O que fazer em Setúbal os 15 melhores pontos turisticos


Praia de Galapinhos Serra da Arrabida em Setúbal





Eleita como a Melhor Praia Europeia de 2017, pelo site European Best Destinations, esta praia, de águas calmas e límpidas, está integrada no Parque Natural da Arrábida, em Setúbal Local maravilhoso para se passar o dia. Águas calmas, limpidas. Ideal para leva crianças á praia. Situada na encosta da serra da Arrábida

A minha praia de eleição... parece que entramos dentro de um postal: mar azul, completamente transparente e sem ondulação... a envolvência da serra da Arrábida é a cereja no topo do bolo. Melhorou ainda mais desde a proibição de carros, o acesso é feito por autocarro vai-vem desde o creiro ou desde a figueirinha.. o único senão é a temperatura da água bem fresquinha!



Casa do Corpo Santo em Setubal





A Casa do Corpo Santo foi erguida em 1714 junto de um troço da muralha trecentista de Setúbal, que constitui a parede nascente do edifício. A sua designação provém do nome do santo protector da Confraria dos Navegantes da cidade, que aí esteve instalada durante séculos.

Era este São Pedro Gonçalves (ou González) Telmo, protector dos náufragos, um frade Dominicano nascido em Castela no século XII e beatificado no século XIII, e conhecido por Corpo Santo. Esta é a invocação de muitas capelas a ele dedicadas, geralmente construídas e mantidas por pescadores e marinheiros, caso da capela da antiga Confraria, ainda hoje conservada no interior da Casa do Corpo Santo. 

A casa tem diversos conjuntos de azulejos barrocos da autoria do mestre P.M.P., sendo ainda de destacar os tectos pintados setecentistas e a talha dourada da capela, em estilo nacional. Alberga hoje em dia o Museu do Barroco, um dos núcleos do Museu de Setúbal, e ainda uma exposição permanente de instrumentos náuticos. 



Igreja do antigo Mosteiro de Jesus Setúbal





A Igreja do antigo Mosteiro de Jesus ou Convento de Jesus de Setúbal é uma igreja de estilo gótico situada em Setúbal, considerada como um dos primeiros exemplos do estilo manuelino.

Foi desenhada pelo arquitecto Diogo Boitaca em 1494, por voto de Justa Rodrigues Pereira, ama de D. Manuel I.

O interior tem arcos, janelas e colunas torsas feitas em brecha da Arrábida, que suportam as abóbadas. O tecto apresenta nervuras espiraladas.

O Convento de Jesus de Setúbal foi fundado por Justa Rodrigues Pereira, ama de D. Manuel, em 1490, ainda no reinado de D. João II. É este monarca quem no ano seguinte, após visita às obras, assume o encargo das mesmas e manda ampliar consideravelmente o projecto inicial (com novos alicerces e segunda fundação), entregando a condução das obras a Diogo de Boitaca, que aqui realiza o seu primeiro trabalho no país.

A primeira cabeceira da igreja estaria concluída em 1495, aquando da morte de D. João II; o corpo foi terminado pouco tempo depois, contando já com o patrocínio de D. Manuel, que determinou serem erguidas três naves abobadadas, em vez da projectada nave única com tecto de madeira.

A ocupação do convento anexo pelas freiras clarissas, em meados de 1496, atesta da rapidez com que a obra avançou, embora a cabeceira joanina ainda tenha sido refeita, por se considerar demasiado pequena, na primeira década de quinhentos. 

A inclusão do Convento de Jesus na lista inicial das Marcas do Património Europeu, corresponde ao reconhecimento internacional do mais importante monumento nacional urbano de Setúbal e de um dos mais relevantes exemplares da arquitectura manuelina a sul do Rio Tejo.

O objectivo destas Marcas, promovidas no âmbito do Conselho da Europa e da União Europeia, é visibilidade aos sí­tios que celebram e simbolizam a integração, os ideais e a história da Europau. Recorde-se que Setúbal foi palco da ratificação do Tratado de Tordesilhas, em 5 de Setembro de 1494 pelo rei D. João II (em cujo reinado foi fundado o convento). Este facto, aliás, foi evocado em 1994, aquando das comemorações do quinto centenário do tratado e que trouxeram à cidade o monarca espanhol Juan Carlos.

Em Junho de 2013, a federação pan-europeia de património cultural, Europa Nostra, incluiu o Convento de Jesus, numa lista dos sete monumentos mais ameaçados da Europa.



Museu Sebastião da Gama





O Museu-Biblioteca Sebastião da Gama foi inaugurado ao final da tarde, de terça-feira, em Vila Nogueira de Azeitão, pelo presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Mata Cáceres. Localizado na freguesia de São Lourenço, o projecto do museu dedicado à memória do "poeta da Arrábida" é da autoria do arquitecto António Araújo e custou cerca de 70 mil contos.



Ocupa uma área de 200 metros quadrados do antigo aquartelamento da delegação de Azeitão dos Bombeiros Sapadores de Setúbal. Subordinado ao lema "Pelo sonho é que vamos", pode ler-se na parede o conhecido poema que começa precisamente com aquela frase "pelo sonho é que vamos/comovidos e mudos/Chegamos? Não chegamos?/Haja ou não haja frutos/pelo sonho é que vamos".



Praia da Figueirinha fica da Serra da Arrábida





A Praia da Figueirinha é uma praia oceânica localizada a oeste da cidade de Setúbal, inserida no Parque Natural da Arrábida, em Portugal. O acesso faz-se a partir de Setúbal através da Estrada da Rasca que serpenteia pela Serra da Arrábida, em parte junto ao mar.

Bem perto fica uma zona arborizada nas margens da ribeira que ali desagua e no Verão é utilizada para piqueniques. O mar apresenta-se normalmente calmo, pelo que a Figueirinha se torna uma praia bastante concorrida durante a época estival. Um longo banco de areia emerge durante a maré baixa tornando esta praia apetecí­vel em particular para as crianças.

Integrada na Serra da Arrábida, dispõe ainda de uma bela vista para Tróia (em frente) e o Portinho da Arrábida que fica localizado à sua direita.

Tem como infraestruturas de apoio um estacionamento pago de 277 lugares, restaurante, vigilância, toldos e jogos.

A praia ostenta, pelo sétimo ano consecutivo, a Bandeira Azul, distinção que atesta a qualidade de excelência desta zona balnear da orla marí­tima de Setúbal.

Tendo como cenário a belíssima Serra da Arrábida, a Praia da Figueirinha é uma das mais conhecidas e procuradas da região, pela facilidade de acesso e tranquilidade das suas águas.

Esta praia possui um areal extenso, que na maré baixa se prolonga mar adentro por uma língua de areia, dando origem a uma espécie de enseada, onde se costuma praticar windsurf.



Castelo de Palmela Visita Obrigatória





O Castelo de Palmela localiza-se na vila, freguesia e concelho de mesmo nome, distrito de Setúbal, em Portugal.

Na pení­nsula de Setúbal, no contraforte Leste da serra da Arrábida, está situado entre os estuários do rio Tejo e do rio Sado, próximo à foz deste último. Inscreve-se na chamada Costa Azul, no Parque Natural da Arrábida. Do alto da sua torre de menagem, em dias claros a vista se descortina até Lisboa.

Com ocupação islâmica entre os séculos VIII-XII, o Castelo de Palmela foi conquistado por D. Afonso Henriques, em 1147 e definitivamente recuperado por D. Sancho I. Sede definitiva da Ordem de Santiago, de 1443 até à sua extinção, em 1834, a fortificação é Monumento Nacional desde 1910. 

A posição geográfica do castelo permite um domínio estratégico de parte do estuário sadino, de uma vertente da cordilheira da Arrábida e das planícies envolventes que a separam do Tejo. Esta situação, noutros tempos, revestia-se da maior importância pelas ligações e possibilidades de comunicação que se estabeleciam com os castelos circundantes das linhas do Tejo e do Sado.



Museu do Trabalho Michel Giacometti





A origem do Museu do Trabalho Michel Giacometti está na coleção etnográfica reunida em 1975 por alunos/as do Serviço Cívico Estudantil, no âmbito do plano de Trabalho e Cultura, sob a supervisão de Michel Giacometti e apresentada no então denominado Museu do Trabalho de Setúbal. Em homenagem a Michel Giacometti e após a sua morte em 1991 o museu passou a denominar-se Museu do Trabalho Michel Giacometti, tendo aberto ao público a 18 de maio de 1995

 

O Museu do Trabalho Michel Giacometti está instalado no edifício da ex-fábrica Perienes, constituído por cinco andares e integrado num antigo bairro de pescadores, salineiros e operárias conserveiras.

 

O museu dedica-se dominantemente ao património industrial e ofícios urbanos ligados ao comércio, serviços e às antigas fábricas de conserva e litografias sediadas no concelho de Setúbal, possuindo ainda uma coleção de alfaias agrícolas (Michel Giacometti) e de ofícios tradicionais.

 

Apresenta as exposições permanentes “A IndústriaConserveira (Da lota à lata)”, “Mundo Rural – coleção etnográfica Michel Giacometti e Génese do



Praia de Galapos em Setúbal





Envolvida pela deslumbrante paisagem da Serra da Arrábida, a Praia de Galapos é uma das mais bonitas da região, está abrigada pelas arribas que a protegem de ventos, mantendo a tranquilidade das suas águas.

Galapinhos, eleita em 2017 a praia mais bonita da Europa pelos utilizadores do site de viagens e turismo European Best Destinations, e Galapos, a praia contígua, vão ser beneficiadas com a construção de um passadiço pedonal, a construir até ao final do ano, anunciou a Câmara Municipal de Setúbal.



Praia dos Coelhos Serra da Arrábida Setúbal





Pequena praia meio escondida e de acesso para os mais persistentes. Uma das praias menos procuradas da Arrábida e, por isso, mais sossegada e tranquila. A água fria e cristalina não assunta ninguém. Localizada na serra da Arrábida, em Setúbal, entre as praias de Galapinhos e do Creiro, a praia dos Coelhos é uma das praias selvagens de difícil acesso mais bonitas de Portugal. O estacionamento é reduzido e os visitantes desta praia têm que estacionar ao longo da estradas da serra.

A Praia dos coelhos é uma praia que ainda tem fugido um pouco ao número de pessoas que tem vindo a preferir as praias da Serra da Arribada para passar os seus Verões. A praia é escondida tendo um acesso pedonal um pouco difícil. Nos últimos tempos as pessoas tem deixado muito lixo no areal principalmente beatas o que é uma pena pois é uma praia linda.



Praia do Creiro Serra da Arrábida Setúbal





Tem um areal extenso ao longo da baía. Para poente, tem o Portinho da Arrábida, a pequena aldeia piscatória que, diz a lenda, foi criada por frades franciscanos para pescadores que aqui chegavam fugidos à pirataria. Atenção às interdições aplicáveis este ano. 

Praia tão charmosa que fiquei enamorada! Que belo recanto do meu Portugal! Praia pequena mas magnífica! Calma! Mar de um azul de invejar! Ondas quase inexistentes!! Tudo maravilhoso! Com Chapéus de sol para alugar (pelos vistos a um preço um tanto au quanto exagerado) e estacionamento a 4 euros dia! Nada de exagerado face ao que vamos presenciar!!! Lindo lindo lindo!! Merece a distinção recebida!!



Forte de São Filipe de Setúbal





O Forte de São Filipe de Setúbal, também conhecido como Castelo de São Filipe, localiza-se em posição dominante sobre um outeiro, fronteiro à cidade litorânea de Setúbal, dominando a margem esquerda da foz do rio Sado e o oceano Atlântico, em Portugal.



Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal





O Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal (MAEDS) é um museu português situado em Setúbal. O MAEDS foi criado no final de 1974 pela Junta Distrital de Setúbal, tendo aberto ao público em 1976.

O acervo do museu integra duas vertentes: a arqueológica e a etnográfica. Na vertente arqueológica o espólio integra materiais oriundos de sí­tios arqueológicos pré-históricos, desde o Paleolí­tico até à Idade do Ferro, e romanos. Na vertente etnográfica, o museu apresenta materiais relacionados com as actividades da pesca, produção do sal, agrí­cola, pecuária, fiação e tecelagem, artesanato rural e urbano e arte popular.

No âmbito do museu funciona o Centro de Estudos Arqueológicos.

O museu dispõe de uma biblioteca especializada com cerca de 5000 volumes, edita uma revista especializada, a Setúbal Arqueológica, e co-edita, com o Fórum Intermuseus do Distrito de Setúbal, uma revista de âmbito mais amplo, a MUSA: museus, arqueologias & outros patrimónios.

A perspectiva teórica que enforma a actividade do MAEDS defende para a instituição museológica um protagonismo não só no plano cultural, mas também no desenvolvimento económico-social regional. Vários programas de mobilização dos bens culturais de carácter material e imaterial, enquanto recursos económicos, têm sido considerados com sucesso, importando implementar esta linha de acção. O museu é aqui entendido como um espaço de liberdade, incentivador da criação, amplamente aberto à sociedade civil, onde a produção e consumo culturais devem ser estimulados.

O Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal foi fundado em Dezembro de 1974, pela Junta Distrital de Setúbal, no quadro da democratização do país, iniciada com a Revolução de 25 de Abril, do mesmo ano. Abriu ao público em 1976.



Castelo de Sesimbra





O Castelo de Sesimbra, também referido como Castelo dos Mouros, localiza-se na vila de mesmo nome, freguesia do Castelo, concelho de Sesimbra, distrito de Setúbal, em Portugal.

O castelo medieval ergue-se em posição dominante numa falésia, sobre uma enseada que se constitui em porto natural na pení­nsula de Setúbal, entre os estuários do rio Tejo e o do rio Sado, a poucos quilômetros do cabo Espichel.

Classificado como Monumento Nacional em 16 de junho de 1910, o Castelo de Sesimbra é o último dos Castelos sobre o mar, que chegaram, bem preservados, até aos nossos dias.

As origens do Castelo de Sesimbra remontam ao século IX, período da ocupação muçulmana do território. Em 1165 é conquistado por D. Afonso Henriques, e em 1191 é perdido para os Almóadas. A sua reconquista definitiva dá-se por iniciativa de D. Sancho I, em 1199, monarca que atribui o primeiro foral à vila de Sesimbra, então sediada no interior do monumento.

Ao longo de toda a Idade Média, e dada a sua importância estratégica na defesa das fronteiras marítimas e terrestres do reino, o Castelo é alvo de inúmeras ampliações.



Igreja de Santiago de Palmela





Localizada dentro da cerca primitiva do Castelo de Palmela, na freguesia de Palmela, a Igreja de Santiago de Palmela foi promovida em 1443 ficando terminada a 1482 com o pretexto da transferencia da ordem de Santiago para a vila de Palmela no século XV. Edifí­cio de grande monumentalidade geometrizante, insere-se, pelo seu despojamento formal, na última fase do tardo-gótico. O seu interior apresenta três naves bem como vestí­gios de decoração azulejar dos sécs. XVII e XVIII. O seu interior é de tal forma simples que a igreja de 3 naves com todas as abobadas a mesma altura não tem marcação de qualquer género nem nos arcos torais nem nos arcos divisorios que são limpos desde o apice até à base. Mesmo o perfil dos arcos é de uma simplicidade não do seu tempo, ultrapassando mesmo a da arquitectura cha, sendo feito de um modelado de chanfraduras obliquas.

Sob um arcossólio manuelino encontra-se a arca tumular de Jorge de Lancastre, último mestre da Ordem de Santiago e filho natural de D. João II.

A simplicidade desta igreja não encontra qualquer paralelo no século XV fazendo portanto parte de um conjunto de edificeos unicos que se vão fazendo desde o século XIV, que se poderiam adjectivar como experiencias de um tardogótico que vai culminar num tardogótico regionalizado que é o Manuelino.

Construída para Igreja Conventual da Ordem de Santiago, na segunda metade do século XV, este templo tem 3 naves e sofreu ao longo dos séculos diversas campanhas de obras, das quais ainda há vestígios de revestimento azulejar e de pintura mural. Ostenta uma interessante cachorrada sob o côro-alto.

No interior, encontra-se sob arcossólio de decoração manuelina a arca-ossário, em brecha da Arrábida, na qual repousam as ossadas de D. Jorge, filho ilegítimo do Rei D. João II, último Mestre da Ordem de Santiago. É também de revelar a importante colecção de tumulária existente no interior da Igreja.



Convento de Jesus (Setúbal)





O Convento de Jesus foi um convento feminino português das freiras da Ordem das Clarissas localizado em Setúbal. Do conjunto conventual subsistem a sua Igreja, o claustro e construções envolventes de recorte manuelino onde está atualmente instalado o Museu de Setúbal.

O Convento de Jesus de Setúbal foi fundado em 1489 por Justa Rodrigues Pereira, fidalga da casa dos duques de Beja e ama de D. Manuel I. A partir de 1492 a rainha Dona Leonor interveio no Convento tendo imprimido um sentido reformador que se tornou no primeiro convento da reforma de Santa Coleta em Portugal tendo as primeiras freiras vindo de Gandí­a (Valência), onde existia o primeiro convento da reforma de Santa Coleta na Pení­nsula Ibérica.

 



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