Quais são as maiores cidades de Portugal

Quais são as maiores cidades de Portugal

Fizemos uma lista das maiores cidades com maior numero de Habitantes lisboa é a maior cidade de Portugal, em ultimo fica o Sabogal

Lisboa (547.733 habitantes)

Sobre a margem direita do amplo estuário do rio Tejo, a capital de Portugal assente sobre encantadoras colinas, desfruta de uma situação geográfica ímpar, a que deve o seu destino de cidade cosmopolita. A sua luz excepcional, encantamento de escritores, fotógrafos e cineastas, o casario claro que trepa sobre as colinas, onde sobressai a cor ocre dos telhados, a policromia dos azulejos das fachadas e as ruelas tortuosas dos bairros antigos dão-lhe a atmosfera peculiar de cidade de transição entre o Norte europeu e o sul mediterrânico.

Vila Nova de Gaia (302.295 habitantes)

Situada junto ao rio Douro e povoada desde tempos muito remotos, foi no séc. XVIII que Gaia conheceu um grande desenvolvimento, quando aqui foram instalados os Armazéns do Vinho do Porto. O vinho chegava transportado em barcos rabelos para envelhecer nas caves, adquirindo as qualidades que o tornam tão apreciado mundialmente.

Uma visita a uma das muitas Caves aqui existentes é imprescindível para melhor conhecer e apreciar este vinho, único no mundo.Do património monumental que a cidade de Gaia possui, destaca-se o Mosteiro da Serra do Pilar, cuja localização privilegiada fez com que já tenha sido utilizado como fortaleza e onde se pode admirar uma das mais belas vistas sobre a cidade do Porto.

Porto (237.591 habitantes)

Capital e porta de entrada da região norte, o Porto é uma cidade antiga que deu nome a Portugal e a um vinho conhecido nos quatro cantos do mundo: o Vinho do Porto. Com uma situação magnífica junto da foz do Douro e um conjunto arquitectónico de valor excepcional, o centro histórico do Porto é Património da Humanidade desde 1996. É a capital do Norte e 2ª cidade do país; a sua população empreendedora e com marcada vocação mercantil, desde sempre afirmou a sua vontade contra imposições e invasores, sendo por isso o Porto também conhecido como a “invicta” cidade.

Loures (205.094 habitantes)

Nos arredores de Lisboa, a região de Loures é tradicionalmente conhecida como a zona saloia, por aqui se situarem as hortas que antigamente abasteciam a cidade de Lisboa de vegetais e produtos frescos. De tempos passados em que era procurada como zona de lazer e os nobres aqui edificavam as suas Quintas, conservam-se o Palácio e Quinta do Correio-Mor do séc. XVIII e a Quinta do Conventinho, onde actualmente está instalado o Museu Municipal.

Nas redondezas, são inúmeros os edifícios arquitectónicos importantes, sendo de referir a Igreja Matriz de Odivelas construída no séc. XIII e reedificada no séc. XVII, e em Santo Antão do Tojal, o Palácio dos Arcebispos do séc. XVIII, que insere na sua fachada um chafariz monumental, em frente ao qual no final de Setembro se realiza uma animada feira setecentista.

Braga (181.494 habitantes)

A Sé de Braga, a mais antiga do país, foi a maior referência religiosa em Portugal ao longo dos séculos e o dito popular “mais velho do que a Sé de Braga”, para referir alguma coisa com muito tempo, é elucidativo do seu valor. Sempre marcada pela acção eclesiástica, que se reflectiu no enriquecimento da cidade, podemos dizer que o séc. XVI e o séc. XVIII foram as épocas de ouro da sua história edo seu desenvolvimento.

Oeiras (172.120 habitantes)

Situada à beira-mar e a cerca de 10 kms de Lisboa, a vila de Oeiras foi ao longo dos séculos, o local escolhido por muitas famílias nobres ou endinheiradas para estabelecer as suas residências de verão. Destes edifícios, salientam-se o Palácio do Marquês de Pombal (séc. XVIII), ministro do Rei D. José que muito contribuiu para o desenvolvimento de Oeiras e a sua elevação à categoria de vila, e a Real Quinta em Caxias. No séc. XVII, foi edificada junto à costa uma série de fortificações que defendiam a barra do Tejo, e portanto a entrada de Lisboa. De entre estas, destacam-se o Forte do Areeiro, o Forte das Maias, o Forte de Catalazete, o Forte de São Bruno em Paço de Arcos, e o mais característico situado no meio do rio Tejo – o Forte do Bugio.

Nas redondezas, vale a pena visitar o Museu da Pólvora Negra, nas instalações da Antiga Fábrica da Pólvora em Barcarena, que foi desactivada e transformada em área de lazer, o Museu do Automóvel Antigo em Paço de Arcos e o Aquário Vasco da Gama no Dafundo. Aos domingos, as Feiras de Velharias animam os jardins do concelho, tendo lugar no 1º domingo de cada mês a de Santo Amaro de Oeiras, seguindo-se a de Paço d`Arcos e no último domingo a de Algés.

Matosinhos (175.478 habitantes)

Tradição e progresso caracterizam esta cidade virada para o Atlântico… Situada na foz do rio Leça e privilegiada pela proximidade do mar, as primeiras referências a Matosinhos remontam ao séc. XI, sendo então conhecida pelo nome de Matesinus. Em 1514, a localidade recebeu foral de D. Manuel I, mas só foi reconhecida como vila no séc. XIX (1853). Elevada a sede de concelho em 1909, tornou-se cidade em 1984.

Amadora (175.136 habitantes)

Nos arredores de Lisboa, a cidade da Amadora desenvolveu-se extraordinariamente no séc. XX, tendo sido o local de residência escolhido por milhares de pessoas que trabalhando na capital, se deslocam facilmente por comboio ou automóvel.

Almada (174.030 habitantes)

Situada na margem sul do rio Tejo, Almada é sem dúvida o melhor miradouro sobre a cidade de Lisboa, destacando-se como pontos de observação o castelo, o elevador panorâmico da Boca do Vento, e principalmente a estátua do Cristo-Rei erguida em 1959. Em séculos passados, Almada foi um local de veraneio procurado pela corte, que aqui mandou erigir alguns edifícios e casas nobres que ainda se conservam na cidade.

Actualmente, Almada é uma cidade que mantém um crescimento, cujo ritmo se acentuou desde a inauguração da Ponte sobre o Tejo em 1966, que veio facilitar o acesso entre as duas margens do rio. No entanto, Almada não vive apenas em função da capital onde trabalham grande parte dos seus habitantes, é uma cidade com vida própria, palco de eventos concorridos como o Festival de Teatro.

a animação cultural desta Cidade moderna, destacam-se as Festas da Cidade em Setembro/Outubro (com diversa animação cultural e uma Feira do Livro), o Festival Internacional de Banda Desenhada que se realiza em Outubro/Novembro e a Corrida de São Silvestre, na noite de fim de ano, uma das provas de atletismo mais disputadas a nível nacional.

Gondomar (168.027 habitantes)

Situada em vales amenos e férteis, Gondomar é famosa pelos trabalhos em ourivesaria, actividade com séculos de existência e que segundo se crê remonta ao tempo dos visigodos e celtas. A origem desta actividade está directamente relacionada com as minas de ouro existentes na região, encerradas há mais de dois séculos.

 

Dos trabalhos executados, destaca-se naturalmente a filigrana em ouro e prata, cujo complexo rendilhado se pensa dever-se à influência estética e artística dos Mouros na Península Ibérica. A riqueza e originalidade destes trabalhos executados manualmente são indispensáveis para completar o riquíssimo trajo típico das minhotas.

 

Seixal (158.269 habitantes)

Da história remota da sede do Município pouco se sabe. Contudo, esta cidade terá tido origem, muito provavelmente, num pequeno núcleo de pescadores e o seu nome poderá estar associado à grande quantidade de seixos existentes nas praias ribeirinhas que seriam utilizados como lastro nas embarcações. Foi no Seixal que os irmãos Vasco e Paulo da Gama construíram as embarcações para a viagem até à Índia.

Enquanto Vasco da Gama estava em Lisboa a preparar a viagem, Paulo da Gama comandava os carpinteiros e calafates na construção das naus. Estêvão da Gama, pai dos navegadores, foi comendador do Seixal. No início do século XVI, a população rondava as três dezenas de fogos e no dealbar do séc. XVIII, o número de habitantes ascendia a cerca de 400 pessoas. Actualmente, o Concelho tem 158 mil habitantes.

 

Guimarães (158.124 habitantes)

Associado à formação e identidade de Portugal, o centro histórico de Guimarães, na zona que ficava dentro de muralhas, foi classificado Património Mundial pela UNESCO com base nos valores de originalidade e autenticidade com que foi recuperado.

 

A cidade ainda hoje possui um conjunto patrimonial harmonioso e preservado que se mostra em graciosas varandas de ferro, balcões e alpendres de granito, casas senhoriais, arcos que ligam ruas estreitas, lajes do chão alisadas pelo tempo, torres e claustros. Por momentos imaginamo-nos num cenário medieval, onde a nobreza foi construindo as suas moradias como a casa Mota Prego, o Palácio de Vila Flor, do Toural e tantos outros que dão a Guimarães uma atmosfera única.

Coimbra 145mil habitantes

O berço das mais queridas tradições de Portugal, a região de Coimbra é o destino perfeito para se deixar envolver pelos segredos da natureza, percorrer a memória das mais bonitas histórias do nosso País e descobrir os tesouros do Baixo Mondego. Bosques encantados, aldeias pitorescas e praias refrescantes estão à sua espera. Venha conhecer a região de Coimbra e por caminhos tão centrais deixe-se levar pelo seu encanto único.

Odivelas (144.549 habitantes)

Nos terrenos férteis de Odivelas multiplicam-se as quintas, na Pontinha (na Paiã chegou a haver um cais para escoar os víveres para Lisboa), na Póvoa de Santo Adrião e em Caneças. Os seus proprietários, de uma forma ou de outra, surgem amiúdes ligados ao comércio e à cultura. É o caso do pintor Vieira Lusitano que foi o centro de uma romântica e atribulada história de amor com uma das filhas dos donos da Quinta dos Falcões, na Pontinha.

 

Anos depois, será a Póvoa de Santo Adrião a ter como proprietário de uma das suas quintas, o pintor Pedro Alexandrino que não só deixou algumas obras na igreja local, como as espalhou por Lisboa – na Sé, no Palácio de Queluz e no Museu dos Coches. O terramoto de 1755 causou grandes estragos na região mas leva também a que muitos lisboetas se venham fixar na zona, à procura de ares mais saudáveis.




Setubal 135 mil habitantes

Situado a sul do rio Tejo, confina a norte com os distritos de Santarém e Lisboa, a sul com os de Beja, a leste com os de Beja e Évora, e a oeste comoceano Atlântico. Os seus recursos hidrográficos são formados pelo rioSado e seus afluentes: Odivelas, Xarrama, Alcáçovas, S. Martinho,Marateca, Corona e Arcão. No distrito encontram-se ainda as lagoas deAlbufeira e Santo André. Quanto à orografia, é formado pelas serras daArrábida, com a altitude máxima de 501 metros, Grândola e Cercal. 

área mais a norte do seu território pertence à Estremadura e a restanteao Alentejo. 

Engloba a área de paisagem protegida da arriba fóssil da Costa daCaparica, o Parque Natural da Arrábida e a Reserva Natural do Estuário doSado. 

Numa área de aproximadamente 5067 km existem 13 concelhos: Álcacerdo Sal, Alcochete, Almada, Barreiro, Setúbal, Sesimbra, Seixal, Palmela,Moita, Montijo, Grândola, Santiago do Cacém e Sines. 

Funchal Madeira 115 mul habitantes

O descobrimento do Arquipélago da Madeira surge no decorrer de uma manobra geoestratégica de expansão do território português, da fé católica e desenvolvimento da economia do reino. No ano de 1419 é descoberto todo o Arquipélago da Madeira.

O povoamento da ilha da Madeira foi iniciado por volta do ano de 1425, tendo como povoadores portugueses do norte de Portugal e do sul, da cidade do Algarve. As primeiras produções e exportações da ilha da Madeira foram o trigo, o açúcar e o vinho.

O açúcar tornou-se o “ouro branco”, permitindo trocas comerciais com todos os pontos de comércio marítimo, dando entrada a arte flamenga, alfaias litúrgicas e a muita pintura. O arquipélago da Madeira desenvolveu-se através da produção agrícola e como ponto obrigatório de paragem nas rotas comerciais.

 

Agualva-Cacém 81 mil Habitantes

No século XII, “Agualva” e Cacém já eram povoadas. O curso da ribeira das Jardas ou da Água Alva demarcavam então os limites administrativos e paroquiais. Agualva e outros lugares da margem esquerda da Ribeira faziam parte da freguesia de Belas, enquanto Cacém, São Marcos e outros lugares da margem direita estavam integrados no termo de Sintra e faziam parte da freguesia de Rio de Mouro.

Note-se que Agualva, enquanto lugar da freguesia de Belas era lugar conhecido por Jardo, o que levou o célebre Bispo de Lisboa, D. Domingos, por ter nascido ali a apelidar-se de Jardo.

Queluz 78 mil habitantes

Queluz é uma cidade portuguesa pertencente ao concelho de Sintra, distrito de Lisboa. A sua área é de 7 km², e a sua população residente era de 78.040 habitantes (2004). Isto faz de Queluz uma das cidades mais populosas de Portugal (a 11ª), e uma das cidades-satélites de Lisboa. Queluz fica situada entre as cidade

Barreiro 63 mil habitantes

A cidade portuguesa de Barreiro teve origem numa «pobra» ou aldeia ribeirinha, repovoada após a reconquista cristã da zona, sob a égide dos Cavaleiros da Ordem de Santiago repovoaram o local. Os seus povoadores dedicavam-se às actividades piscatórias e da extracção do sal.

O sabobal é o mais pequeno com 1900 habitantes 

O Sabugal é uma bonita cidade Beirã, sede de concelho, localizada na região Centro do País, numa área montanhosa, banhada pelo bonito Rio Côa, desde cedo palco de diversos conflitos e batalhas, envolvida por diversas fortificações defensivas.

Esta é uma região que denota ocupação humana bastante remota, mostrando indícios de ocupação pré-história, a partir do Neolítico, sendo também abundantes os vestígios da Idade do Bronze e do Ferro. 
A própria povoação de Sabugal ocupa um esporão natural onde provavelmente existiu um castro na Idade do Bronze, posteriormente ocupado no período romano. 







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