Museu de Arte Sacra Monsenhor Manuel Francisco Pardal





Anexo à Igreja da Misericórdia, o museu que ocupa o antigo hospital da Misericórdia edificado nos finais do século XVIII e que ainda foi usado como lar da terceira idade, é dedicado ao Monsenhor Manuel Francisco Pardal, nascido em Aljezur no ano de 1896 e falecido em 1979.

Conhecido por ter sido um excelente padre, professor e também escritor, teve uma carreira eclesiástica notória que incluiu a sua nomeação como Monsenhor pelo Papa João XXVIII. 

Detentor de uma excelente capacidade oral e pedagoga escreveu três livros: Razões da minha razão, Menina das Águas Frias, e o romance Gente da Serra.

A sua coleção dedicada a Arte Sacra é constituída através de peças vindas da Misericórdia de Aljezur, da Paróquia de Nossa Senhora da Alva, algumas ofertas e aquisições, ordenadas e distribuídas por vitrinas de acordo com o Tempo Litúrgico da Igreja Católica: Advento, Natal, Tempo Comum, Quaresma e Semana Santa, Páscoa, Pentecostes e Tempo Comum. Salienta-se ainda um cristo em marfim indo-português, uma Imagem de Nossa Senhora da Soledade e uma pintura de Moisés.



Museu Municipal da Vidigueira Alentejo





O Museu Municipal da Vidigueira localiza-se na Praça Vasco da Gama na Vidigueira e encontra-se instalado no antigo edifí­cio antes ocupado pela Escola Primária Vasco da Gama, que foi remodelado e adaptado a espaço museológico.

O espaço organiza-se em dois grandes núcleos temáticos de leitura independente, entrando em linha de conta o aproveitamento museológico do próprio edifí­cio, cuja memória, enquanto Escola Primária, merece ser preservada. No primeiro núcleo é retratada a história no concelho, desde a inauguração do edifí­cio da Escola, em 1884, até ao final da sua utilização como estabelecimento de ensino em 1991. O segundo núcleo dá-nos uma visão do quadro económico das décadas de 30 e seguintes, através dos ofí­cios, comércio, agricultura e pequena indústria do concelho.

A colecção etnográfica é composta por um conjunto heterogéneo de objectos provenientes na sua quase totalidade de doações particulares, pertencentes a artesãos, comerciantes, agricultores e pequenos industriais da comunidade, dispostos de modo a possibilitar a integração do maior número possí­vel de espécimes numa visão coerente.

A exposição desses materiais permite de certo modo reconstituir a história local de ofí­cios e profissões exercidos por um conjunto de artesãos e pequenos proprietários que, não desempenhando as tarefas habitualmente exercidas pela maioria da população - as agrí­colas - constituí­am uma importante parte do tecido social da época.

A criação desse espaço museológico pretende, sobretudo, contribuir para a compreensão da cultura e da história económica e social recentes e proporcionar ao visitante o contacto com núcleos temáticos que, de alguma forma, representam a memória etnográfica da população.

A simpatia e disponibilidade da guia (incansável no que se refere à transmissão de informação e à plena satisfação do visitante) e o segundo núcleo levam o alentejoturismo.pt a considerar este museu como um dos melhores do mundo.

Se quer saber o Alentejo há que visitar este espaço: retrata o antigo que ainda é presente nas memórias e nas vidas de muitos alentejanos.

Um Alentejo reservado aos que o vivem e aos que o guardam na sua memória.

O Museu Municipal de Vidigueira encontra-se instalado no edifício da antiga Escola Primária Vasco da Gama.



Museu Ablio Matos Silva





O Museu Abílio de Mattos e Silva nasceu da vontade de Maria José Salavisa há mais de dez anos. Inicialmente previsto para a Casa do Facho, em 2002, esta ideia foi abandonada, passando-se a dispor do edifício dos antigos Paços do Concelho (que até 2004 albergaram o Museu Municipal), em articulação com a Casa do Arco onde o artista viveu.       

Abílio de Mattos e Silva foi pintor, cenógrafo e figurinista, nascido no Sardoal em 1908, e falecido em 1985. Apesar de não ser natural de Óbidos esta era a sua terra de eleição, onde foi criado e onde manteve uma residência com a sua mulher, arquitecta de interiores Maria José Salavisa. Apesar de se ter revelado um artista promissor nas artes plásticas, acabou por se dedicar a uma actividade criativa cheia de grande vitalidade, ligada ao teatro e ópera.



Museu das Comunicaes Lisboa





O Museu das Comunicações, inaugurado em 1997 na Rua do Instituto Industrial, 16, em Lisboa, e é um espaço pedagógico de carácter cientí­fico e tecnológico, onde, de forma lúdica e interactiva, se pode ter acesso a informações sobre o passado das comunicações e também sobre as tecnologias do futuro.

O Museu das Comunicações pertence à Fundação Portuguesa das Comunicações - FPC, sendo a responsável pelo espólio museológico dos seus instituidores (ANACOM, CTT e Portugal Telecom) e pela divulgação do mesmo.

 

O projeto da Fundação remonta a 1990, quando se começou a preparar a cisão da empresa CTT, que deu origem à Portugal Telecom e aos CTT Correios de Portugal.

Entendeu-se na altura que, a par da separação das empresas, seria necessário que o acervo histórico e cultural das Comunicações, parte do passado histórico do País e das empresas do sector, se mantivesse como um todo. Foi então decidida a constituição da Fundação das Comunicações. Para além de Portugal, esta realidade foi igualmente vivida noutros países onde ocorreram cisões idênticas. A França, a Alemanha e a Holanda são exemplos de países em que a permanência de todo um espólio ligado ao sector das Comunicações foi feita através da criação de fundações. Noutros países manteve-se, porém, o conceito de museu de empresa, como sendo uma visão mais restritiva e mais orientada para uma lógica empresarial.

Numa primeira fase, foi nomeada uma Comissão Instaladora que deu origem à Fundação das Comunicações, onde só estavam representados os Correios e a Portugal Telecom. Entendeu-se, posteriormente, que a Fundação ficaria mais completa se o ICP - Instituto das Comunicações de Portugal, hoje Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), pudesse estar representado, e isso fez com que o projeto evoluísse para a atual Fundação Portuguesa das Comunicações. Este Instituto trouxe, igualmente, o espólio valioso dos selos do ex-Ultramar, pertencente ao Estado, para além das tecnologias ligadas à fiscalização do espectro radioelétrico.

Constituída em 6 de outubro de 1997, tendo como membros fundadores o ICP – Instituto das Comunicações de Portugal, atual ANACOM, os CTT  Correios de Portugal e a Portugal Telecom (PT).



Museu Regional do Vinho do Alentejo





O Museu do Vinho de Redondo, aberto ao público em Setembro de 2001, foi concebido como ponto de partida para a descoberta do Alentejo e da sua tradição vitivinícola.

Do espólio permanente do museu, fazem parte instrumentos agrícolas, objectos, imagens e textos associados à arte do fabrico do vinho, privilegiando o material cerâmico, característico deste centro produtor de cerâmica em que está incluído.

Todo este espólio se encontra disposto de forma a reproduzir a várias etapas da actividade vinhateira, desde o amanho da terra até ao copo. Para além do espólio permanente, neste museu podem ser visitadas exposições temáticas e conferências alusivas ao tema.

No local, o visitante pode consultar o quiosque multimédia que lhe permite obter informações acerca do museu, das adegas produtoras da região e de várias actividades relacionadas com a vinicultura.

Este espaço funciona em simultâneo com o posto de turismo da região e conta ainda com uma loja onde pode ser adquirida uma selecção dos melhores vinhos tintos e brancos, das melhores safras da Região Alentejo. 



Museu Municipal de Avis





Encontra-se a decorrer o período de inscrição para os expositores que pretendam participar na Feira Franca de Avis 2019, que se realiza de 26 a 28 de julho.

  Município disponibiliza rede Wi-Fi em diversos pontos da sede do Concelho  

O Município de Avis instalou, recentemente, uma rede Wi-Fi (acesso livre à internet) pública gratuita no Centro Histórico de Avis e em outros pontos considerados estratégicos para o Concelho como o Complexo do Clube Náutico, o Jardim Público de Avis e o Largo General Humberto Delgado, reforçando e modernizando, assim, a rede já existente, com reposicionamento das antigas antenas e instalação das novas.

  “A Entrega dos Forais Novos Manuelinos no Alentejo” em Colóquios no Convento “A Entrega dos Forais Novos Manuelinos no Alentejo” é o tema da próxima sessão do ciclo de Colóquios no Convento – “A História de …”, que terá lugar, no dia 13 de julho, às 16h00, no Auditório do Centro Interpretativo da Ordem de Avis (CIOA), apresentada pelo Dr. Pedro Pinto, Investigador no Centro de Humanidades (CHAM) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH), da Universidade Nova de Lisboa.



Museu do Centro Cultural Casapiano





Concebido numa perspetiva cronológica e temática e distribuído por três pisos, o percurso museológico contempla a História da Casa Pia desde a sua fundação, em 1780, até à atualidade. Sustentado nas novas tecnologias e alicerçado numa forte componente educativa, a missão do museu prolonga-se no seu serviço educativo através da realização de oficinas pedagógicas, visitas orientadas e organização de exposições temporárias. A biblioteca césar da silva está aberta a qualquer utilizador, interno ou externo à casa pia de lisboa sendo livre o acesso aos seus serviços. Este espaço documental contempla as seguintes valências:   área multifuncional De tipologia correspondente a uma biblioteca pública, esta área é de livre circulação, com acesso direto à documentação. Esta área contém documentação generalista, em vários suportes, acessível diretamente, a todos os utilizadores. É o serviço de referência que procede ao acolhimento e distribuição dos utilizadores, funcionando como pólo de ligação entre as diferentes áreas.   centro de documentação casapiana Serviço especializado na casa pia, de acesso livre a todos os utilizadores que efetuem trabalhos e estudos referentes à casa pia e/ou casapianos.   área de investigação De acesso e circulação condicionados dado o valor e as necessidades de preservação do fundo,esta área contém a documentação mais antiga e valiosa do espólio da biblioteca, estando direcionada para investigadores.

Museu Etnogrfico e Regional do Algarve





O Museu Regional do Algarve foi criado em 1962, sob o nome de Museu Etnográfico Regional de Faro, tendo como primeiro diretor o artista farense Carlos Porfírio, que foi também o seu promotor inicial

 

O Museu Etnográfico Regional  foi inaugurado no dia 15 de dezembro de 1962 na sede da Junta de Província do Algarve (atual Assembleia Distrital de Faro), tendo tido como fundador e responsável pela sua organização o pintor Carlos Porfírio (1895 -1970). Como afirma Glória Marreiros, na sua obra Quem foi Quem? 200 Algarvios do século XX, “É com o labor de anos e anos que cria o Museu Etnográfico de Faro, para o qual expressamente concebeu os mais belos quadros descritivos dos costumes, dos saberes e das crenças do povo algarvio [...] Foi diretor do Museu que criou e ao qual deu alma através da sua arte de pintor, da sua fina perspicácia de etnólogo e de um sentido profundo de estética, que muito contribuíram para o excecional resultado museográfico”.

A maior parte do espólio do museu provém de recolha efetuada por Carlos Porfírio e é composta por utensílios de trabalho (pesca, trabalho agrícola e artesanal, industrias domésticas), por mobiliário e utensilagem doméstica, por algum traje, por numerosos exemplos da chamada “arte popular” (com especial destaque para a cestaria), para além de várias representações (pinturas e fotografias) de aspetos da vida dos algarvios na primeira metade do século XX.

Depois da morte de Carlos Porfírio (1970) o museu só volta a ter diretor, em 1983, a museóloga Luísa Rogado. Em 1992 foi aprovado um projeto de reestruturação profunda do museu, mas atingiu apenas a ala direita do museu e não a ala esquerda onde estava (e continua a estar) o núcleo etnográfico. O projeto de reestruturação do museu foi apresentado à Assembleia Distrital no dia 27 de janeiro de 1992; nesta altura o Museu Etnográfico Regional passou a designar -se por Museu Regional do Algarve.



Museu de Arte Contempornea de Elvas





Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) é um museu de artes contemporânea portuguesa inaugurado a 6 de julho de 2007, situando-se na cidade de Elvas.

Instalado no edifí­cio do Antigo Hospital da Misericórdia que mais tarde passou a ser chamado Hospital Distrital de Elvas, o edifí­cio sofreu profundas obras de reparação e oferece neste momento magní­ficas condições para acolher as obras que lá se encontram bem como quem o visite. Destaca-se a cafetaria no último piso do Museu onde se tem uma vista magní­fica sobre a Cidade de Elvas.

O acervo deste museu é composto por obras pertencentes à colecção de António Cachola (1949 - presente). Destaca-se uma obra internacionalmente conhecida de nome

O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) foi inaugurado no ano de 2007, tendo como tutela a Câmara Municipal de Elvas, com a missão de elevar a oferta cultural da cidade e estabelecer um diálogo regional e transfronteiriço, nacional e internacional respondendo às exigências que a arte e a cultura de hoje impõem.

O Museu alberga em depósito a coleção António Cachola, uma coleção privada que foi colocada ao serviço da população local e global. A coleção é exclusivamente nacional e não tem limites disciplinares, temáticos ou estéticos e é balizada cronologicamente pelos anos 80 até à atualidade.





Museu Arqueolgico do Carmo em Lisboa visita obrigaria





O Museu Arqueológico do Carmo localiza-se nas ruí­nas do Convento do Carmo na cidade e Distrito de Lisboa, em Portugal A construção da igreja do Carmo remonta ao ano de 1389, impulsionada pelo desejo e devoção religiosa do seu fundador, o Condestável do Reino, D. Nuno Álvares Pereira.

Construída sobre a colina fronteira ao castelo de S. Jorge, pela sua grandeza e monumentalidade, rivalizava com a Sé de Lisboa e com o Convento de S. Francisco da mesma cidade.

Desde cedo este espaço religioso foi considerado emblemático da urbe lisboeta e da própria identidade nacional, pelo facto de lhe estar associado o nome de um dos mais famosos heróis portugueses da Idade Média. Ao ter escolhido a igreja do Carmo para sua sepultura, Nuno Álvares Pereira marcou, de forma decisiva, toda a história do monumento gótico.A igreja e o convento receberam vários acrescentos e alterações ao longo dos tempos, adaptando-se a novos gostos e estilos arquitectónicos e decorativos, transformando-se numa das construções mais ricas e poderosas de Lisboa.

Em 1755, o terramoto, que abalou com violência a cidade, provocou graves danos no edifício, agravados pelo subsequente incêndio que destruiu quase totalmente o seu recheio. No ano de 1756 iniciou-se a sua reconstrução, já em estilo neogótico, interrompida definitivamente em 1834, devido à extinção das Ordens Religiosas em Portugal.

Desse período de reconstrução datam os pilares e os arcos das naves, que são um verdadeiro testemunho de arquitectura neogótica experimental, de cariz cenográfico.

Em meados do século XIX, imperando o gosto romântico pelas ruínas e pelos antigos monumentos medievais, optou-se por não continuar a reconstrução do edifício, deixando o corpo das naves da igreja a céu aberto. É assim criado um mágico cenário de ruína, que tanto agradava aos estetas oitocentistas e que ainda hoje encanta os nossos contemporâneos. As ruínas do Carmo transformaram-se, assim, num memorial do terramoto de 1755. 



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