O que fazer em Lisboa os 8 melhores sitios para visitar


Convento da Graça (Lisboa)





O conjunto da Igreja e convento da Graça está localizado no Largo da Graça, na freguesia de São Vicente, em Lisboa. Está virada para um miradouro com vista sobre a cidade e o rio.

Pertencia à Ordem dos Agostinianos Eremitas (Ordo eremitarum Sancti Augustini), associada à Ordem de Santo Agostinho, e por isso, por ter aqui a sua sede em Portugal, também era conhecida por Ordem dos Gracianos.

Igreja e convento fundados no séc. XIII, para frades eremitas calçados de Sto. Agostinho, sob a invocação de N. S. da Graça, foram reedificados no séc. XVI e restaurados após o terramoto de 1755, sob a direcção dos arqs.

Caetano Tomás de Sousa e Manuel Caetano de Sousa. Esta última intervenção imprimiu-lhe um carácter tardo-barroco, embora tenha subsistido o núcleo manuelino, constituído pelo baptistério e pela capela, assim como o claustro maneirista.

A frontaria apresenta dupla fachada, em ângulo, composto pela igreja e pela antiga portaria conventual, sobre a qual se eleva a torre sineira, obra de Manuel da Costa Negreiros.

Remonta ao iní­cio da nacionalidade portuguesa, fundado no século XIII, no Monte de São Gens, no antigo local conhecido por Almofala - onde D. Afonso Henriques acampou com as suas tropas durante o cerco a Lisboa em 1147. Foi depois reedificado no século XVI e restaurado após o terramoto de 1755. Esta última intervenção imprimiu-lhe um carácter tardo-barroco, embora tenha subsistido o núcleo manuelino, constituí­do pelo baptistério e pela capela dos Almadas, assim como o claustro maneirista.

A frontaria apresenta dupla fachada, em ângulo, composto pela igreja e pela antiga portaria conventual, sobre a qual se eleva a torre sineira, obra de Manuel da Costa Negreiros e data de 1738.

Na reconstrução, optou-se por um interior sóbrio, cujas capelas, de talha dourada, imprimem uma linguagem ainda rocaille de finais do século XVIII. O seu interior é marcado pela talha dourada, azulejos e pintura do tecto.

Após a extinção das ordens religiosas o convento foi transformado em quartel de diversas unidades do exército.

No interior merece destaque:o património azulejar dos sécs. XVI, XVII e XVIII; o trabalho em talha dourada dos altares em estilo rococó e as esculturas setecentistas das capelas intermédias; a decoração barroca da sacristia, com o tecto alegórico pintado por Pedro Alexandrino de Carvalho, o grande painel das Relí­quias e o túmulo de D. Mendo de Fóios Pereira.

Está classificado de Monumento Nacional.

 

 



Museu da Farmácia (Lisboa)





O Museu da Farmácia localizado no edifí­cio da Associação Nacional das Farmácias, em Santa Catarina (Lisboa), foi inaugurado em Junho de 1996.

As primeiras peças que deram origem a este museu foram as doadas à Associação Nacional de Farmácias, pelo Dr. Salgueiro Basso à qual se seguiram várias doações de outros farmacêuticos associados e de outras instituições.

O acervo deste museu representa 5000 anos de história da Saúde e é constituí­do por inúmeras peças de diversas origens geográficas (Egipto, Roma, Mesopotâmia, etc), sendo de salientar, a reconstituição de quatro Farmácias, como por exemplo, uma Farmácia de Macau, assim como uma farmácia portátil do século XVIII e a farmácia portátil levada a bordo do Space Shuttle Endeavour na missão STS-97. Mostra também diversas máquinas e aparelhos utilizados pelas boticas no fabrico e armazenamento de medicamentos, como almofarizes, vasos de botica, frascos de farmácia de vidro, balanças, matrazes, farmácia portátil utilizada por Roald Amundsen na expedição ao Polo Norte em 1911, farmácia portátil usada por Carlos Sousa no Lisboa Dakar 2006, etc. Uma das peças mais raras em exposição é uma Pedra de Goa.

O Museu da Farmácia também pode ser visitado no Porto (Zona Industrial - Ramalde), cuja colecção abrange 500 milhões de anos da história da luta do homem na cura da doença e alí­vio da dor. O espólio reúne objectos de raro valor histórico, artí­stico, antropológico e cientí­fico oriundo de civilizações e culturas tão distantes no tempo e no espaço como a Mesopotâmia, o Egipto, a Grécia, Roma, os Incas, os Astecas, o Islão, a áfrica, o Tibete, a China, o Japão entre outras. O património da farmácia portuguesa está representado pela excelente reconstituição da Farmácia Estácio do Porto, que estava localizada na Rua Sá da Bandeira.

Os Correios de Portugal editaram uma colecção de selos com imagens de algumas peças do Museu da Farmácia

A temática da Farmácia e da Saúde são abordadas com peças de extrema qualidade, oriundas de civilizações e culturas tão distantes no tempo e no espaço, como a Mesopotâmia, o Egito, a Grécia, Roma, os Incas, os Astecas, o Islão, o Tibete, a China, o Japão e, finalmente, a Farmácia Europeia desde a idade média até 1929, com o isolamento da penicilina pelo cientista inglês Fleming.

A exposição termina, com a exibição das farmácias portáteis usadas no Space Shuttle ¿Endeavour¿ na última viagem do milénio (dezembro de 2000), para além de medicamentos da Estação Orbital Mir e da comida dos astronautas russos.



Visita o Mercado Time Out no Caís do Sodré





A revista Time Out organizou este animado salão de comida no Cais do Sodré, que combina com sucesso os mundos de intelectual e intelectual. Situado no tradicional Mercado da Ribeira, onde os moradores compram carne e peixe, é um dos melhores lugares em Lisboa para passar o dia, comendo e bebendo de mais de 50 conceitos diferentes. Comece com a charcutaria da marca Manteigaria Silva com mais de um século e termine com o sorvete de estilo italiano embalado em um cone de biscoito wafer da Santini. Uma das melhores razões para visitar é provar a cozinha de alguns dos chefs mais famosos de Portugal, incluindo Miguel Castro e Silva, Marlene Vieira, Miguel Laffan, Alexandre Silva e Henrique Sá Pessoa.



Miradouro de São Pedro de Alcântara Melhor ponto de vista no Bairro Alto, Chiado e Cais do Sodré





Apanha o Ascensor da Glória da Praça dos Restauradores, ou vá subindo a Calçada da Glória até este mirante maravilhoso. Fontes e bustos gregos adicionam um ar majestoso aos arredores, e o quiosque ao ar livre distribui vinho, cerveja e lanches, que você pode apreciar enquanto admira a vista do castelo e a música ao vivo.

 

Museu da Marioneta Lisboa





O Museu da Marioneta encontra-se, desde Novembro de 2001, instalado no Convento das Bernardas em Lisboa, constituindo-se como o primeiro espaço museológico em Portugal inteiramente dedicado à interpretação e divulgação da história da marioneta e difusão do teatro de marionetas, percorrendo a história desta fascinante forma de arte através do mundo, apresentando os diferentes tipos de marionetas e as diversas abordagens que elas permitem, com especial relevo para a marioneta portuguesa.

O espólio do museu tem vindo a ser progressivamente alargado e diversificado, ilustrando as diferentes formas teatrais que derivam de tradições antigas ou emergem de procuras artí­sticas contemporâneas, explorando novas formas, novos materiais e novas técnicas. Tal alargamento só foi possí­vel com a participação de diferentes personalidades, autores, colecionadores e marionetistas que, connosco, abraçaram este projeto, dando o seu inestimável contributo através da cedência dos seus espólios, aos quais o Museu agradece reconhecidamente.

Numa primeira fase, foi mantido o acento tônico no universo nacional, podendo-nos orgulhar de integrar uma das mais significativas e completas coleções de marionetas tradicionais portuguesas.

Desde finais de 2008, foram abertas as portas ao mundo com o acolhimento, em depósito, da excepcional e vasta coleção de marionetas e máscaras do sudeste asiático e africanas do colecionador Francisco Capelo.

O Museu da Marioneta convida crianças, jovens e adultos a descobrirem o universo fantástico do teatro de marionetas. Uma oferta pensada para grupos escolares (todos os graus de ensino), para adultos, para crianças e para famílias: quem participa nesta aventura? 



Museu da Rádio de Lisboa





O Museu da Rádio, possui um raro núcleo documental, composto por monografias e publicações periódicas, especialmente vocacionado para e estudo da evolução histórica dos receptores de rádio. Acolhe, ainda, o espólio das obras provenientes da Emissora Nacional, com alguns guiões do Teatro Radiofónico, e do seu acervo fotográfico.

Espaço dedicado às tecnologias de radiodifusão e onde está patente uma exposição de recetores de rádio, desde a sua aparição até aos nossos dias. Podem ainda ver-se grafonolas, microfones e outros aparelhos relacionados com o universo da rádio. O museu narra a história da rádio em Portugal e no mundo, desde os anos 20 até aos anos 70



Conheça a Praça do Comércio deslumbrante





Lisboa certamente não carece de praças deslumbrantes, mas talvez a mais importante - a mais grandiosa de todas - seja a Praça do Comércio. Antes do terremoto de 1755, foi aqui que se encontrou o palácio real. Hoje, com seus edifícios amarelos, arcadas e estátua de dom José I, a aura é igualmente majestosa. Concebido como uma porta de entrada para o Novo Mundo, o vibrante centro de transporte tem um terminal de balsas de um lado e bondes circulando pelo outro, por isso é fácil transformar em itinerários lotados. Este é o local ideal para começar qualquer aventura em Lisboa: não demora muito a passear pela praça, mas sente-se imediatamente a sua poderosa personalidade e história emocionante.



Passeie pelo Alfama o segundo bairro mais antigo da Europa





Alfama é um daqueles lugares onde tudo o que precisa fazer é passear, no seu próprio ritmo. No Alfama pode respirar o passado de Lisboa: o bairro sobreviveu até o terremoto de 1775 e é a área mais antiga da cidade, então guarde esse mapa e caminhe pelos becos e pelas ruas estreitas (uma das 10 melhores coisas para fazer em Lisboa, se só tem um fim de semana em Lisboa).



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