Aqueduto de So Sebastio ou Arcos do Jardim Coimbra





O Aqueduto de São Sebastião, popularmente conhecido como os Arcos do Jardim, localiza-se na calçada Martim de Freitas, em frente ao Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, na freguesia da Sé Nova, cidade e concelho de Coimbra, no distrito de Coimbra, em Portugal. este aqueduto foi mandado construir em 1570 pelo rei D. Sebastião, para abastecer de água a Alta da cidade aproveitando o traçado de um precedente aqueduto romano.

Situado no largo João Paulo II, o aqueduto foi edificado por volta de 1570, a mando de D. Sebastião, para transportar a água da cidade alta para a colina que se apresentava à sua frente, onde seria no século XVII o Convento de Santa Ana.

Com uma extensão de um quilómetro, tem no seu ponto mais alto treze metros. A obra pertenceu ao engenheiro Filipe Terzi, que aproveitou a existência de um aqueduto romano para edificar uma robusta estrutura quinhentista que se manteve até agora.

Popularmente conhecido como “Arcos do Jardim”, dada a sua localização contígua ao Jardim Botânico da Universidade Coimbra, este aqueduto foi mandado construir em 1570 pelo rei D. Sebastião, para abastecer de água a Alta da cidade aproveitando o traçado de um precedente aqueduto romano. 



S Velha de Coimbra





A Sé Velha de Coimbra localiza-se na freguesia da Almedina (Coimbra), na cidade e concelho de Coimbra, distrito de mesmo nome, em Portugal. A construção da Sé Velha teve início no século XII, sob a orientação do Mestre Roberto que dirigia na mesma época a obra da Sé de Lisboa. A igreja românica, construida em calcário amarelo, está implantada a meia encosta e é constituida por três naves, transepto saliente e cabeceira tripartida. O claustro, de um piso, disposto lateralmente a sul da igreja, foi construído no início do século XIII. 

Constitui um dos edifí­cios em estilo românico mais importantes do paí­s. A sua construção começou em algum momento depois da Batalha de Ourique (1139), quando Afonso Henriques se declarou rei de Portugal e escolheu Coimbra como capital do reino. Na Sé está sepultado D. Sesnando, conde de Coimbra.

No interior da igreja, destacam-se a cabeceira, a torre-lanterna sobre o cruzeiro, os túmulos medievais e os azulejos sevilhanos quinhentistas que revestiam os pilares e naves, hoje circunscritos a alguns vãos e arcosólios. 



Mosteiro de Lorvo





O Mosteiro de Santa Maria de Lorvão ou simplesmente Mosteiro do Lorvão localiza-se na freguesia de Lorvão, concelho de Penacova, distrito de Coimbra, em Portugal. Foi um importante mosteiro e centro de produção de manuscritos iluminados no século XII, servindo depois como mosteiro feminino. Depois da extinção das Ordens Religiosas em Portugal no século XIX, viu novo uso já no século XX como hospital psiquiátrico, o Hospital Psiquiátrico do Lorvão, encerrado em 2012.

O Mosteiro de Santa Maria de Lorvão, no concelho de Penacova, distrito de Coimbra, é o mais recente imóvel histórico, dos 33 que integram o Programa REVIVE, que procura quem o reabilite e lhe volte a dar a grandeza e a utilidade que conheceu noutros tempos.

O mosteiro, cuja origem remonta à data da primeira reconquista cristã de Coimbra, em 878 d.c., e onde no século passado e até 2012 funcionou um hospital psiquiátrico, procura agora um grupo empresarial que o coloque na ‘primeira divisão’ da hotelaria portuguesa de charme.



Porta e Torre de Almedina Coimbra





A Porta e Torre de Almedina localizam-se na freguesia de Almedina, cidade e concelho de Coimbra, distrito de mesmo nome, em Portugal. Como o próprio nome indica, constituí­a-se na porta da almedina, entrada principal da cidade intra-muros. É acedida a partir da porta da Barbacã, na rua Ferreira Borges, uma das principais artérias da baixa de Coimbra. Ambas integram o Núcleo da Cidade Muralhada.



Igreja de Santiago (Coimbra)





A Igreja de São Tiago localiza-se na Praça do Comércio, na freguesia São Bartolomeu, cidade, concelho e distrito de Coimbra, em Portugal. Erguida entre o final do século XII e iní­cio do século XIII, é um dos grandes monumentos em estilo românico da cidade.

Construção românica, dos finais do século XII, sagrada em 1206. Ao longo dos séculos sofreu várias transformações que alteraram por completo o aspeto do templo: em 1546 a Santa Casa da Misericórdia de Coimbra dá início à construção das suas instalações por cima da nave direita, expandindo-se, mais tarde a outras áreas; no século XIX, com o alargamento da Rua de Coruche (atual Rua Visconde da Luz) é-lhe amputada a cabeceira. O aspeto atual deve-se à intervenção feita, nos inícios do século XX, tentando dar-lhe a sua pureza original.



Igreja Matriz de Gis





A Igreja Matriz de Góis ou Igreja de Santa Maria Maior (séc. XV - XIX) é um templo católico localizado em Góis, Distrito de Coimbra.

Foi edificada em 1415, contudo a que atualmente se apresenta foi vítima de várias campanhas de obras durante os séculos, que a fizeram transformar da original. Funcionou no início como sede de colegiada através de um contrato feito pelo então prior Fernão Gil e o Senhor da povoação Estevão Vasques de Pedra Alçada.



Igreja do Carmo (Coimbra)





A Igreja do Carmo situa-se na freguesia de Santa Cruz, cidade, concelho, e distrito de Coimbra. Colégio fundado em 1542. A Igreja data de 1597 e o claustro anexo, que segue o modelo quinhentista conimbricense da Renascença de 1600.

Situado na Rua Sofia, o Colégio de Nossa Senhora do Carmo foi edificada em 1540 pelo D. Frei Baltazar Limpo, então Bispo do Porto, com a finalidade de receber o clérigo que pretendia estudar na Universidade de Coimbra.



Castelo de Penela na freguesia de Santa Eufmia Coimbra





O Castelo de Penela localiza-se na vila de mesmo nome, na freguesia de Santa Eufémia, Distrito de Coimbra, em Portugal. 

A ocupação militar deste outeiro é muito antiga, remontando pelo menos aos Romanos, que daqui vigiavam a estrada Mérida-Conímbriga-Braga. Invadida pelos Árabes em 716, foi depois retomada no séc. XI pelo Conde D. Sesnando, primeiro governador de Coimbra. O conde mandou erigir no local da alcáçova um forte castelo, que repovoou, nascendo assim um burgo cristão sob a protecção das muralhas ameiadas. Deste povoamento subsistem as sepulturas escavadas na rocha de desenho antropomórfico.

O castelo de Penela é uma fortaleza medieval de planta irregular e recorte sinuoso, alongada no sentido Norte-Sul aproveitando o escarpado natural, pelo que os panos de muralha têm altura que varia entre 7 e 19 metros. Pertencia à linha defensiva do Mondego na época da Reconquista cristã, seguindo-se ao castelo de Montemor-o-Velho em ordem de grandeza.

Na cerca de muralhas, que envolvia a vila medieval com suas casas, ruas e igreja, rasgam-se as duas portas existentes. A Porta da Vila ou do Cruzeiro (séc. XV), de arco pleno, no exterior da qual, em tempo de paz, se começou a estender o arrabalde, e a Porta da Traição para acesso aos campos.

A brecha das desaparecidas constitui hoje a entrada mais franca na fortaleza aqui se abria a terceira porta, virada a sul, guardada pela torre quinária, e que ligava o arrabalde mais directamente à igreja.

Nas zonas mais expostas foram levantadas as torres que permitiam a defesa cruzada das quadrilhas (pano de muralha entre as torres) e das portas. Das doze torres que existiram até ao séc. XVIII subsistem algumas com formas arredondadas e quadrangulares, para além da quinária.

Em posição dominante sobre uma colina calcária, integrava a chamada linha do Mondego, e tinha como função a de guarda avançada de Coimbra, à época da Reconquista.

Juntamente com o Castelo de Montemor-o-Velho, constituem o testemunho mais expressivo de seu tipo, do perí­odo, na região. De seus muros descortina-se uma bela vista da povoação, e ao longe, a Leste, da serra da Lousã.

A origem da sua toponí­mia é controversa, atribuí­da por alguns autores a primitivos povos celtas. Uma tradição local refere que, quando da conquista por D. Afonso Henriques (1112-1185), ao penetrar na povoação por meio de um estratagema, o soberano teria incitado os assaltantes exclamando: Coragem! Já estamos com o pé nela!. Parece mais correto, entretanto, compreender Penela como um diminuitivo de penha, local eleito para a primitiva fortificação.



Aqueduto romano de Conmbriga Condeixa-a-Velha





O aqueduto foi construí­do no século I d. C., o aqueduto ter-se-á inserido no projecto de urbanização da cidade de Coní­mbriga durante a época de Augusto com cerca de três quilómetros cuja conduta é, essencialmente, subterrânea - por forma a chegar água à cidade.

Durante a época de Cláudio já se encontrava em funcionamento, como esgoto, que terá antecedido a construção de duas cisternas.

Situado numa zona agrí­cola, a água era captada por uma represa e respectiva torre - denominado castellum - de planta rectangular.

 

A 16 quilômetros de Coimbra, na freguesia de Condeixa-a-Velha e a 2 quilômetros de Condeixa-a-Nova, está Conímbriga, uma das maiores povoações romanas de que há registros na Península Ibérica. Creia!

Uma vila romana datada de I d.C. no centro de Portugal! Já imaginou que em terras portuguesas tem um povoado de origem celta, ocupado por tropas romanas em 139 a.C., e que depois será a capital da província da Lusitânia? Para aqueles viciados em história e em arte romana garanto que, no mínimo, percorrer as ruínas deste lugar é uma experiência sensacional!



Castelo de Montemor-o-Velho





O Castelo de Montemor-o-Velho localiza-se na Vila, Freguesia e Concelho de mesmo nome, Distrito de Coimbra, em Portugal.

Em posição dominante sobre a vila, na margem direita do rio Mondego, à época junto à sua foz, no contexto da Reconquista cristã da Pení­nsula Ibérica, constituiu-se em um ponto estratégico na defesa da linha fronteiriça do baixo Mondego, em particular da região de Coimbra. Foi, por essa razão, a principal fortificação da região, à época.

Em 990, Almançor tomou o Castelo, reconquistado, em 1006, por Mendo Luz.Em 1088 ou 1095, foi reedificado por Afonso VI de Castela. Em 1109, D. Teresa e seu filho, D. Afonso Henriques, teriam ordenando novas reformas no Castelo. O Infante D. Pedro mandou-o ampliar.No século XIV, o Castelo deve ter tido uma reforma geral. No séc. XX, realizaram-se obras de reconstrução.Classificado como Monumento Nacional desde 1910.Planta irregular: castelejo, cerca principal, barbacã envolvente, cercado do lado Norte, reduto inferior a Este, torre de menagem, Igreja de Santa Maria da Alcáçova, Paço das Infantas, torre do relógio, Capela de S. João (extinta).



Mosteiro de So Marcos de Coimbra





O Mosteiro de São Marcos de Coimbra (séc. XV - ), atual Palácio de São Marcos, foi um convento masculino pertencente à Ordem e Congregação de São Jerónimo. Situa-se perto de Tentúgal, na quinta de São Marcos, freguesia de São Silvestre do Campo, concelho e diocese de Coimbra.

A caminho da Figueira da Foz vamos encontrar uma verdadeira jóia escondida na freguesia de São Silvestre. Jóia esta que se pode igualar a muitos outros edifícios de grande porte por aí espalhados nas cidades.

Atualmente está designado como Palácio de São Marcos, mas na verdade este edifício inicialmente foi edificado no século XV como Mosteiro de São Marcos, convento masculino pertencente à Ordem e Congregação de São Jerónimo.

Habitado por Monges desde 1451. A Igreja contém um notável exemplar de arte tumular em Portugal dos Séculos XV e XVI; Túmulos de Fernão Teles de Menezes, da autoria de Diogo Pires-o-Velho de 1481; Capela-Mor Manuelina de Diogo de Castilho, construída entre 1522/1523; Retábulo Renascentista de Nicolau de Chanterenne; Túmulo de João da Silva, da autoria de João Ruão; Túmulo de Aires da Silva e de João da Silva, do escultor Manuelino Diogo Pires-o-Moço; capela dos Reis Magos, data de 1547, obra prima do maneirismo Coimbrão; O Panteão dos Silvas em São Marcos, permite observar esculturas góticas, renascentistas e maneiristas

Criado no século XV, o mosteiro foi extinto no século XIX, passando para a mão de privados. O conjunto de edifí­cios foi alvo de extensas obras de renovação e ampliação entre os séculos XV e XX. Adaptado durante algum tempo, de 1954 a 1976, como residência palaciana dos duques de Bragança, S. Marcos encontra-se presentemente sob a tutela da Universidade de Coimbra. Devido à sua excepcional riqueza patrimonial, a igreja está classificada como Monumento Nacional.



Conmbriga em Coimbra





Coní­mbriga é uma povoação estabelecida desde a Idade do Cobre que foi um importante centro durante o Império Romano e que continuou habitada até pelo menos o século IX. É um dos maiores sí­tios arqueológicos dos que há vestí­gios em Portugal. Está classificada como Monumento Nacional, tendo sido palco de escavações desde o século XIX.

Localiza-se a dezassete quilómetros de Coimbra, na freguesia de Condeixa-a-Velha, a dois quilómetros de Condeixa-a-Nova. A estação inclui o Museu Monográfico de Coní­mbriga, onde estão expostos muitos dos artefactos encontrados nas escavações arqueológicas.

 

 



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