O que fazer em Estremoz os 7 melhores locais para visitar


Museu Rural de Estremoz





O Museu Rural de Estremoz da Casa do Povo de Santa Maria foi fundado no ano de 1951, em três salas do antigo Convento das Maltesas de Estremoz, as quais foram cedidas pela Misericórdia local.

A fundação do Museu Rural deve-se, fundamentalmente, ao empenho e trabalho de Bento Caldas, um delegado do Instituto Nacional do Trabalho. Este teve ainda o precioso auxí­lio de Cortes Simões (presidente da Assembleia Geral da Casa do Povo de Santa Maria de Estremoz), dos artistas Capela e Silva e Alberto Cutileiro, bem como do artesão Joaquim Velhinho, entre outros.

O museu foi depois conhecendo sucessivas expansões. A primeira sucedeu quando o espaço onde estava o Sindicato dos Caixeiros Viajantes foi por esta instituição de assistência abandonado nos anos 60 do século XX. Ainda nesta década conheceu outra expansão quando a sede da Casa do Povo de Santa Maria passou para o actual local (frente à escola secundária), ocupando então o museu este espaço com a sua recepção e com a exposição de um carro agrí­cola e alguma estanteria com livros e peças.

Entretanto, o museu foi conhecendo algum declí­nio, facto que também ocorreu por as Casas do Povo terem conhecido um significativo abandono após a Revolução dos Cravos de 1974.

Em 2003, por imperativos relacionados com o aluguer do espaço onde estava situado, a Casa do Povo de Santa Maria de Estremoz teve de pedir auxí­lio técnico ao municí­pio local para recolher e acondicionar o acervo do museu. Após ter sido embalado, em Agosto desse ano, ficou armazenado no Museu Municipal Prof. Joaquim Vermelho e na sede da Casa do Povo.

Por diligências da administração da Casa do Povo, consegue-se um espaço para o futuro Museu Rural no Centro Cultural e Associativo Dr. José Lourenço Marques Crespo, o qual é cedido pela Câmara Municipal de Estremoz em Setembro de 2005.

A autarquia continua a auxiliar tecnicamente esta instituição em 2006, conseguindo mesmo um financiamento para a instalação do museu, estando neste momento o seu projecto concluí­do. Este projecto foi delineado pelo responsável do Museu Municipal Prof. Joaquim Vermelho e por Helga Bizarro, arquitecta da Câmara Municipal de Estremoz.

Em 2015 volta a encerrar para nova instalação, desta vez no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, com nova mostra permanente, a destacar as coleções de Figurado em Barro de Estremoz, Olaria de Estremoz e Arte Popular em madeira, chifre e cortiça. As figuras em madeira de Capela e Silva que representam trabalhadores/as agrícolas estarão igualmente patentes, bem como um conjunto de carros rurais e uma pequena coleção de suportes de espetos em metal. 



Portas e baluartes da segunda linha de fortificações (Estremoz)





As Portas e baluartes da segunda linha de fortificações localizam-se na freguesia da Santo André, no Concelho de Estremoz, Distrito de Évora, Portugal.

O conjunto foi classificado como Monumento Nacional em 1924.

A importância de Estremoz na primeira metade do século XIV é inquestionável, datando desse período um importante conjunto patrimonial que tem o castelo como denominador comum, mas que se estende a outras obras, como o Paço da Audiência ou secções consideráveis do paço real, hoje transformado em pousada. Na posse da rainha Santa Isabel, que aqui faleceu em 1336, Estremoz transformou-se num dos principais centros políticos do reino, sendo palco privilegiado da política régia durante todo o final da primeira dinastia.

O castelo medieval é genericamente pentagonal, adaptado ao maciço rochoso no qual se implanta. A secção principal localiza-se a Sul



Museu Municipal Prof. Joaquim Vermelho





O Museu Municipal de Estremoz Prof. Joaquim Vermelho (Estremoz) está num edifí­cio de planta oblonga, com cobertura de duas águas e frontaria de seis sacadas, cuja construção datará do século XIII ou século XIV e que viria a sofrer vastas reformas nos séculos XVI, XVIII, XIX e XX. Neste imóvel já funcionou o Hospí­cio de Caridade, a Escola Régia, a Escola Primária Masculina e a Industrial e Comercial.

Em 1879, o presidente Deville pediu, em sessão camarária, auctorização para crear um pequeno museu annexo á bibliotheca, ao qual deseja dar uma feição por assim dizer, local; vindo a ser mais propriamente uma exposição permanente de varias industrias peculiares de Extremoz, e a par dos productos industriaes, como, por exemplo, dos nossos marmores, cortiça, ceramica, podiam estar representados productos agricolas. A 2 de Maio de 1880 é oficialmente aberta a biblioteca e o seu museu anexo.

Em 1941 a Câmara Municipal de Estremoz adquire à Escola Industrial cerca de 70 bonecos e, em finais da década de 1960, compra peças de arte sacra, mobiliário e faiança ao antiquário Chambel, valorizando dessa forma o acervo inicial.

No ano de 1971 é comprada a colecção de barrí­stica de Estremoz a Júlio Maria dos Reis Pereira.

Por necessitar de espaço, foi o museu ocupar um imóvel no Largo D. Dinis em finais da década de 60, local em que ainda permanece (2006).

O Museu Municipal de Estremoz Prof. Joaquim Vermelho está num edifício de planta oblonga com cobertura de duas águas e frontaria de seis sacadas, cuja construção datará do séc. XIII/XIV, sofrendo depois o imóvel vastas reformas nos séculos seguintes..

Neste imóvel já funcionou o Hospício de Caridade, a Escola Régia, a Escola Primária Masculina e algumas aulas da Escola Industrial e Comercial.

Em 1879 o Presidente Deville pediu em sessão camarária “auctorização para crear um pequeno museu annexo á bibliotheca, ao qual deseja dar uma feição por assim dizer, local; vindo a ser mais propriamente uma exposição permanente de varias industrias peculiares de Extremoz, e a par dos productos industriaes, como, por exemplo, dos nossos marmores, cortiça, ceramica, podiam estar representados productos agricolas”. A 2 de Maio de 1880 é oficialmente aberta a Biblioteca e o seu Museu anexo.



Claustro da Misericórdia de Estremoz





O Claustro da Misericórdia de Estremoz também chamado de Claustro do Convento das Maltesas situa-se no Convento de S. João da Penitência da Ordem de Malta ou Convento das Maltesas, localizado na freguesia da Santo André, no Concelho de Estremoz, Distrito de Évora, Portugal.

O Convento de São João da Penitência, mais conhecido por Convento das Maltezas, foi sede de clausura de freiras da Ordem de Malta a partir do séc. XVI. O seu Claustro é o mais amplo de todos os conventos da cidade e mostra-nos a arquitectura manuelina. Cada ala tem dez arcos, subdivididos em quatro arcadas geminadas e duas simples, todas sigladas pelos mestres canteiros que forneceram e afeiçoaram as pedras que as constituem. Os fustes (parte central das colunas) estão apoiados em bases quadradas, cujos capitéis se apresentam indiferenciadamente simples e lisos ou com motivos naturalistas. As mísulas da abóbada em ogiva, com motivos tipicamente manuelinos e com motivos antropomórficos e zoomórficos, são bastante curiosos e artisticamente interessantes.



Padrão do Ameixial Estremoz





O Padrão do Ameixial situa-se no Terreiro da Batalha do Ameixial, na freguesia da Santa Vitória do Ameixial, no Concelho de Estremoz, Distrito de Évora, Portugal.

Foi classificado como Monumento Nacional em 1910.

Este padrão, comemorativo da Batalha do Ameixial, foi originalmente erguido na Estrada do Cano, tendo sido para aqui mudado aquando do arranjo da Estrada Nacional 245, entre finais do século XIX e inícios do século XX.

Batalha ocorrida a 8 de Junho de 1663, é considerada por alguns autores a mais importante das ocorridas durante o período da Restauração.

É composto por peanha de três degraus e pedestal quadrangular. A coluna tem base e capitel da ordem dórica e remate superior da coroa imperial, com almofada de borlas pendentes, tudo em mármore. Tem inscrição comemorativa e descritiva do evento.



Castelo de Estremoz





O Castelo de Estremoz, no Alentejo, localiza-se na cidade de Estremoz, freguesia de Santa Maria, Distrito de Évora, em Portugal.

Erguido em posição dominante sobre uma colina ao norte da serra de Ossa, tinha como função primitiva a defesa desta raia alentejana. Constituindo-se posteriormente em uma das mais importantes praças-fortes da região do Alentejo, Estremoz esteve ligada a diversos dos mais decisivos episódios militares da História de Portugal. Deu o seu nome, ainda, a um dos mais atuantes destacamentos militares do paí­s, com decisiva ação no Brasil colonial, o Regimento de Estremoz. É ainda de assinalar o facto de nele ter falecido, em 1336, a rainha Santa Isabel.

É, a par de Elvas, uma das mais importantes praças-fortes do Alentejo, principalmente no perí­odo da Guerra da Restauração, altura em que serviu também de quartel-general das tropas portuguesas.

Datado do século XII, o castelo foi alvo de vários melhoramentos ao longo do tempo, mas especialmente durante este perí­odo devido à sua localização próxima com o reino de Espanha. Durante o cerco a Elvas de 1658, e que terminaria com a Batalha das Linhas de Elvas no ano seguinte, foi de Estremoz que partiu a maioria do exército português de socorro.

Em 2014, o Castelo de Estremoz foi integrado num novo projeto do Ministério da Defesa Nacional, criado com o apoio do Turismo de Portugal, chamado Turismo Militar, que apresenta roteiros históricos baseados em heróis portugueses.

 

No centro da vila medieval surge a Torre de Menagem, uma das mais bem conservadas do país. Com cerca de 27 metros de altura, tem planta quadrangular e é coroada com merlões em forma piramidal.

Típica da arquitetura militar portuguesa de finais do século XIII e inícios do século XIV, é o que resta da alcáçova primitiva, juntamente com o edifício trecentista dos Paços do Concelho.

No segundo piso existe uma bela sala octogonal com colunas de capitéis de motivos animalistas e antropomórficos. No terraço encontram-se as chamadas Três Coroas, representativas, segundo alguns autores, dos três reinados em que decorreram as obras da sua implantação. 



Capela de Nossa Senhora dos Mártires





A Capela de Nossa Senhora dos Mártires situa-se na freguesia de Santa Maria, no Concelho de Estremoz, Distrito de Évora, Portugal.

Edifí­cio classificado em 1922 como Monumento Nacional, encontra-se aberto ao público. Para visitar deverá solicitar-se a chave na porta em frente.

A construção deste templo está atribuída ao reinado de D. Fernando, devendo as obras ter arrancado por volta de 1371 (ESPANCA, 1975). A sua conclusão, todavia, ocorreu já durante a Dinastia de Avis, e por patrocínio do então senhor da vila de Estremoz, D. Nuno Álvares Pereira.

Apesar de relativamente pequeno, é um templo que ilustra bem o período final da arquitectura gótica plena nacional, imediatamente antes da renovação verificada com o arranque do projecto do Mosteiro da Batalha e a implantação do Tardo-Gótico. Neste contexto, os Mártires de Estremoz representa, mesmo, um capítulo final da longa tradição construtiva aplicada à arquitectura religiosa baixo-medieval portuguesa, sendo o mais eloquente testemunho dessa realidade a fidelidade de plano e de volumetria da capela-mor em relação a numerosos antecedentes, verificados desde, pelo menos, o século XIII.

Planimetricamente, esta capela-mor é um espaço composto por dois tramos, o primeiro rectangular coberto por abóbada em cruzaria de ogivas simples, e o segundo de secção poligonal com abóbada de cadeias, cujo bocete principal apresenta uma cruz da Ordem de Avis. Em alçado, as arestas são reforçadas por contrafortes não escalonados, o que permitiu que, entre eles, se rasgassem amplas janelas verticais, geminadas, que inundam de luz o interior.

Foi construída imediatamente a seguir à reconquista de Lisboa, em 1147, sob o cemitério dos cruzados que auxiliaram D. Afonso Henriques na tomada da cidade - os mártires -, pela sua entrega à recristianização da cidade. Por isso, ficou conhecida como Igreja de Nossa Senhora dos Mártires, cuja imagem se venera na capela-mor, tendo sido elevada a Basílica no século XIII. Depois do terramoto, foi dedicada em 1784, constituindo um verdadeiro ex libris da reconstrução pombalina, com características barrocas e neoclássicas. São notáveis os retábulos e os tectos pintados por Pedro Alexandrino, bem como o majestoso órgão, no coro-alto, construído por Machado e Cerveira.



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