Cadeia da Relao no Porto





A Cadeia da Relação é um edifí­cio histórico localizado na cidade do Porto, em Portugal. Edifício granítico, datado de 1582, reedificado em estilo neoclássico no ano de 1767 segundo o projecto do arquitecto Eugénio dos Santos, por iniciativa de João de Almada e Melo e com financiamento da Companhia Geral da Agrigultura das Vinhas do Alto Douro.

Desenvolve-se numa sucessão geométrica de janelas - 103 no total dos pisos. Tem planta poligonal com quatro fachadas, duas delas resguardando as duas funções do edifício: a fachada nobre, na Rua de S. Bento da Vitória, dá entrada para o sector do Tribunal de Relação. A outra entrada, aberta para a Cordoaria, foi construída para a passagem directa dos presos e é, hoje, a entrada principal do edifício



Rua da Mouzinho da Silveira visita na cidade velha de ruas de Porto





Um dos mais importantes, longo e largo da cidade velha de ruas de Porto perto do porto rio é conhecida como Rua da Mouzinho da Silveira. Esta rua é um dos melhores para baixar de área superior para o porto de Porto onde fazer um bom cruzeiro no rio. A rua está alinhada com fachadas antigas e um tanto negligenciada telha que dá aquele toque tão característico e, normalmente, tem muito de Portugal. Também este lugar tem várias lojas de souvenirs, onde você pode comprar um pequeno mapa da área histórica para obter os nossos rolamentos melho

 

O nome da rua é uma homenagem a José Xavier Mouzinho da Silveira, estadista e uma das personalidades maiores da revolução liberal.

 

A Rua de Mouzinho da Silveira é uma rua com perfil transversal de 19 metros e foi construída no último quartel do século XIX, época da maioria dos seus edifícios. O seu traçado, foi decidido em sessão camarária de 17 de Junho de 1875 para ligação do Largo de São Bento (hoje Praça de Almeida Garrett) à Rua de São João.

 

Fica situada na baixa portuense, junto à estação de S. Bento e desde sempre foi uma rua marcada pelo comércio. Ainda hoje mantém a traça dos edíficios antigos, tendo os vários espaços comerciais aproveitado as suas fachadas, fazendo lembrar as lojas de outros tempos.Esta rua deve o seu nome a José Xavier Mouzinho da Silveira, político liberal, que nasceu a 12 de Julho de 1780.

 



 

Para a construção desta rua, houve que cobrir o rio da Vila com um grande aqueduto. A sua construção exigiu a expropriação de mais de 80 parcelas de habitações que se localizavam na área correspondente ao seu traçado, para além da demolição de alguns edifícios notáveis, como a Capela de São Crispim e a Capela de São Roque. Foi derrubado um dos últimos vestígios da antiga muralha fernandina, localizado próximo do Largo da Porta de Carros, em frente à Igreja dos Congregados restando então apenas uma parte da muralha que servia de parede lateral à cerca do Convento de São Bento da Avé-Maria.

Esta importante artéria do centro da cidade do Porto foi profundamente marcada por um perfil comercial relacionado com a proximidade da Estação de São Bento, tendo historicamente cumprido um papel, hoje ultrapassado, de grande importância para o abastecimento das áreas rurais do Minho e Douro, nomeadamente em sementes, equipamentos para a lavoura, santos, balanças, rolhas

 

A abertura da rua Mouzinho da Silveira para ligação das zonas alta e baixa da cidade (criando um novo eixo para a distribuição do tráfego e circulação das mercadorias) foi financiada pela Imposição do Vinho em 1872. É a rua que liga a Estação de S. Bento à zona da Ribeira, presentemente alvo de recuperação do casario que a ladeia e ao longo da qual se pode encontrar comércio variado. Ponto integrante do percurso Rota Urbana do Vinho.



Praia da Barranha Povoa do Varzim





A Praia da Barranha é uma praia marí­tima de Aguçadoura.

A praia é acedida pela rua da Codicheira e está localizada entre a Praia da Codicheira e a Praia do Rio Alto nas freguesias da Aguçadoura e Estela. A sul, destaca-se a Praia da Aguçadoura.

Nesta praia pratica-se essencialmente Surf, Body-Board (pois as condições naturais o permitem) e mais recentemente Beach Tennis.

Integra as frentes de praias da Barranha, Estela e Parque de Campismo.

Esta zona engloba uma bonita praia rural, possuindo uma rede de passadiços sobrelevados que percorre grande parte do areal, permitindo a preservação da vegetação dunar. Dadas as condições naturais, aqui praticam-se modalidades como o Surf, o Bodyboard e mais recentemente o Beach Tennis.

Acesso viário em cubo.

Serviços Disponíveis: Apoio mínimo; apoio de praia para a prática desportiva; parque de estacionamento.





Muralhas fernandinas do Porto





Muralhas fernandinas é o nome pela qual ficou conhecida a cintura medieval de muralhas do Porto, em Portugal, da qual somente pequenas partes sobreviveram até aos nossos dias.

Cerca nova e muralha gótica são outras designações que se aplicam í s muralhas fernandinas mas que, apesar de cientificamente mais correctas, são menos correntes.

Antes de, em 1336, D. Afonso IV ter ordenado a construção de uma nova muralha, que reflectisse o grande desenvolvimento do burgo, existiu uma primitiva cerca, de menores dimensões e rodeando uma área consideravelmente inferior. Esta muralha românica, construída no século XII, corresponde à consolidação administrativa e urbanística do Porto (REAL, 1993, p.48), depois de um longo período de povoamento disperso, em bairros mais ou menos afastados entre si.

A muralha Fernandina veio substituir a antiga cerca alto-medieval, que no séc. XIV se mostrava demasiado pequena, face ao desenvolvimento da cidade. Foi reedificada por D. Fernando, de quem conservou o nome, entre 1368 e 1437, com verbas da Sisa do Vinho e tinha uma extensão de 3000 passos e altura média de 30 pés. Era guarnecida de ameias e reforçada por numerosos cubelos e torres quadradas. Presentemente existem ainda dois trechos, um localizado junto à Rua Arnaldo Gama intitulado Trecho dos Guindais e o outro junto das Escadas do Caminho Novo, intitulado Trecho do Caminho Novo. Ponto integrante da Rota Urbana do Vinho.



Chafariz das Virtudes no Porto





O Chafariz das Virtudes localiza-se na freguesia de Miragaia, na cidade e Distrito do Porto, em Portugal. Construído em 1619 e designado também como Fonte do Rio Frio, o Chafariz das Virtudes insere-se no programa camarário de abastecimento de água à cidade e de racionalização dos recursos dispersos no espaço urbano, processo que decorreu ao longo de toda a Idade Moderna, à medida que a cidade crescia. As informações sobra a sua construção são muito escassas, tendo sobrevivido até hoje a indicação de que terá sido concebida por Pantaleão de Seabra e Sousa, fidalgo da Casa Real e Regedor da Cidade.



Museu Militar do Porto





O Museu Militar do Porto é uma instituição pertencente ao Exército Português, vocacionada para a preservação da história militar.

 

O edifício principal do Museu Militar do Porto, que hoje alberga parte das coleções do Museu, foi inicialmente concebido para habitação familiar, nos finais do séc. XIX. No entanto, as funções que lhe foram atribuídas pelo Estado Novo, como Delegação da PIDE-DGS, marcaram profundamente as vivências da população do Porto, durante grande parte do séc. XX.

Possui coleções de armamento ligeiro, equipamentos, uniformes e artilharia pesada, abrangendo um período do séc. XVI a meados do séc. XX. De particular interesse é a coleção de miniaturas de soldadinhos que aborda a evolução do guerreiro desde a antiguidade até à época contemporânea.

S do Porto visita obrigatria





A Sé / Catedral da cidade do Porto, situada no coração do centro histórico da cidade do Porto, é um dos principais e mais antigos monumentos de Portugal. 

Esta construção de estilo românico começou no século XII. Várias mudanças até o século XX não conseguiram diminuir sua austeridade um tanto primitiva. A sacristia, o claustro e os belos azulejos (azulejos) que cobrem as suas galerias, bem como a capela, datam do período gótico. Uma linda rosácea do século XIII se destaca na frente oeste. As pinturas de Nasoni, o retábulo de talha dourada entalhada e o altar de prata do Santíssimo Sacramento são dignos de nota. A missa ainda é celebrada lá, mas se é a tranquilidade que você procura, não perca o claustro.

 

Entrada gratuita. Pense em pagar 3 euros por pessoa para a visita do claustro. A Sé Catedral também é um ótimo lugar para se ter uma visão de 360 graus do Porto .



Museu Nacional de Soares dos Reis





O Museu Nacional Soares dos Reis está instalado no Palácio dos Carrancas, que foi residência de Manuel Mendes de Morais e Castro, na freguesia de Miragaia, na cidade e Distrito do Porto, em Portugal. Trata-se de um museu de belas artes, artes decorativas e arqueologia.

Museu Nacional de Soares dos Reis está instalado no Palácio dos Carrancas, construção de finais do séc XVIII que sofreu várias adaptações para esta nova função. 

A entrada faz-se pela porta principal do palácio, sendo o rés-do-chão ocupado pela Recepção, onde o visitante encontra a informação necessária à sua visita. 

Está disponível um desdobrável com informações genéricas sobre o museu, em português e inglês e outros desdobráveis de apoio a visitas para crianças acompanhadas por adultos. 

O Visitante tem à sua disposição um serviço de bengaleiro e cacifos com chave. 

Está também disponível uma cadeira de rodas para Visitantes com necessidade de apoio no percurso de exposição. O acesso a todos os espaços públicos é garantido por rampas ou elevador. 

À esquerda da Recepção, situa-se a Loja do Museu, onde se podem encontrar as publicações, bem como réplicas ou objectos inspirados em peças das colecções dos Museus e Palácios do IMC. 



Igreja de Santa Clara (Porto)





A Igreja de Santa Claraé um templo católico localizado na freguesia da Sé, na cidade do Porto, em Portugal. No seu interior podemos encontrar um dos melhores exemplares da arte da talha dourada do Barroco Joanino. 

Edifício de origem gótica, cujo interior foi revestido a talha dourada, na primeira metade do século XVIII. A construção data da primeira metade do séc. XV. Sofreu alterações na época moderna, altura em que foi edificado o belo portal renascentista. Verdadeira jóia do Barroco, impressiona pela sua exuberância decorativa.

Construí­da ao lado do mais visí­vel lanço das Muralhas Fernandinas, a Igreja de Santa Clara ficou concluí­da em 1457, assim com o mosteiro com o qual fazia conjunto. Tal deveu-se a um pedido das freiras franciscanas clarissas que pretendiam substituir o mosteiro anterior, do século XIII muito grande

Com a supressão de vários mosteiros mais pequenos nas diversas localidades entre o século XV e o século XVI, as freiras foram-se agregando em Santa Clara levando para lá as suas rendas, sendo uma delas uma portagem por todas as mercadorias que passavam pelo Rio Douro.

No finais do século XIX, com a morte da última freira, o mosteiro foi extinto o que causou alguma degradação do edifí­cio. Posteriormente, património do estado, e feitas as obras necessárias foi adaptado para Centro de Saúde e outras instituições.

A entrada da igreja é feita através de uma porta barroca, datada de 1697 e reformulada no século XVIII, com elementos renascentistas como colunas salomónicas e capitéis corí­ntios. No interior podemos vislumbrar toda a magnificiência desta igreja, toda coberta por talha dourada da primeira metade do século XVIII



Palcio da Bolsa Porto





O Palácio da Bolsa, ou Palácio da Associação Comercial do Porto, na cidade do Porto, em Portugal, começou a ser construí­do em Outubro de 1842, em virtude do encerramento da Casa da Bolsa do Comércio, o que obrigou temporariamente os comerciantes portuenses a discutirem os seus negócios na Rua dos Ingleses, em pleno ar livre.

Com uma mistura de estilos arquitectónicos o edifí­cio apresenta em todo o seu esplendor, traços do neoclássico oitocentista, arquitectura toscana, assim como o neopaladiano inglês.

O Palácio da Bolsa, ou Palácio da Associação Comercial do Porto, edifício de estilo neoclássico, começou a ser construído a 6 de Outubro de 1842 , data solene de colocação da primeira pedra, dado o encerramento da Casa da Bolsa do Comércio que obrigou os comerciantes portugueses a discutirem os seus negócios em pleno ar livre.

Sede da Associação Comercial do Porto, serve agora para os mais diversos eventos culturais, sociais e polí­ticos da cidade. O Salão árabe detém o maior destaque de todas as salas do palácio devido, como o nome indica, a estuques do século XIX legendados a ouro com caracteres arábicos que preenchem as paredes e tecto da sala. É neste salão que tem lugar as homenagens a chefes-de-estado que visitam a cidade.

Na Sala dos Retratos encontra-se uma famosa mesa do entalhador Zeferino José Pinto que levou três anos a ser construí­da, revelando-se um



Praia da Foz Porto





Numa das zonas nobres da cidade do Porto, a Praia da Foz é uma designação que abrange o conjunto formado pelas Praias do Ourigo, dos Ingleses e da Luz. O areal é pequeno, mas o mar oferece condições para a prática de surf, o que atrai uma frequência bastante jovem. Toda a área possui também vários bares e esplanadas, muito procurados pelos habitantes da cidade para passar uns momentos agradáveis de lazer desfrutando das belíssimas vistas sobre oceano.

  Foz do Douro e praias do Porto Quando falamos do Porto, pensa-se logo nas margens do Douro, pensa-se no centro histórico classificado património da humanidade, ao vinho, às francesinhas… raramente pensa-se no Porto virado para o Atlântico, aquele onde a alta sociedade da cidade vive, à procura da tranquilidade. Aqui, as bonitas casas da burguesia estão à beira de um lindo passeio, as palmeiras tratam por “tu” o Oceano, e o sol dá-se em espectáculo ao cair da noite todos os dias aos portuenses. A Foz, já que é de ela que se trata, apesar de não ser um centro histórico, possui uma qualidade de vida para os seus moradores fora de normas, que vos convido a descobrir



Igreja dos Carmelitas das mais bonitas do Porto





A Igreja dos Carmelitas ou Igreja dos Carmelitas Descalços localiza-se na freguesia da Vitória, na cidade do Porto, em Portugal.

Começou a ser construí­da em 1616 e ficou concluí­da em 1628. A decoração do interior só viria a ficar pronta em 1650.

A igreja pertencia ao extinto convento, hoje ocupado pela Guarda Nacional Republicana.

O convento das freiras do Carmo foi edificado no século XVII, a pedido de uma família nobre de Aveiro. As obras iriam arrastar-se por cerca de 200 anos, e a Igreja das Carmelitas, como ficou conhecida, só foi concluída nos finais do século XVIII.

Vale a pena ver o interior do templo, de uma riqueza quase sedutora, onde o dourado da talha se mistura com o azul e o branco dos azulejos, contrastando com as cores fortes das pinturas do tecto.

Foi classificada como Monumento Nacional a 3 de Maio de 2013, em conjunto com a Igreja do Carmo adjacente.

Igreja do séc XVII cuja fachada clássica data da década de cinquenta do séc. XVIII, e o seu projecto tem sido atribuído ao arquitecto-pintor Nicolau Nasoni. O retábulo-mor foi considerado uma peça estilisticamente revolucionária, na talha rococó portuense. Edifício classificado como monumento nacional.



Praia de Gondarm Fica no Porto





A Praia de Gondarém ostenta o galardão Bandeira Azul e Praia de Ouro. É uma praia com 115 metros de extensão e uma delgada língua de areia. O nome desta praia compõe-se de dois étimos, «gund» que significa batalha, e «rimis» descanso. Gondarém seria, portanto, «descanso na batalha». Foi durante anos conhecida como Praia da Conceição, nome da sua banheira mais popular. Com um paredão de pedra que a preia-mar encobria, esta zona balnear era sobretudo frequentada por crianças. Nesse tempo, o ritual de mudança da Praia da Conceição para a do Molhe simbolizava a passagem da infância à adolescência.



Praia do Homem do Leme Porto





Situada na cidade do Porto, perto da Avenida de Montevideo, a Praia do Homem do Leme deve o seu nome a uma estátua existente junto ao areal. Este pequeno areal, com muitas rochas, oferece bonitas perspetivas e é extremamente agradável para umas horas de lazer junto ao mar.

  Na praia do Homem do Leme 11,1 dois parques infantis com construções de madeira que lembram um barco ou um castelo. Sá por isso, jápoderia ser consideradaam iga das famílias, mas esse é apenas um dos seusatrativos. «Esta praia tem todos os apoios e é muito familiar; é uma boa praia», diz José Armando, por trás do balcão do bar Homem do Leme, onde está há 41 anos. Ali, serve-se sobretudo café e cerveja. Para uma refeição ou um cocktail, ruma-se ao bar-restaurante do lado, também com o nome da praia. Barracas, posto de socorro e parque de bi cicletas são outros equipamentos desta praia do tipo rochoso, que foi a primeira do Porto a conquistar os galardões bandeira azul e praia acessível, praia para todos - tem rampa de acesso para pessoas com mobilidade reduzida e cadeira de rodas anfíbia, para que ninguém fique de fora, inclusive, na hora de ira banhos.

Igreja de So Francisco (Porto)





A Igreja de São Francisco é uma igreja gótica da cidade do Porto, situada na freguesia de São Nicolau em pleno Centro histórico do Porto. A construção iniciou-se no século XIV como parte de um convento Franciscano. É notável pelo seu conjunto de talha dourada barroca do século XVIII. Anexa à sua entrada frontal, situa-se a Igreja da Venerável Ordem Terceira de São Francisco.

Os frades franciscanos começaram a construir a Igreja de São Francisco em 1245. Mais tarde, teve que ser reformada depois do incêndio que destruiu o antigo claustro e parte da igreja.

O Interior tem três naves revestidas com talhas douradas, nas quaisse acredita que foram usados mais de 300 quilos de pó de ouro. Tanto é o ouro que reveste a igreja que, anos atrás, foi fechada ao culto por ser muito ostentosa para a pobreza que a rodeava.

Na nave lateral esquerda está uma das maiores atrações da igreja, a Árvore de Jessé, uma escultura de madeira policromada considerada uma das melhores do mundo em seu gênero. 

É Monumento Nacional desde 1910 e Património Cultural da Humanidade - UNESCO desde 1996.



Palcio do Freixo Porto





O Palácio do Freixo localiza-se na freguesia de Campanhã, cidade, concelho e distrito do Porto, em Portugal. É um dos exemplares mais representativos do barroco civil no paí­s.

majestosa arquitectura da Pousada do Porto, Hotel Palácio do Freixo irá cativá-lo desde o primeiro momento. Este luxuoso destino de férias situa-se nas margens do belo rio Douro e próximo do Porto, oferecendo uma irresistível combinação de acomodações contemporâneas e uma experiência cultural genuína.

História, luxo e hospitalidade de primeira classe

Projectado pelo visionário arquitecto italiano Nicolau Nasoni e decorado com soberbos azulejos e frescos, este opulento palácio barroco do século XVIII, classificado como Monumento Nacional, foi meticulosamente restaurado e aberto ao público em 2009.



Centro Portugus de Fotografia Centro Histrico do Porto





O Centro Português de Fotografia está instalado no edifí­cio que serviu como prisão, a Cadeia da Relação, situado em pleno Centro Histórico do Porto, no Campo Mártires da Pátria, junto à Torre dos Clérigos.

O Centro Português de Fotografia existe desde 1997, enquanto serviço público criado pelo então Ministério da Cultura, para assegurar uma política nacional para a fotografia. Atualmente, é tutelado pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas e tem como missão salvaguardar, valorizar e promover o património fotográfico.



Mosteiro da Serra do Pilar ou Mosteiro de Santo Agostinho da Serra do Pilar





O Mosteiro da Serra do Pilar ou Mosteiro de Santo Agostinho da Serra do Pilar (séc. XVI - XVII) localiza-se numa elevação sobranceira ao Rio Douro denominada Serra do Pilar, O Mosteiro da Serra do Pilar foi criado após a reforma da Ordem dos Agostinianos, quando os monges do mosteiro de Grijó foram transferidos para a nova localização. Inicia-se em 1537 a construção deste novo mosteiro, que apresenta planta composta pela igreja, de planta circular, da capela-mor, de planta retangular, e do claustro, também de planta circular, todos dispostos sequencialmente. 

O Mosteiro da Serra do Pilar, em Gaia, Património da Humanidade, começou a ser edificado em 1538, segundo projeto da autoria de Diogo de Castilho e João de Ruão, com o intuito de albergar os monges transferidos do Mosteiro de São Salvador de Grijó.

As obras só terminaram por volta de 1670, devido a problemas financeiros dos monges e a situação política da altura, o reino de Portugal passou para o domínio de Espanha. Este facto é visível na santa padroeira do mosteiro, Nossa Senhora do Pilar, santa espanhola.

O Mosteiro da Serra do Pilar era masculino e pertencia à Ordem de Santo Agostinho. A sua edificação teve iní­cio em 1538 e prolongou-se pelos séculos seguintes, em diversas etapas de construção que alteraram significativamente a traça inicial.

É hoje considerado um dos mais notáveis edifí­cios da arquitetura clássica europeia devido ao seu excecional valor arquitetónico e ao caráter singular da sua igreja e do seu claustro, ambos circulares e da mesma dimensão em planta.

A igreja foi classificada como Monumento Nacional em 1910; em 1935 a sala do capí­tulo, o refeitório, a cozinha, a torre e a capela foram classificados como Imóvel de Interesse Público. Em 1996 o Mosteiro da Serra do Pilar passou a estar classificado, juntamente com o Centro Histórico do Porto, como Património Mundial da Unesco, encontrando-se, por inerência, classificado como Monumento Nacional.



Rua dos Clrigos que todos tem de visitar no Porto





Via que estabelecia a ligação entre a porta de Santo Elói e a porta do Olival, pelo lado externo às Muralhas Fernandinas do Porto, foi durante muitos séculos chamada "calçada da Natividade". O seu nome original foi buscá-lo à antiquíssima capela de Nossa Senhora da Natividade que, até 1836, existiu na praça Nova (atual praça da Liberdade).

Em 1731 foram doados uns terrenos baldios à Irmandade dos Clérigos Pobres — constituída pela fusão das confrarias de São Pedro ad Vincula, de São Filipe Néri e de Nossa Senhora da Misericórdia — para aí edificar a sua igreja, a igreja dos Clérigos, a grande obra de Nicolau Nasoni, cuja torre é o ex libris da cidade do Porto.

O logradouro em torno do novo templo passou então a designar-se por "largo dos Clérigos". Por 1860, quando foi nomeado governador civil do Porto o visconde de Gouveia, impôs-lhe o nome atual de "rua dos Clérigos".

O desenvolvimento do bairro das Carmelitas, a construção do mercado do Anjo, da Academia Politécnica e do hospital de Santo António, valorizaram a rua dos Clérigos como principal via de acesso a partir da Baixa, localizada em torno da atual praça da Liberdade. A partir de meados do século XIX, os Clérigos assumiram-se como uma das mais importantes ruas comerciais da cidade do Porto

 



 

Rua dos Cléricos A magia da cultura portuguesa e arquitetura não é nada mais evidente do que a bela cidade do Porto ao entardecer.

 

TORRE, MUSEU, IGREJA O conjunto arquitetónico Clérigos, classificado Monumento Nacional desde 1910, é pela sua Igreja e pela sua Torre, um dos principais pontos de interesse, e local de visita obrigatória para todos os que visitam a cidade do Porto.

A Igreja e a Torre integram uma edificação do século XVIII, de inspiração barroca, que marcou a configuração urbana da cidade, localizada numa rua desnivelada, mas genialmente aproveitada por Nicolau Nasoni, que conseguiu criar um edifício de referência. A Igreja e a Torre estão unidas pela Casa da Irmandade, que desde 2014, após a sua musealização, está aberta ao público.

 

TORRE No ano de 1753, a pedido da Irmandade dos Clérigos, o arquiteto italiano Nicolau Nasoni apresentou o projeto para uma torre sineira, e em 1754 arrancariam as obras daquela que viria a ser a mais bela e altaneira Torre, dominando toda a paisagem urbana do Porto. Em julho de 1763, com a colocação da cruz de ferro no topo, e a imagem de São Paulo no nicho sobre a porta, deu-se por finalizada a sua construção.

As características barrocas que a definem são a expressão máxima da espetacularidade do barroco, onde os motivos típicos deste estilo, dão à torre movimento e beleza.

A mais de 75m de altura, depois de subir 225 degraus e chegar ao topo da torre, a vista sobre a cidade deslumbra. Numa perspetiva a 360°, o visitante frui de um momento único, quer de dia ou de noite, quando em épocas especiais, a torre abre as suas portas até às 23h00.

A Torre dos Clérigos, é incontestavelmente o ex-líbris da cidade, e um excelente miradouro sobre esta.

 

MUSEU O percurso pela Casa da Irmandade (1754-1758), onde se localiza o Museu propicia um regresso ao passado, a experiência de percorrer espaços, que em tempos, foram privados e destinados ao quotidiano da Irmandade dos Clérigos.

Percorrendo a Casa do Despacho, a Sala do Cofre, o Cartório, e a antiga enfermaria, percebe-se que o Museu possui um acervo constituído por bens culturais de valor artístico considerável, do século XIII até ao século XX, que se espraia nas coleções de escultura, pintura, mobiliário e ourivesaria. Esses bens são mensageiros de um património histórico e cultual, cuja função perdida na passagem do tempo, deu lugar à sua musealização. 

A enfermaria da Irmandade dos Clérigos que funcionou até finais do século XIX dedicada ao tratamento dos clérigos doentes, foi convertida num espaço expositivo, e acolhe atualmente a coleção Christus. Esta exposição, concebida a partir da doação de uma coleção por parte de um colecionador particular, desvela a paixão pelo colecionismo, e conta uma história complementada com objetos, outrora de devoção, considerados hoje legados culturais de interesse. São peças de escultura de vulto, pintura e ourivesaria que enaltecem o encontro da arte com a fé. 

A exposição, distribuída por três salas – Núcleo da Paixão, Viagem das Formas e Imagens de Cristo – convida a uma viagem pelo tempo e pelo espaço, pela imagem e pela devoção.

O Museu da Irmandade dos Clérigos, integra a Rede Portuguesa de Museus, desde 28 de agosto de 2018.

 

A doação de um terreno, localizado no Campo do Olival, à época o maior terreiro portuense, permitiu à Irmandade dos Clérigos construir igreja própria.

O projeto da Igreja dos Clérigos, de autoria de Nicolau Nasoni, foi aprovado na reunião da Irmandade dos Clérigos, em dezembro de 1731. As obras arrancaram em abril de 1732, com a abertura dos alicerces, iniciando-se assim a construção daquela que viria a ser a primeira igreja em Portugal com planta em forma de elipse. E não só. A galeria que circunda toda a nave, possibilitando observar a igreja no seu todo, é também uma característica singular deste templo. As várias janelas existentes permitem a entrada de luz, que realça o esplendor da talha dourada, presente na igreja, criando um belo jogo de cores com o mármore.

A cúpula ostenta o brasão de armas da Irmandade dos Clérigos, em granito fingido, e assenta sobre seis pilastras, destacando-se dois púlpitos e duas grades, os exemplares mais antigos de talha dourada na igreja, e se abrem quatro altares laterais: o do Santíssimo Sacramento, Nossa Senhora das Dores, Santo André Avelino e São Bento. 

Dezassete anos depois, em 1749, a edificação da igreja era dada como concluída, mas o seu apetrechamento, e mais tarde, a ampliação da capela prolongariam por mais uns anos as obras na igreja.

Ao fundo, a espaçosa capela-mor de forma retangular oblonga (mais comprida que larga), é embelezada com um altar de mármore e um retábulo de inspiração rococó, com risco de Manuel dos Santos Porto, no qual predomina um trono coroado pela imagem da padroeira, Nossa Senhora da Assunção. Nos flancos do retábulo, destacam-se os co-padroeiros da Irmandade dos Clérigos, São Pedro ad Vincula e S. Filipe Néri, duas esculturas de madeira pintadas.

A capela-mor é ladeada pelo cadeiral e pelos dois órgãos de tubos ibéricos ou "à portuguesa", cuja construção iniciou em simultâneo, decorria o ano de 1774. O cadeiral terminaria em 1777 e os órgãos apenas dois anos depois.

 



Praia do Quio Pvoa de Varzim





A Praia do Quião é uma extensa praia marí­tima da Póvoa de Varzim, localizada entre a Praia de Coim e o Cabo de Santo André, na freguesia de Aver-o-Mar. A Praia do Quião é uma praia pouco frequentada de areia branca, de dimensão fina a média dependendo do local, com bastantes penedos.

No Quião Norte, de acesso difí­cil, pratica-se a tradicional apanha do Sargaço que é estendido ao sol para secar antes de ser amontoado para fazer as medas de sargaço. Esta zona é protegida por dunas de antigas masseiras desaparecidas e, dado ser calma, é usada para encontros e retiros.

Com um areal extenso e fino, a Praia do Quião é delimitada a norte pelo Cabo de Santo André e a sul pela Ribeira do Esteiro. Tem facilidade de acessos e boas infraestruturas de apoio.Nesta praia ainda se praticam as atividades tradicionais, a pesca durante o inverno, ou a recolha do sargaço que fica sobre a areia a secar sobretudo na área norte do areal.  



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