Igreja de Castro de Avels





A Igreja de Castro de Avelãs é um pequeno templo na freguesia de Castro de Avelãs, no concelho de Bragança. A sua importância advém do reaproveitamento da cabeceira mudéjar do antigo e monumental mosteiro beneditino de São Salvador construí­do no século XII ou XIII, e que entrou em ruí­nas após a sua extinção no século XVI. Seria, nessa altura, a mais influente comunidade monacal na região de Bragança. 

 



 

Castro de Avelãs é uma aldeia cuja visita é indispensável, para poder conhecer o seu importante património onde se eleva um antigo mosteiro clunicense, com imponente ábside e dois absidíolos em alvenaria de tijolo com arcaturas cegas sobrepostas, possivelmente anterior ao século XII, extinto em 1543, quando era já da regra e posteriormente demolido.     Filia-se na tradição românica mudéjar da meseta duriense castelhana, constituindo no nosso país exemplo raro, senão mesmo exemplar único. Aqui se hospedou em março de 1387 o Duque de Lancaster, John of Gaunt, com mil homens de armas que o acompanhavam, quando se encontrou com D. João I no planalto de Babe.

Baslica de Santo Cristo do Outeiro Bragana





Iniciada a construção em 1698 em resultado de um milagre ocorrido numa pequena capela que se encontra ao lado, o santuário de Santo Cristo foi concluído na 1ª. metade do século XVIII.

 De características arcaizantes em pleno barroco, é um templo grandioso com fachada flanqueada por duas torres, abóbada de cruzaria no interior e sacristia revestida de pinturas setecentistas. Possui retábulos de preciosa talha barroca.

A basí­lica de Santo Cristo do Outeiro é uma igreja-santuário na aldeia de Outeiro, no concelho de Bragança.

Este importante local de peregrinação é monumento nacional desde 1927 e recebeu em 12 de julho de 2014 o tí­tulo de Basí­lica menor, atribuí­do pela Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos.



Castelo de Penas Roias em Mogadouro





O Castelo de Penas Roias localiza-se na povoação e freguesia de Penas Roias, concelho de Mogadouro, distrito de Bragança, em Portugal.

Antigo castelo da Ordem dos Templários na região de Trás os Montes e Alto Douro, integrava, à época da constituição da nacionalidade portuguesa, juntamente com os de Algoso, Mogadouro, Miranda do Douro, Vimioso e Bragança, o chamado núcleo duro do Nordeste transmontano. Hoje compreendido na área Turí­stico-Promocional de Montanhas, de seu sí­tio contempla-se a Igreja Matriz de Santa Maria de Azinhoso e, ao longe, Mogadouro.

Castelo roqueiro de origem anterior à nacionalidade, foi seu detentor Fernão Mendes, o Braganção, que em 1145, em tempo de D. Afonso Henriques, o doou aos Templários.Entre outras obras ergueu-se a torre de menagem por volta de 1172, conforme inscrição aí existente. Após a extinção da ordem do Templo o castelo passou à ordem de Cristo e mais tarde aos Távoras. Em 1758 já se encontrava em avançado estado de ruína



Igreja Matriz de Freixo de Espada Cinta





A Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta ou Igreja de São Miguel é um templo no concelho de Freixo de Espada à Cinta, na União das Freguesias de Freixo de Espada à Cinta e Mazouco. É uma igreja salão de arquitetura manuelina.

Igreja quinhentista de planta rectangular com três naves, capela-mor, absidíolos e sacristia. No alçado principal regista-se um portal manuelino, de arco abatido ladeado por pilastras e decoração relevada.A espacialidade interior é de tipo igreja-salão, com notável abóbada de pedraria.Possui preciosos retábulos de talha barroca e, na capela-mor, dezasseis painéis quinhentistas atribuídos à escola de Grão Vasco.

 

Castelo de Ansies em Carrazeda de Ansies





O Castelo de Ansiães, também referido como Castelo de Carrazeda de Ansiães, localiza-se na freguesia de Selores, concelho de Carrazeda de Ansiães, distrito de Bragança, em Portugal.

Em posição dominante sobre um maciço de granito, originalmente com função defensiva, afastado da povoação, no vale do rio Douro, integra a Região de Turismo Douro Sul.

Com uma implantação geográfica que lhe confere excelentes condições naturais de defesa, o Castelo de Ansiães surge-nos com uma história milenar, cujo início se fixa por volta do IIIº milénio A.C.

Desde esse período que as caraterísticas geomorfológicas do sítio em muito terão contribuído para uma ocupação quase sucessiva desta topografia. Esta vocação para a defesa natural adquire particular importância durante o processo da Reconquista Cristã.

Nessa altura, a Ansiães é concedido a sua primeira carta de foral, pelo rei leonês Fernando Magno. Os Séculos XII, XIII, XIV e XV, definem um período exponencial do crescimento deste reduto amuralhado. Afonso Henriques em 1160, Sancho I em 1198, Afonso II em 1219 e finalmente Manuel I em 1510 reconhecem e promulgam forais à vila de Ansiães.

Nos finais do séc. XV, e particularmente no séc. XVI, uma tendência demográfica com caráter depressivo começa a atingir o local, e em 1527 algumas aldeias que constituíam o município contavam já com uma população superior à de Ansiães.



Ponte Velha ou Ponte Medieval um ex-libris da cidade de Mirandela





A Ponte sobre o rio Tua, conhecida também como Ponte Velha ou Ponte Medieval de Mirandela, é uma ponte de estilo românico que se localiza sobre o Rio Tua. Esta ponte é um ex-libris da cidade de Mirandela e é uma das três pontes que atravessam o Rio Tua, em Mirandela.

A Ponte sobre o Rio Tua ou Ponte Velha, fica situada na freguesia e lugar de Mirandela, faz a ligação entre a Rua D. Manuel I, situada na margem esquerda, onde se implanta a zona antiga da cidade, e a Avenida Nossa Senhora do Amparo, situada na margem direita. A sua construção data provavelmente do século XVI, tendo sofrido várias intervenções e reconstruções ao longo dos tempos.

No mesmo local terá sido edificada nos princípios do século XV uma outra ponte, mas terá sido no reinado de D. Manuel I (3º Foral a Mirandela, por este rei a 1 de Julho de 1512), que se iniciou a construção do actual imóvel na altura com vinte arcos.

No ano de 1726, existiam no seu centro dois nichos, sendo um dedicado a Nossa Senhora do Amparo e o outro de invocação do Senhor dos Aflitos, representada numa cruz de dois metros com Jesus Cristo crucificado. Estes terão sido desmontados em meados do século seguinte, tal como o gradeamento em granito então existente.

A Ponte sobre o rio Tua está, desde 1910, classificada como Monumento nacional.



Ponte de pedra sobre o rio Tuela Mirandela





A Ponte de pedra sobre o rio Tuela, também referida como Ponte Românica sobre o rio Tuela ou Ponte de Torre de Dona Chama, é uma ponte sobre o rio Tuela na Estrada Nacional 206 em Torre de Dona Chama, Portugal.

Desde 1982, a Ponte de pedra está classificada como Monumento Nacional.

A Ponte da Pedra sobre o Tuela, logo adiante da vila de Torre de Dona Chama, consta de seis arcos de volta redonda, com os vincos do forfex bem nítidos, mas apresentam a singularidade de serem cavados em forma de cunha, secção quadrangular, que vai adelgaçando para o interior da aduela. Robusta em si e nos cortamares. Numa e noutra extremidades, abriram-lhe dois grandes viadutos quadrangulares, paralelos, para escoamento das águas nas grandes enchentes. É romana, se bem que com reconstruções.».



Castelo de Mogadouro





O Castelo de Mogadouro, em Trás-os-Montes, localiza-se na freguesia, povoação e concelho de Mogadouro, no distrito de Bragança, em Portugal.

Na vertente norte da serra de Mogadouro, a antiga vila e seu castelo constituí­ram, nos alvores da nacionalidade, um importante ponto estratégico sobre a linha lindeira. Comenda da Ordem dos Templários, posteriormente sucedida pela Ordem de Cristo, atualmente inclui-se na área Turí­stico-Promocional das Montanhas.

Com provável origem anterior, o Castelo de Mogadouro aparece documentado no século XII, quando Fernão Mendes, o Braganção, dele faz doação aos Templários. A torre de menagem é deste período.No segundo quartel do século XII o território de Mogadouro é doado à Ordem do Templo pelo rei D. Afonso I. Neste período de afirmação do novo reino de Portugal, foi necessário construir no território raiano de Trás-os-Montes novas estruturas militares para, a defesa contra as incursões militares leonesas e também muçulmanas.

Na segunda metade do século XII, os Templários construíram a Torre de Menagem, assente no afloramento rochoso e isolada no interior do recinto amuralhado.



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