Ponte de D. Maria Pia Porto e Gaia





A Ponte de D. Maria Pia é uma infraestrutura ferroviária, que transportava a Linha do Norte sobre o Rio Douro, entre as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia, no Norte de Portugal. Foi inaugurada em 4 de Novembro de 1877 e foi encerrada em 24 de Junho de 1991, tendo sido substituí­da pela Ponte de São João. É considerada, junto com o Viaduto de Garabit, como as maiores obras-primas executadas pelo engenheiro Gustave Eiffel.

Esta foi a primeira ligação ferroviária entre as duas margens. Foi também das primeiras obras em ferro, com projeto do famoso Engenheiro Gustave Eiffel. A sua inauguração, em 4 de Novembro de 1877, contou com a presença da Rainha D. Maria Pia e seu marido o Rei D. Luiz I. Na sua época foi uma audaciosa e criativa obra de engenharia que deslumbrou e continua a deslumbrar portugueses e estrangeiros. 



Rua Galeria de Paris





Aberta em 1903, no quarteirão anteriormente ocupado pelo convento das Carmelitas, os prédios que ladeiam a Rua da Galeria de Paris são elegantes e de boa traça, com destaque para o número 28, casa em estilo Arte Nova.

Ao longo da segunda metade do século XX, os armazéns de tecidos foram ocupando grande parte dos edifícios da rua. Na esquina da rua da Galeria de Paris com a rua das Carmelitas ficam os populares Armazéns Marques Soares e, do outro lado, está a Fernandes, Mattos & C.ª, casa de tecidos fundada em 1886.

De local triste e pouco habitado da Baixa do Porto, a rua da Galeria de Paris tornou-se, em pouco tempo, naquilo que é muitas vezes referido como um dos centros da movida portuense, fenómeno semelhante ao Bairro Alto. Tudo começou em 2007, com a abertura de um bar numa antiga livraria. O calendário variado de eventos que desenvolveu, com destaque para os concertos de jazz, desencadeou o surgimento de outros espaços, tornando este num local da moda da noite do Porto, especialmente aos 

 

Rua Galeria de Paris Idealizada no inicio dos anos 1900 com o objectivo de ter uma cobertura envidraçada como as Galerias de Paris, daí o seu nome, esta rua é vizinha e elementos tão característicos do Porto como a Livraria Lello, a Torre e Igreja dos Clérigos, entre outros, foi durante muito tempo um local pouco habitado.Contudo em 2007 com a abertura de um primeiro bar nesta rua, deu-lhe uma nova vida e movimentação, trazendo esse bar outros, e criando aqui um dos melhores pontos de noite do Porto. Um local que pode ser comparado ao Bairro Alto de Lisboa, cheio de bares mais ou menos culturais, de todos os tipos,

 

 

Mais concretamente a Rua da Galeria de Paris, fica situada na baixa do Porto. O antigo convento das Carmelitas ficava aí situado, sendo essa uma rua com prédios elegantes, a fazer lembrar as, originais, galerias de Paris.Até 2007 era uma rua sem vida, principalmente à noite. No entanto, a partir dessa data, esta rua, bem como toda esta zona, ganharam uma nova vida e, actualmente, fazem parte do roteiro nocturno da cidade. Aos fins de semana os seus bares e restaurantes ficam apinhados de gente, com vários eventos um pouco por todo o lado.

 

Pontos de interesse da rua Galeria de Paris

As ofertas de locais interessantes são inúmeras: o More Club, o Porto Tónico, o Clube 3C, o Praça, The Gin Club, o Era Uma Vez em Paris, o La Bohème, o Café au Lait, a Casa do Livro, o Alma, o conhecido restaurante Galerias de Paris, o Rendez Vous e o Plano B. Um pouco mais perto da Avenida dos Aliados fica o Passos Manuel, o Pitch, o Zoom, o Maus Hábitos e o Bar Boulevard.

 

Por toda a zona da baixa do Porto poderá, ainda, apreciar a gastronomia portuense, a preços bastante convidativos: Casa Guedes, o Buraquinho, Pedro dos Frangos, Casa Louro, Taberna Santo António, Solar da Conga, a Tasquinha, entre muitos outros. Se preferir algo mais formal, poderá optar pelo Al Forno, na rua Rodrigues Sampaio, o restaurante La Ricotta, na Rua Passos Manuel, o Paladar da Alma, na rua de Santo Ildefonso, o Tribeca, na rua Passos Manuel, Pizza & Drinks, na rua de Santa Teresa.

Os prédios que ladeiam a Rua da Galeria de Paris, aberta em 1903, são elegantes e de boa traça, com destaque para o número 28, casa em estilo Arte Nova. Ao longo da segunda metade do século XX os armazéns de tecidos foram ocupando grande parte dos edifícios da rua. De local pouco habitado da Baixa do Porto, a Rua da Galeria de Paris tornou-se, em pouco tempo, naquele que é muitas vezes referido como um dos centros da movida portuense. Tudo começou em 2007, com a abertura de um bar numa antiga livraria. O calendário variado de eventos que desenvolveu, com destaque para os concertos de jazz, desencadeou o surgimento de outros espaços, fazendo deste local um ponto alto da noite do Porto, especialmente aos fins de semana.







Palcio do Freixo Porto





O Palácio do Freixo localiza-se na freguesia de Campanhã, cidade, concelho e distrito do Porto, em Portugal. É um dos exemplares mais representativos do barroco civil no paí­s.

majestosa arquitectura da Pousada do Porto, Hotel Palácio do Freixo irá cativá-lo desde o primeiro momento. Este luxuoso destino de férias situa-se nas margens do belo rio Douro e próximo do Porto, oferecendo uma irresistível combinação de acomodações contemporâneas e uma experiência cultural genuína.

História, luxo e hospitalidade de primeira classe

Projectado pelo visionário arquitecto italiano Nicolau Nasoni e decorado com soberbos azulejos e frescos, este opulento palácio barroco do século XVIII, classificado como Monumento Nacional, foi meticulosamente restaurado e aberto ao público em 2009.



Ponte da Arrbida Porto





A Ponte da Arrábida é uma ponte em arco sobre o Rio Douro que liga o Porto (pela zona da Arrábida) a Vila Nova de Gaia (pelo nó do Candal), em Portugal.

Desde a década de 1930 que era necessário criar ligações alternativas í s antigas pontes (pontes D. Maria Pia e D. Luí­s) de modo a responder ao crescente fluxo da circulação viária.

No tempo da sua construção em 1963, a ponte tinha o maior arco em betão armado de qualquer ponte no mundo.

O comprimento total da plataforma é de 614,6m , tendo uma largura de 26,5m. O seu vão de 270 m, e 52 m de flecha, arco esse constituí­do por duas costelas ocas paralelas, de 8m de largura ligadas entre si por contraventamento longitudinal e transversal. Tinha duas faixas de rodagem e duas faixas laterais para peões e ciclistas. Na década de 90 foi alterado o número de faixas rodoviárias.

O engenheiro responsável pelo seu projecto e construção foi Edgar António de Mesquita Cardoso que teve a colaboração do arquitecto Inácio Peres Fernandes e do engenheiro José Francisco de Azevedo e Silva.



Torre de Pedro-Sem Porto





Nas traseiras do Palácio dos Terenas encontramos a Torre de Pedro Sem, também chamada Torre do Palácio dos Terenas. Em certos textos é ainda intitulada erroneamente Torre da Marca, mas esta última trata-se de uma torre militar mandada construir por D. João III em 1542 para orientar os navios que entravam na barra do Douro. Esta torre, erguida na primeira metade do século XIV, situava-se na Quinta da Boa Vista, nos arredores do burgo medieval.

Documentada desde o séc. XV, a Torre de Pedro Sem é uma arquitectura civil gótica. A história diz que essa torre pertencia a Pedro do Sem, doutor de leis, jurisconsulto e chanceler-mor de D. Afonso VI no século XIV, mas a lenda remete para uma data posterior – século XVI – a existência de um personagem chamado Pedro Sem.

A torre, que no século XV serviu de hospital para pestíferos. No século XV a passou para uma parente colateral de Pedro do Sem, uma tal Isabel Brandoa e, desta, para os Brandões, condes e marqueses de Terena que depois se ligaram aos Monfalins.



Praia Verde (Pvoa de Varzim)





A Praia Verde é uma pequena praia marí­tima na área urbana da Póvoa de Varzim, localizada entre a Praia da Salgueira e a Praia dos Beijinhos. A Praia Verde é uma praia bastante frequentada de areia branca com bastantes penedos.

A praia é acedida pelo Alto de Martim Vaz na cidade da Póvoa de Varzim. E, é conhecida pelas ruí­nas numa formação rochosa natural.A Praia Verde apresenta um areal de dimensões medianas que se encontra repleto de formações rochosas nas zonas centro e Sul, perto da linha de água. Insere-se na frente urbana da cidade da Póvoa de Varzim.A zona Norte é a mais indicada para idas a banhos, fruto da menor presença de penedos.



Casa do Infante Museu Casa da Rua da Alfndega Velha





A Casa do Infante, ou Casa da Rua da Alfândega Velha é um museu e um dos edifí­cios mais antigos da cidade do Porto, em Portugal.

A Casa do Infante é tradicionalmente tida como o local de nascimento do Infante D. Henrique, patrono dos descobrimentos portugueses. Trata-se de um conjunto edificado que ocupa uma extensa área da zona ribeirinha do Porto e que foi sofrendo sucessivas alterações ao longo dos tempos.

Assim designada por aí ter nascido Henrique, o Navegador, a Casa do Infante possibilita, a par de uma interpretação do monumento nacional, a descoberta de vestígios da ocupação romana, medieval e moderna, com destaque para a antiga Alfândega Régia e Casa da Moeda que aí tiveram os seus serviços instalados durante vários séculos.

 

 

Através da sua área expositiva mais recente, o centro interpretativo O Infante D. Henrique e os Novos Mundos, o visitante pode obter um olhar cruzado entre história e contemporaneidade através da interpretação do passado e a perceção do presente para a qual contribuíram vários artistas contemporâneos, centrada na figura do Infante D. Henrique, revisitando nesta viagem os principais marcos dos Descobrimentos Portugueses, de Ceuta até ao Extremo Oriente, com particular enfoque no papel da cidade e das gentes do Porto neste empreendimento



Parque de Serralves no Porto





O Parque de Serralves é um espaço verde, que se estende por 18 hectares e que envolve o Museu de Arte Contemporânea (Fundação de Serralves), edifí­cio projectado pelo arquitecto Siza Vieira, na cidade do Porto, em Portugal.

Ao longo do parque obras de arte de vários artistas contemporâneos estão expostas, ao lado da flora tí­pica da Região Norte de Portugal, como carvalhos, bétulas e o teixo.

O projecto para o jardim da Casa de Serralves foi encomendado pelo Conde de Vizela ao arquitecto Jacques Gréber em 1932. O parque resulta de processos de desenho de uma paisagem ao longo de mais de um século, constituindo uma unidade temporal e espacialmente complexa, incluindo vestí­gios de um jardim do século XIX, a Quinta do Mata-Sete, o jardim da Casa de Serralves, assim como a paisagem do Museu de Arte Contemporânea.

A origem do Parque de Serralves remonta a 1923 quando Carlos Alberto Cabral, 2º Conde de Vizela, herda a Quinta do Lordelo, propriedade de veraneio da família à Rua de Serralves (então nos arredores do Porto), e a sua história divide-se em três momentos: os traços do jardim de finais do século XIX da Quinta do Lordelo e a Quinta do Mata-Sete, o jardim de Jacques Gréber para a Casa de Serralves, e a paisagem do Museu de Arte Contemporânea. Provavelmente desenhado por um dos viveiristas da cidade, e inspirado nos modelos vitorianos de final de oitocentos, o jardim da Quinta do Lordelo desenvolvia-se nas traseiras da casa com canteiros de formas orgânicas enriquecidos por espécies ornamentais.  Com uma área menor do que a presente, a propriedade seria sucessivamente ampliada pelo Conde de Vizela com a aquisição de terrenos adjacentes, num processo de compras que se prolongaria até aos anos 40, atingindo os atuais 18 hectares. A Quinta do Mata-Sete, também propriedade da família e herdada pelo irmão do Conde de Vizela, é integrada nesta ampliação por permuta com propriedades urbanas. Na altura da sua inclusão era já caracterizada por estruturas edificadas – pavilhão de caça, celeiro, lagar e casa dos caseiros. 

Praia do Castelo do Queijo





A sua paisagem é dominada por afloramentos rochosos que envolvem o areal e os seus visitantes.O curioso nome desta praia deve-se ao facto de estar localizada junto ao Forte de São FranciscoXavier do Queijo, uma antiga fortificação defensiva construída no século XV. O pequeno forte deforma maciça, com a entrada em arco e rematada pelo escudo de armas portuguesas, tem adenominação popular de Castelo do Queijo. Segundo a tradição, no sítio onde foi edificadohavia uma enorme pedra de forma arredondada, semelhante a um queijo

O nome da praia deve-se ao facto de estar localizada junto ao  Forte de São  Francisco Xavier do Queijo, uma antiga fortificação defensiva construída no século XV. O pequeno forte de forma maciça, com a entrada rasgada em arco e rematada pelo escudo de armas portuguesas, tem a denominação popular de Castelo do Queijo. Segundo a tradição, no sítio aonde foi edificado havia uma enorme pedra de forma arredondada, semelhante a um queijo. Por ter sido assente sobre tal rochedo adveio-lhe o nome que sempre teve. Desde tempos imemoriais que se diz que o enorme rochedo onde o castelo  foi  construído era um lugar sagrado para os Draganes, tribo Céltica que veio para a Península Ibérica seis séculos antes de  Cristo.  A paisagem  da  Praia do Castelo do Queijo é dominada por afloramentos rochosos que envolvem o areal e os seus visitantes. 



Praia do Rio Alto Pvoa de Varzim





A Praia do Rio Alto é uma praia marí­tima da Póvoa de Varzim situada logo após a praia da Aguçadoura e antes da praia do campo de Golf, na freguesia da Estela. Na praia do Rio Alto desagua o Rio Alto que nasce no sopé do monte de São Félix, daí­ o nome do lugar.

O nome da praia provém do lugar do Rio Alto, que corresponde ao lugar do litoral da freguesia. Entre os naturistas, a praia é mais conhecida como Praia da Estela, devido à freguesia onde está situada.

 



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