Villa Lusitano-Romana de Torre de Palma vora





A Villa Romana de Torre de Palma situa-se a cerca de 5 Km de Monforte, na herdade de Torre de Palma. Trata-se de uma vasta vila romana que de certo modo pertenceu a uma poderosa famí­lia Romana, os Basí­lios, nome é conhecido através de uma inscrição encontrada no local, construí­ram uma majestosa residência, aí­ se fixando permanentemente possivelmente desde o século II até o IV.



Muralhas de Elvas Alentejo





As muralhas de Elvas são as maiores fortificações abaluartadas do mundo. Integram o conjunto histórico-cultural inscrito na lista do Património Mundial da UNESCO como

A cidade de Elvas, situada a 8 KM de Badajoz (Espanha), constituiu um ponto estratégico de defesa da fronteira e herdou um vasto património militar de reconhecido valor e autenticidade. Foi classificado como Património da Humanidade todo o centro histórico, as muralhas abaluartadas do séc. XVII, o Forte de Santa Luzia, o Forte da Graça, o Aqueduto da Amoreira e os três fortins: de São Pedro, de São Mamede e de São Domingos ou da Piedade.

O conjunto de fortificações de Elvas, cuja fundação remonta ao reinado de D. Sancho II, é o maior do mundo na tipologia de fortificações abaluartadas terrestres, possuindo um perímetro de oito a dez quilómetros e uma área de 300 hectares. Construídas no âmbito da Guerra da Restauração, as muralhas abaluartadas são um exemplo notável da primeira tradição holandesa de arquitetura militar.

Destacamos o Forte da Graça como um exemplo notável da arquitetura militar do séc. XVIII, considerada por muitos historiadores como uma das mais poderosas fortalezas abaluartadas do mundo, é ainda original pela sua conceção e implantação num monte bastante elevado e o Aqueduto da Amoreira, construído entre 1530 e 1622 para o abastecimento de água à cidade, tem 1367 metros de galerias subterrâneas e mais de 5 quilómetros e meio à superfície com arcadas que chegam a superar os 30 metros de altura.



Castelo de Marvo no Alentejo





O Castelo de Marvão, no Alentejo, localiza-se na vila e freguesia de Santa Maria de Marvão, concelho de Marvão, distrito de Portalegre, em Portugal.

O castelo inscreve-se no Parque Natural da Serra de São Mamede, na vertente norte da serra, em posição dominante sobre a vila e estratégica sobre a linha da raia, controlando, no passado, a passagem do rio Sever, afluente do rio Tejo.

Entre a vila de Castelo de Vide e a cidade de Portalegre, em pleno Parque Natural da Serra de S. Mamede, Marvão domina a paisagem serrana a partir no seu ponto mais alto. A extraordinária vista sobre a área que envolve Marvão torna-se inesquecível e inesgotável. Paisagens espantosas podem ver-se a partir da Torre de Menagem ou da Pousada de Santa Maria.

Esse fato garantiu-lhe a atenção de diversos monarcas, expressa em diversas campanhas de remodelação, que deram ao monumento o seu aspecto atual.

 



Ponte de Vila Formosa





A Ponte da Vila Formosa, no Alentejo, localiza-se sobre a ribeira de Seda, na freguesia de Seda, concelho de Alter do Chão, distrito de Portalegre, em Portugal.

Sendo uma construção romana, dos séculos I ou II, manteve até há poucos anos a sua utilização para passagem de automóveis para ligação de Alter do Chão a Chança e Ponte de Sôr, até ser construída uma estrada paralela e outra ponte, sendo este espaço adaptado para Parque de Merendas.

Esta ponte estava integrada na via romana que ligava Lisboa a Mérida (capital da Lusitânia) passando por Ponte de Sor e Alter do Chão.

Compõe-se de 6 arcos de volta perfeita com 33 aduelas todas iguais registando um diâmetro por arco de 8,95 metros. O comprimento total do tabuleiro é de cerca de 117 metros, atingindo na sua altura máxima 8,40 metros.

Classificação
Esta ponte está classificada como Monumento Nacional desde 1910.

Localização A ponte situa-se na antiga estrada que foi substituida pela N369, a meio caminho entre Vale de Açor e Alter do Chão, sobre a ribeira da Seda.



Castelo de Belver em Gavio





O Castelo de Belver, no Alentejo, localiza-se na freguesia de Belver, no concelho de Gavião, distrito de Portalegre, em Portugal.

Considerado um dos mais completos da arquitectura militar medieval portuguesa, ergue-se isolado no alto de um monte graní­tico, a Oeste da vila, em posição dominante sobre a confluência da ribeira de Belver com a margem direita do rio Tejo, guarnecendo a então chamada Linha do Tejo.

O Castelo de Belver tem na sua génese a concorrência de todo um conjunto de circunstâncias, que em si constituem o suporte da luta que os nossos primeiros monarcas encetaram pela consolidação da independência e expansão do território português, no sentido do sul muçulmano.

O movimento da "reconquista cristã na Península Ibérica, inserido no quadro do desenvolvimento e expansão da Europa dos séculos XII e XIII (as Cruzadas), está na origem da fundação do reino de Portugal, cujo território, constituído na luta antimuçulmana para sul, até à conquista do Algarve por Afonso III, que marcaria o fim de praticamente cinco séculos de domínio árabe em território hoje português.

A outra frente desta mesma luta pela autonomia, situou-se no eixo oriental, contra as quase constantes ambições de absorção de Portugal por parte dos reinos vizinhos de Leão e Castela, que iam mantendo vivo o velho ideal da unificação cristã peninsular.



Castelo de Avis Alentejo





O Castelo de Avis localiza-se na vila, freguesia e concelho de Avis, no distrito de Portalegre, em Portugal.

A sua edificação prende-se à instalação da Ordem Militar de São Bento de Avis na região do Alentejo.

A construção deste castelo está ligado a uma lenda, que conta que alguns frades andavam a procura do local ideal para a construção de uma fortaleza, e num monte viram duas águias pousadas num sobreiro. A observação das águias foi considerada como um sinal favorável e assim decidiram construir o castelo naquele local e intitularam-no Avis, pois em latim significa Ave. As lendas contam também que o Castelo de Avis foi construído durante a noite, sendo ocultado de dia com ramos de árvores.



Castelo de Portalegre





O Castelo de Portalegre localiza-se na freguesia da Sé, cidade e concelho de Portalegre, Portugal.

Em posição dominante sobre a povoação, destaca-se pelo contraste entre a cor escura das suas muralhas e o branco da cal das casas em redor. Sua primitiva função era a defesa da raia alentejana, frente a Castela.

 

 



Igreja de Nossa Senhora da Assuno (Elvas)





A Igreja de Nossa Senhora da Assunção, antiga Sé de Elvas, localiza-se na Praça da República, na freguesia da Assunção, cidade e concelho de Elvas, no distrito de Portalegre, em Portugal. Em termos artísticos, a Sé de Elvas é um templo originalmente manuelino, mas que perdeu esta traça durante os séculos após alterações mandadas fazer nele pelos bispos da cidade.

Em 2014, a antiga Sé de Elvas foi integrada num novo projeto do Ministério da Defesa Nacional, criado com o apoio do Turismo de Portugal, chamado Turismo Militar, que tem como objetivo revitalizar antigos pontos históricos de Portugal, através da criação de Roteiros temáticos baseados em heróis portugueses.

A igreja, localizada em pleno centro histórico da cidade, é parte do conjunto da Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e as suas Fortificações, inscrita como Património Mundial da UNESCO.



Igreja de So Domingos (Elvas)





A Igreja de São Domingos de Elvas localiza-se na freguesia da Ajuda, Salvador e Santo Ildefonso desta cidade alentejana, em Portugal. Edifício modelo da arquitectura gótica mendicante portuguesa, o Convento de São Domingos foi fundado em 1267 e construído durante o último terço do séc. XIII no local da ermida de Nossa Senhora dos Mártires.Sofreu várias modificações a partir do séc. XV, no séc. XVII recebeu uma nova fachada ao estilo barroco e no século seguinte as capelas laterais em mármore. 

A igreja, antes parte de um convento dominicano fundado no século XIII, é um grande representante da arquitetura gótica mendicante na região do Alentejo. Está classificada como Monumento Nacional por Despacho do Governo, de 16 de Junho de 1910.

Localizado no centro histórico da cidade, o edifí­cio é parte do conjunto da Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e as suas Fortificações, inscrita como Património Mundial da UNESCO.



Castelo de Amieira





O Castelo de Amieira, também referido como Castelo da Amieira, no Alentejo, localiza-se na freguesia e vila de Amieira do Tejo, no concelho de Nisa, distrito de Portalegre, em Portugal.

A antiga povoação de Amieira, a meio caminho entre Belver e Nisa, integrava a chamada Linha do Tejo, linha de defesa da fronteira, na margem sul do rio Tejo. Constituí­a-se numa das onze vilas que a Ordem dos Hospitalários detinha na região.

Castelo de planta rectangular com torres de ângulo, de secção quadrada, não maciças, interligadas pelos adarves dos troços de muralha; a Torre de São João, a sudeste, tem dois pisos, dispondo a de Menagem, a nordeste, de quatro (uma das janelas é mainelada, com moldura gótica).

As quadrelas norte e sul apresentam escadas endossadas que dão acesso aos adarves; no centro do pátio, uma cisterna. O castelo está envolvido por barbacã de desenho pentagonal, com porta principal a nascente, envolvendo aí, a capela quinhentista de São João. É também neste sector que se abre a porta principal do castelo, junto à Torre de Menagem, localizando-se a da traição na diagonal oposta, através da qual se acede à liça e daí a exterior pela porta da barbacã, a sudoeste.



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