Igreja do Carmo (Porto)





A Igreja do Carmo ou Igreja da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, lIgreja construída na segunda metade do século XVIII, é um dos edifícios mais notáveis do rococó portuense, tanto na arquitectura como na talha que lhe molda o interior. A sua fachada lateral foi coberta em 1912 com um painel de azulejos, onde estão pintados desenhos da autoria de Silvestre Silvestri. São composições figurativas alusivas ao culto de Nossa Senhora. Edifício classificado como monumento nacional.

ocaliza-se no cruzamento entre a Praça de Carlos Alberto e a Rua do Carmo, nas proximidades da Igreja e Torre dos Clérigos, na freguesia portuguesa da Vitória, cidade do Porto.

De estilo barroco/rococó, foi construí­da na segunda metade do século XVIII, entre 1756 e 1768, pela Ordem Terceira do Carmo, sendo o projecto do arquitecto José Figueiredo Seixas. A construção do hospital começou mais tarde, ficando concluí­do em 1801.

Esta igreja está geminada com a Igreja dos Carmelitas, do lado oeste, constituindo um volume único, embora se diferenciem as duas igrejas.

Foi classificada como Monumento Nacional a 3 de Maio de 2013, em conjunto com a Igreja dos Carmelitas adjacente.



Praia da Foz Porto





Numa das zonas nobres da cidade do Porto, a Praia da Foz é uma designação que abrange o conjunto formado pelas Praias do Ourigo, dos Ingleses e da Luz. O areal é pequeno, mas o mar oferece condições para a prática de surf, o que atrai uma frequência bastante jovem. Toda a área possui também vários bares e esplanadas, muito procurados pelos habitantes da cidade para passar uns momentos agradáveis de lazer desfrutando das belíssimas vistas sobre oceano.

  Foz do Douro e praias do Porto Quando falamos do Porto, pensa-se logo nas margens do Douro, pensa-se no centro histórico classificado património da humanidade, ao vinho, às francesinhas… raramente pensa-se no Porto virado para o Atlântico, aquele onde a alta sociedade da cidade vive, à procura da tranquilidade. Aqui, as bonitas casas da burguesia estão à beira de um lindo passeio, as palmeiras tratam por “tu” o Oceano, e o sol dá-se em espectáculo ao cair da noite todos os dias aos portuenses. A Foz, já que é de ela que se trata, apesar de não ser um centro histórico, possui uma qualidade de vida para os seus moradores fora de normas, que vos convido a descobrir



Igreja de So Francisco (Porto)





A Igreja de São Francisco é uma igreja gótica da cidade do Porto, situada na freguesia de São Nicolau em pleno Centro histórico do Porto. A construção iniciou-se no século XIV como parte de um convento Franciscano. É notável pelo seu conjunto de talha dourada barroca do século XVIII. Anexa à sua entrada frontal, situa-se a Igreja da Venerável Ordem Terceira de São Francisco.

Os frades franciscanos começaram a construir a Igreja de São Francisco em 1245. Mais tarde, teve que ser reformada depois do incêndio que destruiu o antigo claustro e parte da igreja.

O Interior tem três naves revestidas com talhas douradas, nas quaisse acredita que foram usados mais de 300 quilos de pó de ouro. Tanto é o ouro que reveste a igreja que, anos atrás, foi fechada ao culto por ser muito ostentosa para a pobreza que a rodeava.

Na nave lateral esquerda está uma das maiores atrações da igreja, a Árvore de Jessé, uma escultura de madeira policromada considerada uma das melhores do mundo em seu gênero. 

É Monumento Nacional desde 1910 e Património Cultural da Humanidade - UNESCO desde 1996.



Museu Arqueolgico da Citnia de Sanfins





O Museu Arqueológico da Citânia está instalado em Sanfins de Ferreira, na proximidade da Citânia, num edifício barroco, conhecido por Casa da Igreja ou Solar dos Brandões, que, com a antiga igreja e residência paroquial, constituem um conjunto arquitectónico de interesse histórico local.

O solar tem uma organização muito original e muito marcada pelo sítio. A casa foi feita, conforme garante inscrição, em 1722, sendo mais tarde nobilitada com pedra de armas, concedida em 1775. Desta época, é o portal nobre que fecha o pátio da casa, ameado e em estilo Rococó, onde se ostenta a grande pedra de armas.

A igreja velha de Sanfins convive e marcou o edifício anterior.Em bom aparelho granítico, foi remodelada em 1865, mas conserva espaços e restos de construção do século XVI, onde se destacam frescos quinhentistas de importância. Na sua capela-mor mantêm-se ainda cachorros que pertenceram a uma fase de construção anterior, medieval.

O museu foi fundado em 18 de Outubro de 1947, ocupando uma sala de disponibilizada pelos proprietários do solar, foi solenemente inaugurado em 14 de Janeiro de 1984, após aquisição da Câmara Municipal de Paços de Ferreira.

Projectado como centro de estudo, conservação, exposição e valorização da Citânia de Sanfins e do património arqueológico do conselho, este Museu é hoje reconhecido como uma dinâmica instituição com actividades de investigação especializada, apoio pedagógico, divulgação cientifica e intervenção cultural, que se vêm afirmando de primordial importância para o conhecimento do nosso passado comum.

Com a reformulação do Museu em 1995, apoiada financeiramente por programas comunitários, a área de exposição ocupa o edifício principal do Solar dos Brandões. A reserva e a unidade de investigação e administração estão instaladas na antiga residência paroquial, e a Igreja Velha serve de auditório e espaço para exposições temporárias. Nos anexos está instalada a casa do guarda, alojamento e outros serviços de apoio.

A exposição permanente mostra o espólio das escavações da Citânia de Sanfins e os materiais arqueológicos recolhidos na área do concelho de Paços de Ferreira, documentando inúmeros vestígios das comunidades implantadas na região desde o Neolítico.



Rua da Mouzinho da Silveira visita na cidade velha de ruas de Porto





Um dos mais importantes, longo e largo da cidade velha de ruas de Porto perto do porto rio é conhecida como Rua da Mouzinho da Silveira. Esta rua é um dos melhores para baixar de área superior para o porto de Porto onde fazer um bom cruzeiro no rio. A rua está alinhada com fachadas antigas e um tanto negligenciada telha que dá aquele toque tão característico e, normalmente, tem muito de Portugal. Também este lugar tem várias lojas de souvenirs, onde você pode comprar um pequeno mapa da área histórica para obter os nossos rolamentos melho

 

O nome da rua é uma homenagem a José Xavier Mouzinho da Silveira, estadista e uma das personalidades maiores da revolução liberal.

 

A Rua de Mouzinho da Silveira é uma rua com perfil transversal de 19 metros e foi construída no último quartel do século XIX, época da maioria dos seus edifícios. O seu traçado, foi decidido em sessão camarária de 17 de Junho de 1875 para ligação do Largo de São Bento (hoje Praça de Almeida Garrett) à Rua de São João.

 

Fica situada na baixa portuense, junto à estação de S. Bento e desde sempre foi uma rua marcada pelo comércio. Ainda hoje mantém a traça dos edíficios antigos, tendo os vários espaços comerciais aproveitado as suas fachadas, fazendo lembrar as lojas de outros tempos.Esta rua deve o seu nome a José Xavier Mouzinho da Silveira, político liberal, que nasceu a 12 de Julho de 1780.

 



 

Para a construção desta rua, houve que cobrir o rio da Vila com um grande aqueduto. A sua construção exigiu a expropriação de mais de 80 parcelas de habitações que se localizavam na área correspondente ao seu traçado, para além da demolição de alguns edifícios notáveis, como a Capela de São Crispim e a Capela de São Roque. Foi derrubado um dos últimos vestígios da antiga muralha fernandina, localizado próximo do Largo da Porta de Carros, em frente à Igreja dos Congregados restando então apenas uma parte da muralha que servia de parede lateral à cerca do Convento de São Bento da Avé-Maria.

Esta importante artéria do centro da cidade do Porto foi profundamente marcada por um perfil comercial relacionado com a proximidade da Estação de São Bento, tendo historicamente cumprido um papel, hoje ultrapassado, de grande importância para o abastecimento das áreas rurais do Minho e Douro, nomeadamente em sementes, equipamentos para a lavoura, santos, balanças, rolhas

 

A abertura da rua Mouzinho da Silveira para ligação das zonas alta e baixa da cidade (criando um novo eixo para a distribuição do tráfego e circulação das mercadorias) foi financiada pela Imposição do Vinho em 1872. É a rua que liga a Estação de S. Bento à zona da Ribeira, presentemente alvo de recuperação do casario que a ladeia e ao longo da qual se pode encontrar comércio variado. Ponto integrante do percurso Rota Urbana do Vinho.



Ponte de D. Maria Pia Porto e Gaia





A Ponte de D. Maria Pia é uma infraestrutura ferroviária, que transportava a Linha do Norte sobre o Rio Douro, entre as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia, no Norte de Portugal. Foi inaugurada em 4 de Novembro de 1877 e foi encerrada em 24 de Junho de 1991, tendo sido substituí­da pela Ponte de São João. É considerada, junto com o Viaduto de Garabit, como as maiores obras-primas executadas pelo engenheiro Gustave Eiffel.

Esta foi a primeira ligação ferroviária entre as duas margens. Foi também das primeiras obras em ferro, com projeto do famoso Engenheiro Gustave Eiffel. A sua inauguração, em 4 de Novembro de 1877, contou com a presença da Rainha D. Maria Pia e seu marido o Rei D. Luiz I. Na sua época foi uma audaciosa e criativa obra de engenharia que deslumbrou e continua a deslumbrar portugueses e estrangeiros. 



Pao Episcopal do Porto





Parece ter sido construído no séc. XIII, embora possa assentar numa construção anterior.Em 1737 foi remodelado sendo as transformações atribuídas a Nicolau Nasoni. A fachada principal é aberta por um arco pleno ladeado por pilastras e rematada por um frontão guarnecido.

A janela central tem uma balaustrada de pedra e no frontão, que excede o entablamento, vê-se as armas do Bispo D. Rafael de Mendonça.

As fachadas laterais apresentam igualmente janelas emolduradas com aparatosos frontões. O Paço Episcopal do Porto é a antiga residência dos bispos do Porto. Situa-se adjacente à Sé do Porto e, pela sua posição elevada, domina a paisagem do centro histórico do Porto.



Palcio da Bolsa Porto





O Palácio da Bolsa, ou Palácio da Associação Comercial do Porto, na cidade do Porto, em Portugal, começou a ser construí­do em Outubro de 1842, em virtude do encerramento da Casa da Bolsa do Comércio, o que obrigou temporariamente os comerciantes portuenses a discutirem os seus negócios na Rua dos Ingleses, em pleno ar livre.

Com uma mistura de estilos arquitectónicos o edifí­cio apresenta em todo o seu esplendor, traços do neoclássico oitocentista, arquitectura toscana, assim como o neopaladiano inglês.

O Palácio da Bolsa, ou Palácio da Associação Comercial do Porto, edifício de estilo neoclássico, começou a ser construído a 6 de Outubro de 1842 , data solene de colocação da primeira pedra, dado o encerramento da Casa da Bolsa do Comércio que obrigou os comerciantes portugueses a discutirem os seus negócios em pleno ar livre.

Sede da Associação Comercial do Porto, serve agora para os mais diversos eventos culturais, sociais e polí­ticos da cidade. O Salão árabe detém o maior destaque de todas as salas do palácio devido, como o nome indica, a estuques do século XIX legendados a ouro com caracteres arábicos que preenchem as paredes e tecto da sala. É neste salão que tem lugar as homenagens a chefes-de-estado que visitam a cidade.

Na Sala dos Retratos encontra-se uma famosa mesa do entalhador Zeferino José Pinto que levou três anos a ser construí­da, revelando-se um



Mosteiro da Serra do Pilar ou Mosteiro de Santo Agostinho da Serra do Pilar





O Mosteiro da Serra do Pilar ou Mosteiro de Santo Agostinho da Serra do Pilar (séc. XVI - XVII) localiza-se numa elevação sobranceira ao Rio Douro denominada Serra do Pilar, O Mosteiro da Serra do Pilar foi criado após a reforma da Ordem dos Agostinianos, quando os monges do mosteiro de Grijó foram transferidos para a nova localização. Inicia-se em 1537 a construção deste novo mosteiro, que apresenta planta composta pela igreja, de planta circular, da capela-mor, de planta retangular, e do claustro, também de planta circular, todos dispostos sequencialmente. 

O Mosteiro da Serra do Pilar, em Gaia, Património da Humanidade, começou a ser edificado em 1538, segundo projeto da autoria de Diogo de Castilho e João de Ruão, com o intuito de albergar os monges transferidos do Mosteiro de São Salvador de Grijó.

As obras só terminaram por volta de 1670, devido a problemas financeiros dos monges e a situação política da altura, o reino de Portugal passou para o domínio de Espanha. Este facto é visível na santa padroeira do mosteiro, Nossa Senhora do Pilar, santa espanhola.

O Mosteiro da Serra do Pilar era masculino e pertencia à Ordem de Santo Agostinho. A sua edificação teve iní­cio em 1538 e prolongou-se pelos séculos seguintes, em diversas etapas de construção que alteraram significativamente a traça inicial.

É hoje considerado um dos mais notáveis edifí­cios da arquitetura clássica europeia devido ao seu excecional valor arquitetónico e ao caráter singular da sua igreja e do seu claustro, ambos circulares e da mesma dimensão em planta.

A igreja foi classificada como Monumento Nacional em 1910; em 1935 a sala do capí­tulo, o refeitório, a cozinha, a torre e a capela foram classificados como Imóvel de Interesse Público. Em 1996 o Mosteiro da Serra do Pilar passou a estar classificado, juntamente com o Centro Histórico do Porto, como Património Mundial da Unesco, encontrando-se, por inerência, classificado como Monumento Nacional.



Praia de Gondarm Fica no Porto





A Praia de Gondarém ostenta o galardão Bandeira Azul e Praia de Ouro. É uma praia com 115 metros de extensão e uma delgada língua de areia. O nome desta praia compõe-se de dois étimos, «gund» que significa batalha, e «rimis» descanso. Gondarém seria, portanto, «descanso na batalha». Foi durante anos conhecida como Praia da Conceição, nome da sua banheira mais popular. Com um paredão de pedra que a preia-mar encobria, esta zona balnear era sobretudo frequentada por crianças. Nesse tempo, o ritual de mudança da Praia da Conceição para a do Molhe simbolizava a passagem da infância à adolescência.



Praia do Carvalhido fica na Pvoa de Varzim





A Praia do Carvalhido é uma pequena praia marí­tima na área urbana da Póvoa de Varzim, localizada a meio da Avenida dos Banhos/ Passeio Alegre entre a Praia Redonda e a Praia da Salgueira. A Praia do Carvalhido é uma praia bastante frequentada de areia branca com alguns penedos dentro e fora de água.

É uma Praia Oceânica situada na costa de Portugal — Península Ibérica — no concelho da Póvoa de Varzim, banhada pelo Oceano Atlântico.

A Praia do Carvalhido tem um areal de pequenas dimensões. Areia adentro, foi construído o Miradouro do Carvalhido juntamente com alguns bares. Daqui é possível desfrutar, em plena Zona Urbana Sul II, de uma vista privilegiada sobre a cidade da Póvoa de Varzim.O acesso é conseguido virando da Estrada Nacional 13 para Oeste. Após entrar na Rua Elias Garcia, segue-se em frente até à marginal.

A praia está constantemente lotada em dias de agosto e por isso várias pessoas reservam o lugar montando tendas e que insistem em manter (pelo menos os alicerces) de um dia para o outro. No dia 15 de agosto a procura é ainda maior.

Na praia localiza-se a Esplanada do Carvalhido, composto por um miradouro e bares no seu interior.



Praia Verde (Pvoa de Varzim)





A Praia Verde é uma pequena praia marí­tima na área urbana da Póvoa de Varzim, localizada entre a Praia da Salgueira e a Praia dos Beijinhos. A Praia Verde é uma praia bastante frequentada de areia branca com bastantes penedos.

A praia é acedida pelo Alto de Martim Vaz na cidade da Póvoa de Varzim. E, é conhecida pelas ruí­nas numa formação rochosa natural.A Praia Verde apresenta um areal de dimensões medianas que se encontra repleto de formações rochosas nas zonas centro e Sul, perto da linha de água. Insere-se na frente urbana da cidade da Póvoa de Varzim.A zona Norte é a mais indicada para idas a banhos, fruto da menor presença de penedos.



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