Mosteiro de Celas em Coimbra





O Mosteiro de Santa Maria de Celas ou Mosteiro das Celas de Guimarães ou apenas Mosteiro de Celas foi fundado no século XIII. Localiza-se na freguesia de Santo António dos Olivais, Coimbra, Portugal.

O Mosteiro de Celas está classificado como Monumento Nacional (Decreto de 16-06-1910, DG, n.º 136, de 23-06-1910).

Terá sido no ano de 1221 que D. Sancha, filha do rei D. Sancho I, fundou este convento que na época ficava localizada fora da cidade. Inicialmente era apenas uma igreja com um pequeno claustro rodeado de pequenas celas. A irmandade não ia além de uma dezena de religiosas, mas, com o passar do tempo, o mosteiro foi crescendo e tornou-se mesmo num dos mais importantes do país. Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o mosteiro foi dissolvido, embora tivesse sido permitido que as monjas ali continuassem a viver até que a última delas morresse.



Museu Nacional de Machado de Castro Coimbra





O Museu Nacional de Machado de Castro é um dos mais importantes museus de Belas-Artes de Portugal. Foi assim denominado em homenagem ao destacado escultor conimbricense Machado de Castro. O seu espólio inclui importantes núcleos de escultura, pintura e Artes decorativas. Ocupa as antigas instalações do Paço Episcopal de Coimbra e um amplo edifí­cio novo, inaugurado em 2012. Localiza-se no Largo Dr. José Rodrigues, freguesia da Sé Nova, Coimbra.

 

A primeira Exposição Universal, realizada no cenário londrino de Hyde Park, em 1851, foi um acontecimento de tal modo inovador que muitos o consideraram como o alvorecer de uma nova era. Teve, sem dúvida, consequências marcantes pelo que diz respeito à produção industrial, ao comércio internacional e ao turismo, do mesmo passo que produziu resultados decisivos no tocante à museologia e ao ensino artísticos.

Este grande certame veio evidenciar que a cotação de um qualquer produto manufaturado não resulta unicamente do seu valor de uso, mas é igualmente definida em função de critérios de gosto .

No sentido de contrariar a primazia unanimemente atribuída à França em matéria de bom gosto, os ingleses criam uma instituição destinada a alargar a influência da arte e da ciência sobre a indústria, a que acabará por ser dado o nome de Victoria and Albert Museum . Este inovador estabelecimento articulava-se intimamente com uma escola de desenho, centro de uma rede de escolas locais, visando contribuir para o depuramento do gosto dos agentes mais diretamente envolvidos na produção industrial.



Universidade de Coimbra - Alta e Sofia





Designa-se por Universidade de Coimbra - Alta e Sofia, o conjunto histórico-cultural classificado como Património Mundial da UNESCO em 2013, albergando 4 freguesias do Centro Histórico de Coimbra (São Bartolomeu, Sé Nova, Sé Velha e Santa Cruz) localizadas na cidade de Coimbra, em Portugal. A Universidade de Coimbra é uma das universidades mais antigas ainda em operação do mundo e a mais antiga de Portugal e dos paí­ses e regiões de lí­ngua portuguesa.

A sua história remonta ao século seguinte ao da própria fundação da nação portuguesa, dado que foi criada em 1290, mais especificamente a 1 de março, quando o Rei D. Dinis I assinou em Leiria o documento Scientiae thesaurus mirabilis, o qual criou a própria universidade e pediu ao Papa a confirmação.

A Alta de Coimbra era onde vivia a nobreza, o clero e mais tarde os estudantes. Hoje é um local privilegiado da cidade, onde se misturam serviços (banca, seguros, comércio), séculos de história, habitação, cultura, espaços verdes e lazer.

A Rua da Sofia (parte integrante da Baixa de Coimbra) é uma famosa e grande rua de Coimbra. Tem elevada concentração de comércio, já que toda a rua é ladeada por diversas lojas, muitas delas de grandes marcas internacionais. Foi construí­da na primeira metade do século XVI e apresenta muitas caracterí­sticas do tempo do Renascimento. É uma rua larga e reta, que conta com 460 metros de comprimento e 13 de largura. A rua começa na Ladeira de Santa Justa e acaba na Praça 8 de Maio. Antigamente localizavam-se nesta rua os colégios universitários.



biblioteca geral da universidade de Coimbra a principal da Cidade de Coimbra





De acordo com a estética adoptada para a Cidade Universitária de Coimbra, o edifício, agora transformado em Biblioteca Geral, recebeu uma feição estilística monumental e classicista, com vincada austeridade e rigidez, aproximando-se estilisticamente da fronteira Faculdade de Letras. 

De acordo com a estética adoptada para a Cidade Universitária de Coimbra, o edifício, agora transformado em Biblioteca Geral, recebeu uma feição estilística monumental e classicista, com vincada austeridade e rigidez, aproximando-se estilisticamente da fronteira Faculdade de Letras.

A uniformidade conferida pela utilização de múltiplas pilastras e pela disposição repetitiva das janelas, mais acentuada na fachada principal, foi atenuada com a colocação de dois grupos escultóricos nas extremidades da frontaria, da autoria de António Duarte e assentes em 1951.

Entre estes conjuntos e a entrada principal, constituída por três amplas portas, foram colocados seis baixos-relevos alegóricos executados pelo artista Angélico, e que representam a Biologia, a Física e a Matemática, no flanco esquerdo, e a Gramática, a Lógica e a Ética, no direito.



Colgio So Agostinho em Coimbra





Revelando Colégio São Agostinho em Coimbra uma arquitectura sóbria, o projecto terá sido delineado pelo arquitecto italiano Filippo Terzi, embora hoje seja contestada a sua total responsabilidade na execução do projecto.

Após a entrega definitiva do vasto edifício à Santa Casa da Misericórdia e à Casa dos Expostos de Coimbra, em 1841, e face à avançada degradação do monumento e à necessidade de o adequar às suas novas funções, foram realizadas múltiplas campanhas de obras.

Em 1967, o complexo colegial sofreu um violento incêndio, deixando estragos evidentes nas secções ocupadas pelas crianças órfãs. As sucessivas obras de adaptação promovidas no edifício colegial foram descaracterizando, paulatinamente, o monumento. Entre as áreas mais preservadas destaca-se o claustro principal, e a capela do Colégio, localizada no flanco sul.



Colegio Santa Rita em Coimbra





O Colégio de Santa Rita, cuja construção teve início em 1755, está organizado em torno de um pátio, com três pisos em altura.  As áreas habitacionais estavam concentradas no andar nobre, no flanco poente do edifício. Contíguo à cozinha, localizada a norte e com larga chaminé, o refeitório assumia uma configuração ampla e rectangular, com púlpito na parede nascente, elemento frequente nas edificações dos monges Agostinhos.

A entrada mais nobre de todo o conjunto, orientada a sul, permitia aceder directamente à antiga capela através de um portal setecentista. A antiga capela colegial foi entretanto transformada em ampla sala de atendimento dos vários serviços académicos. Merece destaque uma escadaria interior, de grande aparato e ornamentada com painéis azulejares rococós.

O edifício, alvo de algumas transformações estruturais internas na primeira metade do século XIX, aquando da sua transformação em residência particular, foi no século XX profundamente modificado.

 

Conmbriga em Coimbra





Coní­mbriga é uma povoação estabelecida desde a Idade do Cobre que foi um importante centro durante o Império Romano e que continuou habitada até pelo menos o século IX. É um dos maiores sí­tios arqueológicos dos que há vestí­gios em Portugal. Está classificada como Monumento Nacional, tendo sido palco de escavações desde o século XIX.

Localiza-se a dezassete quilómetros de Coimbra, na freguesia de Condeixa-a-Velha, a dois quilómetros de Condeixa-a-Nova. A estação inclui o Museu Monográfico de Coní­mbriga, onde estão expostos muitos dos artefactos encontrados nas escavações arqueológicas.

 

 



S Velha de Coimbra





A Sé Velha de Coimbra localiza-se na freguesia da Almedina (Coimbra), na cidade e concelho de Coimbra, distrito de mesmo nome, em Portugal. A construção da Sé Velha teve início no século XII, sob a orientação do Mestre Roberto que dirigia na mesma época a obra da Sé de Lisboa. A igreja românica, construida em calcário amarelo, está implantada a meia encosta e é constituida por três naves, transepto saliente e cabeceira tripartida. O claustro, de um piso, disposto lateralmente a sul da igreja, foi construído no início do século XIII. 

Constitui um dos edifí­cios em estilo românico mais importantes do paí­s. A sua construção começou em algum momento depois da Batalha de Ourique (1139), quando Afonso Henriques se declarou rei de Portugal e escolheu Coimbra como capital do reino. Na Sé está sepultado D. Sesnando, conde de Coimbra.

No interior da igreja, destacam-se a cabeceira, a torre-lanterna sobre o cruzeiro, os túmulos medievais e os azulejos sevilhanos quinhentistas que revestiam os pilares e naves, hoje circunscritos a alguns vãos e arcosólios. 



Museu Monogrfico de Conmbriga Condeixa-a-Velha Coimbra





O Museu Monográfico de Conimbriga é um museu arqueológico português dedicado à preservação das relí­quias da antiga cidade romana de Coní­mbriga, localizada a 16km de Coimbra, na freguesia de Condeixa-a-Velha.

O museu foi fundado em 1962, e administra também as ruí­nas da cidade, que foi habitada entre os séculos IX a.C. e VII-VIII d.C. Os romanos chegaram ali no século I a.C., encontrando um povoado florescente, mas logo introduziram sua civilização na região e a cidade entrou em uma nova fase de crescimento, que continuou até as invasões bárbaras do século V, entrando daí­ em declí­nio. O sí­tio arqueológico das ruí­nas é Monumento Nacional desde 1910. O museu preserva um acervo diversificado, distribuí­do por 31 núcleos temáticos, incluindo estatuária, fragmentos de decoração e objetos de uso quotidiano.

Sendo um museu nacional, este entra na lista de museus com entrada livre nas manhãs domingo de cada mês.

A evidência arqueológica revela-nos queConimbriga foi habitada, pelo menos, entre o séc. IX a.C. e Sécs. VII-VIII, da nossa era. Quando os Romanos chegaram, nasegunda metade do séc. I a.C., Conimbriga era um povoado florescente.Graças à paz estabelecida na Lusitaniaoperou-se uma rápida romanizaçãoda população indígena e Conimbriga tornou--se uma próspera cidade. Seguindo a profundacrise poíítica e administrativado Império, Conimbriga sofreu asconsequências das invasões bárbaras.Em 465 e em 468 os Suevos capturaram esaquearam parcialmente a cidade, levando a que, paulatinamente, esta fosse abandonada.Conimbriga corresponde actualmente auma área consagrada como monumentonacional, definida por decreto em 1910.



Real Colgio das Artes de Coimbra





A construção do Colégio teve início em 1568.  A construção do Colégio teve início em 1568. Concentra-se em torno de um pátio quadrangular ornamentado com colunas dóricas, as originais, no piso inferior. No segundo piso, verifica-se a utilização dos novos materiais construtivos da sua última grande reforma, nos inícios do século XX, as elegantes colunas de ferro fundido.

O edifício colegial, devido às diversas ocupações de que foi alvo e às inúmeras funções que desempenhou, perdeu a sua fisionomia arquitectónica original, conservando, contudo, algumas das estruturas arquitectónicas das antigas salas de aulas, nomeadamente as colunas de suporte de arcos e das coberturas, de abóbadas de arestas.

Dos dois espaços de culto existentes no edifício colegial, apenas se conservou a pequena capela, localizada no flanco nascente do primeiro piso. A campanha de obras realizada nos inícios do século XX, ao altear as estruturas arquitectónicas, absorveu as áreas da capela mas conservou, com ligeiras alterações, o átrio e a sacristia.



Mosteiro de Santa Clara-a-Nova Coimbra





O Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, também designado como Convento da Rainha Santa Isabel, localiza-se na freguesia de Santa Clara na cidade, concelho e distrito de Coimbra, em Portugal.

Foi erguido no século XVII em substituição ao antigo mosteiro medieval de Santa Clara-a-Velha, ví­tima das inundações periódicas do rio Mondego. Era um verdadeiro mosteiro de clausura franciscana e não um simples convento.

Constitui-se em um importante repositório de arte portuguesa dos séculos XIV a XVIII e guarda as relí­quias da Rainha Santa Isabel, fundadora do mosteiro antigo.

Restabelecida a independência em Portugal, Dom João IV, em 12 de Dezembro de 1640, iria patrocinar a construção de um novo mosteiro para acolher as religiosas Clarissas, fiéis depositárias dos despojos sagrados da Rainha Santa Isabel. Com este compromisso político-devocional procurava enaltecer a casa da sua veneranda antepassada, responsável pela reedificação do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em 1314, e afirmar o prestígio e o poder da nova dinastia dos Bragança.



Colgio de So Toms de Aquino de Coimbra





A construção teve início em 1543, do Colégio de São Tomás de Aquino de Coimbra. A traça do Colégio segue esquema de um claustro central, a partir do qual se organizavam todas as dependências pedagógicas e residenciais. No século XVIII, o andar superior do flanco nascente foi ampliado e renovado, recebendo novas janelas de avental e um varandim de aparato.

Com a extinção das Ordens Religiosas em 1834, o imóvel seria incorporado na Fazenda Pública, servindo de armazém de madeiras até à sua aquisição pelos Condes do Ameal. Logo em 1895, o arquitecto Silva Pinto procedia à readaptação do edifício a palacete residencial através de um plano revivalista neoclássico, enobrecido com a escultura de João Machado.



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