Museu Rainha Dona Leonor





O Museu Rainha Dona Leonor também referido como Museu Regional de Beja, no Alentejo, localiza-se nas dependência do antigo Convento da Conceição, na freguesia de Santa Maria da Feira, na cidade e concelho de Beja, distrito de mesmo nome, em Portugal. Trata-se do do mais antigo museu, não só da cidade de Beja, como do paí­s.

O edifí­cio do convento encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1922.

O Museu Regional de Beja possui um vasto acervo patrimonial nomeadamente as coleções de Pintura, Arqueologia, Azulejaria, Escultura, Ourivesaria, Cerâmica Utilitária, Numismática Metrologia e Ferragens.

Destaca-se o núcleo de pintura que reúne obras produzidas em Portugal, Espanha e Holanda, entre os séculos XV e XVIII, nomeadamente o Ecce Homo, S. Vicente (atribuído ao Mestre Vicente Gil, da Escola de Coimbra), A Virgem da Rosa e quatro trabalhos do pintor português António Nogueira.



Ncleo Museolgico de Castro Laboreiro





A freguesia de Castro Laboreiro, a maior e mais antiga do concelho de Melgaço, tinha necessariamente que ter um núcleo museológico que preservasse e promovesse a sua rica história e etnografia. É na sede da antiga Fábrica de Chocolates de Caravelos que atualmente se pode visitar o Núcleo Museológico de Castro Laboreiro.

Aqui o turista fica a conhecer a cultura Castreja da região, a paisagem e as vivências locais, tudo coadjuvado com um vasto espólio de documentos fotográficos e documentários sobre a freguesia. Merece especial atenção a informação sobre as Brandas e Inverneiras, um dos sistemas de ocupação do território mais interessantes do nosso país. A necrópole megalítica do planalto de Castro Laboreiro também tem o seu lugar de destaque, existindo vários filmes sobre o assunto. Vai ficar com vontade de colocar a mochila às costas e partir à descoberta destes locais!

Para terminar a visita, transite para a casa anexa à sede, um edifício tipicamente castrejo onde poderá vislumbrar o dia-a-dia numa habitação regional na segunda metade do século XX. Vai encantar-se com o mobiliário simples em madeira escura, com as mantas típicas da região e com os pequenos e castiços pormenores que dão vida à casa, como as lamparinas, os potes em barro e até um penico debaixo da cama…



Casa Museu Vieira Natividade





Implantada em pleno Rossio de Alcobaça encontra-se a Casa Museu Vieira Natividade, local de onde fazem parte as coleções de arqueologia, etnografia, artes plásticas, fotografia, têxteis e cerâmica pertencente ao espólio doado pela família ao Estado português.

De referir que do valiosíssimo arquivo bibliográfico fazem parte obras pertencentes à antiga Biblioteca do Mosteiro que estiveram na posse da família desde o período das guerras liberais.

Manuel Vieira Natividade (1860-1918) representa porventura a mais notável figura de Alcobaça. Descendente de uma família de camponeses, nasceu em 1860 no Casal do Rei, freguesia de São Vicente de Aljubarrota. As suas origens, não sendo pobres, não eram abastadas. No entanto, e porque os dotes de inteligência de Manuel Natividade não escaparam à observação da sua mãe, esta procurou afastá-lo da vida agrícola e orientá-lo para os estudos: em 1886, diplomou-se em Farmácia pela Universidade de Coimbra. Era um homem do interior, formado em Coimbra mas sempre ligado à Estremadura, de modos cultos e educados. Escritor, etnólogo, e arqueólogo, realizou uma obra notável de índole regionalista, nomeadamente com trabalhos sobre a Pré-História e a História de Alcobaça e com a interpretação iconográfica dos túmulos de D. Pedro I e D. Inês de Castro.

A Casa-Museu Vieira Natividade foi criada por decreto-lei publicado em 1992 após a doação do imóvel por parte da família e desde então é tutela da Secretaria de Estado da Cultura. Infelizmente, mais de vinte anos volvidos da sua doação, continua fechada ao público por motivos que se relacionam ainda com a inexistência das condições necessárias para a sua fruição turística e cultural.



Museu da Terra de Miranda Miranda do Douro





O Museu da Terra de Miranda localiza-se na cidade de Miranda do Douro, Trás-os-Montes, Portugal.

O museu está instalado no edifí­cio seiscentista da antiga Câmara municipal, sobre a tutela do Instituto dos Museus e da Conservação.

O Museu da Terra de Miranda está situado no centro histórico de Miranda do Douro, instalado na antiga Domus Municipalis da cidade, edifício do século XVII. Fundado em 1982, o museu evoca o tempo longo do planalto mirandês.

A visita permite descobrir traços característicos da vida social e cultural de uma região cuja forte identidade, manifesta na presença da língua mirandesa (segunda língua oficial da República Portuguesa desde 1999) e ancorada na agricultura, na pecuária e no comércio de fronteira, passa hoje por evoluções profundas e rápidas.



Museu de Lanifcios da Universidade da Beira Interior





O Museu de Lanifícios, também designado de MUSLAN, constitui um Centro da Universidade da Beira Interior, organismo com autonomia administrativa e financeira tutelado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

O Museu de Lanifícios, integrado na Rede Portuguesa de Museus desde 2002, tem por missão a salvaguarda do património associado a uma das mais antigas indústrias humanas, num território que, tendo por matriz a Serra da Estrela e centro histórico a Covilhã, cedo se abriu aos contactos internacionais. Ao visitá-lo pretendemos que, através da singularidade, autenticidade e exemplaridade dos testemunhos nele preservados, fique a conhecer melhor uma das mais antigas indústrias, a de lanifícios, que começou por se afirmar como um puro acto de sobrevivência da espécie humana e foi assumindo, ao longo dos tempos, uma crescente qualidade e expressão artística, que têm acompanhado o desenvolvimento das nossas sociedades até ao presente.

“Os fios do passado a tecer o futuro” é o lema do Museu de Lanifícios que, de acordo com este princípio, defende uma “conservação activa” do património que tem à sua guarda.



Fundao rpd Szenes-Vieira da Silva Lisboa





A Fundação árpád Szenes-Vieira da Silva MHIH é uma instituição sediada em Lisboa; tem por vocação primordial a divulgação e o estudo da obra dos artistas plásticos Arpad Szenes e Maria Helena Vieira da Silva. Com este objetivo, foram criados um museu e um centro de documentação e investigação, abertos ao público.

O museu foi inaugurado a 3 de Novembro de 1994 com o contributo da Câmara Municipal de Lisboa, que cedeu o edifí­cio, a Fundação Calouste Gulbenkian, que custeou as obras de remodelação, enquanto a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento apoiou na área da investigação.

A colecção do museu cobre um vasto perí­odo da produção de pintura e desenho dos dois artistas: de 1911 a 1985, para árpád Szenes, e de 1926 a 1986, para Maria Helena Vieira da Silva.

Existe ainda um núcleo de gravura de Vieira da Silva que inclui também obras de 1990 e 1991, um ano antes da morte da artista.

Está instalado na antiga Real Fábrica dos Tecidos de Seda de Lisboa, um edifí­cio datado do século XVIII.

Oferecer a Arpad Szenes e Vieira da Silva, reconhecidos artistas em todo o mundo, um lugar condigno que se dedicasse ao estudo e divulgação da sua vasta e variada obra, foi uma ideia que surgiu em 1985.Pensado para o nº 3 do Alto de São Francisco, morada de Vieira nos tempos em que vivera em Lisboa com a mãe e local a que sempre regressou com Arpad, aquando das suas estadias em Portugal, o centro de estudos cedo se revelou inviável devido às pequenas dimensões do espaço.

Mas o empenhamento do então Presidente Mário Soares permitiu concretizar esta ideia. E foi assim que Vieira da Silva escolheu ela mesma o local onde viria a ser instalado o Museu e Fundação que a homenagearia e ao qual doava algumas das suas obras e do marido – a Antiga Fábrica de Tecidos de Seda.

Próximo da sua casa, permitindo estabelecer um elo de ligação (que não se veio a verificar) com o futuro Museu e inserido no romântico Jardim das Amoreiras, do qual resta o nome, visto que as 331 árvores que alimentavam o bicho da seda foram integralmente retiradas em 1863, o edifício revelou uma arquitectura simples e harmoniosa, despojada e linear que muito agradou à artista, contribuindo assim para a decisão final.

Neste processo de criação e concretização do Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva, que abriu ao público no dia 4 de Novembro de 1994, foi fundamental a participação e contributos da Câmara Municipal de Lisboa, que cedeu o edifício, levando a Fundação Cidade de Lisboa a procurar um novo local onde instalar um lar de idosos que para aqui previra, e a Fundação Calouste Gulbenkian, que custeou as obras de remodelação; a nível de investigação, foi fundamental a colaboração da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento.

 



Museu Nogueira da Silva





O Museu Nogueira da Silvaestá localizado em Braga, Portugal Este é um espaço que, se ainda não o visitou, certamente desconhece que, para além do edifício que alberga o Museu e dá vida à montra da galeria, se escondem um dos jardins mais exclusivos da cidade de Braga.

Em 1976, a Universidade do Minho recebeu uma importante doação que incluiu, além da casa e jardim, um significativo conjunto de obras de pintura, escultura, mobiliário, ourivesaria, vidros, tapeçaria, tecidos e porcelanas doados por António Nogueira da Silva. Alguns anos mais tarde abriu, na casa que fora a sua, o Museu que perpetua o nome deste empresário colecionador.

O Museu tem vindo a diversificar a sua atividade: uma pequena equipa cuida da manutenção da casa e jardim; dá a conhecer aos visitantes a coleção permanente; anima um serviço educativo destinado a criar nos mais novos o gosto e o respeito pela beleza criativa; disponibiliza e divulga o acervo da Fototeca e da Biblioteca de História de Arte; promove ciclos de conferências e debates orientados para o entendimento da arte; acolhe e promove concertos de várias expressões musicais; assegura a programação da Galeria, espaço dedicado à divulgação da Arte Contemporânea, que tem dado a conhecer o trabalho de numerosos artistas nacionais e internacionais.



Museu Rural de Ponte de Lima





O Museu Rural Ponte de Lima, está instalado no Parque Temático do Arnado, no Largo da Alegria em Ponte de Lima, Portugal. Inaugurado em 4 de março de 2001.

Este museu foi inaugurado no dia 4 de março de 2001. Localizado no Parque Temático do Arnado, o Museu Rural de Ponte de Lima está dotado com quatro espaços de exposições.



Ncleo Museolgico da Torre de Menagem





No cimo de um morro sobranceiro à Vila, encontramos esta antiga fortificação, testemunho dos primeiros momentos da nacionalidade portuguesa. Mandada edificar por Dom Afonso Henriques no século XII/XIII, deste antigo castelo resta apenas uma torre de menagem de planta quadrangular, com três pisos e cobertura em telha, e parte da antiga cerca da Vila medieval.

Localizado numa antiga atalaia, oferece soberbas vistas sobre as serras vizinhas e sobre o centro histórico da Vila, com as suas ruas estreitas e as casas em pedra. Passeando na zona intramuros, quem visita sente-se relevado para segundo plano, tal a imponência da estrutura e das vistas que proporciona.

Edificado para reforçar a autoridade do recém-criado reino de Portugal, este castelo teve um importante papel na defesa da fronteira do Alto Minho.

É nesta torre quadrangular que, atualmente, podemos encontrar o Núcleo Museológico da Torre de Menagem. Aqui poderá conhecer um pouco sobre o património arquitectónico, histórico e cultural de Melgaço. Circulando pelos seus três andares, descobre-se a história do concelho, desde o período pré-histórico à Idade Contemporânea.

Um excelente local para iniciar a sua descoberta por Melgaço onde pode, inclusive, requerer informação sobre outros monumentos a visitar, onde comer e onde dormir. Venha apaixonar-se por Melgaço!



Museu Municipal Serpa Pinto





Na envolvente ao jardim e com o mesmo nome do ilustre Explorador Cinfanense, o edifício de traça pública e que outrora serviu de Posto da Guarda e Cadeia, foi reorganizado num espaço de promoção e partilha da vida de Serpa Pinto, com interpretação e exposição estática da história e do modo de vida, astuto e corajoso, do Homem que veio a atravessar o continente Africano.

Acolhe de forma permanente duas coleções locais: a investigação arqueológica do Concelho de Cinfães, e a história e vida do General Alexandre Serpa Pinto.

A primeira, reflete um conjunto de peças que têm vindo a ser encontradas em escavações e intervenções no território do Município e que, de forma atrativa e convincente, traduzem os milénios de história de ocupação destas terras: desde os Celtas Pesures (PAESVRI’S), primários, aos Romanos, e a recente evolução da época românica.

A segunda reflete, com orgulho e emoção, a história e vida do heroico explorador durante as expedições a África, com um vasto espólio resultante da aquisição municipal da casa que outrora residia.



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