É português tem 85 anos é o navio mais bonito do mundo


Portugal tem mantido uma já longa tradição de utilizar grandes veleiros como Navios Escola e como Navio de Treino de Mar, como forma de se complementar a formação teórica que é ministrada pela Escola Naval, promovendo assim o contacto com a vida no mar à sociedade civil.

O Navio-Escola Sagres faz o roteiro da primeira viagem ao redor do mundo. Ocorrida há 500 anos por Fernão Magalhães. Esta viagem provou que a terra é redonda.


O navegador português Fernão de Magalhães, que fez a primeira viagem de circum-navegação do mundo, iniciada em 1519 e concluída em 1522.


O navio chegará no Rio de Janeiro no dia 10/02 e ficará até o dia 15.
O navio foi construído em Hamburgo em 1937.
No Rio ficará ancorado no Cais Armazém 7 (próximo do AquaRio)




 
 
 
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O Sagres III, como também é conhecido, foi construído na Alemanha, mais concretamente em Hamburgo, nos estaleiros da Blohm & Voss. Foi criado com o objetivo de desempenhar funções de navio escola da Marinha Alemã, e recebeu o nome de Albert Leo Schlageter.

 

 
 
 
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Por vezes, o Sagres III é erradamente chamado de Sagres II, devido ao desconhecimento do público geral da existência de um primeiro navio com este nome. O primeiro Sagres era uma corveta de madeira, construída em Inglaterra no ano de 1858.

 

 

Estava fundeada no rio Douro e serviu como navio escola entre 1882 e 1898, altura em que o segundo Sagres iniciou as suas funções.

 

Tem como missão principal a representação da Marinha e do País, visitando com frequência portos estrangeiros, 
surgindo essas deslocações quer na sequência das viagens de instrução de oficiais da armada, quer de comemorações de grande envergadura, 




Ao abrigo da portaria nº 18997, de 30 de Janeiro de 1962, o NRP Sagres foi aumentado ao efetivo dos navios da Marinha Portuguesa, diploma que igualmente classificava como navio depósito o anterior navio-escola Sagres, doravante com o nome Santo André. 
Não obstante, só nove dias depois, a 8 de Fevereiro, é que a cerimónia oficial teve lugar no Rio de Janeiro, data em que o então Capitão-tenente Silva Horta assumiu o comando do navio, depois de haver sido o último Comandante da antiga Sagres.
 
 
Com a aquisição da nova Sagres conseguiu-se aquele que era o principal objetivo, ou seja, dar continuidade à existência de um navio-escola veleiro na Marinha Portuguesa, para que pudesse ser assegurada a formação marinheira dos seus futuros oficiais, complementando-se assim as componentes técnicas e académicas ministradas na Escola Naval.
 
O navio largou no dia 25 de Abril de 1962 para a sua primeira viagem com a bandeira portuguesa, tendo chegado a Lisboa a 23 de Junho, depois de ter feito escalas no Recife, Mindelo e Funchal.
 
Desde 1962 o navio-escola Sagres tem efetuado anualmente viagens de instrução com cadetes da Escola Naval, à exceção de 1987 e 1991, anos em que, com vista à sua modernização, cumpriu prolongados períodos de fabricos.
Além da missão relacionada com a instrução dos cadetes, o navio-escola Sagres é também regularmente utilizado na representação da Marinha e do país, funcionando como embaixada itinerante de Portugal. 
 
 
 
 
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O Albert Leo Schlageter foi cedido pelos Estados Unidos à Marinha do Brasil em 1948, pelo valor simbólico de 5.000 dólares. Uma vez que o navio carecia de fabricos indispensáveis, depois de içada a nova bandeira em Bremerhaven, o trânsito até ao Rio de Janeiro foi feito a reboque. Cerca de um mês depois, entrou pela primeira vez a baía de Guanabara.
 
Haveria de ostentar o nome da célebre baía brasileira a partir do momento em que foi aumentado ao efetivo dos navios da Marinha do Brasil, cerimónia que teve lugar no dia 27 de Outubro desse ano, logo que concluídas as reparações.
 
 
Até 1961, altura em que foi vendido a Portugal, efetuou inúmeras viagens de instrução ao longo da costa brasileira, tendo apenas visitado um porto estrangeiro, Montevideu, no Uruguai, em 1949. Dez anos depois, a 21 de Julho de 1959, o Guanabara concluiu a sua derradeira viagem ao serviço da Marinha do Brasil. No dia 30 de Novembro de 1960 foi formalmente abatido ao efetivo.
 
 
Dois anos depois da sua paragem, o governo português logrou adquirir o Guanabara, muito se ficando a dever este êxito à ação empenhada do Dr. Pedro Teotónio Pereira, na altura Ministro da Presidência.
 
A sua aquisição visava substituir a antiga Sagres, que já não se encontrava em condições de assegurar a continuidade das viagens de instrução. O contrato de venda do navio foi assinado no Rio de Janeiro a 10 de Outubro de 1961, pelo valor de 150.000 dólares, data em que, pela última vez, foi arriada a bandeira do Brasil.
 

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