O que fazer em Leiria os 7 melhores lugares para visitar


Museu Municipal de Óbidos





A exposição permanente do Museu Municipal de Óbidos é uma viagem pela produção artística e pela devoção religiosa da história da Vila. A colecção testemunha a acção das colegiadas religiosas e o enriquecimento cultural marcado por encomendas a alguns dos maiores nomes da Arte Portuguesa. Destaca-se a colecção de pintura dos séculos XVI e XVII, onde constam obras de André Reinoso e Josefa d’Óbidos. A HistóriaO Museu foi inaugurado a 15 de Junho de 1970, com a presença do então Presidente da República, Almirante Américo Tomás, do Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira e diversas autoridades do Governo. Foi seu primeiro director o então presidente da Câmara, Albino de Castro e Sousa (1922-1984)

O Museu Municipal integra a Rota de Museus do Oeste e é sede da Rede de Museus e Galerias de Óbidos.     Outro dos antecedentes remotos que levaram à fundação do museu é reflectida a partir de algumas realizações culturais em Óbidos, nomeadamente a Exposição de Arte Sacra em 1954 e a Evocação de Josefa de Óbidos em 1959, produzindo-se um efeito de expectativa redobrada com o encerramento do “museu regional”, instalado no exíguo espaço da capela gótica de S. Martinho, onde existia uma colecção de arqueologia e fragmentos arquitectónicos, a maior parte pertencente ao tenente-coronel Luís Torquato de Freitas Garcia.

Museu Municipal do Bombarral





Sendo um concelho rico em sítios arqueológicos, com destaque para a Gruta Nova da Columbeira, a Lapa do Suão e o Castro da Columbeira, a Sala de Arqueologia exibe uma mostra valiosa deste espólio, desde o Paleolítico médio à época Romana, demonstrativo da ocupação humana deste território ao longo dos 30.000 anos. Esta sala é apontada por especialistas como exemplar a nível nacional.

Museu do Hospital e das Caldas





O Museu do Hospital e das Caldas localiza-se na freguesia de Nossa Senhora do Pópulo, cidade e Concelho das Caldas da Rainha, Distrito de Leiria, em Portugal.

Integrado no conjunto do Hospital Termal Rainha D. Leonor, expõe em caráter permanente peças ligadas à história, à vida quotidiana e evolução das técnicas de tratamento daquela instituição.

Além de exposições temporárias, oferece visitas guiadas de julho a setembro, recomendando-se a visita à piscina da Rainha, nas dependências do Hospital Termal.



Praia do Pedrógão Leiria





A Praia do Pedrógão é um lugar pertencente à freguesia de Coimbrão, concelho de Leiria. É a única praia e estância balnear do concelho de Leiria. Fica a norte da Praia da Vieira (concelho da Marinha Grande), e consequentemente a norte do Pinhal de Leiria. Dá nome à Mata Nacional do Pedrógão, dentro da qual está inserida.

Uma ‘ilha’ entre o mar verde do pinhal de Leiria e o Oceano Atlântico, a Praia do Pedrógão oferece um extenso areal, os benefícios do iodo, a Arte Xávega e sossego aos visitantes.

A Estrada Atlântica e a sua extensa ciclovia e a proximidade à Lagoa da Ervedeira são dois atrativos adicionais de uma estância balnear com qualidade certificada com três galardões: bandeira Azul, bandeira de praia Acessível e bandeira “Qualidade de Ouro”.

O Parque de Campismo localiza-se a sul do Pedrógão, na confluência do acesso sul da povoação com a estrada das matas que segue para a Figueira da Foz.

Tem bons acessos para o Pedrógão, para a praia e para outras localidades: para Sul, Vieira de Leiria e para Norte, Osso da Baleia.

Os edifícios de serviços compreendem zona de restauração (restaurante, bar, sala de jogos e esplanada), minimercado e peixaria.

O Parque de Campismo dispõe de um campo de jogos, que está preparado para a prática de modalidades como o andebol de 7, futebol de salão, basquetebol, voleibol e ténis, assim como de um parque infantil.



Casa Museu Afonso Lopes Vieira





A Casa-Museu – Colónia Balnear Afonso Lopes Vieira é constituída por:

Um edifício residencial principal situado junto ao mar , onde está instalada, no primeiro andar, a Casa-Museu Afonso Lopes Vieira e no rés-do-chão, parte das instalações da Colónia Balnear Afonso Lopes Vieira;

Capela e Edifício anexo, situado a Norte, onde funcionam os dormitórios da Colónia Balnear.

A casa foi oferecida pelo pai de Afonso Lopes Vieira como prenda de casamento, ao poeta e à sua mulher, D. Helena Aboim, em 1902. Aqui viveram durante longos períodos de tempo - principalmente durante as estações mais quentes, de Abril a Outubro – alternando com as estadias na casa das Cortes e na Casa de Lisboa.Foi na “Casa-Nau”, como lhe chamava, que Afonso Lopes Vieira escreveu grande parte das suas obras literárias, ensaios, conferências, artigos, etc. e recebeu grandes nomes das artes e da literatura nacional do princípio do século XX.

A casa constitui em si um testemunho literário da obra de Afonso Lopes Vieira, na medida em que possui diversos elementos decorativos mandados aplicar por este, ao longo da sua vida (principalmente expressos em lápides e azulejos) que aludem a algumas das suas obras.

Em 1938, no seu testamento, o poeta legou a casa à Câmara Municipal da Marinha Grande, para que aqui fosse instalada uma Colónia Balnear Infantil, para os filhos dos operários vidreiros, bombeiros e trabalhadores das Matas Nacionais.



Atelier-Museu João Fragoso Caldas da Rainha





O Atelier-Museu João Fragoso é um museu municipal, e está inserido no Centro de Artes, um projecto desenvolvido pela autarquia.

Criado para acolher parte significativa da obra do escultor caldense João Fragoso (1913-2000), e simultaneamente criar um espaço oficinal que permitisse dar continuidade à sua expressão artí­stica, foi inaugurado em Setembro de 1994, pelo então Presidente da República, Mário Soares.

O artista foi professor jubilado da Escola de Belas-Artes de Lisboa e membro da Academia Nacional de Belas Artes de Lisboa, onde exerceu as funções de vice-presidente. Ao longo de sua carreira, recebeu dezenas de prémios e distinções, entre as quais o Oficialato da Ordem de Cristo, a medalha de bronze do Ministério da Educação do Brasil, o prémio de Mérito Absoluto do Ministério do Equipamento Social pelo projecto do Monumento ao 25 de Abril, em 1985, o 1º Prémio de Desenho do Conselho da Europa em Nice, entre outros.

Em suas obras empregou empregou obras materiais tão diversos como o gesso, o bronze, a madeira, e outros. Para além de escultura, dedicou-se também à cerâmica, à pintura, ao desenho e à poesia. Foi um dos introdutores, no paí­s, do Minimalismo. Entre as suas obras mais famosas, destacam-se o bronze  

O Atelier-Museu João Fragoso foi inaugurado a 24 de Setembro de 1994 no seguimento da política cultural da autarquia iniciada com o Atelier-Museu António Duarte. Tal como no primeiro caso, o Atelier-Museu João Fragoso foi um espaço criado com o intuito de acolher parte significativa da obra de um eminente escultor da cidade e simultaneamente criar um espaço oficinal que permitisse dar continuidade à sua produção artística.

O discurso museológico pretende dar o entendimento do que foram as linhas mestras da sua vida e obra. O espaço de nave única percorre as três etapas fundamentais da sua obra: a fase figurativa, a fase mar (abstracta) e a fase minimalista.





Museu Paroquial de Óbidos





Recentemente recuperada com o apoio da Câmara Municipal, a Igreja de S. João Baptista, localizada junto à Porta da Vila, é um dos imóveis mais simbólicos e uma referência incontornável do Património edificado em Óbidos.

Mandada erigir pela Rainha Santa Isabel, em 1309, esta igreja, então dedicada a S. Vicente, serviu para assistência religiosa àqueles que mais padeciam na Idade Média, os leprosos.Já no início do séc. XVI o templo foi integrado no património da Santa Casa da Misericórdia de Óbidos e, desde 19 de Outubro de 1636 até ao evento do liberalismo, serviu de sede à Paróquia e Colegiada de S. João Baptista.

Desde então a igreja entrou num profundo declínio, ressurgindo hoje como um espaço onde a Arte e o Património Religioso terão lugar para a sua expressão condigna.

O Museu Paroquial de Óbidos (ou de S. João), será um ponto de encontro e diálogo entre a comunidade e as suas raízes, bem como um factor de crescimento cultural, articulando-se de perto com os restantes serviços de Museu na Vila de Óbidos.A abertura deste equipamento cultural servirá, também como incentivo ao estudo e divulgação dos bens artísticos e históricos da Igreja, que para todos os efeitos é a base da cultura local, manifestando-a aos diversos públicos (escolares, investigadores, turistas, etc.).

A gestão museológica, cujos conteúdos serão decididos pelo Pároco e pelos técnicos do Museu Municipal, apostará nas exposições temporárias de média duração (entre 4 a 9 meses), justificando a investigação e motivando a novas visitas periódicas ao Museu.   Nota:  O Museu Paroquial encontra-se  temporariamente encerrado para instalação de uma nova exposição, até ao próximo dia 20 de abril de 2018.

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