Os 10 melhores pontos turisticos e passeios em Museus


Museu da Pólvora Negra em Oeiras





A Fábrica da Pólvora de Barcarena é um parque e um dos grandes núcleos de cultura em Oeiras. A área em torno desta antiga fábrica de armamento destaca-se pelas atividades académicas, científicas e artísticas. Um espaço muito convidativo com as suas exposições e espaços de lazer.

ntegrado no Complexo da antiga Fábrica da Pólvora de Barcarena, uma grande unidade produtora de material militar que, após vários séculos de atividade, acabaria por encerrar portas em 1988. 

A autarquia veio a adquirir todo este espaço, em 1994,  com o propósito de preservar o valioso património industrial e de criar um equipamento de cultura e lazer aberto ao público.

A 17 de Junho de 1998 abria o Museu da Pólvora Negra, instalado no edifício da antiga Casa dos Engenhos, o mais antigo e emblemático do complexo e aquele onde funcionaram os primeiros engenhos de galgas para o encasque da pólvora negra, com o propósito de preservar e divulgar a memória do trabalho.O Museu  está estruturado em quatro núcleos que abordam os seguintes temas:- A Invenção, difusão e composição da pólvora – onde dá a conhecer a origem e os elementos de que é feito este explosivo;- Os primórdios do fabrico da pólvora em Barcarena e a produção de armas nas Ferrarias d’El Rei fundadas por D. João II  – dá conta da primeira ocupação deste espaço para a produção de armas, no século XV,  e só mais tarde, no século XVII, surgiria a primeira oficina de pólvora;- A reinauguração da Real Fábrica da Pólvora de Barcarena, em 1729, e o Engenho de Galgas – outra importante etapa nesta Fábrica é documentada neste núcleo onde destacamos uma réplica à escala original de um Engenho de Galgas, assim como a primeira planta com a representação do espaço existente em finais do século XVIII; 

- A atividade da Fábrica nos séculos XIX e XX e a criação da Cooperativa de Responsabilidade Limitada – Sociedade de Crédito e Consumo do Pessoal da Fábrica da Pólvora de Barcarena – neste último núcleo expositivo dá um grande destaque ao rosto da Fábrica, ou seja, os seus trabalhadores. Aqui é essencialmente focado o período da Revolução Industrial e as suas consequências sociais com o surgimento do operariado e dos movimentos associativos que lhe estão associados.Visitar o Museu da Pólvora Negra permite percorrer cerca de 400 anos da história desta Fábrica que se cruzam com muitos dos momentos marcantes da nossa História.



Atelier-Museu António Duarte Caldas da Rainha





O Atelier-Museu António Duarte localiza-se na cidade e Concelho das Caldas da Rainha, Distrito de Leiria, em Portugal.

É um museu municipal, e está inserido no Centro de Artes, um projeto desenvolvido pela autarquia. Foi construí­do pelo arquiteto Carlos Barbosa.

O Atelier-Museu António Duarte (1912-1998) foi inaugurado em 1985 após doação da colecção de arte do Mestre escultor à sua cidade natal, Caldas da Rainha. A ideia inicial de dotar o edifício com um atelier, visava dar condições para que paralelamente à missão museológica, autores convidados pudessem aí desenvolver projectos artísticos.Podemos aqui encontrar, distribuída por várias salas, grande parte da sua produção escultórica, desde escultura pública (sobretudo esbocetos, modelos e maquetas) que constituem a expressão mais conhecida da sua obra, a um registo mais intimista e pessoal. Um interessante núcleo de Arte Sacra pode também ser apreciado



Núcleo Museológico do Moinho da Laureana





Consruído no século XVIII, símbolo da actividade moleira da região. Depois de uma época votado ao abandono, foi recuperado pela autarquia, em 2001, tornando-se um belo local de vista. Aqui é possível observar magníficas paisagens e descobrir os mecanismos tradicionais de moagem



Museu Francisco Tavares Proença Júnior Castelo Branco





O Museu Francisco Tavares Proença Júnior, localiza-se-se na freguesia de Castelo Branco, concelho de mesmo nome, distrito de Castelo Branco, em Portugal.

O núcleo original do Museu Francisco Tavares Proença Júnior tem por base a coleção arqueológica de Francisco Tavares Proença Júnior, posteriormente enriquecido com peças de arte antiga provenientes do recheio do Paço Episcopal e com incorporações sucessivas de espólios arqueológicos, paramentaria e colchas bordadas, estas últimas provenientes da coleção Ernesto de Vilhena às quais se juntaram incorporações provenientes de aquisições e doações.

Durante os anos oitenta do século XX, incorporou obras de arte contemporânea constituindo uma coleção onde se destaca o conjunto de pintura de Noronha da Costa.

Museu Francisco Tavares Proença Júnior foi criado em 1910 pelo arqueólogo de quem recebeu o nome e assume como missão  o estudo e a investigação, a recolha, a documentação, a conservação, a interpretação, a exposição e a divulgação do património cultural que integra o seu acervo, com especial relevo para as coleções de Arqueologia e de Têxteis, entendidas enquanto referentes identitários, fontes de investigação científica e de fruição estética.

A sua missão é também a divulgação do património local e regional não representado no acervo do Museu e considerado expressivo da identidade das comunidades da região de influência do Museu.

Integrado na Rede de Museus e Equipamentos Culturais do Município de Castelo Branco, desde 1 de setembro de 2015,  no âmbito do Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências do Governo, o Museu Francisco Tavares Proença Júnior conta com uma área de exposições temporárias, ampliada e situada em área privilegiada, ao lado do Salão Nobre.



Museu da Região Flaviense Chaves





O Museu da Região Flaviense insere-se num complexo monumental dos mais emblemáticos que compõem o centro histórico da cidade de Chaves - os Paços do Duque de Bragança, honrando desta forma a memória de D. Afonso, filho legí­timo de D. João I, que casou com Du00aa Brites, filha do Condestável D. Nuno álvares Pereira.

Após o matrimónio, escolheu a então Vila de Chaves para residência onde mandou construir bem perto do castelo o seu palácio, cuja construção terá começado em 1410 e concluí­da em 1446.

Mais do que residência digna de um nobre era um pequeno albergue, e terra onde nasceram os seus três filhos.

Mais certezas temos relativamente à história mais recente do edifí­cio. Sabe-se que em 1739 o Governador das Armas da Proví­ncia de Trás-os-Montes, General Francisco da Veiga Cabral, mandou construir o edifí­cio cuja fachada se volta para a actual Praça de Camões para aí­ instalar o quartel da Guarda Principal e a Prisão Militar.

Com funções militares que o edifí­cio, com intervenções de diferentes autores e datas, vai atingir o porte monumental de hoje, com um largo portão encimado por trabalhosas e artí­sticas armas reais em pedra. Já possuiu mais um piso quando aí­ funcionaram as casernas de um regimento de infantaria, considerado depois inútil e inestético.

A ideia de criação do Museu remonta a 1929, aquando da passagem de Chaves de vila a cidade.

Nesse ano, a Comissão Administrativa da Câmara Municipal deliberou, na sessão ordinária de 18 de Maio, criar e eleger a Comissão Instaladora do Museu da Região Flaviense. Este grupo era constituído por distintas personalidades da cultura flaviense, nomeadamente, o Dr. Francisco de Barros, Dr. Adalberto Teixeira, Dr. António Júlio Gomes, Dr. Constantino Torres Vouga, Dr. padre António Cerimónias e o padre Manuel Pita.



Quinta Nova da Atalaia - Museu Agrícola





Desde 1997 que a Quinta Nova da Atalaia constitui um importante núcleo museológico do concelho do Montijo, dedicado à temática agrícola.

O conjunto edificado e o pomar, que constituem a Quinta musealizada, localizam-se no perímetro urbano da Atalaia, junto à escadaria do Santuário.

Espaço pedagógico por excelência, o Museu Agrícola da Atalaia é um testemunho do passado agrícola e da prática de técnicas e saberes tradicionais aplicados sobretudo ao azeite e vinho, que contribui para promover, conservar e divulgar os bens culturais relacionados com a vida rural que marcam a história social e económica do concelho do Montijo.

Vestígios da construção primitiva fazem remontar a origem desta propriedade agrícola ao século XVIII.

Contudo é de 1874 o primeiro documento conhecido que descreve a Quinta Nova da Atalaia, era então constituída por: casas de habitação, que corresponde hoje à casa principal, edifício ampliado no século passado; adega; casa para caseiro; casa da malta, (expressão comum na época para designar os trabalhadores rurais); abegoarias para instalar o gado; palheiros; celeiros; cavalariça; dependências para lavoura; dois poços; pomar; olival; vinha; terras de semeadura e pinhal.

A Quinta conheceu diversos proprietários, pertencendo à família Santos Fernandes no século XX, responsável maior pelo desenvolvimento da produção agrícola local, aplicando a tecnologia mais avançada do seu tempo.

O Museu Agrícola da Atalaia aberto ao público em 1997, foi requalificado em 2009 dentro do conceito da exposição temática e da musealização de sítio, para preservar a história e a memória de uma casa agrícola onde no passado se produzia sobretudo azeite, vinho e fruta.



Igreja do antigo Mosteiro de Jesus Setúbal





A Igreja do antigo Mosteiro de Jesus ou Convento de Jesus de Setúbal é uma igreja de estilo gótico situada em Setúbal, considerada como um dos primeiros exemplos do estilo manuelino.

Foi desenhada pelo arquitecto Diogo Boitaca em 1494, por voto de Justa Rodrigues Pereira, ama de D. Manuel I.

O interior tem arcos, janelas e colunas torsas feitas em brecha da Arrábida, que suportam as abóbadas. O tecto apresenta nervuras espiraladas.

O Convento de Jesus de Setúbal foi fundado por Justa Rodrigues Pereira, ama de D. Manuel, em 1490, ainda no reinado de D. João II. É este monarca quem no ano seguinte, após visita às obras, assume o encargo das mesmas e manda ampliar consideravelmente o projecto inicial (com novos alicerces e segunda fundação), entregando a condução das obras a Diogo de Boitaca, que aqui realiza o seu primeiro trabalho no país.

A primeira cabeceira da igreja estaria concluída em 1495, aquando da morte de D. João II; o corpo foi terminado pouco tempo depois, contando já com o patrocínio de D. Manuel, que determinou serem erguidas três naves abobadadas, em vez da projectada nave única com tecto de madeira.

A ocupação do convento anexo pelas freiras clarissas, em meados de 1496, atesta da rapidez com que a obra avançou, embora a cabeceira joanina ainda tenha sido refeita, por se considerar demasiado pequena, na primeira década de quinhentos. 

A inclusão do Convento de Jesus na lista inicial das Marcas do Património Europeu, corresponde ao reconhecimento internacional do mais importante monumento nacional urbano de Setúbal e de um dos mais relevantes exemplares da arquitectura manuelina a sul do Rio Tejo.

O objectivo destas Marcas, promovidas no âmbito do Conselho da Europa e da União Europeia, é visibilidade aos sí­tios que celebram e simbolizam a integração, os ideais e a história da Europau. Recorde-se que Setúbal foi palco da ratificação do Tratado de Tordesilhas, em 5 de Setembro de 1494 pelo rei D. João II (em cujo reinado foi fundado o convento). Este facto, aliás, foi evocado em 1994, aquando das comemorações do quinto centenário do tratado e que trouxeram à cidade o monarca espanhol Juan Carlos.

Em Junho de 2013, a federação pan-europeia de património cultural, Europa Nostra, incluiu o Convento de Jesus, numa lista dos sete monumentos mais ameaçados da Europa.



Museu Vida de Cristo Fátima





O Museu Vida de Cristo localiza-se na cidade de Fátima, concelho de Ourém, distrito de Santarém, em Portugal.

Situa-se na Rua Francisco Marto, muito próximo ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima. Constitui-se num museu de cera temático sobre a vida de Jesus Cristo, sendo considerado único no mundo.



Museu do Trabalho Michel Giacometti





A origem do Museu do Trabalho Michel Giacometti está na coleção etnográfica reunida em 1975 por alunos/as do Serviço Cívico Estudantil, no âmbito do plano de Trabalho e Cultura, sob a supervisão de Michel Giacometti e apresentada no então denominado Museu do Trabalho de Setúbal. Em homenagem a Michel Giacometti e após a sua morte em 1991 o museu passou a denominar-se Museu do Trabalho Michel Giacometti, tendo aberto ao público a 18 de maio de 1995

 

O Museu do Trabalho Michel Giacometti está instalado no edifício da ex-fábrica Perienes, constituído por cinco andares e integrado num antigo bairro de pescadores, salineiros e operárias conserveiras.

 

O museu dedica-se dominantemente ao património industrial e ofícios urbanos ligados ao comércio, serviços e às antigas fábricas de conserva e litografias sediadas no concelho de Setúbal, possuindo ainda uma coleção de alfaias agrícolas (Michel Giacometti) e de ofícios tradicionais.

 

Apresenta as exposições permanentes “A IndústriaConserveira (Da lota à lata)”, “Mundo Rural – coleção etnográfica Michel Giacometti e Génese do



Museu de Arte Sacra do Funchal





O Museu de Arte Sacra do Funchal encontra-se instalado no antigo Paço Episcopal do Funchal, na Madeira. É constituí­do por coleções de pintura, escultura, ourivesaria e paramentaria dos séculos XV a XIX. Das coleções destaca-se a de pintura flamenga dos séculos XV e XVI, a qual chegou à Madeira no século XVI na chamada época áurea da produção açucareira.

Os painéis flamengos distinguem-se não só pela sua grande qualidade como pelas grandes dimensões, pouco comuns nos museus da Europa. É de realçar, ainda, a coleção de escultura flamenga, proveniente especialmente de Malinas e de Antuérpia.

O Museu de Arte Sacra do Funchal encontra-se instalado no antigo Paço Episcopal, fundado por D. Luís Figueiredo de Lemos, em 1594. Foi desenhado por Jerónimo Jorge, mestre de obras reais, que aqui trabalhava nas defesas da cidade do Funchal. Do edifício primitivo, ainda sobrevive uma secção poente, sobre a atual praça do Município e Rua do Bispo.

A sobriedade maneirista é bem visível na arcaria norte ou na Capela de São Luís de Toulosa, que apresenta na fachada uma inscrição com o nome do seu fundador, D. Luís de Figueiredo Lemos e a data de 1600. D. António Teles da Silva, Bispo do Funchal, realizou novas obras de melhoramentos, entre 1675-1682. 

Após o Terramoto de 1748, importantes obras de reedificação são realizadas, visto ter ficado muito danificado. O novo projeto para o Paço Episcopal foi entregue a Domingos Rodrigues Martins. O conjunto fica então harmonizado por um bloco central, com a inscrição sobre o portal principal de 1750.



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