Igreja de Nossa Senhora da Assunção (Elvas)





A Igreja de Nossa Senhora da Assunção, antiga Sé de Elvas, localiza-se na Praça da República, na freguesia da Assunção, cidade e concelho de Elvas, no distrito de Portalegre, em Portugal. Em termos artísticos, a Sé de Elvas é um templo originalmente manuelino, mas que perdeu esta traça durante os séculos após alterações mandadas fazer nele pelos bispos da cidade.

Em 2014, a antiga Sé de Elvas foi integrada num novo projeto do Ministério da Defesa Nacional, criado com o apoio do Turismo de Portugal, chamado Turismo Militar, que tem como objetivo revitalizar antigos pontos históricos de Portugal, através da criação de Roteiros temáticos baseados em heróis portugueses.

A igreja, localizada em pleno centro histórico da cidade, é parte do conjunto da Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e as suas Fortificações, inscrita como Património Mundial da UNESCO.



Praça-forte de Elvas Alentejo





A Praça-forte de Elvas, no Alentejo, localiza-se na freguesia da Alcáçova, na cidade e concelho de Elvas, distrito de Portalegre, em Portugal.

Distante apenas quinze quilômetros de Badajoz, Elvas constituiu um ponto estratégico da defesa lindeira da nação, na região do Alto Alentejo. Por essa razão, concentrou, ao longo dos séculos, um poderoso sistema defensivo, baseado nas suaves elevações distribuí­das pela planí­cie circundante e no vizinho rio Guadiana, sendo cognominada como Rainha da Fronteira.

A Praça-forte de Elvas localiza-se na freguesia da Alcáçova, na cidade e concelho de Elvas, distrito de Portalegre, em Portugal.Integrava a primeira linha defensiva do Alentejo, a par com as praças-fortes de Campo Maior, Ouguela, Olivença e Juromenha.Distante apenas 15 quilómetros de Badajoz, na Espanha, Elvas constituiu um ponto estratégico da defesa lindeira na região do Alto Alentejo. Por essa razão, concentrou, ao longo dos séculos, um poderoso sistema defensivo, baseado nas suaves elevações distribuídas pela planície circundante e no vizinho rio Guadiana.Considerada a mais poderosa praça-forte do país, e tida como inexpugnável, foi cognominada como a “Rainha da Fronteira” e a "Chave do Reino". Juntamente com o Forte da Graça e o Forte de Santa Luzia, constitui um dos maiores conjuntos de fortificações abaluartadas do mundo, com um perímetro superior a 10 quilómetros. Nele ainda podem ser observadas cercas urbanas medievais, construções muçulmanas reabilitadas pelos cristãos, conservando ainda portas com arcos de ferradura. A fortificação abaluartada constitui-se em raríssimo exemplar na Europa do Método Antigo de Fortificação Neerlandesa, com reabilitações posteriores que não o descaracterizam tipologicamente.



Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e as suas Fortificações





Designa-se por Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e as suas Fortificações o conjunto histórico-cultural classificado como Património Mundial da UNESCO em 2012, localizado na cidade de Elvas, em Portugal.

O sí­tio classificado foi fortificado de forma extensiva entre os séculos XVII e XIX, e representa o maior sistema de fortificações abaluartadas do mundo. No interior das muralhas, a cidade inclui grandes casernas e outras construções militares bem como igrejas e mosteiros. Enquanto Elvas conserva vestí­gios que remontam ao século X, as suas fortificações datam da época da restauração da independência de Portugal em 1640.

Várias das fortificações, desenhadas pelo padre jesuí­ta neerlandês João Piscásio, representam o mais bem conservado exemplo de fortificações do mundo com origem na escola militar holandesa.

A cidade de Elvas, situada a 8 KM de Badajoz (Espanha), constituiu um ponto estratégico de defesa da fronteira e herdou um vasto património militar de reconhecido valor e autenticidade. Foi classificado como Património da Humanidade todo o centro histórico, as muralhas abaluartadas do séc. XVII, o Forte de Santa Luzia, o Forte da Graça, o Aqueduto da Amoreira e os três fortins: de São Pedro, de São Mamede e de São Domingos ou da Piedade.

O conjunto de fortificações de Elvas, cuja fundação remonta ao reinado de D. Sancho II, é o maior do mundo na tipologia de fortificações abaluartadas terrestres, possuindo um perímetro de oito a dez quilómetros e uma área de 300 hectares. Construídas no âmbito da Guerra da Restauração, as muralhas abaluartadas são um exemplo notável da primeira tradição holandesa de arquitetura militar.

Destacamos o Forte da Graça como um exemplo notável da arquitetura militar do séc. XVIII, considerada por muitos historiadores como uma das mais poderosas fortalezas abaluartadas do mundo, é ainda original pela sua conceção e implantação num monte bastante elevado e o Aqueduto da Amoreira, construído entre 1530 e 1622 para o abastecimento de água à cidade, tem 1367 metros de galerias subterrâneas e mais de 5 quilómetros e meio à superfície com arcadas que chegam a superar os 30 metros de altura.



Forte de Santa Luzia em Elvas Alentejo





O Forte de Santa Luzia localiza-se no Alentejo, na cidade e sede de concelho de Elvas, distrito de Portalegre, em Portugal.

Juntamente com o Forte da Piedade, o Forte de São Francisco, o Forte de São Mamede e o Forte de São Pedro, fazia parte da defesa da Praça-Forte de Elvas e integra o complexo Cidade - Quartel Fronteiriça de Elvas e as suas Fortificações - classificado desde o dia 30 de Junho de 2012 como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO.

Repetidamente assediado durante a Guerra da Restauração, foi durante o cerco à cidade de Elvas, liderado pelo comandante espanhol D. Luí­s de Haro, em 1658, que se destacou pela sua resistência heroica. O cerco de 1658 precedeu a Batalha das Linhas de Elvas a 14 de Janeiro de 1659.

Em 2014, o Forte de Santa Luzia foi integrado num novo projeto do Ministério da Defesa Nacional, criado com o apoio do Turismo de Portugal, chamado Turismo Militar, que apresenta roteiros históricos baseados em heróis portugueses.

O Forte de Santa Luzia é uma fortificação construída num outeiro a algumas centenas de metros das muralhas seiscentistas, em 1641, durante a Guerras da Restauração.

É um dos melhores e mais genuínos exemplos da arte de fortificar europeia, um dos monumentos militares mais significativos deste período e mais uma obra prima da arquitetura militar de Elvas. A fortificação estaria concluída em 1648 garantindo um valor estratégico extremo para a cidade.É constituída por quatro baluartes com um reduto quadrangular ao centro onde se encontram a casa do governador, a igreja e uma casa abobadada à prova de bomba. Tem várias casernas e duas cisternas que abasteceriam trezentos a quatrocentos homens durante dois a três meses.O Forte de Santa Luzia esteve sempre pronto para o combate, sendo alvo de vários assédios e vendo-se envolvido em várias ações militares, desde o cerco do marquês de Torrecusa, em 1644, até ao século XIX. Na Batalha das Linhas de Elvas em 1659 e no cerco que a antecedeu, o Forte de Santa Luzia teve uma posição fulcral devido à resistência heroica dos seus homens.Entre 1999 e 2000 decorreram aqui obras para adaptação do monumento a Museu Militar, onde o visitante pode verificar toda a história militar da cidade bem como vários artefactos de guerra que marcaram as várias épocas.



Museu da Fotografia João Carpinteiro





O Museu Municipal de Fotografia João Carpinteiro é um museu de fotografia situado na cidade portuguesa de Elvas no Distrito de Portalegre

 

O Museu Municipal da Fotografia é uma parceria entre a Câmara Municipal de Elvas e a Fundação João Carpinteiro.  Inaugurado em 2003, está instalado no edifício do antigo “Cinema Central".

Nele podemos encontrar a história da fotografia no Mundo e em Elvas em particular, assim como uma enorme colecção de máquinas fotográficas do Dr. João Carpinteiro, um laboratório para revelação, uma zona de tratamento de peças e uma biblioteca, bem como um banco de imagens. Um espaço único, a visitar.



Elvas Aqueduto da Amoreira e forte de Santa Luzia





Desde a época da ocupação árabe a povoação de Elvas era abastecida pelo poço de Alcalá, situado perto do antigo Paço Episcopal. No entanto, a partir do século XV, devido ao aumento da população, o poço tornou-se insuficiente para abastecer de água a cidade.

 

No início do reinado de Manuel I de Portugal, este autorizou o lançamento de um imposto, o Real de Água, para serem executadas obras de conservação no poço medieval. Estas obras não resolveram os problemas de abastecimento existentes, pelo que a edilidade local pensou em construir um aqueduto que trouxesse a água desde os arrabaldes, no local da Amoreira, até ao centro da cidade.

 





Forte de Nossa Senhora da Graça monumento de visita obrigatória em Elvas Alentejo





O Forte de Nossa Senhora da Graça, oficialmente denominado como Forte Conde de Lippe, no Alentejo, localiza-se na freguesia da Alcáçova, a cerca de um quilómetro a norte da cidade de Elvas, concelho de mesmo nome, distrito de Portalegre, em Portugal.

Em posição dominante sobre o chamado Monte da Graça, integrava a defesa da Praça-forte de Elvas e Cidade - Quartel Fronteiriça de Elvas e as suas Fortificações - classificado desde o dia 30 de Junho de 2012 como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO.

A boa posição estratégica do local evidenciou-se durante a Guerra da Restauração, quando as tropas espanholas ocuparam o local durante o cerco à cidade de Elvas no ano de 1658 que precedeu a Batalha das Linhas de Elvas a 14 de Janeiro de 1659.

Em 2014, o Forte Nossa Senhora da Graça foi integrado num novo projeto do Ministério da Defesa Nacional, criado com o apoio do Turismo de Portugal, chamado Turismo Militar, que apresenta roteiros históricos baseados em heróis portugueses.

Devido à forte necessidade de preservação, em 2014 o Forte entrou para a lista bienal do World Monuments Watch.

 

Esplêndida e grandiosa construção da Praça de Elvas situada numa grande elevação a Norte.Exemplo notável da arquitetura militar do séc. XVIII e considerada por muitos historiadores como uma das mais poderosas fortalezas abaluartadas do mundo, o Forte da Graça ou de Lippe é ainda original pela sua conceção e implantação.

Esta elevação foi desde sempre bastante importante: ainda no séc. XV aqui se situava a pequena ermida de Santa Maria da Graça, cuja reedificação na altura se deveu à bisavó de Vasco da Gama; na Guerra da Restauração, em 1658, os espanhóis construíram aqui um reduto para atacar a cidade de Elvas.A edificação da fortificação começaria em 1763 por Wilhelm, Conde de Schaumbourg-Lippe, encarregado pelo rei D. José a reorganizar o exército português. Para dirigir as obras foi escolhido o Engenheiro Éttiene, sendo este pouco tempo depois substituído pelo Coronel Guillaume Louis Antoine de Valleré. As obras gigantescas só terminariam em 1792.



Museu militar de Elvas Alentejo





Fruto da reestruturação do Exército, no ano de 2006, foi extinto o Regimento de Infantaria nº 8 (última unidade militar que ocupou as instalações) e, no mesmo espaço físico, foi criado um museu que permite mostrar parte do acervo museológico e patrimonial do Exército Português.

É um dos maiores museus do País, onde o visitante pode ver, para além da monumentalidade das fortificações e muralha, dos Quartéis do Casarão, do claustro do Convento de São Domingos e da Fonte de São José, todo um conjunto de elementos de interesse: História do Serviço de Saúde do Exército; Hipomóveis e Arreios Militares no Exército; Centro de Interpretação do Património de Elvas; Viaturas do Exército.

Todas estas salas são antigas dependências das unidades militares que passaram por Elvas – a última foi o Regimento de Infantaria nº 8 – adaptadas agora a esta finalidade e que agora se procurou, dentro do possível, recuperar na sua traça original.

Inaugurado oficialmente em 29 de outubro de 2009, o Museu Militar de Elvas constitui-se como o museu de maior área de implantação de Portugal (150.000m2 de área total) e alberga as coleções militares do Exército: Arreios, Serviço de Saúde, Transmissões, Viaturas Militares do Exército, Hipomóvel, Peças de Artilharia desde os meados do século XIX. Integra também o Centro Interpretativo do Património de Elvas, além da monumentalidade das suas fortificações, dos Quarteis do Casarão e a Fonte de São José.



Forte de Nossa Senhora em Elvas





Forte Nossa Senhora da Graça ou Forte Lippe É uma jóia da arquitetura militar, erguendo-se sobre a colina norte da cidade. Este forte foi construído no século XVIII, a fim de completar a linha de defesa da praça fortificada de Elvas. Localizado em um ponto alto, este forte foi ocupado pela artilharia espanhola durante a batalha das Linhas de Elvas em 659.

 

Tem quatro baluartes, quatro ravelins e várias brechas, para que seus cânones pudessem bater os inimigos à medida que se aproximavam.

 

O Forte da Graça é constituído por três linhas defensivas, incluindo no seu interior várias dependências como quartel, capela, casamatas, casa do governador, grande cisterna, canhões, entre muitos outros.

 

 



Importante parte da estratégia defensiva de Elvas, uma cidade que desde tempos remotos tem sido um importante ponto estratégico defensivo, o Forte da Graça foi construído no local onde antes ficava a antiga Capela de Santa Maria da Graça. O forte é classificado comoPatrimônio Nacional desde 1910, ainda não está aberto ao público.