Os 8 melhores pontos turisticos e passeios em Guarda


Museu do Pão em Manteigas Seia





O Museu do Pão é um complexo museológico privado localizado em Seia, onde se exibem e preservam as tradições, história e arte do pão português. Abriu ao público a 26 de setembro de 2002.

Está situado na Quinta Fonte do Marão, em Seia, junto à Serra da Estrela, contendo aproximadamente 3.500m, quatro salas expositivas e vários outros espaços do complexo museológico.

Para além do museu em si, neste complexo de iniciativa privada cabem ainda um restaurante (com uma ementa onde abundam pratos que utilizam pão), bar (com biblioteca incluí­da), mercearia antiga (onde se pode comprar pães tí­picos de diferentes regiões portuguesas) e um ateliê de arte de pão (onde os mais novos metem a mão na massa).

O Museu do Pão, sediado em Seia na Quinta Fonte do Marrão, é um museu privado que pretende recolher, preservar e exibir os objetos e o património do pão português nas suas vertentes: etnográfica, política, social, histórica, religiosa e artística.

O projecto do Museu do Pão remonta a 1996, surgindo na sequência de sinergias criadas entre historiadores, empresários e docentes. Desde esse ano de 1996 e até à sua abertura, a 26 de Setembro de 2002, procedeu-se à recolha do espólio, seja através de compra em antiquários, alfarrabistas e leilões, seja através de doações.



Castelo da Guarda





O Castelo da Guarda localiza-se na cidade, concelho e distrito de mesmo nome, em Portugal.

Em posição dominante sobre a cidade mais alta do paí­s, ergue-se a 1.056,3 metros do ní­vel do mar. Apesar de muito descaracterizado pelas intervenções particularmente a partir do século XIX, os troços remanescentes de seus antigos muros ainda definem, em alguns trechos, os limites urbanos.

 



Museu Municipal de Arte Moderna Abel Manta em Gouveia Guarda





O Museu Municipal Abel Manta é um museu inaugurado em 1985 localizado em Gouveia, no distrito da Guarda, em Portugal. Constituindo-se como um dos mais importantes núcleos artí­sticos da região, este espaço reúne uma colecção de 108 obras, de 72 pintores contemporâneos sendo por vezes denominado de Museu Municipal de Arte Moderna Abel Manta.

O Museu Municipal de Arte Moderna Abel Manta abre as suas portas a 17 de fevereiro de 1985.

Ocupa o primeiro andar do solar dos Condes de Vinhó, edifício que partilha com a Biblioteca Municipal Vergílio Ferreira, no piso inferior, até esta se mudar, em setembro de 1995.

A partir desta altura, o pôde Museu estender-se a todo o edifício: um átrio de entrada e receção, 7 salas de exposição permanente, uma sala de exposições temporárias, uma biblioteca de artes, uma sala experimental, dois gabinetes, uma oficina, arrecadação, zonas de circulação e instalações sanitárias. Abre sobre um jardim público e situa-se perto de zonas de estacionamento, lojas e restaurantes.

A coleção do Museu foi constituída a partir de uma doação efetuada, em 1985, pelo filho de Abel Manta, arquiteto, pintor e artista gráfico João Abel Manta. Em 2001, viria a fazer uma segunda doação, com testemunhos da sua obra gráfica.



Pelourinho de Pinhel





O Pelourinho de Pinhel situa-se no centro da Praça Sacadura Cabral, em Pinhel. Representa a autonomia judicial do concelho, sendo classificado como Monumento Nacional pelo IGESPAR desde 1910.

Depois das campanhas de Reconquista, o núcleo urbano de Pinhel iria organizar-se dentro das muralhas do castelo, mandado edificar por D. Sancho I em 1189. A vila tornava-se então sede de concelho, e no ano de 1209 o mesmo monarca outorgava-lhe concessão de carta de foral. Em 1217 D. Afonso III confirmava o foral. No início do século XIV, por acção de D. Dinis, o castelo era reconstruído e o foral reformado; Pinhel, terra pertencente à Coroa, passaria a usufruir de alguns privilégios. Em 1510 as Reformas Manuelinas trouxeram a renovação do foral medieval, e foi nesta época que o pelourinho de Pinhel foi edificado.  



Museu do Brinquedo em Seia Guarda





Em Seia, há um museu que faz as delícias dos mais novos: o Museu do Brinquedo, que apresenta uma colecção verdadeiramente notável de cerca de 4500 brinquedos de Portugal e do mundo, antigos e modernos.

Em Seia, há um museu que faz as delícias dos mais novos: o Museu do Brinquedo, que apresenta uma colecção verdadeiramente notável de cerca de 4500 brinquedos de Portugal e do mundo, antigos e modernos.



Sé da Guarda





A Sé-Catedral da Guarda (Guarda, Portugal) foi erguida no seguimento do pedido de D. Sancho I ao Papa Inocêncio III para transferir a diocese de Egitânia para a nova cidade da Guarda. Da original construção, de estilo românico, nada resta. Foram, no entanto, encontrados alguns vestí­gios que apontam para um edifí­cio simples. 

A Sé Catedral da Guarda é um dos mais belos monumentos do seu género, existentes em Portugal.

A construção da atual Sé da Guarda remonta aos finais do século XIV, já no reinado de João I de Portugal — D. Fernando teria falhado na promessa de erguer novo templo —, por iniciativa do bispo Vasco de Lamego, partidário da casa de Avis durante a crise dinástica. As obras arrastaram-se lentamente e só no reinado de D. João III seriam concluídas, já em pleno século XVI, apresentando, por isso, elementos do estilo ogival, gótico e joanino, com pormenores de estilo manuelino.

Seria mandada construir por D. Sancho II uma segunda catedral, no local onde se situa a actual Igreja da Misericórdia, concluí­da no século XIV, mas mais tarde destruí­da aquando da reforma fernandina das muralhas, por se situar fora delas, por temer a conquista da cidade por Castela, pois podia ser usada para subir à muralha.



Museu da Guarda situado no centro da cidade da Guarda





O Museu da Guarda, situado no centro da cidade da Guarda, Portugal, está instalado no antigo Seminário Episcopal construí­do em 1601 por D. Nuno de Noronha.

O Museu da Guarda, situado no centro da cidade, está instalado no antigo Seminário Episcopal mandado construir em 1601 pelo Bispo da Guarda, D. Nuno de Noronha. O edifício faz parte integrante de um conjunto arquitectónico que ocupa todo o quarteirão e que inclui o antigo Paço Episcopal da mesma época. A função primeira do edifício prolongar-se-ia até ao início do séc. XX. Desde então e durante alguns anos, vários serviços militares ocuparam o edifício e também o Museu da Guarda aí encontrou instalações em 1940, ano da sua criação.Entre 1983 e 1985 procedeu-se à requalificação do edifício e do discurso expositivo. O seu espólio é constituído por colecções de arqueologia, numismática, escultura e pintura sacras entre os sécs. XIII e XVIII, armaria dos sécs. XVII a XX. Na pintura, no desenho e na escultura, dos sécs. XIX e XX, destacam-se obras de Columbano, Veloso Salgado, José Tagarro e João Vaz.

É herdeiro do Museu Regional da Guarda fundado em 1940, sob a dependência da Câmara Municipal, no âmbito das Comemorações Centenárias. Em 1983 iniciaram-se obras de remodelação do edifí­cio e elaborou-se um plano museológico para a apresentação da colecção permanente. Abriu ao público em junho de 1985, sob a designação de Museu da Guarda e na dependência do IPPC. Actualmente, é tutelado pelo IMC e ocupa todo o espaço do antigo Seminário e parte do antigo Paço Episcopal.

Criado em 1940 e instalado no edifício do antigo Seminário Episcopal, o Museu da Guarda alberga actualmente uma colecção com cerca de 4800 peças, provenientes sobretudo do distrito da Guarda. Os núcleos mais representativos são os de Arqueologia, Escultura e Pintura Sacra, existindo ainda os de Armaria e Pintura Portuguesa do século XX.O percurso museológico está organizado cronologicamente, levando o visitante a fazer uma viagem pela história da região desde a Pré-História até à actualidade.Para além do núcleo expositivo principal, o museu possui ainda colecções de fotografia, cerâmica e jogos tradicionais.

O edifício O início da construção deste edifício remonta a 1601, conforme se pode ler numa inscrição do edifício.Do conjunto fazem parte o Paço Episcopal, o Seminário e a Igreja, formando uma planta em U, com a Igreja ao centro. O conjunto insere-se no Maneirismo, construído no século XVII, com excepção da igreja, do século XIX, mais concretamente de 1887.O Paço Episcopal apresenta um pátio com alpendre, colunas de capitel jónico e arcos, dois registos, vãos de lintel recto e cornija saliente com gárgulas de canhão.



Museu Municipal de Pinhel Guarda





O Museu Municipal de Pinhel foi fundado na década de 40 do século XX pelos pinhelenses Dr. Artur Farinha Beirão e Sr. Ilí­dio da Silva Marta.

O novo Museu Municipal apresenta o concelho de Pinhel numa linguagem museográfica moderna e atrativa, onde são enfatizados os patrimónios que caracterizam o nosso território desde a época pré-histórica à atualidade.

Num percurso “evolutivo”, o visitante fica a conhecer os testemunhos que nos foram legados pelos primeiros homens que por aqui andaram, através da reprodução das pinturas e gravuras rupestres do Vale do Côa, em Cidadelhe, classificadas Património da Humanidade pela UNESCO.

Os materiais arqueológicos do Prado Galego e a referência ao marco de Argomil, dedicado ao imperador César Augusto, são evidências que ajudam a compreender a ocupação romana deste território.

A época Medieval é apresentada através de elementos interativos onde é possível conhecer factos e instrumentos que justificam a importância de Pinhel no contexto da formação do território nacional. As guerras com Leão e Castela, o castelo de Pinhel nos finais do século XV e, em especial, as peças de cariz militar, bacinete e bombarda, transportam-nos para outros tempos.

As muitas esculturas do período moderno, em madeira policromada, provenientes de igrejas e capelas desaparecidas, a par do retábulo em pedra de Ançã da autoria do escultor francês João de Ruão, datado de 1537 e que pertenceu à Igreja da Misericórdia, constituem o núcleo de Arte Sacra que antecede a exposição das Bandeiras dos Ofícios, que eram tradicionalmente apresentadas na procissão do Corpo de Deus (estandartes corporativos em damasco com um medalhão ao centro representativo da profissão).

A visita ao Museu Municipal termina na atualidade, tempo presente vivenciado por testemunhos de pinhelenses, residentes no concelho, no país ou espalhados pelo mundo, fruto de um vasto legado que nos caracteriza e identifica.



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