseta duriense castelhana, constituindo no nosso país exemplo raro, senão mesmo exemplar único. Aqui se hospedou em março de 1387 o Duque de Lancaster, John of Gaunt, com mil homens de armas que o acompanhavam, quando se encontrou com D. João I no planalto de Babe.