Associao Acadmica de Coimbra





O complexo académico Associação Académica de Coimbra começa a ser construído em 1954, segundo o projecto dos arquitectos Alberto José Pessoa e João Abel Manta.

Constituídas por um conjunto de vários edifícios, nos quais se congregam variados serviços – cantinas, bares, ginásio, teatros, salas de ensaio e edifício das secções culturais e desportivas –, as novas instalações académicas revelam claramente a ruptura estilística do “classicismo monumental” adoptado na Alta universitária. Contudo, a linguagem moderna do plano construtivo foi alvo de sucessivas críticas por parte do Conselho Superior de Obras Públicas, focando a ausência de elementos e traços da arquitectura de “tradição portuguesa”.

Posteriormente, o espaço amplo e interior que é delimitado pelas várias construções da Associação foi ajardinado segundo o esboço paisagístico de Gonçalo Ribeiro Teles. Predominando uma forte horizontalidade e assimetria construtivas, a organização espacial dos vários corpos edificados segue uma matriz funcional, segundo as funções inerentes a cada um.



Museu Municipal Santos Rocha





O Museu Municipal Santos Rocha está localizado na cidade portuguesa da Figueira da Foz. Situado em pleno coração da cidade, junto ao Parque das Abadias, é vizinho do Centro de Artes e Espectáculos.  

Fundado em 1894 por António dos Santos Rocha, o Museu Municipal atravessou vários períodos, atendendo à ação desenvolvida e aos critérios museológicos que presidiram às suas sucessivas reinstalações em diferentes espaços físicos.Até 1910, sensivelmente, viveu uma fase áurea, estendendo a sua fama além fronteiras. A notável ação de Santos Rocha, os trabalhos da Sociedade Arqueológica da Figueira da Foz e as publicações inseridas no seu Boletim levaram a que o Museu Municipal se colocasse a par das melhores instituições científicas nacionais.

Instalado provisoriamente na Casa do Paço desde 1899, foi transferido para o edifício dos Paços do Concelho em 1910, onde se manteve até 1975, data da abertura oficial ao público do novo edifício, construído com o apoio financeiro da Fundação Calouste Gulbenkian e projetado pelo arquiteto figueirense Isaías Cardoso.

Com a abertura do novo espaço deu-se início a todo um trabalho de reinstalação e estudo das peças, associado a um grande esforço de dinamização junto do público, coletividades e escolas. O Museu dispõe de um centro de documentação que disponibiliza uma vasta coleção de obras de temática relacionada fundamentalmente com a História da Arte, Arqueologia e Museologia. Possui ainda um núcleo significativo de bibliografia relativa à história local e história do Museu Municipal.

Constituído por uma sala de leitura/consulta e por um espaço de reserva, não dispõe de serviço de empréstimo, no entanto a consulta e leitura presenciais podem ser realizadas de segunda a sexta, das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h00.

As coleções que não se encontram em exposição podem ser visitadas na reserva, mediante marcação prévia, todas as sextas-feiras e no primeiro sábado de cada mês, sempre às 14h30. Podem ver-se as coleções de armas, mobiliário e etnografia de África, Brasil e Oriente: China, Japão, Índia… O acervo está acomodado nas vitrinas antigas, o que permite ter uma impressão muito sugestiva do que seria o Museu Municipal à data da sua fundação, no final do século XIX. Nas reservas, evoca-se também a Sala de Curiosidades que existiu nos anos quarenta do século XX, com objetos muito diversificados e um grande predomínio de espécies de História Natural.

Frágil ou duradoura, a relação que se estabeleceu entre o Museu e os doadores tem permitido um enriquecimento progressivo do acervo museológico, comprovando que é essencial esta aptidão para ativar relações com a sociedade e o meio em que se insere. A necessidade de conhecer melhor os beneméritos do Museu Municipal Santos Rocha tem suscitado um amplo trabalho de investigação que, por sua vez, vai permitindo uma visão mais alargada acerca de um vasto leque de personalidades, figueirenses ou não, que assumiram a doação como um acto de generosidade, desde a fundação até aos nossos dias. Apesar de se constituir como uma tarefa ainda inacabada, a pesquisa permitiu que seja agora criada uma base de dados que consideramos, todavia, em permanente construção, tendo em conta que algumas dezenas de nomes nos são merecedores de maior investigação e que o período cronológico estudado abarca apenas os anos de 1894 a 1939. Esperamos que, com a sua divulgação, novos contributos possam surgir e complementar a informação já disponível.

 

HorárioInverno (de 01 setembro a 30 junho) Terça a sexta: 09h30 | 17h00 Sábado: 14h00 | 19h00 Encerra: Domingos, segundas e feriados

Verão (de 01 julho a 31 agosto) Terça a sexta: 09h30 | 18h00 Fim-de-semana e feriados: 14h00 | 19h00 Encerra: Segundas

 

EntradaAdultos: 2 € Adultos (idade superior a 65 anos) 1€ Bilhete Família (mínimo 3 visitantes) 4€ Visita de grupo (superior a 15 visitantes) 15€

 

Para além da sua missão de recolha, conservação, proteção, investigação, interpretação e divulgação dos testemunhos materiais e imateriais, legados pelos antepassados ou representativos de identidades mais recentes, com valor arqueológico, etnográfico, artístico, ou qualquer outro valor patrimonial considerado relevante o Museu Municipal tem também por missão estabelecer diálogos e experiências que apoiem, desafiem e estimulem os seus públicos na formação de conhecimentos, enquadrados nos diversos contextos histórico-culturais, fortalecendo as relações com a comunidade em que se insere e ao serviço da sociedade em geral.

 

Fundado em 1894 pelo figueirense António dos Santos Rocha  (1853-1910) com o objetivo de albergar o valioso espólio recolhido por si, desde 1886, em várias campanhas arqueológicas na Serra da Boa Viagem, o Museu Municipal foi instalado provisoriamente na Casa do Paço onde permaneceu até 1899, sendo então transferido para o edifício dos Paços do Concelho da Figueira da Foz.

Até 1910, ano da morte de Santos Rocha, o Museu foi arqueológico e etnográfico. A ampla projeção que obteve deve-se à dedicação do seu fundador e ao trabalho desenvolvido pela Sociedade Arqueológica da Figueira, que reunia os mais distintos espíritos figueirenses, nacionais e estrangeiros, interessados nas ciências antropológicas.

Em 1939, sob a direção de António Vitor Guerra e com o apoio constante do recém-formado “Grupo dos Amigos”, alargou-se o leque disciplinar das coleções, incorporando importantes legados e depósitos que permitiram a formação de secções artísticas até então inexistentes, nomeadamente de pintura e de escultura.Apesar da manifesta insuficiência de espaço, o museu permaneceu no edifício dos Paços do Concelho, sendo transferido, em 1945, do andar nobre para o piso superior.

Em 1966, com o suporte técnico e financeiro da Fundação Calouste Gulbenkian iniciaram-se os trabalhos de construção de um ambicioso complexo cultural, simultaneamente museu, biblioteca e auditório. O edifício foi inaugurado em 1974 e a primeira sala da exposição permanente abriu em 1979.

Por ocasião das comemorações do 1º centenário, em 1994, o museu recebeu o prémio de “Melhor Museu”, atribuído pela Associação Portuguesa de Museologia.

Chegado ao século XXI, o Museu Municipal Santos Rocha aprofunda a sua relação com o território através de núcleos temáticos dedicados ao mar e ao sal e assume-se como espaço privilegiado de produção e difusão de conhecimento, bem como referência de qualidade e dinamismo na vida cultural do concelho e da região.

São várias as coleções permanentes que podem ser visitadas no Museu Municipal Santos Rocha. A sua maioria ultrapassa o território e o património histórico municipais, como é o caso das coleções de Numismática, de Armaria, de Epigrafia, de Mobiliário Indo-Português e a Tapeçaria de Tavira, peça única, do séc XVIII, de cariz profano, proveniente de uma fábrica de artesãos franceses localizada em Tavira.

Este espaço museológico é também um centro local e nacional aberto à investigação. Disponibiliza, para consulta de investigadores e estudantes, uma vasta coleção de obras de temática relacionada fundamentalmente com a História da Arte, a Arqueologia e a Museologia. Possui ainda um núcleo significativo de bibliografia relativa à história local e história do Museu Municipal.

Constituído por uma sala de leitura/consulta e por um espaço de reserva, não dispõe de serviço de empréstimo, podendo a consulta e leitura presenciais ser realizada de segunda a sexta, das 9h30 às 12h30 e das 14h às 17h.Para além das coleções em exposição permanente, o visitante pode apreciar exposições temporárias, que se encontram patentes ao público durante todo o ano, em duas salas de acesso gratuito.

 



Praia fluvial de Palheiros e Zorro





A Praia fluvial de Palheiros e Zorro Situada a cerca de 15 kms de Coimbra, na freguesia de Torres de Mondego, a Praia fluvial de Palheiros e Zorro possui de areia clara e é uma área de lazer muito apreciada, num espaço de grande beleza natural. A praia tem infraestruturas de apoio bastante completas, que incluem bar, campos de jogos, grelhadores e parque de merendas, e oferece excelentes condições para a prática de diversas atividades como kayak, canoagem, pesca e vólei de praia.Esta praia fluvial fica na margem esquerda do Rio Mondego com acesso principal pela aldeia de Palheiros, tendo também um acesso a partir da outra margem através de uma ponte pedonal.

As aldeias que se espalham pelas encostas envolventes (Casal da Misarela. Palheiros, Zorro, Carvalhosas, Vale de Canas e Torres do Mondego) desenharam um património hoje bem vincado pelas antigas estruturas agrícolas e mineiras. Estas. conjugadas com a vegetação ripícola e a crescente biodiversidade, conferem a este JOC31 características únicas no concelho de Coimbra. 



imprensa da universidade em Coimbra





Nascido da Reforma Pombalina imprensa da universidade em Coimbra, em 1773, o edifício da Imprensa ocupava originalmente uma vasta área, ainda hoje perceptível. Nascido da Reforma Pombalina, em 1773, o edifício da Imprensa ocupava originalmente uma vasta área, ainda hoje perceptível. As obras de maior volume iriam concentrar-se na área claustral da Sé e no novo edifício, de dois andares, com pequeno pátio, virado para a via pública.



Mosteiro de Celas em Coimbra





O Mosteiro de Santa Maria de Celas ou Mosteiro das Celas de Guimarães ou apenas Mosteiro de Celas foi fundado no século XIII. Localiza-se na freguesia de Santo António dos Olivais, Coimbra, Portugal.

O Mosteiro de Celas está classificado como Monumento Nacional (Decreto de 16-06-1910, DG, n.º 136, de 23-06-1910).

Terá sido no ano de 1221 que D. Sancha, filha do rei D. Sancho I, fundou este convento que na época ficava localizada fora da cidade. Inicialmente era apenas uma igreja com um pequeno claustro rodeado de pequenas celas. A irmandade não ia além de uma dezena de religiosas, mas, com o passar do tempo, o mosteiro foi crescendo e tornou-se mesmo num dos mais importantes do país. Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o mosteiro foi dissolvido, embora tivesse sido permitido que as monjas ali continuassem a viver até que a última delas morresse.



Colgio de So Toms de Aquino de Coimbra





A construção teve início em 1543, do Colégio de São Tomás de Aquino de Coimbra. A traça do Colégio segue esquema de um claustro central, a partir do qual se organizavam todas as dependências pedagógicas e residenciais. No século XVIII, o andar superior do flanco nascente foi ampliado e renovado, recebendo novas janelas de avental e um varandim de aparato.

Com a extinção das Ordens Religiosas em 1834, o imóvel seria incorporado na Fazenda Pública, servindo de armazém de madeiras até à sua aquisição pelos Condes do Ameal. Logo em 1895, o arquitecto Silva Pinto procedia à readaptação do edifício a palacete residencial através de um plano revivalista neoclássico, enobrecido com a escultura de João Machado.



Pao das Escolas Coimbra





O Paço das Escolas é o conjunto arquitetónico que alberga o núcleo histórico da Universidade de Coimbra. Situado na freguesia de Sé Nova, cidade e concelho de Coimbra (Distrito de Coimbra), foi edificado ao longo de várias centenas de anos, tendo sido Paço Real desde o reinado de D. Afonso Henriques até ao século XVI. Devido à sua excecional importância cultural, foi classificado como Monumento Nacional em 1910 e encontra-se inscrito na listagem de Património Mundial da UNESCO desde junho de 2013.

Neste conjunto arquitetónico heterogéneo destacam-se as construções do período do Estado Novo, sobretudo o Pátio e Paço das Escolas, dominados pela célebre Torre da Universidade.

Os Estudos Gerais funcionaram no edifício conhecido como Estudos Velhos, sensivelmente onde se encontra a atual Biblioteca Geral, além de se distribuírem por vários locais, nomeadamente por edifícios próximos do Mosteiro de Santa Cruz.

Foi o Paço das Escolas que juntou, em 1544, todas as faculdades da Universidade de Coimbra, após a instalação definitiva da Universidade nesta cidade, em 1537, pondo fim a uma intinerância no século XIV entre Lisboa e a Coimbra.

No lado esquerdo da fachada estende-se o Colégio de S. Pedro, construção maneirista. A sua fachada principal está virada para o pátio interior, onde se destaca o portal barroco, obra datada de 1713.



Caf Santa Cruz em Coimbra no centro Histrico





O Café Santa Cruz localiza-se na praça 8 de Maio, na freguesia de Santa Cruz, na cidade e concelho de Coimbra, distrito de Coimbra, em Portugal. É um dos mais tradicionais café-restaurantes da cidade.

Após a passagem por Coimbra de D. João III em 1527, a reforma do Mosteiro de Santa Cruz e a instalação da Universidade vão alterar profundamente a cidade.

Para Santa Cruz foi nomeado reformador Frei Brás de Braga que partira em 1517 para estudar em Paris tendo regressado em 1525 a Portugal para ocupar o cargo de Prior do Mosteiro da Serra de Sintra. Entre outras, a missão de Frei Brás passava pela reestruturação das dependências conventuais modernizando e construindo edifícios.

Extinto o pequeno convento de S. João das Donas, restaurada a Igreja de Santa Cruz à dignidade do panteão dos primeiros monarcas, seria de toda a conveniência reservar esta para o uso quotidiano e exclusivo dos frades crúzios. Para que tal sucedesse era necessário construir de raiz uma igreja paroquial que servisse a freguesia de S. João da Cruz. Foi então que Frei Brás de Braga a mandou erguer em cerca de 1530.



Departamento de Qumica da Universidade de Coimbra





Departamento de Química da Universidade de Coimbra as diferentes áreas científicas desenvolvem- se em torno de um amplo pátio quadrangular, organizando-se a secção de Física no flanco poente do complexo e as de Química no nascente, com os respectivos acessos a partir dos corpos opostos.

Virada para a Rua Larga, a fachada principal é constituída por um amplo pórtico com fortes pilares através dos quais se acede ao pátio central, onde se encontra o maior auditório universitário, o da Reitoria, e uma cantina escolar. Além do espelho de água, fronteiro ao auditório, o pátio apresenta ainda dois conjuntos de escadas de emergência construídas na década de 1980 e que alteraram a fisionomia primitiva. No flanco sul ergue-se um outro pórtico com espaçosa varanda aberta sobre o Jardim Botânico.

Uma das particularidades mais marcantes de todo o conjunto é a sequência repetitiva das janelas, num tratamento semelhante a outros edifícios, e que contribuem para acentuar a simetria do edificado.



Departamento de Matemtica da Faculdade de Cincias de Coimbra





edifício do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia manterá, globalmente, os seus serviços pedagógicos, administrativos e outros, conservando a actual organização funcional e programática. Inserido no ambicioso plano para a renovação do espaço físico universitário, o Departamento de Matemática foi dotado de novas instalações, dispostas numa planta em “T”. Abandonado o projecto inicial, que visava reunir num único complexo os departamentos de Matemática, Física e Química, Lucínio Guia da Cruz delineou o edifício. A construção iniciou-se em 1964.

Obedecendo aos cânones estilísticos adoptados pela Comissão Administrativa da Cidade Universitária de Coimbra, o edifício do Departamento de Matemática apresenta uma concepção arquitectónica inspirada num suave classicismo monumentalizante.

O portal da fachada principal foi ornamentado com os baixos-relevos esculpidos por Gustavo Bastos, evocando “A Matemática como Ciência da Natureza”, do lado esquerdo, e “A Matemática como Ciência do Pensamento”, no direito.



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