28 locais grátis para visitar em Lisboa


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Praça do Comércio / Terreiro do Paço

 



 

Aqui, em frente ao Tejo, se levantava outrora o Palácio Real destruído pelo terramoto de 1755; Daí o nome desta praça: Terreiro do Paço (Esplanada do Palácio). Ladeada de edifícios clássicos de fachadas amarelas que repousam sobre galerias em arcada, é um excelente exemplo do estilo pombalino. Um arco triunfal de estilo barroco ergue-se por trás da estátua do Rei D. José I. O Rei D. Carlos I e o príncipe herdeiro D. Luis Felipe foram assassinados aqui o 1 de Fevereiro de 1908.

Rua das Portas de Santo Antão

Uma pitoresca rua pedonal, com grandes salas de espectáculos (o Coliseu dos Recreios no nº 100), cafés e comércio tradicional. Os curiosos, ao penetrar na Casa do Alentejo no nº 58, descobrirão um insólito pátio mourisco e as salas do restaurante cobertas de azulejos.

 

Miradouro de São Pedro de Alcântara



Este agradável jardim forma uma varanda sobre a Baixa da cidade. Daqui tem-se uma ampla vista da Baixa, do Rio Tejo e da colina do Castelo São Jorge em frente. Pode descer até à praça dos Restauradores pela Calçada da Glória onde se encontra situado um elevador.

 

 

Alto de Santa Catarina



 

É obrigatório ir ao final da tarde para ver o pôr-do-sol sobre o Tejo, as docas e a ponte 25 de Abril. Aqui ergue-se a estátua do Adamastor, o gigante que, segundo a lenda, foi transformado no Cabo das Tormentas (Cabo de Boa Esperança).

 

Estação do Rossio



A estação do Rossio é famosa pela sua fachada de estilo neomanuelino (séc. XIX). Serve principalmente Sintra e Leiria.

Escadinhas de Santo Estêvão

 



Estas escadinhas (escadinhas) são compostas por uma série de lanços com diferentes orientações que formam um cenário muito pitoresco. Ao passar por trás da Igreja de Santo Estêvão vê-se um muro em saliente e um painel de azulejos. Suba depois pela escada que rodeia a igreja. No seu alto pode admirar uma bela vista sobre os telhados, sobre o porto e sobre o Rio Tejo.

 

Rossio / Praça Dom Pedro IV



A praça de D. Pedro IV foi testemunha na antiguidade de numerosos autos-de-fé... A sua estrutura actual é obra do Marquês de Pombal. Está rodeada de edifícios dos sécs. XVIII e XIX, ocupados por cafés e pequeno comércio que conservaram a decoração original, como o Café Nicola com a sua fachada Art déco, ou a tabacaria recoberta de azulejos assinados por Rafael Bordalo Pinheiro. A estátua de Pedro IV, no centro da praça, parece vigiar a agitação do mercado das flores e as fontes barrocas.

Cais das Colunas

 



 A Praça do Comércio (« terreiro do Paço ») desemboca num rio, no cais das Colunas. Alí, uma escada de mármore, ladeada de dois pilares roçados pela maré, desliza suavemente na água do Tejo, nas tonalidades venezianas.

 

Praça dos Restauradores



 

Esta praça deve o seu nome aos homens que, em 1640, se revelaram contra a dominação espanhola e proclamaram a independência de Portugal. No centro, um obelisco comemora o acontecimento. Abre-se à Avenida da Liberdade que leva ao Parque Eduardo VII. Ali encontramos o Palácio Foz, que recebe o Posto de Turismo de Lisboa, o Éden Teatro, e muito próxima uma pitoresca rua pedonal: a Rua das Portas de Santo Antão.

Rua do Carmo e Rua Garrett



Nestas ruas comerciais e elegantes encontram-se situadas lojas com montras antigas. Aqui encontraram refúgio os maiores estilistas portugueses. Nelas encontramos famosas livrarias, pastelarias e cafés entre os quais figura a famosa A Brasileira, que frequentava regularmente o Poeta Fernando Pessoa. Desde o centenário do seu nascimento em 1988, Fernando Pessoa regressou para instalar-se numa das mesas da esplanada, pensativo com o seu fato em bronze.

 

Miradouro da Senhora do Monte



Desta pequena praça contígua à Igreja Santa Luzia tem uma magnífica vista sobre o Rio Tejo, o porto, os telhados de Alfama e o labirinto das suas ruelas. Sobressaem as torres sineiras de São Miguel e de Santo Estêvão e pode ver o Castelo de São Jorge e o Bairro da Mouraria... A capela próxima do miradouro é de 1796 mas foi fundada em 1147, ano da conquista de Lisboa.

Jardins da Torre de Belém

No local deste jardim funcionou até meados do séc. XX a “Fábrica do Gás de Belém”. O reordenamento desta zona com plantação de palmeiras, símbolo das novas terras descobertas pelos navegadores portugueses, verificou-se por altura da “Exposição do Mundo Português” (1940), ficando a Torre de Belém, um dos ex-líbris de Lisboa, valorizada por um amplo espaço fronteiro ajardinado, que permite total visibilidade sobre o monumento.

Alfama

Alfama é um dos bairros mais genuínos de Lisboa, a sua arquitectura apresenta características peculiares de prédios antigos e coloridos que lhe conferem um carácter de alegria, tranquilidade e uma personalidade tipicamente lisboeta. Passear pelo bairro de Alfama é um convite para perder-se entre ruelas extremamente encantadoras. Fácil de se perder, mais fácil ainda de se encontrar!

Baixa



 

Reconstruída segundo os planos do Marquês de Pombal depois do terramoto de 1755, este bairro tradicionalmente comercial é o centro neurálgico de Lisboa. É um lugar muito animado durante o dia onde se encontram turistas, engraxadores, empregados de bancos, marinheiros... Pela noite, só é um lugar de passo para os automobilistas. A sua localização torna-o num bom ponto de partida para descobrir a cidade e um lugar prático para se alojar. 

 

Elevador de Santa Justa

 



 
 
Este elevador, que permite aceder directamente ao Chiado, foi construído por Raúl Mesnier de Ponsard, um engenheiro português de origem francesa, seguidor de Gustave Eiffel. Pode fazer-se uma paragem no café situado na plataforma superior, a 32 m de altura sobre a rua, desfrutando das magníficas vistas do Rossio e da Baixa.
 

Inaugurado em 1902, integra a denominada “Arquitectura do Ferro” e traduz uma linguagem ornamental neogótica, sendo o único elevador vertical existente atualmente na cidade. Construído pela Empresa do Elevador do Carmo é a obra prima de Mesnier du Ponsard (discípulo de Gustave Eiffel) que inicialmente o explorou, tendo sido adquirido pela Carris em 1939.

A sua estrutura vertical totalmente de ferro desenvolve-se em sete andares que correspondem a duas torres interligadas com 45 m de altura, no interior das quais circulam duas cabinas quadradas que comunicam, no nível superior, com o Largo do Carmo através de um passadiço metálico. Inicialmente movido através de uma máquina a vapor localizada no piso superior da torre, somente em 1907 passou a funcionar por meio de motores elétricos.

Largo de São Rafael

Esta praceta está ladeada de casas do séc. XVII. No lado Oeste observam-se os restos de uma torre que formava parte da muralha árabe e que protegeu a Lisboa cristã até ao séc. XIV, momento em que o Rei D. Fernando fez construir uma nova muralha.

 

Praça da Figueira



De planta quadrangular, a Praça da Figueira encontra-se rodeada de edifícios clássicos e tem uma estátua equestre de D. João I no centro. É um lugar excelente para admirar o castelo e a animação da Baixa, desde a esplanada traseira do famoso café-pastelaria Suiça, cuja fachada principal dá à praça do Rossio.

Praça Luís de Camões



No centro se ergue a estátua do poeta. Foi um dos cenários da Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974. Depois de conquistar o quartel onde estava o Presidente do Conselho Marcelo Caetano, a população acompanhou os militares que subiam ao Chiado e fez um alto neste lugar para festejar a liberdade recuperada. Esta praça assinala também o limite entre o Chiado e o Bairro Alto. A Sul, junto à Rua do Alecrim, vê-se o Rio Tejo.

 

Miradouro de Santa Luzia



Esta praceta, contígua à Igreja de Santa Luzia, transformou-se num miradouro sobre os vestígios das antigas fortificações mouras. Daqui tem-se uma magnífica vista do Rio Tejo, do porto e dos telhados de Alfama de entre os quais sobressaem as torres sineiras de São Miguel e de São Esteban

Rua Norberto de Araújo



As escadas desta rua apoiam-se na muralha árabe contam a historia de Lisboa 

Norberto de Araújo, o autor de Peregrinações em Lisboa, cerca de quatro anos após a sua morte deu o seu nome a um troço da antiga Calçada de São João da Praça, na Alfama cuja preservação e recuperação defendeu nas suas crónicas no decorrer da década de 30 do século XX.

Foi pelo Edital de 22/06/1956, dois anos após a proposta de Gustavo de Matos Sequeira nesse sentido, que um troço da Calçada de São João da Praça – na época, a partir dos nºs 53 e 70 e hoje, nºs 1 e 2A- até ao Largo das Portas do Sol se passou a denominar Rua Norberto de Araújo, para além de o homenageado ter sido galardoado com a Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa.

Campo de Santa Clara



Esta agradável praça, enquadrada por elegantes moradias, se estende entre as igrejas de São Vicente da Fora e Santa Engrácia. Às terças-feiras e aos sábados decorre a Feira da Ladra (feira da ladra), típico mercado de Lisboa. O seu lado Norte está ocupado pelo Palácio Lavradio (séc. XVIII), onde se encontra situado o Tribunal Militar. No centro, o pequeno Jardim Boto Machado oferece um agradável descanso entre as suas espécies exóticas; bela vista sobre o Mar da Palha lá em baixo ao fundo.

Graça

Este bairro residencial e popular, onde podem ver-se algumas vilas e bairros operários do séc. XIX, está situado numa colina a Norte, sobre o Bairro de Alfama.

Bairro Alto



Desde os anos 1980, a multiplicação de bares, discotecas, restaurantes, lojas de moda e de desenho (Rua do Norte, Rua do Diário de Notícias, Rua da Atalaia e Rua da Rosa) transformaram este popular bairro num sítio da moda e ponto de encontro dos noctívagos. Encontra para todos os gostos: desde a casa do fado à discoteca gay, do clube de jazz aos bares pitorescos, etc.

 

Avenida da Liberdade 



Esta avenida de 1.300 m de longitude e 90 m de largura é a mais majestosa de Lisboa. Está ladeada de edifícios de finais do séc. XIX e de construções mais recentes que abrigam hotéis, agências de viagens, companhias de seguros e de aviação. Os seus passeios se encontram cobertos de mosaicos em pedra calcária e basalto que desenham representações em branco e preto.

Praça do Marquês de Pombal



Esta praça circular, rodeada de grandes hotéis, é o centro neurálgico de Lisboa onde convergem as grandes avenidas. Um monumento erigido ao Marquês de Pombal domina a praça. As inscrições do pedestal evocam as principais realizações deste grande ministro do Rei D. José I.

Largo das Portas do Sol

A Porta do Sol era uma das sete portas da cidade árabe. Situada no outro lado da Igreja Santa Luzia, esta praça tem uma agradável esplanada e um miradouro que oferece uma bela vista sobre as casas, sobre São Vicente de Fora e sobre o rio.

 



Miradouro das Portas do Sol oferece-nos a melhor perspectiva sobre o Bairro Histórico de Alfama.

Debruçado sobre as ruas rendilhadas do bairro, estende-se em tijoleira, longo e estreito, a partir do Largo das Portas do Sol onde também existe outro pequeno terraço sobre uma esplanada, à sua esquerda, e outro superior à sua direita

 

Belém



A Lisboa monumental e manuelina orientada em direcção ao Rio Tejo recebe agora o Centro Cultural de Belém. Este bairro tranquilo, sobre a colina que domina o rio, está ocupado por moradias e jardins. O lugar está muito ligado às epopeias marítimas portuguesas porque, no séc. XV, era o ponto de partida, das caravelas que se lançavam pelos oceanos em busca de terras inexploradas. Agrupa a Torre de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos e grandes museus.

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