Museu Sebastio da Gama





O Museu-Biblioteca Sebastião da Gama foi inaugurado ao final da tarde, de terça-feira, em Vila Nogueira de Azeitão, pelo presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Mata Cáceres. Localizado na freguesia de São Lourenço, o projecto do museu dedicado à memória do "poeta da Arrábida" é da autoria do arquitecto António Araújo e custou cerca de 70 mil contos.



Ocupa uma área de 200 metros quadrados do antigo aquartelamento da delegação de Azeitão dos Bombeiros Sapadores de Setúbal. Subordinado ao lema "Pelo sonho é que vamos", pode ler-se na parede o conhecido poema que começa precisamente com aquela frase "pelo sonho é que vamos/comovidos e mudos/Chegamos? Não chegamos?/Haja ou não haja frutos/pelo sonho é que vamos".



Museu Municipal Pedro Nunes





O Museu Municipal Pedro Nunes foi fundado em 15 de outubro de 1894, em resultado da junção do espólio arqueológico depositado na Câmara Municipal e de doações do padre Matos Galamba e de Joaquim Correia Batista, sendo um dos museus mais antigos do país. Em 1896, o acervo arqueológico foi enriquecido com a doação de António Faria Gentil do espólio da Idade do Ferro, proveniente da necrópole do Olival do Senhor dos Mártires. Inicialmente este espaço museológico resumiu-se a um compartimento vizinho da Sala de Sessões da Câmara Municipal. Desde 1914 que ocupa a Igreja do Espírito Santo, um espaço por si só com uma história com mais de 500 anos.

Após anos de abandono e desvio de algum do seu rico espólio, o 25 de Abril de 1974 inaugurou uma nova fase na sua evolução. A antiga denominação de Museu Municipal de Alcácer do Sal foi alterada para Museu Municipal Pedro Nunes, por iniciativa do executivo camarário, a 10 de março de 1979, homenageando, deste modo, um dos maiores vultos nascidos nesta cidade. Em 1988 abriu oficialmente ao público com uma exposição permanente de objetos arqueológicos.

Desde essa altura, têm sido efetuados constantes melhoramentos e enriquecimentos das coleções, com ofertas de particulares e depósitos de documentação arqueológica decorrente da atividade científica da equipa técnica do município.



Casa Museu Teixeira Lopes Vila Nova de Gaia





A Casa-Museu Teixeira Lopes é um núcleo museológico localizado em Vila Nova de Gaia, Portugal. Foi criado a partir da residência e do ateliê do próprio escultor António Teixeira Lopes (1866-1942), a que, posteriormente, se juntou um espólio do escultor, museólogo e escritor Diogo de Macedo. O conjunto das coleções de Diogo de Macedo e de Teixeira Lopes permite uma visão abrangente das artes visuais do século XIX e das primeiras décadas do século XX.

 

A construção do edifício teve início nos finais do século XIX e foi seu arquiteto José Teixeira Lopes, irmão do patrono da casa. Foi aqui que o Mestre António Teixeira Lopes (1866-1942) habitou e trabalhou no seu atelier, tendo sido doado à Câmara Municipal de Gaia e aberto ao público como Casa-Museu em 1933. 

Na Casa-Museu estão expostas as obras de maior relevo de António Teixeira Lopes, incluindo exemplares de escultura monumental (A Verdade, Flora), tumular (História, Caridade, Dor e Túmulo de Almeida Garrett), arquitetónica (Portas da Candelária), de vulto (A Viúva, Caim e Ofélia) e de caráter religioso (Rainha Santa Isabel e Santo Isidoro). 



Museu das Comunicaes Lisboa





O Museu das Comunicações, inaugurado em 1997 na Rua do Instituto Industrial, 16, em Lisboa, e é um espaço pedagógico de carácter cientí­fico e tecnológico, onde, de forma lúdica e interactiva, se pode ter acesso a informações sobre o passado das comunicações e também sobre as tecnologias do futuro.

O Museu das Comunicações pertence à Fundação Portuguesa das Comunicações - FPC, sendo a responsável pelo espólio museológico dos seus instituidores (ANACOM, CTT e Portugal Telecom) e pela divulgação do mesmo.

 

O projeto da Fundação remonta a 1990, quando se começou a preparar a cisão da empresa CTT, que deu origem à Portugal Telecom e aos CTT Correios de Portugal.

Entendeu-se na altura que, a par da separação das empresas, seria necessário que o acervo histórico e cultural das Comunicações, parte do passado histórico do País e das empresas do sector, se mantivesse como um todo. Foi então decidida a constituição da Fundação das Comunicações. Para além de Portugal, esta realidade foi igualmente vivida noutros países onde ocorreram cisões idênticas. A França, a Alemanha e a Holanda são exemplos de países em que a permanência de todo um espólio ligado ao sector das Comunicações foi feita através da criação de fundações. Noutros países manteve-se, porém, o conceito de museu de empresa, como sendo uma visão mais restritiva e mais orientada para uma lógica empresarial.

Numa primeira fase, foi nomeada uma Comissão Instaladora que deu origem à Fundação das Comunicações, onde só estavam representados os Correios e a Portugal Telecom. Entendeu-se, posteriormente, que a Fundação ficaria mais completa se o ICP - Instituto das Comunicações de Portugal, hoje Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), pudesse estar representado, e isso fez com que o projeto evoluísse para a atual Fundação Portuguesa das Comunicações. Este Instituto trouxe, igualmente, o espólio valioso dos selos do ex-Ultramar, pertencente ao Estado, para além das tecnologias ligadas à fiscalização do espectro radioelétrico.

Constituída em 6 de outubro de 1997, tendo como membros fundadores o ICP – Instituto das Comunicações de Portugal, atual ANACOM, os CTT  Correios de Portugal e a Portugal Telecom (PT).



Museu da Atlantis





O Centro de Visitas Atlantis foi criado com o objetivo de dar a conhecer a história da empresa, proporcionando aos seus visitantes um contacto direto com o processo de fabrico do cristal.

Beneficiando da herança histórica da Atlantis e da forte tradição vidreira da Marinha Grande, o Centro de Visitas desenvolveu um conjunto de ofertas a nível do turismo cultural e industrial, entre as quais se destacam as visitas à Fábrica e ao Museu.

O Centro de Visitas da Atlantis proporciona-lhe um dia diferente, mostrando-lhe a história centenária da arte do Cristal e a herança de um dos fabricantes de cristal de maior prestígio do mundo e ensinando-lhe in loco o processo de fabrico do cristal e vidro. Neste local ainda pode usufruir de momentos de lazer, arte e cultura e entreter toda a família. Para terminar em beleza, claro, pode efetuar compras no local, encontrando uma grande variedade de produtos do Grupo Vista Alegre Atlantis.



Museu Rafael Bordalo Pinheiro Lisboa





O Museu Rafael Bordalo Pinheiro, situado no Campo Grande, 382 - Lisboa, conta com uma exposição permanente dedicada inteiramente a este grande artista do século XIX, com secções de pintura, cerâmica e desenho, além de documentação e publicações. .

No museu está especialmente a sua caricatura e algumas das suas famosas peças de cerâmica (Zé Povinho), apesar da grande parte da sua colecção se encontrar na Caldas da Rainha. Peças elaboradas, naturalistas, estilizadas ao estilo decorativo, inspiradas numa tradição local e nacional sobre a qual o artista trabalhou.

O Museu Bordalo Pinheiro tem como missão preservar, estudar, documentar e divulgar a obra de Rafael Bordalo Pinheiro. Nascido em 1916, fruto da visão e do empenho do colecionador Ernesto Cruz Magalhães, o Museu assegura o acesso à obra do artista, oferecendo uma programação regular de exposições e atividades diversificadas.



S de Santarm Igreja de Nossa Senhora da Conceio do Colgio dos Jesuitas





A Sé Catedral de Santarém, anteriormente conhecida como Igreja de Nossa Senhora da Conceição do Colégio dos Jesuítas ou Igreja do Seminário, situa-se no centro histórico de Santarém, mais precisamente na freguesia de São Salvador

 

A Igreja de Nossa Senhora da Conceição do Colégio jesuíta de Santarém foi construída a partir da década de 20 do século XVII, com projecto do Arquitecto Mateus do Couto, cujo nome está documentalmente associado a esta empresa num alvará de D. João IV datado de 1647. Vinte anos depois, este mesmo arquitecto é ainda o responsável pelas obras do Colégio, mas a partir daqui o projecto sofre algumas mudanças significativas.

Em 1673, o Geral da Companhia, em Roma, alterou o rumo das obras, suprimindo-se então o remate da fachada com duas torres, à semelhança do que acontecia com o Colégio Jesuítico de Coimbra, e optando-se por um outro coroamento, menos austero mas igualmente majestoso, como o prova o amplo frontão quadrangular que encima axialmente a fachada, ladeado pelas soluções de volutas, uma solução que adquire enorme impacto cenográfico face à ampla praça fronteira.

A conclusão da igreja aconteceu já no século XVIII, mais concretamente em 1711, data que foi inscrita na fachada. A partir daqui procedeu-se ao engrandecimento do interior, sucedendo-se numerosas campanhas artísticas de pintura, escultura e artes aplicadas. Dessa mesma década data o retábulo-mor, obra executada por entalhadores lisboetas a partir de um projecto de Carlos Garvo. Dez anos depois concluiu-se o notável tecto perspectivado, campanha de grande envergadura atribuída a uma parceria de pintores escalabitanos e outros com formação em Lisboa. Até 1759, data da expulsão dos Jesuítas, instituiram-se várias capelas de devoção, por alguns dos mais importantes nomes escalabitanos.

Durante a segunda metade do século XVIII os edifícios do Colégio serviram diversos fins, aí instalando-se o Seminário Patriarcal de Santarém, passando então a designar-se por Igreja do Seminário, nome pelo qual ficou conhecida até hoje. Apesar das trasnformações introduzidas nos séculos XIX e XX, a igreja mantém as características essenciais da arquitectura jesuítica: fachada cenográfica e imponente; nave única bastante ampla, com janelas tribunas e tecto pintado em perspectiva... Elevada a Sé Catedral em 1975, as obras mais recentes que se efectuaram privilegiaram a reconstrução das coberturas, o restauro de diversas obras de pintura e de escultura, bem como obras gerais de conservação, campanha levada a cabo pelo IPPAR entre 1994 e 1995.



Museu de Arte Contempornea de Serralves Porto





O Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves fica na cidade portuguesa do Porto.

O edifí­cio, projectado pelo arquitecto Siza Vieira, é envolvido pelo Parque de Serralves (com cerca de 3,5 hectares), onde obras de arte de vários artistas contemporâneos são, também, expostas, ao lado da flora tí­pica da região norte de Portugal, como carvalhos, bétulas e o teixo.

O Museu é já considerado um espaço de referência, a ní­vel internacional, no que diz respeito a mostras de arte contemporânea. Na colecção permanente do museu, onde encontramos referenciados muitos artistas de destaque, é essencialmente constituí­da por obras realizadas desde os finais da década de 60 até aos dias de hoje.

O projeto do Museu de Serralves, trabalho do arquiteto Álvaro Siza teve início em 1991. Em 1999 foi inaugurado este novo edifício, harmoniosamente integrado com a envolvente urbana e os espaços pré-existentes dos jardins do Parque e da Casa.



Museu Nacional do Traje Lisboa





O Museu Nacional do Traje é o principal museu de âmbito nacional dedicado ao traje português e civil e traje estrangeiro - desde o século XVIII à atualidade.

O Museu está instalado numa vasta propriedade adquirida pelo Estado Português em 1975. Esta propriedade - uma antiga quinta de recreio setecentista - tem uma extensa área verde hoje aberta ao público e conhecida como - parque botânico do Monteiro-Mor, e a sua sede está instada num edifí­cio setecentista - o Palácio Angeja-Palmela.

O Museu Nacional do Traje, criado em 1976 por diploma, reúne uma coleção de indumentária histórica e acessórios de traje, desde o séc. XVIII à atualidade, que apresenta ao público quer na sua exposição permanente quer em exposições temporárias. Está instalado no Palácio Angeja-Palmela e tem anexo o Parque Botânico do Monteiro-mor. Entende como sendo sua missão construir uma estratégia de investigação, conservação e divulgação do traje e do têxtil. Define ainda uma estratégia de salvaguarda para o Parque Botânico do Monteiro-Mor e promove a ligação de todo este património à comunidade. Conservar Verde é o conceito que integra os valores de responsabilidade e de sustentabilidade. Integra ainda a gestão do património cultural e natural à guarda do Museu Nacional do Traje. 



Museu Francisco Tavares Proena Jnior Castelo Branco





O Museu Francisco Tavares Proença Júnior, localiza-se-se na freguesia de Castelo Branco, concelho de mesmo nome, distrito de Castelo Branco, em Portugal.

O núcleo original do Museu Francisco Tavares Proença Júnior tem por base a coleção arqueológica de Francisco Tavares Proença Júnior, posteriormente enriquecido com peças de arte antiga provenientes do recheio do Paço Episcopal e com incorporações sucessivas de espólios arqueológicos, paramentaria e colchas bordadas, estas últimas provenientes da coleção Ernesto de Vilhena às quais se juntaram incorporações provenientes de aquisições e doações.

Durante os anos oitenta do século XX, incorporou obras de arte contemporânea constituindo uma coleção onde se destaca o conjunto de pintura de Noronha da Costa.

Museu Francisco Tavares Proença Júnior foi criado em 1910 pelo arqueólogo de quem recebeu o nome e assume como missão  o estudo e a investigação, a recolha, a documentação, a conservação, a interpretação, a exposição e a divulgação do património cultural que integra o seu acervo, com especial relevo para as coleções de Arqueologia e de Têxteis, entendidas enquanto referentes identitários, fontes de investigação científica e de fruição estética.

A sua missão é também a divulgação do património local e regional não representado no acervo do Museu e considerado expressivo da identidade das comunidades da região de influência do Museu.

Integrado na Rede de Museus e Equipamentos Culturais do Município de Castelo Branco, desde 1 de setembro de 2015,  no âmbito do Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências do Governo, o Museu Francisco Tavares Proença Júnior conta com uma área de exposições temporárias, ampliada e situada em área privilegiada, ao lado do Salão Nobre.



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