Museu do Centro Cultural Casapiano





Concebido numa perspetiva cronológica e temática e distribuído por três pisos, o percurso museológico contempla a História da Casa Pia desde a sua fundação, em 1780, até à atualidade. Sustentado nas novas tecnologias e alicerçado numa forte componente educativa, a missão do museu prolonga-se no seu serviço educativo através da realização de oficinas pedagógicas, visitas orientadas e organização de exposições temporárias. A biblioteca césar da silva está aberta a qualquer utilizador, interno ou externo à casa pia de lisboa sendo livre o acesso aos seus serviços. Este espaço documental contempla as seguintes valências:   área multifuncional De tipologia correspondente a uma biblioteca pública, esta área é de livre circulação, com acesso direto à documentação. Esta área contém documentação generalista, em vários suportes, acessível diretamente, a todos os utilizadores. É o serviço de referência que procede ao acolhimento e distribuição dos utilizadores, funcionando como pólo de ligação entre as diferentes áreas.   centro de documentação casapiana Serviço especializado na casa pia, de acesso livre a todos os utilizadores que efetuem trabalhos e estudos referentes à casa pia e/ou casapianos.   área de investigação De acesso e circulação condicionados dado o valor e as necessidades de preservação do fundo,esta área contém a documentação mais antiga e valiosa do espólio da biblioteca, estando direcionada para investigadores.

Madeira Story Centre Ilha da Madeira





O Madeira Story Centre é um museu interativo português que relata a História e Cultura da Madeira, localizado na Zona Velha da cidade do Funchal, Madeira.

O Madeira Story Centre, é um museu situado em plena Zona Velha do Funchal, onde ficará a conhecer toda a História da Madeira de forma tão envolvente que sentir-se-í  parte dela!

Os conteúdos do Museu são rigorosos e detalhados para dar-lhe a melhor informação sobre a História e Cultura da Madeira; das origens vulcânicas aos hidroaviões, passando pelas descobertas e até por ataques de ferozes piratas, tudo contado com a exactidão que você exige.

Madeira Story Centre inclui ainda uma grande loja de Artesanato com artigos regionais e um restaurante tí­pico situado no terraço panorâmico com capacidade para 200 pessoas para promoção da gastronomia madeirense.

Madeira Story Centre, é um museu situado em plena Zona Velha do Funchal, onde ficará a conhecer toda a História da Madeira de forma tão envolvente que sentir-se-à parte dela!

Os conteúdos do Museu são rigorosos e detalhados para dar-lhe a melhor informação sobre a História e Cultura da Madeira; das origens vulcânicas aos hidroaviões, passando pelas descobertas e até por ataques de ferozes piratas, tudo contado com a exactidão que você exige.

Madeira Story Centre inclui ainda uma grande loja de Artesanato com artigos regionais e um restaurante típico situado no terraço panorâmico com capacidade para 200 pessoas para promoção da gastronomia madeirense.

Dispõe ainda de jardins temáticos onde ficará a conhecer as plantas e flores típicas da Madeira, sobre uma vista magnifica do centro histórico do Funchal.



Museu do Benfica





Aqui, é feito o contraponto entre os primeiros tempos e a atualidade do Clube. De um lado, os testemunhos das primeiras vivências. Do outro, a atual dimensão da instituição Sport Lisboa e Benfica, na sua vertente desportiva, social e patrimonial.

De todas as modalidades e de todos os escalões: os troféus da última temporada estão aqui. É o Benfica de hoje! Um Benfica de outros títulos também. Como o do clube com mais sócios no mundo! Esse e outros pergaminhos ganham forma na comunicação dos traços mais fortes da sua identidade. Em contraponto, o Benfica de ontem. Documentos únicos testemunham as dificuldades do início. Desfilam memórias pioneiras. Entre elas, o troféu oferecido por Bernardino Costa – ex-líbris da coleção, que documenta, desde 1911, a popularidade do Clube. Essa remota capacidade de cativar expressa-se hoje no compromisso social, sob a chancela da Fundação Benfica.

 

Neste espaço, estão expostos os símbolos das 19 conquistas internacionais das modalidades, lado a lado com alguns dos principais atletas que, através dos seus feitos desportivos, enriqueceram a história do Clube e do desporto nacional em diferentes modalidades.

Depois da conquista pioneira – a Taça Ibérica de râguebi, 1971 – novos troféus se acrescentaram com a chancela internacional. Para além dos domínios da bola oval, também no atletismo, no hóquei em patins, no basquetebol e no futsal o Clube fez fama ao mais alto nível. E se pode ser visto este mundo de conquistas como pináculo de glória, não são menos de ser vistos os protagonistas. Ao longo do tempo, graças à prática de várias dezenas de modalidades, representaram o Benfica alguns dos melhores desportistas mundiais. Verdadeiras joias do ecletismo, acham-se neste lugar os seus nomes e as suas memórias.



Museu Municipal Santos Rocha





O Museu Municipal Santos Rocha está localizado na cidade portuguesa da Figueira da Foz. Situado em pleno coração da cidade, junto ao Parque das Abadias, é vizinho do Centro de Artes e Espectáculos.  

Fundado em 1894 por António dos Santos Rocha, o Museu Municipal atravessou vários períodos, atendendo à ação desenvolvida e aos critérios museológicos que presidiram às suas sucessivas reinstalações em diferentes espaços físicos.Até 1910, sensivelmente, viveu uma fase áurea, estendendo a sua fama além fronteiras. A notável ação de Santos Rocha, os trabalhos da Sociedade Arqueológica da Figueira da Foz e as publicações inseridas no seu Boletim levaram a que o Museu Municipal se colocasse a par das melhores instituições científicas nacionais.

Instalado provisoriamente na Casa do Paço desde 1899, foi transferido para o edifício dos Paços do Concelho em 1910, onde se manteve até 1975, data da abertura oficial ao público do novo edifício, construído com o apoio financeiro da Fundação Calouste Gulbenkian e projetado pelo arquiteto figueirense Isaías Cardoso.

Com a abertura do novo espaço deu-se início a todo um trabalho de reinstalação e estudo das peças, associado a um grande esforço de dinamização junto do público, coletividades e escolas. O Museu dispõe de um centro de documentação que disponibiliza uma vasta coleção de obras de temática relacionada fundamentalmente com a História da Arte, Arqueologia e Museologia. Possui ainda um núcleo significativo de bibliografia relativa à história local e história do Museu Municipal.

Constituído por uma sala de leitura/consulta e por um espaço de reserva, não dispõe de serviço de empréstimo, no entanto a consulta e leitura presenciais podem ser realizadas de segunda a sexta, das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h00.

As coleções que não se encontram em exposição podem ser visitadas na reserva, mediante marcação prévia, todas as sextas-feiras e no primeiro sábado de cada mês, sempre às 14h30. Podem ver-se as coleções de armas, mobiliário e etnografia de África, Brasil e Oriente: China, Japão, Índia… O acervo está acomodado nas vitrinas antigas, o que permite ter uma impressão muito sugestiva do que seria o Museu Municipal à data da sua fundação, no final do século XIX. Nas reservas, evoca-se também a Sala de Curiosidades que existiu nos anos quarenta do século XX, com objetos muito diversificados e um grande predomínio de espécies de História Natural.

Frágil ou duradoura, a relação que se estabeleceu entre o Museu e os doadores tem permitido um enriquecimento progressivo do acervo museológico, comprovando que é essencial esta aptidão para ativar relações com a sociedade e o meio em que se insere. A necessidade de conhecer melhor os beneméritos do Museu Municipal Santos Rocha tem suscitado um amplo trabalho de investigação que, por sua vez, vai permitindo uma visão mais alargada acerca de um vasto leque de personalidades, figueirenses ou não, que assumiram a doação como um acto de generosidade, desde a fundação até aos nossos dias. Apesar de se constituir como uma tarefa ainda inacabada, a pesquisa permitiu que seja agora criada uma base de dados que consideramos, todavia, em permanente construção, tendo em conta que algumas dezenas de nomes nos são merecedores de maior investigação e que o período cronológico estudado abarca apenas os anos de 1894 a 1939. Esperamos que, com a sua divulgação, novos contributos possam surgir e complementar a informação já disponível.

 

HorárioInverno (de 01 setembro a 30 junho) Terça a sexta: 09h30 | 17h00 Sábado: 14h00 | 19h00 Encerra: Domingos, segundas e feriados

Verão (de 01 julho a 31 agosto) Terça a sexta: 09h30 | 18h00 Fim-de-semana e feriados: 14h00 | 19h00 Encerra: Segundas

 

EntradaAdultos: 2 € Adultos (idade superior a 65 anos) 1€ Bilhete Família (mínimo 3 visitantes) 4€ Visita de grupo (superior a 15 visitantes) 15€

 

Para além da sua missão de recolha, conservação, proteção, investigação, interpretação e divulgação dos testemunhos materiais e imateriais, legados pelos antepassados ou representativos de identidades mais recentes, com valor arqueológico, etnográfico, artístico, ou qualquer outro valor patrimonial considerado relevante o Museu Municipal tem também por missão estabelecer diálogos e experiências que apoiem, desafiem e estimulem os seus públicos na formação de conhecimentos, enquadrados nos diversos contextos histórico-culturais, fortalecendo as relações com a comunidade em que se insere e ao serviço da sociedade em geral.

 

Fundado em 1894 pelo figueirense António dos Santos Rocha  (1853-1910) com o objetivo de albergar o valioso espólio recolhido por si, desde 1886, em várias campanhas arqueológicas na Serra da Boa Viagem, o Museu Municipal foi instalado provisoriamente na Casa do Paço onde permaneceu até 1899, sendo então transferido para o edifício dos Paços do Concelho da Figueira da Foz.

Até 1910, ano da morte de Santos Rocha, o Museu foi arqueológico e etnográfico. A ampla projeção que obteve deve-se à dedicação do seu fundador e ao trabalho desenvolvido pela Sociedade Arqueológica da Figueira, que reunia os mais distintos espíritos figueirenses, nacionais e estrangeiros, interessados nas ciências antropológicas.

Em 1939, sob a direção de António Vitor Guerra e com o apoio constante do recém-formado “Grupo dos Amigos”, alargou-se o leque disciplinar das coleções, incorporando importantes legados e depósitos que permitiram a formação de secções artísticas até então inexistentes, nomeadamente de pintura e de escultura.Apesar da manifesta insuficiência de espaço, o museu permaneceu no edifício dos Paços do Concelho, sendo transferido, em 1945, do andar nobre para o piso superior.

Em 1966, com o suporte técnico e financeiro da Fundação Calouste Gulbenkian iniciaram-se os trabalhos de construção de um ambicioso complexo cultural, simultaneamente museu, biblioteca e auditório. O edifício foi inaugurado em 1974 e a primeira sala da exposição permanente abriu em 1979.

Por ocasião das comemorações do 1º centenário, em 1994, o museu recebeu o prémio de “Melhor Museu”, atribuído pela Associação Portuguesa de Museologia.

Chegado ao século XXI, o Museu Municipal Santos Rocha aprofunda a sua relação com o território através de núcleos temáticos dedicados ao mar e ao sal e assume-se como espaço privilegiado de produção e difusão de conhecimento, bem como referência de qualidade e dinamismo na vida cultural do concelho e da região.

São várias as coleções permanentes que podem ser visitadas no Museu Municipal Santos Rocha. A sua maioria ultrapassa o território e o património histórico municipais, como é o caso das coleções de Numismática, de Armaria, de Epigrafia, de Mobiliário Indo-Português e a Tapeçaria de Tavira, peça única, do séc XVIII, de cariz profano, proveniente de uma fábrica de artesãos franceses localizada em Tavira.

Este espaço museológico é também um centro local e nacional aberto à investigação. Disponibiliza, para consulta de investigadores e estudantes, uma vasta coleção de obras de temática relacionada fundamentalmente com a História da Arte, a Arqueologia e a Museologia. Possui ainda um núcleo significativo de bibliografia relativa à história local e história do Museu Municipal.

Constituído por uma sala de leitura/consulta e por um espaço de reserva, não dispõe de serviço de empréstimo, podendo a consulta e leitura presenciais ser realizada de segunda a sexta, das 9h30 às 12h30 e das 14h às 17h.Para além das coleções em exposição permanente, o visitante pode apreciar exposições temporárias, que se encontram patentes ao público durante todo o ano, em duas salas de acesso gratuito.

 



Museu da Presidncia da Repblica Lisboa Belm





O Museu da Presidência da República é um museu presidencial localizado no Palácio de Belém, em Lisboa, Portugal.

O Palácio Nacional de Belém alberga, desde outubro de 2004, o Museu da Presidência da República, instalado nas antigas cocheiras do palácio. Este museu pretende ser um testemunho da vida e da obra dos vários presidentes da República Portuguesa e resulta de uma pesquisa e recolha exaustiva, ordenada pelo Dr. Jorge Sampaio. Pretende assim ilustrar o percurso de mais de 90 anos de regime republicano em Portugal, num esforço de aproximação e de esclarecimento do público.

O espaço museológico está organizado segundo uma lógica temática e cronológica, com recurso frequente às novas tecnologias da informação para criar um local em que a interatividade seja meio especial de diálogo entre o espólio e o utilizador. A exposição permanente, por exemplo, articula-se à volta de sete núcleos principais: República e Símbolos Nacionais (relacionado com a implantação deste regime em Portugal), República e seus Presidentes, Presentes de Estado, Os Presidentes da República (que inclui para além dos quadros a óleo de cada um dos 17 Chefes de Estado, objetos pessoais e vário acervo documental, político e biográfico de cada um deles), Palácio de Belém (visita virtual ao interior e jardins do palácio), Ordens Honoríficas e Poderes do Presidente, uma sala com pontos informáticos, onde o visitante pode aceder a informação relacionada com a presidência da república, em vários registos de linguagem e níveis de informação (do básico ao especializado).

O museu prima também pela oferta de uma extensa e importante programação cultural, em que se apresenta um misto de iniciativas culturais e atividades lúdicas, dirigidas a públicos com características diferentes, que vão dos ciclos de conferências aos cursos e até a uma aula virtual, a que é possível aceder através do website do museu. O museu da presidência da República possui um espaço para exposições temporárias, loja, auditório, cafetaria e esplanada.



Fluvirio de Mora aqurio Alentejo





O Fluviário de Mora é um aquário público dedicado aos ecossistemas de água doce, privilegiando o conhecimento e importância da sua biodiversidade, e sua relação com a humanidade. Situa-se no Parque Ecológico do Gameiro, freguesia de Cabeção, concelho de Mora.

Constituí­do por um conjunto de aquários e espaços envolventes, o Fluviário de Mora permite observar diferentes espécies de fauna e flora que ocorrem em rios e lagos. As galerias expositivas do Fluviário de Mora encontram-se organizadas por biótopos.

Através da exposição de habitats do percurso de um rio - paradigma de um rio Ibérico - desde a nascente até à foz, e mar, é possí­vel conhecer diversas espécies dos rios de Portugal, entre elas, alguns endemismos Ibéricos. Já na galeria de habitats exóticos, é possí­vel conhecer espécies da bacia hidrográfica do rio Amazonas, dos Grandes Lagos Africanos do Vale do Rift, entre outras.

O Fluviário de Mora é um aquário público dedicado aos ecossistemas de água doce, privilegiando o conhecimento da sua diversidade, importância e relação com a humanidade.

Foi inaugurado a 21 de Março de 2007 e ao longo da visita ficará a conhecer algumas das espécies dulciaquícolas de Portugal da nascente até à foz, outras que ocorrem na Península Ibérica, e também da bacia hidrográfica do rio Amazonas e dos grandes lagos africanos do vale do Rift.

Com a água doce como tema transversal a diversas áreas de conhecimento e culturas, a visita a este aquário é um local de sensibilização para cuidarmos desses ecossistemas que albergam uma enorme diversidade, apesar da água doce disponível em estado líquido à superfície constituir somente 0,01% de toda a água do planeta Terra.



Museu de Eletricidade - Casa da Luz Ilha da Madeira





O Museu de Eletricidade - Casa da Luz é um museu da Empresa de Eletricidade da Madeira. Situado na baixa do Funchal, ilha da Madeira. Foi inaugurado a 24 de novembro de 1997, em celebração do centenário da introdução da energia elétrica na Região Autónoma da Madeira.

O Museu de Electricidade Casa da Luz, é um Museu de Empresa, (EEM- Empresa de Electricidade da Madeira), que está instalado no espaço da antiga Central Térmica do Funchal, inaugurada em 1897, a então Madeira Electric Lighting Company Limited, primeira concessionária de eletricidade da Madeira.Após várias alterações, em 1949, irão surgir os Serviços Municipalizados de Eletricidade, passando-se pela primeira vez para uma entidade pública um setor estratégico. Em 1974 será criada a empresa pública (EEM), responsável pela produção transporte e distribuição de energia elétrica no Arquipélago da Madeira. A Central Térmica do Funchal só foi definitivamente desativada em 1989, tendo acolhido desde então o Museu de Electricidade-”Casa da Luz”.Museu apresenta uma exposição sobre várias áreas temáticas. Uma primeira, mostra vários tipos de iluminação utilizados na Cidade do Funchal e seu respetivo mobiliário urbano, desde os primeiros exemplares de lamparinas de azeite até aos candeeiros da atualidade, sob o título “Luzes do Funchal”.

Uma primeira área de exposição, sob o título “Luzes do Funchal”, mostra vários tipos de iluminação utilizados na cidade do Funchal e seu respetivo mobiliário urbano, desde os primeiros exemplares de lamparinas de azeite até aos candeeiros da atualidade.

Uma segunda área temática, intitulada por “Um Século de Eletricidade”, apresenta-nos um historial evolutivo da eletrificação no arquipélago, com a presença de maquinaria diversa e com as duas principais formas de produção de energia elétrica: a térmica e a hidráulica.

Procedeu-se ainda à instalação, no local de exposição denominado "Segunda Nave", de um posto de transformação com a respetiva ligação a um poste de eletricidade. Este espaço foi ainda completado com maquetas de várias centrais elétricas e ainda de redes elétricas urbanas e rurais, assim como uma carta oro-hidrográfica tridimensional que sintetiza o esforço gradual de eletrificação do arquipélago.



Museu da Eletricidade para visitar em Lisboa





A Central Tejo foi uma central termoelétrica, propriedade das Companhias Reunidas de Gás e Electricidade (CRGE), que abasteceu toda a região de Lisboa de eletricidade. Construída em 1908, o seu período de atividade produtiva está compreendido entre 1909 e 1972, se bem que a partir de 1951 tenha sido utilizada como central de reserva, produzindo apenas para completar a oferta de energia das centrais hídricas.

Em 1975 foi desclassificada, saindo do sistema produtivo. Ao longo do tempo sofreu diversas modificações e ampliações, tendo passado por contínuas fases de construção e alteração dos sistemas produtivos.

Numa nova fase da sua existência, a Central Tejo abriu ao público pela primeira vez em 1990, então como Museu da Electricidade. Após um novo período de obras de restauro dos seus edifícios e equipamentos, reabriu definitivamente em 2006.

A Central Tejo começou por ser uma pequena unidade produtora de energia eléctrica fundacao edp.

Foi construída em 1908 e inaugurada em 1909 em terrenos na zona ribeirinha de Lisboa, no mesmo local onde viria a ser sucessivamente ampliada e reedificada, para chegar a ser, durante mais de três décadas, a maior central elétrica do país, fornecendo eletricidade à cidade de Lisboa, a todo o seu distrito e ao Vale de Santarém. Projetada pelo engenheiro Lucien Neu, a sua construção ficou a cargo da firma Vieillard & Touzet.

A Central foi programada para funcionar por um período de seis anos (1908-1914) até que fossem conseguidos os meios necessários para a construção de uma grande central. Se em 1909 Lisboa contava com 1521 consumidores de eletricidade, uma década depois existam já mais de 13500 consumidores.



Museu Cargaleiro Castelo Branco





O Museu Cargaleiro resulta do protocolo realizado entre a Fundação Manuel Cargaleiro e a Câmara Municipal de Castelo Branco, e encontra-se situado na zona histórica da cidade de Castelo Branco.

O Museu Cargaleiro abriu ao público no dia 9 de setembro de 2005 ocupando o edifí­cio do Solar dos Cavaleiros, com a exposição Cargaleiro - 60 anos a celebrar a cor, em que se verificou a edição do catálogo com o mesmo nome editado pela Fundação Manuel Cargaleiro. que r No dia 10 de junho de 2011, inserido no âmbito das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, foi inaugurado pelo digní­ssimo Presidente da República, Professor Aní­bal Cavaco Silva, o novo edifí­cio contemporâneo, ampliando o conhecimento do espólio, com a exposição intitulada Cargaleiro - Vida e Obra, que se complementa com os núcleos expositivos de Cerâmica Ratinha e Cerâmica Contemporânea.

O espaço é constituído por dois edifícios contíguos – o edifício histórico designado por "Solar dos Cavaleiros", um palacete construído no século XVIII e um edifício contemporâneo do século XXI. A sua localização é privilegiada uma vez que se encontra no coração da zona histórica de Castelo Branco, nas imediações da Praça Camões, também designada por "Praça Velha". Para além das diversas salas expositivas nos edifícios, encontram-se outras áreas específicas associadas às dinâmicas do museu, como a Biblioteca e a sala do Serviço Educativo, bem como a Loja e um pequeno anfiteatro ao ar livre, com condições para acolher as mais diversas atividades e espetáculos.

O Museu Cargaleiro abriu ao público no dia 9 de setembro de 2005 ocupando o edifício histórico "Solar dos Cavaleiros", com a exposição Cargaleiro - 60 anos a celebrar a cor. No dia 10 de junho de 2011, inserido no âmbito das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, foi inaugurado pelo digníssimo Presidente da República, Professor Aníbal Cavaco Silva, o novo edifício contemporâneo, ampliando o conhecimento do espólio, com a exposição intitulada Manuel Cargaleiro - Vida e Obra, que apresenta diversas temáticas expositivas. Em março de 2017 é inaugurada a exposição comemorativa do 90.º aniversário de Manuel Cargaleiro - Cargaleiro e Amigos, no último piso do edifício contemporâneo.



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