Forte de São João Baptista

O Forte, ou Fortaleza, de São João Baptista situa-se na maravilhosa ilha da Berlenga. O pequeno arquipélago das Berlengas, situado a cerca de 10km a oeste de Peniche, é constituído pela ilha da Berlenga Grande e recifes adjacentes, as Estelas e os Farilhões-Forcados, estando classificado como Reserva Natural desde 1981.

 



O Forte de São João Baptista foi mandado construir em 1651 pelo rei D. João IV, dada a sua posição estratégica. Diz-se, contudo, que na ilha existiria um Mosteiro da Ordem de São Jerónimo, desde 1513, que oferecia assistência aos marinheiros em passagem e aos muitos náufragos vítimas da violência da costa. Este mosteiro terá sido sucessivamente atacado por piratas, o que levou ao seu abandono. Já no século XIX o Forte é desartilhado e abandonado, servindo como apoio às actividades piscatórias da região. No século XX, o Forte foi transformado em pousada, abandonada após a revolução do 25 de Abril.

 

Algar de Benagil

Trata-se de uma cavidade rochosa que a natureza, através de dois dos seus mais talentosos filhos – o vento e a água -, foi desenhando. As formações de Benagil, pela sua composição cárstica, são mais permeáveis à força do mar, razão pela qual encontramos tantas grutas por cá – uma verdade aplicável a qualquer terreno calcário, basta lembrar as inúmeras grutas do maciço da Serra de Aire e Candeeiros, na Estremadura.

 



É uma de muitas grutas junto a Benagil, mas acabou por tornar-se a mais famosa, sobretudo aos olhos estrangeiros. E isso acontece por duas razões: o seu fácil acesso, pelo menos comparando-a com outras, com duas grandes entradas escavadas a pouca distância de uma conhecida praia; e a sua beleza solarenga, ajudada por uma fissura circular no tecto, por onde os raios solares vão passando, tornando-a um excelente poiso balnear.

Caldeirão do Corvo

O Caldeirão é o principal elemento paisagístico da ilha e resultou do colapso do topo do vulcão central do Corvo. Esta caldeira vulcânica tem uma forma elíptica, com um diâmetro máximo de 2,3 quilómetros e profundidade de 305 metros.

 



O seu interior é ocupado por uma lagoa pouco profunda e por vários cones vulcânicos de pequena dimensão que recortam a massa de água e que muitos dizem delinear o desenho das ilhas açorianas. Do miradouro do Caldeirão é possível observar esta vasta depressão vulcânica e desfrutar da calma silenciosa que caracteriza este remoto ponto da Europa.

 

Vilarinho de Negrões

 

Na margem sul da Albufeira do Alto Rabagão encontra-se Vilarinho de Negrões, uma das aldeias mais pitorescas de toda a região, pelo seu casario ainda relativamente preservado e, acima de tudo, por se encontrar sobre uma estreita e bela península – um pedacinho de terra poupado à subida das águas.



Vilarinho de Negrões é assim uma terra que se vê diariamente ao espelho e se distingue à distância pela sua perfeita simetria, uma espécie de Jardim do Éden português. Perto, situa-se a freguesia de Negrões, alma gémea, que possui um forno todo em granito.

 

Buracas do Casmilo







As Buracas do Casmilo são uma interessante formação geológica que pode ser visitada no concelho de Condeixa-a-Nova, freguesia do Zambujal, em Portugal. Na estrada que liga o monte da Senhora do Círculo à Serra de Janeanes encontramos a povoação de Casmilo.