Pao dos Condes de Barcelos Pao dos Duques de Bragana





O Paço dos Duques de Bragança de Guimarães foi mandado construir no século XV por D. Afonso, (filho ilegítimo do rei D. João I e de D. Inês Pires Esteves), 1º Duque da Casa de Bragança e 8º Conde de Barcelos, por altura do seu segundo casamento com D. Constança de Noronha (filha de D. 

Afonso, Conde de Gijón e Noronha e D. Isabel, Senhora de Viseu). Essencialmente habitado durante o século XV, assistiu-se nas centúrias seguintes a um progressivo abandono e a uma consequente ruína, motivada por fatores políticos e económicos, que se foi agravando até ao século XX. 



Monumento castrejo de Santa Maria de Galegos





O Forno Castrejo localiza-se no sopé do Monte do Facho, na freguesia de Galegos Santa Maria, concelho de Barcelos, distrito de Braga, em Portugal.

Sendo um dos exemplares melhor conservado da Idade de Ferro existentes em Portugal, está situado num dos sopés do Monte Facho, próximo da Citânea de Roriz. Pertence ao interior de um castro de pequenas dimensões



Padro de D. Joo I Creixomil Guimares





O Padrão de D. João I, também referido como Padrão de Aljubarrota e Padrão de São Lázaro, localiza-se ao fundo da rua D. João I, fronteiro à Capela de São Lázaro, na freguesia de Creixomil, concelho de Guimarães, distrito de Braga, em Portugal.



Ponte de Barcelos





A Ponte medieval de Barcelos localiza-se sobre o rio Cávado, na freguesia de Barcelos, cidade e concelho de mesmo nome, distrito de Braga, em Portugal.

Constituiu-se em importante local de passagem para os peregrinos do Caminho Português de Santiago e para as grandes feiras que se realizavam em Barcelos desde a Alta Idade Média.

É uma edificação gótica em pedra do início do século XIV, entre 1325 e 1330, mandada construir pelo Conde D. Pedro, para fazer a ligação entre Barcelos e Barcelinhos.

De notar, a estrutura em cinco arcos que a compõe, sendo o central mais alto, o que representa um traço estrutural da época. Está classificada como Monumento Nacional desde 1910.



Igreja de Santa Maria Madalena (Braga)





A Igreja de Santa Maria Madalena, também conhecida como Igreja da Falperra, é uma igreja que foi construí­da com o propósito de santuário. Situada na serra da Falperra, nos arredores da cidade de Braga, Portugal. A igreja situa-se na fronteira entre a freguesia de Nogueira e de Santa Cristina de Longos, esta já pertencente ao concelho de Guimarães. 

A Igreja de Santa Maria Madalena da Falperra é um dos mais emblemáticos edifícios do barroco-rococó e insere-se numa paisagem florestal de grande beleza. Na sua génese e desenvolvimento "podemos ver melhor do que em qualquer outro local o impressionante poder de atracção que a igreja tinha sobre as populações".(1)

Com planta dos finais do século XVII, de forma pouco comum, vai receber em meados da centúria seguinte (entre 1753 e 1756) uma fachada, com desenho atribuído a André Soares. Nela é  patente a opulência decorativa tão característrica do Norte/ Braga, que trabalha o granito com formas ondulantes e exuberantes, e foi considerada por Robert C. Smith "a mais rica de ornatos desde a época do manuelino".

A igreja foi construí­da no século XVIII, com projecto do arquitecto André Soares, por iniciativa do arcebispo D. Rodrigo de Moura Telles.

É um exemplar da arquitectura religiosa Barroca

O interior está revestido de azulejos do século XVIII do ceramista Policarpo de Oliveira Fernandes.

Em abril de 2016, a Direcção Geral do Património Cultural publicou o projecto de decisão relativo à classificação do Santuário de Santa Maria Madalena da Falperra como Monumento Nacional.



Castelo de Lanhoso na Pvoa de Lanhoso





O Castelo de Lanhoso, também referido como Castelo da Póvoa de Lanhoso, localiza-se na freguesia de Póvoa de Lanhoso, concelho de mesmo nome, distrito de Braga, em Portugal.

O Castelo de Lanhoso é, ainda hoje a principal referência monumental e patrimonial do concelho da Póvoa de Lanhoso, assumindo-se como o elemento catalisador e congregador de toda uma comunidade com séculos de história comum.

Se a instituição do próprio concelho, por D. Dinis, em Carta de Foral datada de 25 de Setembro de 1292, está intimamente associada (entre outras razões politicamente mais estratégicas) à necessidade local de preservar e manter o Castelo de Lanhoso, designadamente passada a eficácia militar destes baluartes bélicos, e quando o controlo das vias de comunicação também tem que ser feito noutra dimensão que não puramente defensivo, não deixa de relevar a sua importância, aliás atestada por episódios e registos documentais significativos.

Embora bastante descaracterizado, é um dos mais imponentes castelos portugueses, contabilizando a expressiva marca de 100 mil visitantes entre 1996 e 2006,





Pao dos Duques de Bragana (Guimares)





O Paço dos Duques de Bragança (tipicamente designado de apenas Paço dos Duques) foi construí­do no século XV, em Guimarães, por D. Afonso, 1.º duque de Bragança para a sua amante. Quando estivesse o rei com esta, já tinha uma residência luxuosa para os dois. O estilo borgonhês deste palácio reflecte os seus gostos, adquiridos nas viagens pela Europa, ainda que o aspecto actual tenha sido recriado, de forma polémica, durante o Estado Novo.

Majestosa casa senhorial do século XV, mandada edificar por D. Afonso - futuro Duque de Bragança, filho bastardo do Rei D. João I - a qual lhe serviu de residência e à sua segunda mulher, D.Constança de Noronha. Palácio de vastas dimensões, com características arquitectónicas de casa fortificada, coberturas de fortes vertentes e inúmeras chaminés cilíndricas que denotam a influência da arquitectura senhorial da Europa Setentrional, trata-se de um exemplar único na Península Ibérica.



Capela de So Torcato





A Capela de São Torcato localiza-se na freguesia de São Torcato, concelho de Guimarães, Portugal, classificada como Monumento Nacional desde 1922.

A Igreja Velha, classificada como Monumento Nacional, apresenta-se como uma construção de raiz visigótica que sofreu alterações no século XII e foi ampliada no séc. XIX. Atrativa também pelo seu artesanato, folclore e festividades, a visita pode terminar no Museu da Vila de S. Torcato, sempre de portas abertas aos forasteiros.

Citnia de Briteiros na freguesia de Salvador de Briteiros Guimares





A citânia de Briteiros é um sí­tio arqueológico da Idade do Ferro, situado no alto do monte de São Romão, na freguesia de Salvador de Briteiros, concelho de Guimarães (a cerca de 15km de distância a Noroeste desta cidade). Fica também perto dos santuários do Sameiro e do Bom Jesus de Braga. É uma citânia com as caracterí­sticas gerais da cultura dos castros do noroeste da Pení­nsula Ibérica.

As ruínas arqueológicas de Briteiros são uma prova extraordinária da existência de um importante povoado primitivo, de origem pré-romana, pertencente ao tipo geral dos chamados "castros" do noroeste de Portugal. Evidenciam nitidamente caracteres da cultura castreja, ainda que fortemente romanizados no começo da era cristã.

Martins Sarmento, etnólogo e arqueólogo célebre, nascido em Guimarães em 1833, ocupou-se do estudo científico destas ruínas, tendo dado um contributo decisivo para a sua divulgação, estudo e estado de conservação.



Castelo de Guimares





O Castelo de Guimarães localiza-se na freguesia de Oliveira do Castelo, cidade e concelho de Guimarães, no distrito de Braga, em Portugal.

Classificado como Monumento Nacional, em 2007 foi eleito informalmente como uma das Sete maravilhas de Portugal.

No século X a Condessa Mumadona Dias, após ter ficado viúva, manda construir na sua herdade de Vimaranes - hoje Guimarães - um Mosteiro. Os constantes ataques por parte dos mouros e normandos leva à necessidade de construir uma fortaleza para guarda e defesa dos monges e da comunidade cristã que viviam em seu redor. Surge assim o primitivo Castelo de Guimarães.

No século XII, com a formação do Condado Portucalense, vêm viver para Guimarães o Conde D.Henrique e D.Teresa que mandam realizar grandes obras no Castelo de forma a ampliá-lo e torná-lo mais forte. Diz a tradição que teria sido no interior do Castelo que os condes fixaram residência e provavelmente aí teria nascido D. Afonso Henriques. Entre os séculos XIII e XV vários reis irão contribuir com obras de melhoramento e restauro do Castelo. 



Ponte de Mem Gutierres Pvoa de Lanhoso





A Ponte de Mem Gutierres, também referida como Ponte Domingues Terna, localiza-se na freguesia de Esperança, concelho de Póvoa de Lanhoso, distrito de Braga, em Portugal.

A Ponte Mem Gutierres, também conhecida como Ponte de Esperança, ou Ponte Domingos Terno, provável responsável pela edificação, erigida sobre o Rio Ave, caracteriza-se por ser uma ponte de perfil em cavalete assente sobre um arco de volta quebrada, formado por aduelas estreitas e compridas, apoiado em sólidos pilares que arrancam diretamente das margens.



Ponte de Rodas Caldelas das mais importantes da historia da aldeia





A Ponte de Rodas sobre o rio Homem liga a freguesia de Caldelas, concelho de Amares a Freguesia de Ponte São Vicente, concelho de Vila Verde no distrito de Braga, em Portugal.

Monumento Nacional, de arquitetura civil pública, medieval, construído na Idade Média na freguesia de Caldelas, sob o rio Homem e faz ligação entre a freguesia de Caldelas e o concelho de Vila Verde. É constituída por tabuleiro plano sobre três arcos desiguais, com dois contrafortes com talhamar de contorno triangular e talhante de contorno rectangular. 



Termas romanas de Maximinos Braga





As Termas romanas de Maximinos, também referidas como Alto da Cividade e Colina dos Maximinos, localizam-se na freguesia de Cividade, concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal.

Na colina do Alto da Cividade, no interior de uma ampla área arqueológica protegida, situam-se as únicas termas públicas romanas, conhecidas em Braga, classificadas como Monumento Nacional desde 1986.

A Câmara Municipal de Braga com apoio financeiro do Ministério da Cultura e conjuntamente com a Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho e o Museu D. Diogo de Sousa, procederam à musealização dos vestígios arqueológicos e à requalificação do espaço envolvente, que abriu ao público em Novembro de 2004.

Na sequência do surgimento dos primeiros vestígios, em 1977, deu-se início a um conjunto de intervenções arqueológicas desenvolvidas pela Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, apontando-se o século II, como a data provável para a construção das Termas.

Em 1999, quando se procedia à definição do limite da Palaestra das Termas, descobre-se um teatro anexo, um monumento de grande valor patrimonial.

O espaço possui acessibilidades para pessoas com mobilidade condicionada e condições de visita para invisuais.



Museu de Alberto Sampaio Guimares





O Museu de Alberto Sampaio é um museu português, dependente do Instituto dos Museus e da Conservação. Encontra-se instalado nos edifí­cios anexos à Igreja de Nossa Senhora da Oliveira, formando o conjunto da antiga Colegiada de Guimarães, classificado como Monumento Nacional desde 1910 e Património Mundial da Humanidade desde 2001. Está localizado na antiga freguesia de Oliveira do Castelo, atualmente inserida na União das Freguesias de Oliveira, São Paio e São Sebastião, na cidade e concelho de Guimarães, distrito de Braga.

O Museu de Alberto Sampaio foi criado em 1928 para albergar as colecções da extinta Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira e de outras igrejas e conventos da região de Guimarães, então na posse do Estado.

Situa-se em pleno Centro Histórico, no exacto local onde, no século X, a condessa Mumadona instalou um mosteiro, à volta do qual foi surgindo o burgo vimaranense. Os espaços que ocupa pertenciam à Colegiada, e têm valor histórico e artístico: o claustro e as salas medievais que o envolvem, a antiga Casa do Priorado e a Casa do Cabido. 

Apresenta importantes colecções de escultura (arquitectural, de vulto e tumulária), cobrindo os períodos medieval e renascentista e prolongando-se até ao século XVIII. A colecção de ourivesaria é das melhores do país: destacam-se o cálice românico de D. Sancho I, a imagem de Santa Maria de Guimarães (séc. XIII), as cruzes processionais, e o magnífico retábulo gótico de prata dourada representando a Natividade, de fins do século XIV.

São também de salientar o loudel que D. João I vestiu na batalha de Aljubarrota; o fresco do século XVI figurando a Degolação de S. João Baptista; a colecção de pintura, dos séculos XVI a XVIII; a talha maneirista e barroca; os paramentos bordados; a azulejaria e a faiança.



Castelo de Braga





O Castelo de Braga localizava-se na freguesia de São João do Souto, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal.

Cidade com mais de dois mil anos de história, importante centro administrativo - civil e religioso -, as suas defesas, atravessaram diversas fases construtivas.

A torre de menagem é o mais importante elemento remanescente do antigo castelo mandado construir por D. Dinis. Com cerca de 30 metros de altura (e um interior de três pisos), impõe-se, ainda hoje, na malha urbana da cidade, apesar da extrema proximidade de muitos edifícios posteriores. A sua construção revela um projecto claramente gótico, com ameias e matacães nos vértices, uma janela geminada no topo, bem como as pedras de armas de D. Dinis.



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