O que fazer em Monumentos no Porto os 10 melhores sitios para visitar na cidade


Padrão do Bom Jesus de Matosinhos





O Padrão do Bom Jesus de Matosinhos localiza-se em Matosinhos, Portugal.  Datado do século XVIII e conhecido também por “Senhor do Espinheiro” ou “Senhor da Areia”, assinala o local onde, segundo a lenda, apareceu a imagem do Bom Jesus de Bouças, mais tarde conhecida por Senhor de Matosinhos.

Monumento de fortíssimo impacto visual até inícios do século XX, este zimbório encontrava-se isolado no meio do areal da “Praia do Espinheiro” sendo visível a muitos quilómetros de distância quer do lado da terra quer do lado do mar.

Igreja de São Francisco (Porto)





A Igreja de São Francisco é uma igreja gótica da cidade do Porto, situada na freguesia de São Nicolau em pleno Centro histórico do Porto. A construção iniciou-se no século XIV como parte de um convento Franciscano. É notável pelo seu conjunto de talha dourada barroca do século XVIII. Anexa à sua entrada frontal, situa-se a Igreja da Venerável Ordem Terceira de São Francisco.

Os frades franciscanos começaram a construir a Igreja de São Francisco em 1245. Mais tarde, teve que ser reformada depois do incêndio que destruiu o antigo claustro e parte da igreja.

O Interior tem três naves revestidas com talhas douradas, nas quaisse acredita que foram usados mais de 300 quilos de pó de ouro. Tanto é o ouro que reveste a igreja que, anos atrás, foi fechada ao culto por ser muito ostentosa para a pobreza que a rodeava.

Na nave lateral esquerda está uma das maiores atrações da igreja, a Árvore de Jessé, uma escultura de madeira policromada considerada uma das melhores do mundo em seu gênero. 

É Monumento Nacional desde 1910 e Património Cultural da Humanidade - UNESCO desde 1996.



Teatro Nacional São João Porto





O TNSJ - Teatro Nacional São João, E.P.E. localiza-se na Praça da Batalha, no centro histórico da cidade do Porto, Distrito do Porto, em Portugal.

Adquirido pelo Estado em 1992, o São João Cine é inaugurado como Teatro Nacional São João no final desse ano, tendo como diretor Eduardo Paz Barroso. Programas de cariz musical predominam durante os primeiros anos de vida da instituição. A programação teatral consiste em acolhimentos de produções externas, com exceção da criação de A Tempestade, de Shakespeare, encenada por Silviu Purcarete (1994).

Entre 1993 e 1995, o edifício é submetido a obras de restauro. Reabre em setembro de 1995 e, três meses depois, Ricardo Pais é nomeado diretor, conduzindo até julho de 2000 um projeto com personalidade artística própria, retomado em 2002, após um período em que o exercício das mesmas funções é assegurado pelo ator e encenador José Wallenstein.



Piscinas de Marés de Leça da Palmeira





Piscinas de Marés é um conjunto de piscinas localizadas na Praia de Leça na Freguesia de Leça da Palmeira, Concelho de Matosinhos, Distrito do Porto, em Portugal.

Construí­do na década de 1960 e inaugurado em 1966, foi desenhado pelo arquiteto álvaro Siza Vieira. Tem cerca de 25 metros de comprimento.

 

Piscina das Marés é um conjunto de piscinas de água salgada localizadas na Praia de Leça na Freguesia de Leça da Palmeira, Concelho de Matosinhos.

Construída na década de 1960 e inaugurada em 1966, foi projetada pelo arquiteto Álvaro Siza Vieira, o mais conceituado e premiado arquiteto contemporâneo português.Em 2006 foi classificada como Monumento Nacional.

As duas piscinas (uma só para crianças) de água salgada são uma alternativa às várias praias que se estendem ao longo do concelho de Matosinhos.



Pelourinho da Póvoa de Varzim





O Pelourinho da Póvoa de Varzim é constituí­do por uma coluna de pedra com a esfera armilar de D. Manuel I, assente sobre degraus. Simboliza a renovação do foral à Póvoa de Varzim, em 1514, por D. Manuel I, depois de várias reclamações dos poveiros ao rei sobre a jurisdição do mosteiro de Santa Clara, que tinha direitos sobre o concelho desde 1318. emblema do Rei D. Manuel que renovou o foral à Póvoa de Varzim, em 1514. Esta esfera armilar é a única peça do pelourinho primitivo erigido naquele ano e reconstruído em 1854.



Ponte da Arrábida Porto





A Ponte da Arrábida é uma ponte em arco sobre o Rio Douro que liga o Porto (pela zona da Arrábida) a Vila Nova de Gaia (pelo nó do Candal), em Portugal.

Desde a década de 1930 que era necessário criar ligações alternativas í s antigas pontes (pontes D. Maria Pia e D. Luí­s) de modo a responder ao crescente fluxo da circulação viária.

No tempo da sua construção em 1963, a ponte tinha o maior arco em betão armado de qualquer ponte no mundo.

O comprimento total da plataforma é de 614,6m , tendo uma largura de 26,5m. O seu vão de 270 m, e 52 m de flecha, arco esse constituí­do por duas costelas ocas paralelas, de 8m de largura ligadas entre si por contraventamento longitudinal e transversal. Tinha duas faixas de rodagem e duas faixas laterais para peões e ciclistas. Na década de 90 foi alterado o número de faixas rodoviárias.

O engenheiro responsável pelo seu projecto e construção foi Edgar António de Mesquita Cardoso que teve a colaboração do arquitecto Inácio Peres Fernandes e do engenheiro José Francisco de Azevedo e Silva.



Casa do Infante Museu Casa da Rua da Alfândega Velha





A Casa do Infante, ou Casa da Rua da Alfândega Velha é um museu e um dos edifí­cios mais antigos da cidade do Porto, em Portugal.

A Casa do Infante é tradicionalmente tida como o local de nascimento do Infante D. Henrique, patrono dos descobrimentos portugueses. Trata-se de um conjunto edificado que ocupa uma extensa área da zona ribeirinha do Porto e que foi sofrendo sucessivas alterações ao longo dos tempos.

Assim designada por aí ter nascido Henrique, o Navegador, a Casa do Infante possibilita, a par de uma interpretação do monumento nacional, a descoberta de vestígios da ocupação romana, medieval e moderna, com destaque para a antiga Alfândega Régia e Casa da Moeda que aí tiveram os seus serviços instalados durante vários séculos.

 

 

Através da sua área expositiva mais recente, o centro interpretativo O Infante D. Henrique e os Novos Mundos, o visitante pode obter um olhar cruzado entre história e contemporaneidade através da interpretação do passado e a perceção do presente para a qual contribuíram vários artistas contemporâneos, centrada na figura do Infante D. Henrique, revisitando nesta viagem os principais marcos dos Descobrimentos Portugueses, de Ceuta até ao Extremo Oriente, com particular enfoque no papel da cidade e das gentes do Porto neste empreendimento



Igreja de São Gens de Boelhe Penafie





A Igreja de São Gens de Boelhe localiza-se na freguesia portuguesa de Boelhe, concelho de Penafiel, distrito do Porto, junto à nova Igreja de Boelhe, quase no centro da aldeia, num local de pouca visibilidade.

greja românica de planta rectangular, composta por uma só nave e capela-mor quadrangular, que se destaca sobretudo pela originalidade escultórica dos capitéis do portal axial. Em forma de cesto, e pela decoração das impostas, com palmetas biseladas, típicas da área do românico rural do Vale do Sousa.

Anterior a 1258, a sua fundação é tradicionalmente atribuída a D. Mafalda, filha do rei D. Sancho I, embora Carlos Alberto Ferreira de Almeida aponte a construção do actual templo para meados do século XIII, com base em critérios estilísticos. Foi sujeita a obras de restauro levadas a cabo pela D.G.E.M.N. na década de 40.

Este monumento integra a Rota do Românico do Vale do Sousa.



Anta de Santa Marta





A Anta de Santa Marta ou Dólmen da Portela ou Forno dos Mouros, é um monumento megalí­tico português localizado em Santa Marta, Penafiel, no distrito do Porto. Está representado no brasão da freguesia.

Os arqueólogos calculam que esta anta, formada por sete esteios e com uma laje superior com cerca de 3,3 metros por 2,1 metros, tenha sido construí­da no Terceiro milénio a.C.. Possuiu um corredor com cerca de 6 metros de comprimento por 2,5 metros de largura, do qual só já existem dez esteios.

Foi-lhe atribuí­do o estatuto de Monumento Nacional em 1910 pelo IPPAR (decreto 16 de junho de 1910, DG 136, de 23 de junho de 1910).

A Anta de Santa Marta faz parte da lista de antas que se conseguem manter incólumes com o decorrer dos anos, e neste caso talvez a vegetação a mantenha assim. De facto, crê-se que esta anta tenha sido edificada durante o terceiro milénio a.C. Este monumento funerário é constituído por sete esteios com uma laje superior



Mosteiro da Serra do Pilar ou Mosteiro de Santo Agostinho da Serra do Pilar





O Mosteiro da Serra do Pilar ou Mosteiro de Santo Agostinho da Serra do Pilar (séc. XVI - XVII) localiza-se numa elevação sobranceira ao Rio Douro denominada Serra do Pilar, O Mosteiro da Serra do Pilar foi criado após a reforma da Ordem dos Agostinianos, quando os monges do mosteiro de Grijó foram transferidos para a nova localização. Inicia-se em 1537 a construção deste novo mosteiro, que apresenta planta composta pela igreja, de planta circular, da capela-mor, de planta retangular, e do claustro, também de planta circular, todos dispostos sequencialmente. 

O Mosteiro da Serra do Pilar, em Gaia, Património da Humanidade, começou a ser edificado em 1538, segundo projeto da autoria de Diogo de Castilho e João de Ruão, com o intuito de albergar os monges transferidos do Mosteiro de São Salvador de Grijó.

As obras só terminaram por volta de 1670, devido a problemas financeiros dos monges e a situação política da altura, o reino de Portugal passou para o domínio de Espanha. Este facto é visível na santa padroeira do mosteiro, Nossa Senhora do Pilar, santa espanhola.

O Mosteiro da Serra do Pilar era masculino e pertencia à Ordem de Santo Agostinho. A sua edificação teve iní­cio em 1538 e prolongou-se pelos séculos seguintes, em diversas etapas de construção que alteraram significativamente a traça inicial.

É hoje considerado um dos mais notáveis edifí­cios da arquitetura clássica europeia devido ao seu excecional valor arquitetónico e ao caráter singular da sua igreja e do seu claustro, ambos circulares e da mesma dimensão em planta.

A igreja foi classificada como Monumento Nacional em 1910; em 1935 a sala do capí­tulo, o refeitório, a cozinha, a torre e a capela foram classificados como Imóvel de Interesse Público. Em 1996 o Mosteiro da Serra do Pilar passou a estar classificado, juntamente com o Centro Histórico do Porto, como Património Mundial da Unesco, encontrando-se, por inerência, classificado como Monumento Nacional.



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