Os 18 melhores pontos turisticos para conhecer e visitar em Lisboa


Palácio Nacional de Belém Lisboa





O Palácio Nacional de Belém, simplesmente conhecido por Palácio de Belém, fica situado em Belém (Praça Afonso de Albuquerque), Lisboa, sendo a residência oficial do Presidente da República Portuguesa.

O Palácio, localizado em Belém, outrora palácio de reis, é hoje monumento nacional e sede da Presidência da República Portuguesa. Chamado "das leoneiras" no século XVIII, parece ter como emblema o leão - símbolo solar que alia a Sabedoria ao Poder. Uma bandeira de cor verde com o escudo nacional - o estandarte presidencial - é hasteada no palácio indicando a presença do Presidente em Belém.

Trata-se de um conjunto arquitetónico e paisagístico onde avulta um edifício central de cinco corpos com frente para o rio Tejo. A um primeiro palacete, para nascente do Pátio das Damas - o Anexo - segue-se, na viragem para a Calçada da Ajuda, outra construção - o Picadeiro Real, hoje Museu dos Coches. Para poente desenvolvem-se os conjuntos do Pátio dos Bichos, do pavilhão da Arrábida e do Jardim da Cascata. Na direção do sul estende-se o Jardim Grande, que termina num mirante cujo gradeamento prolongado para nascente e poente encontra dois pequenos pavilhões, outrora designados "casas de recreação".



Torre de Belém monumento de visita obrigatória da cidade de Lisboa





A Torre de Belém localiza-se na freguesia de Belém, concelho e distrito de Lisboa, em Portugal. Na margem direita do rio Tejo, onde existiu outrora a praia de Belém, era primitivamente cercada pelas águas em todo o seu perí­metro. Ao longo dos séculos foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje a terra firme.

Falar de Fortificação como ciência só é possível quando se associa à técnica de construção defensiva um carácter científico. No final do séc. XV, a fortificação medieval, devido ao aparecimento da artilharia pirobalística, começou a tornar-se ineficaz. A evolução tornou-se inevitável, sendo o Castelo progressivamente substituído pela Fortaleza. Essa transição pautou-se por distintas formas como, por exemplo, a associação de uma torre medieval a um baluarte. Em Portugal, essa transição era liderada pela Escola Italiana, como aliás no resto da Europa, e vai-se materializar na construção da Torre de Belém, no reinado de D. Manuel I.

A defesa do estuário do Tejo - A construção da Torre de Belém, abaluartada, obedece a um critério racional de defesa do estuário do Tejo, implementado por D. João II, e englobado no plano mais vasto da reorganização geral das forças de terra e mar, plano esse continuado por D. Manuel I, e que viria a proporcionar os meios necessários, humanos e materiais, requeridos pela expansão promovida à escala planetária.



Igreja de São Vicente de Fora Lisboa





A Igreja de São Vicente de Fora, também referida como Mosteiro de São Vicente de Fora, localiza-se no bairro histórico de Alfama, na cidade e Distrito de Lisboa, em Portugal.

O atual edifício maneirista, de carácter monumental, harmonioso e simétrico, substituiu o primitivo complexo arquitetónico românico do séc. XII (1147), um Mosteiro do mesmo nome, mandado construir por D. Afonso Henriques em agradecimento pela conquista de Lisboa aos Mouros nesse mesmo ano.

Mandado erguer por Filipe II em 1582, a construção termina em 1629, tendo sido dirigida por Fillipo Terzi em colaboração com outros engenheiros e mestres de obras, possivelmente segundo modelo inicial atribuído ao arquiteto de Filipe II, Juan de Herrera, autor do Mosteiro de El Escorial (Madrid).



Igreja de Santo António de Lisboa





A Igreja de Santo António é um edifí­cio localizado na freguesia de Santa Maria Maior (Sé), no concelho de Lisboa, Portugal. Encontra-se alegadamente no local da casa onde Santo António nasceu, junto à antiga Porta do Mar, que existia na muralha de acesso ao interior de Lisboa medieval, e assume-se como seu santuário. Ao lado, encontra-se um pequeno museu a ele dedicado.

Manda a tradição que os jovens que tencionam casar, no dia do casamento, visitem a igreja, rezem e deixem flores para Santo António, que é o intercessor dos recém-casados. Na descida para a cripta, há um painel de azulejos modernos que celebra a visita do Papa João Paulo II em 1982.

sta Igreja ergue-se sobre o local onde nasceu Santo António, antes de ter partido pelo mundo como pregador, acabando por morrer em Pádua. O templo actual foi construído em 1767 no local onde existia uma capela desde o século XV.

Oferece como elementos dignos de nota a imagem do santo patrono, poupada pelo terramoto, a cripta com o seu lugar de nascimento e a tela representando Santo António com as feições mais autênticas que se conservam. Foi visitada pelo Papa São João Paulo II em 1982.



Igreja da Conceição Velha





A Igreja de Nossa Senhora da Conceição Velha é uma igreja localizada no centro de Lisboa, na Rua da Alfândega. Resultou da reconstrução após o terramoto de 1755 da antiga Igreja de Nossa Senhora da Misericórdia de Lisboa, sede da primeira Misericórdiado país. A sua fachada é, juntamente com o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belém, uma das melhores estruturas do manuelinosobreviventes ao grande terramoto. Está classificada como monumento nacional desde 1910.

 

A igreja está localizada na Baixa de Lisboa, perto da Praça do Comércio, na freguesia de Santa Maria Maior. O edifício combina elementos de diferentes igrejas, resultado da reconstrução realizada após o terramoto de 1755, quando a maioria dos edifícios da cidade foi destruída.

A primitiva igreja existente no local, a Igreja de Nossa Senhora da Misericórdia,era o segundo maior templo da Lisboa manuelina a seguir ao Mosteiro dos Jerónimos, em Belém. Fora mandada edificar por D. Manuel I e concluida em 1534, como sede da Misericórdia instituída em 1498 por iniciativa de Leonor de Viseu, sua irmã e viúva de D. João II de Portugal, e do seu confessor Frei Miguel Contreiras. Quando o templo foi destruído pelo terramoto, os elementos resgatados foram incorporados na nova edificação que passou a chamar-se da Conceição Velha.

Com o terramoto ruiu também a Igreja da Conceição dos Freires, que D. Manuel doara em 1502 aos freires da Ordem de Cristo. Esta igreja fora instituida no lugar da sinagoga após a extinção da Judiaria Grande em 1496. A denominação Igreja da Conceição, passou para a nova igreja reconstruida

 

Em 1502, a Ermida de Nossa Senhora do Restelo foi integrada no Mosteiro dos Jerónimos, deixando de estar sob a tutela da Ordem de Cristo. D. Manuel, que em 1496 extinguira a Judiaria Grande de Lisboa, ofereceu o terreno da antiga sinagoga aos freires, que nele ergueram uma igreja dedicada a Nossa Senhora da Conceição, que se tornaria igreja paroquial em 1568. Situava-se este templo onde actualmente se cruzam as ruas dos Douradores e da Conceição.

Em 1682, esta igreja deixou de ser sede paroquial e foi construído um edifício que passaria a ser conhecido por Igreja de Nossa Senhora da Conceição Nova. Por seu turno, a Igreja da Conceição dos Freires passaria a ser designada por Conceição Velha; tendo sido destruída pelo Terramoto de 1755, viria também a ser reedificada, não no seu local original, mas no local da antiga Igreja da Misericórdia.

 



Um dos mais sumptuosos monumentos da cidade, a Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa havia sido inaugurada em 1534 como primeira casa própria desta Confraria. Templo de três naves, o seu projecto e programa decorativo terão estado a cargo de Diogo Boitaca, João de Castilho e Nicolau de Chanterene, entre outros. Muito afectada pelo Terramoto, sobreviveram-lhe parte da fachada sul e a capela lateral do Espírito Santo, mandada edificar em finais do século XVI por D. Simoa Godinha, rica dama natural da ilha de São Tomé.

Transferida a Santa Casa da Misericórdia para a Igreja de São Roque, em 1768, depois da expulsão dos Jesuítas, o rei D. José, grão-mestre da Ordem de Cristo, decidiu a reedificação da Conceição Velha no local da antiga Igreja da Misericórdia, aproveitando os elementos sobreviventes. O projecto coube aos arquitectos Francisco Ferreira, o Cangalhas, e a Honorato Correia, transferindo-se os freires e a sua padroeira em 1770. Transformada a antiga capela lateral em capela-mor, alinhada com a fachada sobrevivente, a nova igreja, tendo a virtude de conservar estes elementos quinhentistas, ficou, no entanto, consideravelmente mais pequena e algo desproporcional.



Palácio da Bemposta





O Palácio da Bemposta, vulgo Paço da Rainha, é um palácio em Lisboa, Portugal. Atualmente está instalada no palácio a Academia Militar.



Pelourinho de Lisboa





O Pelourinho de Lisboa é um pelourinho situado na freguesia de Santa Maria Maior, em Lisboa. Situa-se, mais precisamente, na Praça do Municí­pio.

Está classificado como Monumento Nacional desde 1910.

O pelourinho foi edificado posteriormente ao terramoto de 1755, com projecto de Eugénio dos Santos e Carvalho, tendo como materiais de construção o ferro, o mármore e cantaria. A sua arquitectura é de estilo revivalista. Substitui o que havia anteriormente e que havia ficado danificado com o terramoto.

A plataforma tem uma forma octogonal. A coluna é formada por 3 elementos que formam uma espiral. No topo da coluna existe uma peça metálica, que forma uma esfera armilar, da autoria de Pêro Pinheiro. Tem uma base graní­tica, de cinco degraus.

Tem aproximadamente 10 metros de altura.



Aqueduto do Caneiro liga ao Aqueduto das Águas Livres Lisboa





O Aqueduto do Caneiro ou Aqueduto do Olival do Santí­ssimo é um aqueduto situado nas freguesias de Almargem do Bispo e de Caneças subsidiário do Aqueduto das águas Livres, que abastecia a cidade de Lisboa.

O Aqueduto do Caneiro passava pela Mãe de água Nova e entroncava no Aqueduto das águas Livres 425 metros abaixo da Mãe de água Velha. Principiava no Aqueduto do Olival do Santí­ssimo e ao longo de uma extensão de 4294 metros recolhia ainda a água dos seguintes aquedutos subsidiários:

Aqueduto do Poço da Bomba Aqueduto do Vale da Moura Aqueduto das Carvalheiras Aqueduto do Salgueiro ou de Dona Maria Aqueduto dos Frades Marianos ou da Zibreira Aqueduto da Câmara (construí­do em 1817) Aqueduto da Quintã O Aqueduto de Lisboa foi construído ao longo de dois séculos (XVIII e XIX), resultando de projectos de figuras relevantes para a arquitectura e engenharia militar portuguesas. É uma estrutura que se estende ao longo de 14 km, mas que, considerando os seus subsidiários e condutas de distribuição, perfaz um total de cerca de 58 km de extensão.

O troço principal que se desenvolve da Mãe de Água Velha, junto à povoação de D. Maria, até à Mãe de Água das Amoreiras, possui vários pequenos aquedutos subsidiários, que permitiram aumentar o caudal de água que chegava a Lisboa. Desses destacam-se:



Jardim Botânico de Lisboa visita obrigatória





O Jardim Botânico da Universidade de Lisboa (JBUL) localiza-se na freguesia de Santo António, em Lisboa. Surgiu da necessidade de criar um complemento prático no ensino e investigação da botânica, da então Escola Politécnica de Lisboa.

Em 2010 foi classificado como Monumento Nacional. Devido à forte necessidade de preservação, em 2012 o Jardim entrou para a lista bienal do World Monuments Watch.

O Jardim Botânico de Lisboa é um jardim científico que foi projetado em meados do século XIX para complemento moderno e útil do ensino e investigação da botânica na Escola Politécnica.O local escolhido, no Monte Olivete, tinha já mais de dois séculos de tradição no estudo da Botânica, iniciado com o colégio jesuíta da Cotovia, aqui sedeado entre 1609 e 1759.Para a sua instalação foi elaborado um projeto de regulamento em 1843. No entanto, é só a partir de 1873, por iniciativa do Conde de Ficalho e de Andrade Corvo, professores na Escola Politécnica, que se inicia a plantação.

A enorme diversidade de plantas recolhidas pelos seus primeiros jardineiros, o alemão E. Goeze e o francês J. Daveau, provenientes dos quatro cantos do mundo em que havia territórios sob soberania portuguesa, patenteava a importância da potência colonial que Portugal então representava, mas que na Europa não passava de uma nação pequena e marginal. Edmund Goeze, o primeiro jardineiro-chefe, delineou a ”Classe” e Jules Daveau foi o responsável pelo ”Arboreto”.



Igreja de São Domingos (Santa Justa) Lisboa





A Igreja de São Domingos, do Convento de São Domingos de Lisboa ocupa a metade norte do lado oriental da Praça D. Pedro IV. Sendo limitada a Norte pela Rua Barros de Queirós, a Oeste pelo Largo de São Domingos, a Sul pela Praça da Figueira e a Este pela Rua de Dom Duarte.

Foi construí­da no século XIII, por ordem do rei D. Sancho II tendo a sua primeira pedra sido lançada em 1241. Desde então foi alvo de inúmeras campanhas de obras que lhe alteraram a sua traça medieval por completo. O convento foi acrescentado depois por D. Afonso III e novamente aumentado por D. Manuel I. Foi aqui que começou o Massacre de Lisboa de 1506. O terramoto de 1531 arruinou-o muito, o que obrigou a nova reedificação em 1536.

 

Esta igreja é famosa por albergar no seu interior parte do lenço da pastorinha Lúcia, assim como o terço da pastorinha Jacinta, usados por elas quando se deu o milagre do sol, a 13 de Maio de 1917. A primeira pedra da Igreja de São Domingos foi lançada no ano de 1241 sendo que, desde então, esta tem sofrido sucessivas campanhas de restauro e ampliação.

 

O estilo arquitetónico da Igreja de São Domingos é uma mescla dos diferentes períodos e influências que a moldaram, entre as quais em 1748, com a reforma implementada por Frederico Ludovice à capela-mor, assim como a posterior obra de reconstrução de Manuel Caetano Sousa e as obras de reconstrução que se deram após o grande incêndio de 1954. Dos vários elementos que a constituem sobressam os Maneiristas e Barrocos.

Neste terramoto, acontecido a 26 de Janeiro, tudo muda. Foram enormes os danos causados pelo sismo. Nas suas espessas paredes abriram-se fendas desde o teto até ao chão, chegando mesmo a ruí­r em alguns pontos. A sua reabertura foi possí­vel graças í s esmolas dos fiéis, í s diversas congregações - destacando-se a companhia de Jesus - e de um subsí­dio proveniente do Rei. Serão conservadas as três naves e todos os seus ornamentos.

A velha Igreja de São Domingos ficava junto à ermida de Nossa Senhora da Escada, também conhecida por Nossa Senhora da Corredoura, por ficar próximo do sí­tio deste nome, atualmente a Rua das Portas de Santo Antão, e cuja construção datava dos princí­pios da monarquia.

Era notável a sua riqueza em alfaias preciosas, havendo uma imagem de prata maciça, que saí­a em procissão num andor do mesmo metal, alumiada por lâmpadas também de prata. As pinturas dos altares, os paramentos, os tesouros, tudo desapareceu durante o terramoto de 1755, salvando-se unicamente a sacristia e a capela-mor, mandada fazer por D. João V e riscada pelo arquitecto João Frederico Ludovice, em 1748 - homem que projectou o colossal Convento de Mafra. A capela-mor, toda de mármore negro, e em cujas colunas se vêem, junto à base, medalhões delicadamente cinzelados, que também avultam sobre os nichos laterais.

Na sua reconstrução, o arquiteto Carlos Mardel (1696-1763) tentou preservar ao máximo o estilo da capela-mor projetada pelo arquiteto João Frederico Ludovice (1676-1752). O arquiteto acrescentou também magnificas colunas de mármore em todos os altares. No que concerne ao coro-alto este é constituí­do por uma planta retangular sobre o travejamento de madeira, assente em duas majestosas colunas, sendo iluminado pelas três entradas de luz que se encontram num registo superior, assim como pelo óculo da janela principal. A sua reabertura deu-se em 1834 conseguindo albergar mais de 2000 fiéis.

A igreja acabou por ser reconstruí­da por Manuel Caetano de Sousa, sob direcção de Carlos Mardel. O portal foi reaproveitado e veio da capela real do Palácio da Ribeira, assim como a sacada que encima o portal.

Sendo uma das igrejas mais vasta de Lisboa, nela se realizaram todas as grandes cerimónias religiosas, as exéquias nacionais e reais, assim como as solenidades dos baptizados e casamentos reais.

Em 13 de agosto de 1959, um violento incêndio destruiu por completo a decoração interior da igreja, onde constavam altares em talha dourada, imagens valiosas e pinturas de Pedro Alexandrino de Carvalho. A igreja recebeu obras e reabriu ao público em 1994, sem esconder as marcas do incêndio, como as colunas rachadas. Ainda que destruí­da, é uma igreja que sobressai pela policromia dos seus mármores.

Actualmente é a igreja paroquial da freguesia de Santa Justa e Santa Rufina, em plena Baixa Pombalina e foi classificada como Monumento Nacional. Expõe metade do lenço usado pela Irmã Lúcia no dia 13 de Outubro de 1917 (a outra metade encontra-se no Santuário de Nossa Senhora de Fátima, em Fátima) e ainda o terço usado por Santa Jacinta Marto no mesmo dia.

De traço predominantemente barroco, de planta em cruz latina, tem uma fachada muito simples e o interior, mesmo depois do terramoto e do fogo, evidencia ainda grande beleza e ecletismo. É uma igreja de uma só nave, majestosa. A sacristia e a portaria ainda mostram um pouco de sabor maneirista, denotando as várias campanhas de obras de que foi alvo na sua história. O mesmo estilo pode ser visto nos túmulos e lambris de azulejos de ponta de diamante na sacristia.

Na casa-forte, por trás do altar, existe o túmulo de D. Afonso, filho de D. Afonso III. Numa passagem para a sacristia, com entrada pela Rua da Palma, encontram-se os túmulos do grande pregador dominicano Fr. Luí­s de Granada (m. 1588) e do reformador da ordem Fr. João de Vasconcelos (m. 1652). Esta igreja tem ainda uma cripta abobadada e dotada de lambris de azulejos, onde está o túmulo de D. João de Castro, capelão de D. João.



Palácio de São Bento ou Parlamento de Lisboa





O Palácio de São Bento é um palácio de estilo neoclássico situado em Lisboa, sendo a sede do Parlamento de Portugal desde 1834. Foi construí­do em finais do século XVI como mosteiro beneditino (Mosteiro de S. Bento da Saúde) por traça de Baltazar álvares. Com a extinção das ordens religiosas em Portugal passou a ser propriedade do Estado. No século XVII, foram construí­das as criptas dos marqueses de Castelo Rodrigo.

Depois da implantação do regime liberal em 1834, após a Guerra civil portuguesa, tornou-se sede das Cortes Gerais da Nação, passando a ser conhecido por Palácio das Cortes. Acompanhando as mudanças da denominação oficial do Parlamento, o Palácio foi, também, tendo várias denominações oficiais: Palácio das Cortes (1834-1911), Palácio do Congresso (1911-1933) e Palácio da Assembleia Nacional (1933-1974). Em meados do século XX passou a utilizar-se, geralmente, a designação de Palácio de S. Bento em memória do antigo Convento. Essa denominação manteve-se, depois de 1976, quando passou a ser a sede da Assembleia da República.

Ao longo dos séculos XIX e XX o Palácio foi sofrendo uma série de grandes obras de remodelação, interiores e exteriores, que o tornaram quase completamente distinto do antigo Mosteiro. O interior é igualmente grandioso, repleto de alas e de obras de arte de diferentes épocas da história de Portugal. O palácio foi classificado como Monumento Nacional em 2002.

Em 1999 foi inaugurado o edifí­cio novo que serve de apoio à Assembleia da República. Localizado na praça de S. Bento o novo edifí­cio, um projeto de 1996 do arquiteto Fernando Távora, embora ligado ao palácio por acesso interior direto foi propositadamente construí­do de forma a ser uma estrutura autónoma a fim de não comprometer nem descaracterizar o traçado palaciano.



Igreja de Santo Estêvão (Lisboa)





A Igreja de Santo Estêvão localiza-se na freguesia de Santa Maria Maior (Lisboa), concelho e distrito de Lisboa, em Portugal. sta igreja destaca-se na paisagem de Alfama, com o Panteão Nacional e o Mosteiro de São Vicente de Fora. Foi construída em 1733 no local onde já existia um outro templo no século XII, e o interior é um belo exemplo do barroco português. 

Com origem num templo do séc. XII, foi totalmente reconstruida entre 1733-1740, segundo o risco de Manuel da Costa Negreiros e mais tarde sob orientação de Mateus Vicente de Oliveira.

Monumento Nacional e característica do barroco, a sua planta oitavada assenta numa geometria simples de traçado rectangular com os ângulos cortados, conferindo-lhe uma notável originalidade.

A sua fachada surge dividida em 3 corpos por pilastras salientes, estando o central rematado por frontão triangular, encimado por cruz e enquadrado por 2 torres. Esta simetria perdeu-se com o Terramoto, que destruiu uma das torres sineiras.

No interior destacam-se:o altar-mor com o retábulo de pedra e o grupo escultórico de talha realizado por José de Almeida; os altares laterais; a estatuária; e os azulejos da sacristia velha.



Palácio dos Marqueses de Fronteira Lisboa





O Palácio Fronteira, situado em Lisboa, foi construí­do entre 1671 e 1672, como pavilhão de caça para João Mascarenhas, 1.º Marquês de Fronteira.

Apesar de alguns prédios altos serem visí­veis à distância, continua a ocupar um lugar tranquilo, à beira do Parque Florestal de Monsanto. O palácio e o jardim têm belos azulejos cujos temas vão desde as batalhas í s macacarias.

Embora o palácio ainda seja ocupado pelo 12.º Marquês de Fronteira (entre outros tí­tulos), algumas das salas, como a biblioteca e o jardim podem ser visitados.

A Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, instituída por Dom Fernando Mascarenhas, representa três importantes Casas (no sentido nobiliárquico e não arquitectónico da palavra) da antiga nobreza portuguesa (Fronteira, Alorna e Távora).

Tendo o instituidor herdado o Condado da Torre e o Palácio Fronteira de uma sua tia-bisavó e não tendo filhos, entendeu dispor de uma oportunidade ímpar para procurar manter a ligação entre o património que herdou e a família a que este está historicamente ligado.

Assim, criou a Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, atribuindo-lhe uma vocação cultural que lhe pareceu, simultaneamente, a mais consentânea com o respectivo passado histórico e com a contemporaneidade.



Capela de São Jerónimo em Lisboa





A Capela de São Jerónimo, também conhecida por Ermida de São Jerónimo ou Ermida do Restelo é uma capela localizada na freguesia de Belém, no concelho de Lisboa, distrito homónimo. Monumento Nacional, esta capela do séc. XVI, foi concebida por Boitaca, arq. dos Jerónimos, e concluida por Rodrigo Afonso.

De planta quadrangular, surge rematada por grosso cordão e pináculos torsos, com gárgulas nos cantos. A sua cobertura de abóbada polinervada é sustentada através do recurso estrutural de cunhais reforçados por 4 gigantes. A porta principal apresenta decoração ligada à simbólica manuelina. No interior,de nave única, destaca-se o arco triunfal, que antecede a capela-mor. 

Possui a classificação de Monumento Nacional desde o ano de 1943.

Trata-se de uma capela simples que está rodeada por um jardim da pena do Arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles e que goza de vistas espectaculares tanto sobre Belém como sobre a linha de Cascais. Tem ainda por vizinha a moradia modernista da rua de Alcolena n.º 28.



Igreja de São Roque (Lisboa)





A Igreja de São Roque é uma igreja católica em Lisboa, dedicada a São Roque e mandada edificar no final do século XVI, com colaboração de Afonso álvares e Bartolomeu álvares. Pertenceu à Companhia de Jesus, sendo a sua primeira igreja em Portugal, e uma das primeiras igrejas jesuí­tas em todo o mundo.

Construída no séc. XVI, a partir de 24 de Março de 1506, sob o orago de São Roque, protector dos doentes da peste, foi Sagrada em 25 de Fevereiro de 1515, pelo Bispo D. Duarte. Em 1553, a Companhia de Jesus toma posse deste templo, o qual conhece várias intervenções por parte dos arqs. Afonso e Baltazar Álvares e Filipe Terzi.

Classificada como Monumento Nacional, traduz uma típica arquitectura religiosa maneirista e o verdadeiro protótipo das igrejas jesuíticas portuguesas: igreja de nave única com capelas laterais intercomunicantes e cobertura em tecto de madeira.

 

Foi a igreja principal da Companhia em Portugal durante mais de 200 anos, antes de os Jesuí­tas terem sido expulsos do paí­s no século XVIII. A igreja de São Roque foi um dos raros edifí­cios em Lisboa a sobreviver ao Terramoto de 1755 relativamente incólume. Tanto a igreja como a residência auxiliar foram cedidas à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, para substituir os seus edifí­cios e igreja destruí­dos no sismo. Continua a fazer parte da Santa Casa hoje em dia.

Aquando da sua construção no século XVI, foi a primeira igreja jesuí­ta a ser desenhada no estilo



Palácio Nacional da Ajuda Lisboa





O Palácio Nacional da Ajuda ou Paço de Nossa Senhora da Ajuda é um monumento nacional português, situado na freguesia da Ajuda, em Lisboa.

A sua construção teve inicio no fim do século XVIII (1795) para substituir a Real Barraca, Paço Real assim chamado por ser de madeira. O projeto inicial, da autoria de Manuel Caetano de Sousa, sofreu uma alteração profunda com novo projeto em 1802. De inspiração neoclássica, da autoria dos arquitetos Francisco Xavier Fabri e José da Costa e Silva, o Palácio foi habitado com várias interrupções, tendo ficado inacabado. Funcionou como Paço Real com o rei D. Luis I (1833-1889), que aí­ se instalou definitivamente a partir de 1861. No vestí­bulo, merecem destaque as 47 estátuas assinadas por artistas portugueses.

Encerrado com a implantação da República em 1910, o interior do Palácio foi tornado museu, a partir de 1968, apresentando um relevante acervo de mobiliário, ourivesaria, pratas e joalharia.

Entre 2018 e 2020 decorrerão as obras



Igreja da Memória Lisboa





A Igreja da Memória também conhecida por Igreja de N. S. do Livramento e de S. José, classificada como Monumento Nacional, é uma edificação localizada na Ajuda, Portugal. O iní­cio das obras foi por volta de maio de 1760, tendo-se celebrado a cerimónia do lançamento da primeira pedra a 3 de setembro de 1760. Fundada por D. José I, num gesto de gratidão por se ter salvo de uma tentativa de assassí­nio dois anos antes, em 1758, no local.

O monarca regressava de um encontro secreto com uma dama da famí­lia Távora quando a carruagem foi atacada e uma bala o atingiu num braço. Pombal, cujo poder já era absoluto, aproveitou a desculpa para se livrar dos seus inimigos Távoras, acusando-os de conspiração. Em 1759, foram torturados e executados. As suas mortes são comemoradas por um pilar no Beco do Chão Salgado, junto da Rua de Belém.

Esta igreja, também conhecida por Igreja de N. S. do Livramento e de S. José, classificada como Monumento Nacional, foi construída em memória do atentado sofrido por D. José I, em 1758, da responsabilidade da família Távora, e do qual o rei escapou ileso.Iniciada em 1760, segundo projecto do arq. italiano Giovanni Carlo Bibienna, foi concluída pelo arq. Mateus Vicente de Oliveira.Trata-se de uma construção barroca com características neoclássicas, que se impõe pelas linhas equilibradas e harmoniosas, sendo coroada por um zimbório. 

O projeto deste templo coube ao italiano Giovanni Carlo Galli da Bibbiena (1717-1760), arquiteto e cenógrafo bolonhês autor do Teatro do Forte ou Teatro do Salão dos Embaixadores no Palácio da Ribeira (1752-1754), Teatro real de Salvaterra de Magos (1753-1792), Teatro real da u00d3pera do Tejo (mar.1755-nov.1755) e do Teatro da Quinta de Cima ou Teatro da Ajuda. Igualmente foi responsável pela Real Barraca da Ajuda e da sua Capela Real.

A igreja da Memória é de arquitetura barroca. É composta por nave, transepto pouco saliente, com cruzeiro circular, com estreitos corredores nos braços e capela-mor. Este possui, nos braços do transepto, tribunas, com guardas semelhantes, sendo rasgada por vãos sobrepostos, colocadas no piso inferior e janelas de varandim no superior. A capela-mor é simples, seguindo as normas pombalinas, e apresenta um simples painel pintado, envolvido por uma moldura de talha, com altar paralelepipédico, tendo pilastras volutadas adossadas aos costados. No exterior surge uma torre sineira, com o interior dividido em tramos por pilastras toscanas duplas, que sustentam as coberturas em abóbadas de lunetas, amplamente iluminada por enormes janelões que se rasgam nas fachadas do imóvel e pelo tambor, óculos e lanternim da cúpula. A fachada principal da igreja é rematada com um frontão triangular, composta por dois registos divididos por entablamento. As fachadas laterais têm tratamento semelhante entre si. Estas apresentam duas partes, sendo o superior recuado. Possuem duas ordens arquitectónicas distintas, toscana no piso inferior e de inspiração corí­ntia no superior, remetendo para modelos clássicos. Estas mudança de ordem arquitetónicas ocorreu em resultado da substituição dos arquitetos.

As caracterí­sticas cenográficas manifestam-se sobretudo no exterior, na multiplicação dos planos que se desdobram artificiosa-mente qualquer que seja o ponto onde o observador se coloque. Para tal concorrem certamente o dinamismo das paredes do piso térreo, como a fachada principal ligada ás laterais por planos côncavos (esquema que se repete a poente, acentuado pela colocação da torre-sineira), e o ligeiro avanço de um corpo central das fachadas sul e norte, num jogo interessante de diferenças de movimento, acentuadas pelo ritmo inconstante das pilastras e dos vãos. Apesar da sequência das pilastra e da interrupção dos ritmos verticais, este piso não perde no entanto a sua clara leitura horizontal, percorrido como está por uma balaustrada, uma cornija e um rodapé contí­nuos, unificando todo o perí­metro do edifí­cio, onde ressalta uma movimentação sobretudo plástica dos diferentes planos da igreja.

A condução das obras até 20 de novembro de 1760, esteve a cargo do arquiteto italiano. Depois do falecimento de Bibbiena, as obras continuaram; contudo, em 1762, pararam por motivos económicos, sendo apenas retomadas em novembro de 1779. Assumindo o cargo o arquiteto Mateus Vicente de Oliveira, sendo o responsável pelo piso superior da igreja, pelo zimbório, cúpula e lanternim. Em 1785, Mateus Vicente morre, ficando por concluir a torre sineira. Em 1788, o bispo do Algarve, D. José Maria de Melo, sagra os dois sinos principais da igreja.

Hoje é a sede da Ordinariato Castrense de Portugal/Diocese das Forças Armadas.

Em estilo neoclássico, a igreja é pequena, mas graciosa com linhas equilibradas e harmoniosas, sendo o interior em mármore com pinturas de Pedro Alexandrino de Carvalho e tendo no exterior uma bela cúpula. Contudo seu pormenor mais significativo é o facto de servir de mausoléu a Sebastião José de Carvalho e Melo (Marquês de Pombal), que está ali sepultado desde 1923.



Sé de Lisboa a principal atracão turística de Alfama





A Sé de Lisboa, ou Igreja de Santa Maria Maior, localiza-se na cidade de mesmo nome, em Portugal. É a sede do Patriarcado de Lisboa e da Paróquia da Sé.

Uma construção austera românica em sua fachada, a Catedral da Sé tem alguns tesouros adoráveis no seu interior.

Ela remonta a 1150 e foi construída em tal solidez para repelir os ataques dos mouros, mas não resistiu bem aos terremotos em 1344 e 1755, e a catedral que vemos atuamente foi bastante restaurada. No seu interior encontrará a fonte onde Santo Antônio de Pádua teria sido batizado, em 1195, e uma capela do século 14, por Bartholomeu Joanes.

 



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