Museu Nacional do Teatro e da Dana Lisboa





O Museu Nacional do Teatro, designado Museu Nacional do Teatro e da Dança desde janeiro de 2015, foi inaugurado em 1985 e ocupa o Palácio do Monteiro-Mor, situado na freguesia do Lumiar em Lisboa.

Do acervo do museu, fazem parte cerca de 260.000 peças, trajos e adereços de cena, maquetes de cenários, figurinos, desenhos, caricaturas, programas, cartazes, postais, álbuns de recortes de jornal, manuscritos, folhetos, coplas, discos, partituras, teatros de papel do século XVIII ao século XX, assim como um espólio com cerca de 25.000 fotografias.

O Museu Nacional do Teatro apresenta para além da sua exposição permanente, exposições temporárias dedicadas a artistas e ou companhias de teatro, prestando desta forma a sua homenagem, aos diversos e conceituados artistas de palco portugueses.

O Museu Nacional do Teatro e da Dança encontra-se instalado no Palácio do Monteiro-Mor, um edifício do século XVIII, que após um incêndio de que apenas restaram as paredes exteriores, foi restaurado e concebido para responder ao programa museológico.

História do Teatro e das Artes do Palco em Portugal e que correspondem a uma pequeníssima percentagem do total das coleções do Museu, hoje com mais de 250.000 peças.

Em janeiro de 2015, foi anunciado que o Museu Nacional do Teatro vai passar a designar-se Museu Nacional do Teatro e da Dança pelo seu papel histórico nas duas áreas, numa nota do gabinete do secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier.



Castelo de So Jorge o marco emblemtico de Lisboa





A mais reconhecida das principais atracções de Lisboa, o Castelo de São Jorge,comanda uma posição gloriosa perto de Alfama, no cimo de uma colina com vista para a capital portuguesa. Este é um dos destinos turísticos mais populares de Lisboa. Suas imponentes muralhas, museu envolvente e fascinante sítio arqueológico combinam-se para tornar o castelo uma experiência gratificante para toda a família, e as crianças, especialmente, vão adorar escalar as paredes e torres robustas que circundam o terreno.



Igreja de So Domingos (Santa Justa) Lisboa





A Igreja de São Domingos, do Convento de São Domingos de Lisboa ocupa a metade norte do lado oriental da Praça D. Pedro IV. Sendo limitada a Norte pela Rua Barros de Queirós, a Oeste pelo Largo de São Domingos, a Sul pela Praça da Figueira e a Este pela Rua de Dom Duarte.

Foi construí­da no século XIII, por ordem do rei D. Sancho II tendo a sua primeira pedra sido lançada em 1241. Desde então foi alvo de inúmeras campanhas de obras que lhe alteraram a sua traça medieval por completo. O convento foi acrescentado depois por D. Afonso III e novamente aumentado por D. Manuel I. Foi aqui que começou o Massacre de Lisboa de 1506. O terramoto de 1531 arruinou-o muito, o que obrigou a nova reedificação em 1536.

 

Esta igreja é famosa por albergar no seu interior parte do lenço da pastorinha Lúcia, assim como o terço da pastorinha Jacinta, usados por elas quando se deu o milagre do sol, a 13 de Maio de 1917. A primeira pedra da Igreja de São Domingos foi lançada no ano de 1241 sendo que, desde então, esta tem sofrido sucessivas campanhas de restauro e ampliação.

 

O estilo arquitetónico da Igreja de São Domingos é uma mescla dos diferentes períodos e influências que a moldaram, entre as quais em 1748, com a reforma implementada por Frederico Ludovice à capela-mor, assim como a posterior obra de reconstrução de Manuel Caetano Sousa e as obras de reconstrução que se deram após o grande incêndio de 1954. Dos vários elementos que a constituem sobressam os Maneiristas e Barrocos.

Neste terramoto, acontecido a 26 de Janeiro, tudo muda. Foram enormes os danos causados pelo sismo. Nas suas espessas paredes abriram-se fendas desde o teto até ao chão, chegando mesmo a ruí­r em alguns pontos. A sua reabertura foi possí­vel graças í s esmolas dos fiéis, í s diversas congregações - destacando-se a companhia de Jesus - e de um subsí­dio proveniente do Rei. Serão conservadas as três naves e todos os seus ornamentos.

A velha Igreja de São Domingos ficava junto à ermida de Nossa Senhora da Escada, também conhecida por Nossa Senhora da Corredoura, por ficar próximo do sí­tio deste nome, atualmente a Rua das Portas de Santo Antão, e cuja construção datava dos princí­pios da monarquia.

Era notável a sua riqueza em alfaias preciosas, havendo uma imagem de prata maciça, que saí­a em procissão num andor do mesmo metal, alumiada por lâmpadas também de prata. As pinturas dos altares, os paramentos, os tesouros, tudo desapareceu durante o terramoto de 1755, salvando-se unicamente a sacristia e a capela-mor, mandada fazer por D. João V e riscada pelo arquitecto João Frederico Ludovice, em 1748 - homem que projectou o colossal Convento de Mafra. A capela-mor, toda de mármore negro, e em cujas colunas se vêem, junto à base, medalhões delicadamente cinzelados, que também avultam sobre os nichos laterais.

Na sua reconstrução, o arquiteto Carlos Mardel (1696-1763) tentou preservar ao máximo o estilo da capela-mor projetada pelo arquiteto João Frederico Ludovice (1676-1752). O arquiteto acrescentou também magnificas colunas de mármore em todos os altares. No que concerne ao coro-alto este é constituí­do por uma planta retangular sobre o travejamento de madeira, assente em duas majestosas colunas, sendo iluminado pelas três entradas de luz que se encontram num registo superior, assim como pelo óculo da janela principal. A sua reabertura deu-se em 1834 conseguindo albergar mais de 2000 fiéis.

A igreja acabou por ser reconstruí­da por Manuel Caetano de Sousa, sob direcção de Carlos Mardel. O portal foi reaproveitado e veio da capela real do Palácio da Ribeira, assim como a sacada que encima o portal.

Sendo uma das igrejas mais vasta de Lisboa, nela se realizaram todas as grandes cerimónias religiosas, as exéquias nacionais e reais, assim como as solenidades dos baptizados e casamentos reais.

Em 13 de agosto de 1959, um violento incêndio destruiu por completo a decoração interior da igreja, onde constavam altares em talha dourada, imagens valiosas e pinturas de Pedro Alexandrino de Carvalho. A igreja recebeu obras e reabriu ao público em 1994, sem esconder as marcas do incêndio, como as colunas rachadas. Ainda que destruí­da, é uma igreja que sobressai pela policromia dos seus mármores.

Actualmente é a igreja paroquial da freguesia de Santa Justa e Santa Rufina, em plena Baixa Pombalina e foi classificada como Monumento Nacional. Expõe metade do lenço usado pela Irmã Lúcia no dia 13 de Outubro de 1917 (a outra metade encontra-se no Santuário de Nossa Senhora de Fátima, em Fátima) e ainda o terço usado por Santa Jacinta Marto no mesmo dia.

De traço predominantemente barroco, de planta em cruz latina, tem uma fachada muito simples e o interior, mesmo depois do terramoto e do fogo, evidencia ainda grande beleza e ecletismo. É uma igreja de uma só nave, majestosa. A sacristia e a portaria ainda mostram um pouco de sabor maneirista, denotando as várias campanhas de obras de que foi alvo na sua história. O mesmo estilo pode ser visto nos túmulos e lambris de azulejos de ponta de diamante na sacristia.

Na casa-forte, por trás do altar, existe o túmulo de D. Afonso, filho de D. Afonso III. Numa passagem para a sacristia, com entrada pela Rua da Palma, encontram-se os túmulos do grande pregador dominicano Fr. Luí­s de Granada (m. 1588) e do reformador da ordem Fr. João de Vasconcelos (m. 1652). Esta igreja tem ainda uma cripta abobadada e dotada de lambris de azulejos, onde está o túmulo de D. João de Castro, capelão de D. João.



Mosteiro dos Jernimos Construdo em Honra da Era de Descoberta de Portugal





Um dos destaques de qualquer passeio turístico de Lisboa, o mosteiro dos Jerónimos do século XVI é um dos grandes marcos de Portugal, um impressionante monumento de imenso significado histórico e cultural que merece o seu reconhecimento pela UNESCO Patrimônio da Humanidade . Perto da zona ribeirinha do atraente bairro de Belém, em Lisboa, o mosteiro, também conhecido por convento de Jerónimo, foi encomendado pelo rei Manuel I em 1501. Construído para homenagear a viagem épica de Vasco da Gama para a Índia , o Jerónimos é um símbolo da riqueza de a era do descobrimentocomo é uma casa de adoração (a construção foi financiada principalmente pelo comércio das especiarias trazidas por da Gama). As características da estrela incluem o portal sul fantasticamente elaborado e o belo e sereno claustro manuelino. O túmulo de Vasco da Gama fica dentro da entrada da igreja de Santa Maria.



Ginjinha - O Licor Favorito Portugus





Ginjinha, ou simplesmente Ginja, é um licor de ginja feito com infusão de ginja berries, geralmente servido em copo. É uma bebida muito típica em Lisboa e o licor favorito de muitos portugueses. Você pode optar por pedir um com uma cereja no seu interior - ginjinha com ginja, ou um sem - ginjinha sem ginja. Outra opção é tê-lo servido em uma xícara de chocolate. Simplesmente uma bebida incrível.



Museu Joo de Deus Lisboa





O Museu João de Deus é uma casa-museu de cariz Bibliográfico, Pedagógico e Artí­stico. Foi solenemente inaugurado em 12 de Janeiro de 1917. Após a Implantação da República, um grupo de Republicanos abordou o filho do poeta João de Deus - João de Deus Ramos - para concretizar um projecto para a expansão de ideais. Contaram com a ajuda de Afonso Lopes Vieira, que levou à imprensa a ideia de construção do Museu João de Deus, com dois objectivos: o de ser um monumento ao poeta e também uma biblioteca de apoio à cultura portuguesa. Da autoria do arquitecto Raul Lino, conta com pinturas de Leal da Câmara.

Os edifí­cios do Jardim-Escola e Museu João de Deus estão classificados desde 2012 como Monumentos de Interesse Público.

No Museu João de Deus podemos encontrar, além de correspondência e objectos pessoais de João de Deus e de João de Deus Ramos, bustos, pinturas, desenhos, e ainda uma biblioteca histórica. Do seu acervo bibliográfico, faz parte um número significativo de Métodos de Iniciação à Leitura e ao Cálculo.



S (Catedral) de Lisboa em Alfama





A catedral românica da cidade - a Sé - é facilmente reconhecida por suas torres de sino geminadas, uma característica arquitetônica que empresta ao edifício um caráter militar ímpar.

Fundada em 1150, três anos depois de Rei D. Afonso Henriques recapturar Lisboa dos mouros, ergue-se no local de uma mesquita e fundações romanas anteriores. A catedral original foi gravemente danificada no terremoto de 1755, os tremores chovendo alvenaria em grande parte do interior. É por isso que os visitantes de hoje são recebidos com uma nave bastante simples e sombria, com pouca vantagem do suntuoso embelezamento que os fiéis do século XVIII admirariam. Dito isto, o trabalho de restauração na década de 1930 viu a reconstrução da esplêndida rosácea , uma das mais impressionantes de Portugal.

De particular interesse, no entanto, são as nove capelas incorporadas ao ambulatório, cada uma com uma história para contar - a Capela de Santo Ildefonso , por exemplo, contém os sarcófagos do século 14 de Lopo Fernandes Pacheco e sua esposa, Maria Vilalobos. Pacheco foi companheiro de armas de D. Afonso IV, enterrado com sua esposa, Dona Beatriz, na capela-mor adjacente.

Os talheres da catedral estão alojados no tesouro . Também são exibidos aqui vestes eclesiásticas, estátuas e manuscritos ilustrados. Acredita-se que os restos mortais de São Vicente foram colocados aqui, embora isso, talvez, seja o desejo dos devotos de santo padroeiro de Lisboa.

Um destaque turístico é o claustro gótico , alcançado através da terceira capela do ambulatório. Procure o portão de ferro forjado do século XIII e a fonte onde Santo Antônio, o santo favorito de Lisboa, foi batizado em 1195.

O claustro é um importante sítio arqueológico e as escavações descobriram até agora as fundações de uma casa romana do século VI e edifícios públicos mouros. Curiosamente, os arqueólogos acreditam que existe um túnel subterrâneo que liga a catedral ao Castelo de São Jorge.



PASSEIO ELEVADOR DA BICA





Um dos pontos turísticos mais conhecidos de Lisboa é o Elevador da Bica e definitivamente vale a pena. O amarelo começa na Baixa e desce para a Rua de S. Paulo, onde pode ir até o Miradouro de Santa Catarina. Aprecie a vista panorâmica sobre o rio Tejo e as docas durante o passeio em um dos ícones de Lisboa.



Casa dos Bicos no campo das cebolas Alfama





Uma das singularidades arquitectónicas mais fascinantes de Lisboa é a Casa dos Bicos . Esta é a Casa dos Pontos, assim chamada devido à sua curiosa fachada, repleta de pedras em forma de diamante.

Construído em 1523 para Brás de Albuquerque, filho do vice-rei da Índia , o design incomum seguiu um plano elaborado pelos arquitetos Santa Rita Fernandes e Manuel Vicente, e o impressionante padrão geométrico de pedras pontiagudas lembram mini pirâmides - um estilo popular em sua dia - edifícios similares do mesmo período de tempo podem ser encontrados em cidades espanholas, francesas e italianas



JARDIM BOTNICO TROPICAL DE LISBOA





O Jardim Botânico Tropical situa-se em Lisboa, na zona monumental de Belém, junto ao Mosteiro dos Jerónimos. Ocupa uma área total de cerca de 7 hectares, integrando um Parque Botânico aberto ao público com 5 hectares. Com um património vegetal especializado em flora tropical, o Jardim encontra-se classificado como Monumento Nacional.

Desde 2015 que o Jardim Botânico Tropical integra a Universidade de Lisboa, sendo atualmente gerido em conjunto com o Museu de História Natural e da Ciência e o Jardim Botânico de Lisboa e desenvolvendo atividades de caráter científico, educativo, cultural e de lazer, no âmbito da preservação e valorização do património e da difusão da cultura científica sobre a ciência tropical e a história e memória da ciência e da técnica nos descobrimentos, na expansão e na colonização portuguesas.

 

nicialmente instalado nas Estufas do Conde de Farrôbo e respetivos terrenos anexos, o Jardim foi transferido em 1912 para a “Cêrca do Palácio de Belém”, onde ainda hoje se encontra.

Este Jardim, com uma forte vocação didática, foi considerado “base indispensável ao ensino” por ser “indispensável o exemplar vivo para que a demonstração seja rigorosamente scientifica e educativa, para que o alumno não fique imaginando somente como são os animaes e os vegetaes, mas tenha a noção viva da realidade”.

Desde os seus primórdios, o Jardim Colonial também foi entendido como centro de estudo e experimentação de culturas, como espaço de recolha de informação sobre a agricultura colonial, como centro promotor de relações com instituições congéneres (designadamente tendo em vista o intercâmbio de material vegetal) e como centro fundamental para a resposta a questões de índole técnica.

Nas bases para a organização dos serviços agrícolas coloniais, aprovadas e publicadas com o Decreto acima referido, estabeleceu-se ainda que a instalação do ensino agrícola tropical incluía um “laboratório” e um “museu” e que o Diretor do Jardim seria o docente da disciplina de Geografia económica e culturas coloniais.

 



S de Lisboa a principal atraco turstica de Alfama





A Sé de Lisboa, ou Igreja de Santa Maria Maior, localiza-se na cidade de mesmo nome, em Portugal. É a sede do Patriarcado de Lisboa e da Paróquia da Sé.

Uma construção austera românica em sua fachada, a Catedral da Sé tem alguns tesouros adoráveis no seu interior.

Ela remonta a 1150 e foi construída em tal solidez para repelir os ataques dos mouros, mas não resistiu bem aos terremotos em 1344 e 1755, e a catedral que vemos atuamente foi bastante restaurada. No seu interior encontrará a fonte onde Santo Antônio de Pádua teria sido batizado, em 1195, e uma capela do século 14, por Bartholomeu Joanes.

 



Runas do teatro romano de Lisboa





As ruí­nas do teatro romano situam-se na encosta sul do Castelo de São Jorge, na freguesia de Santa Maria Maior, anteriormente na freguesia extinta da Sé, em Lisboa.

O teatro foi construí­do no século I, no tempo do imperador romano Augusto. Foi reconstruí­do no tempo do imperador Nero, e durante o reinado de Constantino foi parcialmente desmantelado. Abandonado no século IV, permaneceu soterrado até 1798, ano em que as ruí­nas foram descobertas após o terramoto de 1755.

Objecto de várias campanhas arqueológicas desde 1967, foi assim recuperado parte das bancadas, da orquestra, da boca de cena e do palco e grande número de elementos decorativos. Foi sob a alçada do arquitecto Francisco Xavier Fabri que começaram as primeiras escavações com vista a conhecer o estado das ruí­nas.

Museu de sítio, localizado na zona histórica da cidade, este núcleo do Museu de Lisboa pretende revelar o que foi um dos monumentos mais importantes de Olisipo.O museu encontra-se instalado em dois edifícios de distintas épocas, um setecentista e outro dos finais do séc. XIX, exemplar da arquitetura industrial e onde funcionou uma tipografia e uma fábrica de malas. Esta construção foi recuperada e adaptada para a  instalação do anterior Museu do Teatro Romano, inaugurado em finais de 2001.Após dois anos de encerramento, para a realização de novas campanhas arqueológicas, total remodelação museográfica e melhoria das condições de acessibilidade e de conforto, o Museu de Lisboa – Teatro Romano abriu ao público em 30 de Setembro de 2015.O Museu de Lisboa – Teatro Romano compreende área de exposição de longa duração e campo arqueológico.



Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa





Museu Nacional de Arte Antiga é uma das grandes atrações culturais de Lisboa, e um "must see" em qualquer itinerário turístico. Esta é a galeria nacional de Portugal e abriga a maior coleção de pinturas portuguesas dos séculos XV e XVI do país. Uma exibição igualmente impressionante de arte européia, oriental e africana aumenta o fascínio. O museu fica a oeste do centro da cidade, dentro de um palácio do século XVII, construído sobre as ruínas do mosteiro de São Alberto Carmelita , que foi virtualmente destruído no terremoto de 1755. Felizmente, a capela sobreviveu e está integrada no edifício.



Oceanrio de Lisboa Aqurio Moderno da Cidade





Oceanário de Lisboa é um dos melhores aquários da Europa e um dos maiores do mundo. É também indiscutivelmente a mais orientada para a família de todas as atrações turísticas da cidade. Concebido por Peter Chermayeff e construído para a Exposição Mundial Expo 98, numa área agora conhecida como Parque das Nações , o oceanário é o lar de uma espantosa variedade de peixes e animais marinhos., incluindo dezenas de diferentes espécies de aves. O engenhoso layout representa quatro mares e paisagens distintas, efetivamente os habitats dos oceanos Atlântico, Pacífico, Índico e Antártico. Estes envolvem um enorme tanque central repleto de peixes de todas as formas e tamanhos, incluindo raios graciosos, peixes-lua bulbosos e tubarões elegantes - habitantes favoritos das crianças nas profundezas



Casa dos Bicos Lisboa Alfama





A Casa dos Bicos ou Casa de Brás de Albuquerque localiza-se em Lisboa. É um dos núcleos do Museu de Lisboa. A casa foi construí­da em 1523, a mando de D. Brás de Albuquerque, filho natural legitimado do segundo governador da u00cdndia portuguesa

É situada a oriente do Terreiro do Paço, perto de onde ficavam a Alfândega, o Tribunal das Sete Casas e a Ribeira Velha (mercado de peixe e de produtos hortí­colas, com inúmeras lojas de comidas e vinhos).

Localizado na zona ribeirinha e inaugurado em 14 de julho de 2014, este núcleo arqueológico situa-se num edifício que é um dos exemplos mais representativos da arquitetura civil da Lisboa do séc. XVI, para além de conter memórias onde se cruzam vestígios de diversas épocas ao longo de 2000 anos.A Casa dos Bicos foi edificada entre 1521 e 1523, por ordem de Brás Albuquerque, filho do segundo Vice-Rei da Índia e segundo projeto atribuído a Francisco de Arruda. Na sequência do Terramoto de 1755, sofreu profunda destruição.Em 1981, foi alvo de reabilitação, sob o patrocínio da Comissão Organizadora da XVII Exposição Europeia de Arte, Ciência e Cultura, para aí albergar o núcleo expositivo “Os Descobrimentos Portugueses e a Europa do Renascimento”. O projeto, da autoria dos arquitetos Manuel Vicente e Daniel Santa-Rita, restituiu a volumetria original do edifício.Em 2008, a autarquia cedeu os pisos superiores para a instalação da Fundação José Saramago, reservando o piso térreo para a criação de um núcleo arqueológico, que integrou outros vestígios recuperados em nova campanha arqueológica desenvolvida em 2010 pelo município, sendo visíveis, nomeadamente, troços da muralha romana de Lisboa e cetárias, elementos de uma unidade fabril romana de preparados e condimentos de peixe, destinados maioritariamente à exportação.



Museu Calouste Gulbenkian - Coleo do Fundador





Famosa pela sua excelente qualidade e amplitude, a Colecção do Fundador de classe mundial no Museu Calouste Gulbenkian apresenta uma colecção épica de arte ocidental e oriental - dos tesouros egípcios às pinturas dos Velhos Mestres e Impressionistas. A admissão inclui a Coleção Moderna, alojada separadamente.

A brincadeira cronológica começa com destaques como máscaras de múmia egípcia dourada, urnas da Mesopotâmia, elaborados tapetes persas, porcelana Qing (note os cães sorridentes de Fo ) e uma fascinante coleção de medalhas de ouro romana. Indo para o oeste, os aficionados por arte admiram obras-primas de Rembrandt (Retrato de um Velho),Van Dyck e Rubens (incluindo o frenético Amor dos Centauros ). Certifique-se de vislumbrar a apaixonante escultura Eternal Springtime de Rodin . O grand finale é a coleção de joalheria requintada de René Lalique, incluindo o Dragonfly sobrenatural .



Fazer um passeio de Elctrico 28





Andar no electrico 28 do Martim Moniz para o Campo de Ourique é uma das coisas mais divertidas para se fazer em Lisboa - também é uma ótima maneira de entender a geografia da cidade passando pelos principais pontos de interesse de Lisboa, e para evitar uma subida a pé, o que não faz mal!

Esta é definitivamente uma das principais atracções da cidade velha de Lisboa, e os eléctricos ficam muito cheios ao meio-dia e horas de pico quando os habitantes locais voltam do trabalho. Para evitar as multidões tente e vá antes das 11 horas, ainda mais cedo no verão.



Convento do Carmo e Museu Arqueolgico





Elevando-se acima de Lisboa, o esquelético Convento do Carmo foi praticamente devorado pelo terramoto de 1755, e é precisamente isso que o torna tão cativante. Seus pilares despedaçados e arcos tipo "wishbone" estão completamente expostos aos elementos. Os abrigos Museu Arqueológico tesouros arqueológicos, tais como sarcófagos 4-século, fragmentos de coluna Grifo-coberto, século 16- azulejo (azulejo pintados à mão) painéis e duas múmias peruanas repulsivas do século 16.



Torre de Belm - Um Tributo Era do Descobrimento





Um monumento emblemático de Lisboa a não perder é a deslumbrante Torre de Belém, o marco do bairro de Belém, que pode ser desfrutado juntando-se a um dos passeios a pé . Construído no século XVI como uma fortaleza para proteger o porto de Lisboa, o edifício manuelino serve agora como um monumento àquele prima da história e é intitulado como Património Mundial da UNESCO. É o lugar que encabeça a lista imperdível de todos os turistas de Lisboa.



Museu do Oriente Lisboa





O Museu Fundação Oriente está instalado no edifí­cio Pedro álvares Cabral, antigos armazéns da Comissão Reguladora do Comércio do Bacalhau em Alcântara, Lisboa.

O museu reúne colecções que têm o Oriente como temática principal, nas vertentes histórica, religiosa, antropológica e artí­stica.

A ideia de abrir em Lisboa um museu dedicado ao Oriente coincide com a instituição da Fundação Oriente, em 1988. Seguindo uma velha tradição portuguesa, a Fundação deixou-se desde sempre guiar pela sua vocação de construir vínculos entre as civilizações do Ocidente e do Oriente, que se tornaram indispensáveis para garantir um futuro de paz no século XXI. O seu legado é o espírito dos Portugueses antigos, os navegadores que inventaram a unidade do mundo. O seu propósito foi e é o de garantir a actualidade dessa visão extraordinária, que continua a ser posta à prova todos os dias. O Museu do Oriente traduz esse desígnio. As suas colecções de arte portuguesa e asiática são a demonstração mais elevada dos encontros históricos entre o Ocidente e o Oriente. No mesmo sentido, as colecções que reúnem as tradições culturais da Ásia inteira são a demonstração da sua riqueza, da sua pluralidade e do seu génio, que queremos possa ser melhor conhecido em Portugal e na Europa.



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