O que fazer em Porto os 12 melhores lugares para visitar


Palácio da Bolsa Porto





O Palácio da Bolsa, ou Palácio da Associação Comercial do Porto, na cidade do Porto, em Portugal, começou a ser construí­do em Outubro de 1842, em virtude do encerramento da Casa da Bolsa do Comércio, o que obrigou temporariamente os comerciantes portuenses a discutirem os seus negócios na Rua dos Ingleses, em pleno ar livre.

Com uma mistura de estilos arquitectónicos o edifí­cio apresenta em todo o seu esplendor, traços do neoclássico oitocentista, arquitectura toscana, assim como o neopaladiano inglês.

O Palácio da Bolsa, ou Palácio da Associação Comercial do Porto, edifício de estilo neoclássico, começou a ser construído a 6 de Outubro de 1842 , data solene de colocação da primeira pedra, dado o encerramento da Casa da Bolsa do Comércio que obrigou os comerciantes portugueses a discutirem os seus negócios em pleno ar livre.

Sede da Associação Comercial do Porto, serve agora para os mais diversos eventos culturais, sociais e polí­ticos da cidade. O Salão árabe detém o maior destaque de todas as salas do palácio devido, como o nome indica, a estuques do século XIX legendados a ouro com caracteres arábicos que preenchem as paredes e tecto da sala. É neste salão que tem lugar as homenagens a chefes-de-estado que visitam a cidade.

Na Sala dos Retratos encontra-se uma famosa mesa do entalhador Zeferino José Pinto que levou três anos a ser construí­da, revelando-se um



Parque de Serralves no Porto





O Parque de Serralves é um espaço verde, que se estende por 18 hectares e que envolve o Museu de Arte Contemporânea (Fundação de Serralves), edifí­cio projectado pelo arquitecto Siza Vieira, na cidade do Porto, em Portugal.

Ao longo do parque obras de arte de vários artistas contemporâneos estão expostas, ao lado da flora tí­pica da Região Norte de Portugal, como carvalhos, bétulas e o teixo.

O projecto para o jardim da Casa de Serralves foi encomendado pelo Conde de Vizela ao arquitecto Jacques Gréber em 1932. O parque resulta de processos de desenho de uma paisagem ao longo de mais de um século, constituindo uma unidade temporal e espacialmente complexa, incluindo vestí­gios de um jardim do século XIX, a Quinta do Mata-Sete, o jardim da Casa de Serralves, assim como a paisagem do Museu de Arte Contemporânea.

A origem do Parque de Serralves remonta a 1923 quando Carlos Alberto Cabral, 2º Conde de Vizela, herda a Quinta do Lordelo, propriedade de veraneio da família à Rua de Serralves (então nos arredores do Porto), e a sua história divide-se em três momentos: os traços do jardim de finais do século XIX da Quinta do Lordelo e a Quinta do Mata-Sete, o jardim de Jacques Gréber para a Casa de Serralves, e a paisagem do Museu de Arte Contemporânea. Provavelmente desenhado por um dos viveiristas da cidade, e inspirado nos modelos vitorianos de final de oitocentos, o jardim da Quinta do Lordelo desenvolvia-se nas traseiras da casa com canteiros de formas orgânicas enriquecidos por espécies ornamentais.  Com uma área menor do que a presente, a propriedade seria sucessivamente ampliada pelo Conde de Vizela com a aquisição de terrenos adjacentes, num processo de compras que se prolongaria até aos anos 40, atingindo os atuais 18 hectares. A Quinta do Mata-Sete, também propriedade da família e herdada pelo irmão do Conde de Vizela, é integrada nesta ampliação por permuta com propriedades urbanas. Na altura da sua inclusão era já caracterizada por estruturas edificadas – pavilhão de caça, celeiro, lagar e casa dos caseiros. 

Rua dos Clérigos é que todos tem de visitar no Porto





Via que estabelecia a ligação entre a porta de Santo Elói e a porta do Olival, pelo lado externo às Muralhas Fernandinas do Porto, foi durante muitos séculos chamada "calçada da Natividade". O seu nome original foi buscá-lo à antiquíssima capela de Nossa Senhora da Natividade que, até 1836, existiu na praça Nova (atual praça da Liberdade).

Em 1731 foram doados uns terrenos baldios à Irmandade dos Clérigos Pobres — constituída pela fusão das confrarias de São Pedro ad Vincula, de São Filipe Néri e de Nossa Senhora da Misericórdia — para aí edificar a sua igreja, a igreja dos Clérigos, a grande obra de Nicolau Nasoni, cuja torre é o ex libris da cidade do Porto.

O logradouro em torno do novo templo passou então a designar-se por "largo dos Clérigos". Por 1860, quando foi nomeado governador civil do Porto o visconde de Gouveia, impôs-lhe o nome atual de "rua dos Clérigos".

O desenvolvimento do bairro das Carmelitas, a construção do mercado do Anjo, da Academia Politécnica e do hospital de Santo António, valorizaram a rua dos Clérigos como principal via de acesso a partir da Baixa, localizada em torno da atual praça da Liberdade. A partir de meados do século XIX, os Clérigos assumiram-se como uma das mais importantes ruas comerciais da cidade do Porto

 



 

Rua dos Cléricos
A magia da cultura portuguesa e arquitetura não é nada mais evidente do que a bela cidade do Porto ao entardecer.

 

TORRE, MUSEU, IGREJA O conjunto arquitetónico Clérigos, classificado Monumento Nacional desde 1910, é pela sua Igreja e pela sua Torre, um dos principais pontos de interesse, e local de visita obrigatória para todos os que visitam a cidade do Porto.

A Igreja e a Torre integram uma edificação do século XVIII, de inspiração barroca, que marcou a configuração urbana da cidade, localizada numa rua desnivelada, mas genialmente aproveitada por Nicolau Nasoni, que conseguiu criar um edifício de referência. A Igreja e a Torre estão unidas pela Casa da Irmandade, que desde 2014, após a sua musealização, está aberta ao público.

 

TORRE No ano de 1753, a pedido da Irmandade dos Clérigos, o arquiteto italiano Nicolau Nasoni apresentou o projeto para uma torre sineira, e em 1754 arrancariam as obras daquela que viria a ser a mais bela e altaneira Torre, dominando toda a paisagem urbana do Porto. Em julho de 1763, com a colocação da cruz de ferro no topo, e a imagem de São Paulo no nicho sobre a porta, deu-se por finalizada a sua construção.

As características barrocas que a definem são a expressão máxima da espetacularidade do barroco, onde os motivos típicos deste estilo, dão à torre movimento e beleza.

A mais de 75m de altura, depois de subir 225 degraus e chegar ao topo da torre, a vista sobre a cidade deslumbra. Numa perspetiva a 360°, o visitante frui de um momento único, quer de dia ou de noite, quando em épocas especiais, a torre abre as suas portas até às 23h00.

A Torre dos Clérigos, é incontestavelmente o ex-líbris da cidade, e um excelente miradouro sobre esta.

 

MUSEU O percurso pela Casa da Irmandade (1754-1758), onde se localiza o Museu propicia um regresso ao passado, a experiência de percorrer espaços, que em tempos, foram privados e destinados ao quotidiano da Irmandade dos Clérigos.

Percorrendo a Casa do Despacho, a Sala do Cofre, o Cartório, e a antiga enfermaria, percebe-se que o Museu possui um acervo constituído por bens culturais de valor artístico considerável, do século XIII até ao século XX, que se espraia nas coleções de escultura, pintura, mobiliário e ourivesaria. Esses bens são mensageiros de um património histórico e cultual, cuja função perdida na passagem do tempo, deu lugar à sua musealização. 

A enfermaria da Irmandade dos Clérigos que funcionou até finais do século XIX dedicada ao tratamento dos clérigos doentes, foi convertida num espaço expositivo, e acolhe atualmente a coleção Christus. Esta exposição, concebida a partir da doação de uma coleção por parte de um colecionador particular, desvela a paixão pelo colecionismo, e conta uma história complementada com objetos, outrora de devoção, considerados hoje legados culturais de interesse. São peças de escultura de vulto, pintura e ourivesaria que enaltecem o encontro da arte com a fé. 

A exposição, distribuída por três salas – Núcleo da Paixão, Viagem das Formas e Imagens de Cristo – convida a uma viagem pelo tempo e pelo espaço, pela imagem e pela devoção.

O Museu da Irmandade dos Clérigos, integra a Rede Portuguesa de Museus, desde 28 de agosto de 2018.

 

A doação de um terreno, localizado no Campo do Olival, à época o maior terreiro portuense, permitiu à Irmandade dos Clérigos construir igreja própria.

O projeto da Igreja dos Clérigos, de autoria de Nicolau Nasoni, foi aprovado na reunião da Irmandade dos Clérigos, em dezembro de 1731. As obras arrancaram em abril de 1732, com a abertura dos alicerces, iniciando-se assim a construção daquela que viria a ser a primeira igreja em Portugal com planta em forma de elipse. E não só. A galeria que circunda toda a nave, possibilitando observar a igreja no seu todo, é também uma característica singular deste templo. As várias janelas existentes permitem a entrada de luz, que realça o esplendor da talha dourada, presente na igreja, criando um belo jogo de cores com o mármore.

A cúpula ostenta o brasão de armas da Irmandade dos Clérigos, em granito fingido, e assenta sobre seis pilastras, destacando-se dois púlpitos e duas grades, os exemplares mais antigos de talha dourada na igreja, e se abrem quatro altares laterais: o do Santíssimo Sacramento, Nossa Senhora das Dores, Santo André Avelino e São Bento. 

Dezassete anos depois, em 1749, a edificação da igreja era dada como concluída, mas o seu apetrechamento, e mais tarde, a ampliação da capela prolongariam por mais uns anos as obras na igreja.

Ao fundo, a espaçosa capela-mor de forma retangular oblonga (mais comprida que larga), é embelezada com um altar de mármore e um retábulo de inspiração rococó, com risco de Manuel dos Santos Porto, no qual predomina um trono coroado pela imagem da padroeira, Nossa Senhora da Assunção. Nos flancos do retábulo, destacam-se os co-padroeiros da Irmandade dos Clérigos, São Pedro ad Vincula e S. Filipe Néri, duas esculturas de madeira pintadas.

A capela-mor é ladeada pelo cadeiral e pelos dois órgãos de tubos ibéricos ou "à portuguesa", cuja construção iniciou em simultâneo, decorria o ano de 1774. O cadeiral terminaria em 1777 e os órgãos apenas dois anos depois.

 



Ponte Maria Pia Porto





A primeira grande obra de Gustavo Eiffel, em colaboração com Theóphile Seyrig, inaugurada em 1877, e tendo sido utilizada durante 114 anos. Tem um arco biarticulado que suporta o tabuleiro ferroviário de via simples através de pilares em treliça. Foi classificada em 1982 como Monumento Nacional e em 1999 foi internacionalmente reconhecida como um marco histórico da engenharia civil pelo seu carácter inovador. Encontra-se desactivada desde 1991.



Praia da Salgueira





A Praia da Salgueira é uma extensa praia marí­tima na área urbana da Póvoa de Varzim. A Praia da Salgueira é uma praia bastante frequentada de areia branca com poucos penedos na parte central, apta para a prática de surf. A Salgueira é bastante procurada no verão, com menores enchentes durante a semana ou fora da época estival.

A Praia da Salgueira é percorrida pela Avenida dos Banhos, a principal avenida balnear da Póvoa. A praia tomou o nome de um antigo lugar ali existente. A praia é ladeada, a sul, pela Esplanada do Carvalhido - uma praça-praia, enquanto que o flanco norte, rochoso, junto ao Buddha Club, é denominado

O areal é extenso e sem rochas, do agrado dos banhistas.Esta praia é muito frequentada por amantes de desportos aquáticos, sobretudo surfistas locais, devido à ausência de formações rochosas dentro de água.



Casa do Infante - Museu Porto





A Casa do Infante, assim designada por aí ter nascido Henrique o Navegador, é um complexo de edifícios que foram sendo construídos para albergar os serviços da Coroa no Porto.A sua história remonta a 1325, quando o rei D. Afonso IV mandou construir o Almazem régio, contra a vontade do Bispo, então senhor do Burgo. O edifício foi objeto de um processo de reabilitação e musealização e hoje oferece um conjunto de valências diversificadas: Museu; Arquivo Histórico Municipal; Biblioteca de Assuntos Portuenses; Sala Memória; Sala de exposições e Auditório.



Museu do Centro Hospitalar do Porto





Faça uma viagem no tempo e venha visitar uma notável botica de traça oitocentista, integrada na frontaria do edifício Monumento Nacional Hospital de Santo António, cujo percurso histórico conta com mais de 200 anos. Desde um raro conjunto de armários de botica, a potes, frascos, tinturas, balanças e livros de fórmulas, muitos serão os objetos que o remeterão para as correntes terapêuticas da época.



Museu de Arte Contemporânea de Serralves





O Museu de Serralves é o mais importante museu de arte contemporânea em Portugal, projetado pelo arquiteto Siza Vieira e situado nos espaços únicos da Fundação de Serralves, que incluem um Parque e uma moradia. Através da sua Coleção, de exposições temporárias, programas educativos, sessões públicas, espetáculos de música, dança e performance, da sua atividade editorial e de parcerias, a nível nacional e internacional, o Museu promove a fruição e a compreensão da arte e da cultura contemporâneas. 



Convento dos Grilos no Porto





A Igreja e Colégio de São Lourenço, popularmente conhecida pela Igreja dos Grilos, é um conjunto de edifí­cios religiosos na cidade do Porto, em Portugal.

Construí­dos pelos jesuí­tas em 1577 em estilo maneirista barroco-jesuí­tico, financiados por doações de fiéis, assim como de Frei Luí­s álvaro de Távora, Comendador de Leça do Balio, da Ordem de Malta, cujo brasão de armas encima a fachada principal, a Igreja e o Convento de São Lourenço foram erguidos com forte oposição da câmara e da população. No entanto, os seguidores de Santo Inácio de Loyola acabaram por conseguir fundar o tão ambicionado colégio com aulas gratuitas, o que conquistou rapidamente um notável êxito.

A oposição da população não era dirigida aos jesuí­tas, mas ao colégio que pretendiam instituir devido aos privilégios que os cidadãos tinham que impediam a permanência de nobres e fidalgos dentro da cidade, por um perí­odo superior a três dias.

Assim sendo o colégio que seria construí­do, chamaria filhos de nobre e fidalgos que obrigatoriamente teriam de residir na cidade, mas através de algumas artimanhas dos religiosos a oposição dos burgueses foi ultrapassada.

Com a expulsão dos jesuí­tas em 1759, por ordem do Marquês de Pombal, a igreja foi doada à Universidade de Coimbra até a sua compra pelos Frades Descalços de Santo Agostinho que ali ficaram de 1780 a 1832. Estes frades vieram de Espanha em 1663, instalando-se inicialmente em Lisboa, no sí­tio do Grilo, onde rapidamente ganharam a simpatia da povoação, ganhando o nome de



Praia do Quião Póvoa de Varzim





A Praia do Quião é uma extensa praia marí­tima da Póvoa de Varzim, localizada entre a Praia de Coim e o Cabo de Santo André, na freguesia de Aver-o-Mar. A Praia do Quião é uma praia pouco frequentada de areia branca, de dimensão fina a média dependendo do local, com bastantes penedos.

No Quião Norte, de acesso difí­cil, pratica-se a tradicional apanha do Sargaço que é estendido ao sol para secar antes de ser amontoado para fazer as medas de sargaço. Esta zona é protegida por dunas de antigas masseiras desaparecidas e, dado ser calma, é usada para encontros e retiros.

Com um areal extenso e fino, a Praia do Quião é delimitada a norte pelo Cabo de Santo André e a sul pela Ribeira do Esteiro. Tem facilidade de acessos e boas infraestruturas de apoio.Nesta praia ainda se praticam as atividades tradicionais, a pesca durante o inverno, ou a recolha do sargaço que fica sobre a areia a secar sobretudo na área norte do areal.  



Museu Militar do Porto





O Museu Militar do Porto é uma instituição pertencente ao Exército Português, vocacionada para a preservação da história militar.

 

O edifício principal do Museu Militar do Porto, que hoje alberga parte das coleções do Museu, foi inicialmente concebido para habitação familiar, nos finais do séc. XIX. No entanto, as funções que lhe foram atribuídas pelo Estado Novo, como Delegação da PIDE-DGS, marcaram profundamente as vivências da população do Porto, durante grande parte do séc. XX.

Possui coleções de armamento ligeiro, equipamentos, uniformes e artilharia pesada, abrangendo um período do séc. XVI a meados do séc. XX. De particular interesse é a coleção de miniaturas de soldadinhos que aborda a evolução do guerreiro desde a antiguidade até à época contemporânea.

Museu Municipal Abade Pedrosa





O Museu Municipal tem origem num conjunto de espécies arqueológicas recolhidas pelo Abade de Pedrosa entre os finais do século passado e o princípio deste século. Até à década de quarenta os materiais estiveram expostos no claustro da igreja matriz, sendo mais tarde dispersos por vários locais.

A Câmara Municipal de Santo Tirso inicia em 1984 um conjunto de acções que contribuíram para a revitalização do Museu Abade de Pedrosa, passando pelo estudo da história local e preservação do património concelhio. O Museu Municipal está instalado na ala conventual do antigo mosteiro beneditino de Santo Tirso. Conta com quatro salas de exposição permanente que testemunham cerca de 3000 anos de história desta região e do concelho, dispondo ainda de uma sala polivalente - auditório, dos serviços educativos e uma sala para exposições temporárias. As instalações estão ainda equipadas com uma área de depósito de peças arqueológicas, laboratório de conservação e restauro e uma loja / recepção.

A colecção de peças e objectos que existe no Museu Abade de Pedrosa é essencialmente de carácter arqueológico. A formação desta colecção iniciou-se com o Pe. Joaquim Pedrosa, arqueólogo amador e apaixonado pela história local. O espólio recolhido pelo Abade Pedrosa foi posteriormente doado à autarquia com o propósito de se criar um Museu Arqueológico. Foram os esforços enviados por Carlos Faya Santarém, arqueólogo tircence, durante a década de quarenta e cinquenta que permitiram organizar e ampliar o espólio desta colecção. Actualmente todo o trabalho desenvolvido no âmbito da investigação arqueológica, remodelação e ampliação do Museu Municipal é feito através do Gabinete Municipal de Arqueologia.

Proveniente de escavações e doações, o Museu Municipal detém um apreciável espólio arqueológico representativo de vários períodos, desde a Pré-História, passando pela Idade do Bronze e do Ferro até à Romanização e Idade Media. Existe ainda espólio de outra natureza em depósito, como obras de arte e objectos de carácter etnográfico.



  • O que fazer em Porto os 12 melhores lugares para visitar


Outros Artigos Populares no Blogue