Ponte da Arrbida Porto





A Ponte da Arrábida é uma ponte em arco sobre o Rio Douro que liga o Porto (pela zona da Arrábida) a Vila Nova de Gaia (pelo nó do Candal), em Portugal.

Desde a década de 1930 que era necessário criar ligações alternativas í s antigas pontes (pontes D. Maria Pia e D. Luí­s) de modo a responder ao crescente fluxo da circulação viária.

No tempo da sua construção em 1963, a ponte tinha o maior arco em betão armado de qualquer ponte no mundo.

O comprimento total da plataforma é de 614,6m , tendo uma largura de 26,5m. O seu vão de 270 m, e 52 m de flecha, arco esse constituí­do por duas costelas ocas paralelas, de 8m de largura ligadas entre si por contraventamento longitudinal e transversal. Tinha duas faixas de rodagem e duas faixas laterais para peões e ciclistas. Na década de 90 foi alterado o número de faixas rodoviárias.

O engenheiro responsável pelo seu projecto e construção foi Edgar António de Mesquita Cardoso que teve a colaboração do arquitecto Inácio Peres Fernandes e do engenheiro José Francisco de Azevedo e Silva.



Igreja dos Carmelitas das mais bonitas do Porto





A Igreja dos Carmelitas ou Igreja dos Carmelitas Descalços localiza-se na freguesia da Vitória, na cidade do Porto, em Portugal.

Começou a ser construí­da em 1616 e ficou concluí­da em 1628. A decoração do interior só viria a ficar pronta em 1650.

A igreja pertencia ao extinto convento, hoje ocupado pela Guarda Nacional Republicana.

O convento das freiras do Carmo foi edificado no século XVII, a pedido de uma família nobre de Aveiro. As obras iriam arrastar-se por cerca de 200 anos, e a Igreja das Carmelitas, como ficou conhecida, só foi concluída nos finais do século XVIII.

Vale a pena ver o interior do templo, de uma riqueza quase sedutora, onde o dourado da talha se mistura com o azul e o branco dos azulejos, contrastando com as cores fortes das pinturas do tecto.

Foi classificada como Monumento Nacional a 3 de Maio de 2013, em conjunto com a Igreja do Carmo adjacente.

Igreja do séc XVII cuja fachada clássica data da década de cinquenta do séc. XVIII, e o seu projecto tem sido atribuído ao arquitecto-pintor Nicolau Nasoni. O retábulo-mor foi considerado uma peça estilisticamente revolucionária, na talha rococó portuense. Edifício classificado como monumento nacional.



Castro do Monte Padro Santo Tirso





O Castro do Monte Padrão ou antigo Castro do Monte Córdova (ou apenas Castro do Padrão) é constituí­do por vestí­gios de um povoado fortificado que se situa num dos pontos mais elevados do Monte Padrão, a cerca de 7km a sudeste de Santo Tirso, na freguesia de Monte Córdova.

Está implantado num remate em esporão sobre o rio Leça. Terá sido fundado no século IX a.C. e ter-se-á mantido povoado até à Baixa Idade Média. Está classificado pelo IPPAR como Monumento nacional pelo Decreto de 16 de Junho de 1910 e pelo decreto 38 491 de 6 de Novembro de 1951.

O Monte Padrão constitui uma das principais referências culturais do concelho de Santo Tirso. O imóvel, pelas características únicas que evidencia, ocupa um lugar de destaque no panorama da arqueologia do norte de Portugal, cujo interesse científico tem vindo a ser patente nos resultados das intervenções arqueológicas realizadas nas duas últimas décadas.



Pelourinho da Pvoa de Varzim





O Pelourinho da Póvoa de Varzim é constituí­do por uma coluna de pedra com a esfera armilar de D. Manuel I, assente sobre degraus. Simboliza a renovação do foral à Póvoa de Varzim, em 1514, por D. Manuel I, depois de várias reclamações dos poveiros ao rei sobre a jurisdição do mosteiro de Santa Clara, que tinha direitos sobre o concelho desde 1318. emblema do Rei D. Manuel que renovou o foral à Póvoa de Varzim, em 1514. Esta esfera armilar é a única peça do pelourinho primitivo erigido naquele ano e reconstruído em 1854.



Igreja de Nossa Senhora do de guas Santas ou ou Mosteiro de guas Santas





Arquitetura religiosa. Igreja românica muito alterada pela justaposição de vários corpos novos nos séc. XIV, XVII e XIX. Retábulos de talha barroca e neoclássica. Particulariza-se entre as igrejas românicas por mostrar alguns restos visigóticos e apresentar duas naves em soluções diferentes.

A Igreja de Nossa Senhora do Ó, também referida como Igreja de Águas Santas ou Mosteiro de Águas Santas, localiza-se na freguesia de Águas Santas, concelho da Maia, distrito do Porto, em Portugal.

Planta composta por vários corpos que lhe foram sendo acrescentados ao longo dos séculos, configurando uma igreja com três naves, ábside rectangular e absídiolo redondo prolongado ao alinhamento da ábside pelo corpo rectangular da sacristia. Volumes articulados com coberturas diferenciadas em telhados de 2 e 3 águas. A fachada orientada a O., apresenta um portal de aspecto já gótico, ladeado por quatro pares de colunas, com capitéis finos decorados com temas vegetais, arquivoltas em arco quebrado, e sobrepujado por uma abertura que substituiu a primitiva rosácea. 



Chafariz do Passeio Alegre no Porto





O Chafariz do Passeio Alegre, classificado como Monumento Nacional, foi projetado pelo arquiteto Nicolau Nasoni, no século XVIII para embelezar os jardins da Quinta da Prelada, propriedade da famí­lia Noronha e Meneses.

Já no século XX, com a compra da Quinta da Prelada pela Câmara Municipal do Porto, com o objectivo de aí­ instalar o parque de campismo municipal, o chafariz foi desmontado e transferido para o jardim do Passeio Alegre.

Pormenor do chafariz projetado no século XVIII, por Nicolau Nasoni, para embelezar os jardins da Quinta da Prelada. Após a compra da Quinta pela Câmara Municipal Porto, para instalar o parque de campismo Municipal, o Chafariz é desmontado e transferido para o Jardim do Passeio Alegre.



Palcio do Freixo Porto





O Palácio do Freixo localiza-se na freguesia de Campanhã, cidade, concelho e distrito do Porto, em Portugal. É um dos exemplares mais representativos do barroco civil no paí­s.

majestosa arquitectura da Pousada do Porto, Hotel Palácio do Freixo irá cativá-lo desde o primeiro momento. Este luxuoso destino de férias situa-se nas margens do belo rio Douro e próximo do Porto, oferecendo uma irresistível combinação de acomodações contemporâneas e uma experiência cultural genuína.

História, luxo e hospitalidade de primeira classe

Projectado pelo visionário arquitecto italiano Nicolau Nasoni e decorado com soberbos azulejos e frescos, este opulento palácio barroco do século XVIII, classificado como Monumento Nacional, foi meticulosamente restaurado e aberto ao público em 2009.



Convento dos Grilos no Porto





A Igreja e Colégio de São Lourenço, popularmente conhecida pela Igreja dos Grilos, é um conjunto de edifí­cios religiosos na cidade do Porto, em Portugal.

Construí­dos pelos jesuí­tas em 1577 em estilo maneirista barroco-jesuí­tico, financiados por doações de fiéis, assim como de Frei Luí­s álvaro de Távora, Comendador de Leça do Balio, da Ordem de Malta, cujo brasão de armas encima a fachada principal, a Igreja e o Convento de São Lourenço foram erguidos com forte oposição da câmara e da população. No entanto, os seguidores de Santo Inácio de Loyola acabaram por conseguir fundar o tão ambicionado colégio com aulas gratuitas, o que conquistou rapidamente um notável êxito.

A oposição da população não era dirigida aos jesuí­tas, mas ao colégio que pretendiam instituir devido aos privilégios que os cidadãos tinham que impediam a permanência de nobres e fidalgos dentro da cidade, por um perí­odo superior a três dias.

Assim sendo o colégio que seria construí­do, chamaria filhos de nobre e fidalgos que obrigatoriamente teriam de residir na cidade, mas através de algumas artimanhas dos religiosos a oposição dos burgueses foi ultrapassada.

Com a expulsão dos jesuí­tas em 1759, por ordem do Marquês de Pombal, a igreja foi doada à Universidade de Coimbra até a sua compra pelos Frades Descalços de Santo Agostinho que ali ficaram de 1780 a 1832. Estes frades vieram de Espanha em 1663, instalando-se inicialmente em Lisboa, no sí­tio do Grilo, onde rapidamente ganharam a simpatia da povoação, ganhando o nome de



Torre de Pedro-Sem Porto





Nas traseiras do Palácio dos Terenas encontramos a Torre de Pedro Sem, também chamada Torre do Palácio dos Terenas. Em certos textos é ainda intitulada erroneamente Torre da Marca, mas esta última trata-se de uma torre militar mandada construir por D. João III em 1542 para orientar os navios que entravam na barra do Douro. Esta torre, erguida na primeira metade do século XIV, situava-se na Quinta da Boa Vista, nos arredores do burgo medieval.

Documentada desde o séc. XV, a Torre de Pedro Sem é uma arquitectura civil gótica. A história diz que essa torre pertencia a Pedro do Sem, doutor de leis, jurisconsulto e chanceler-mor de D. Afonso VI no século XIV, mas a lenda remete para uma data posterior – século XVI – a existência de um personagem chamado Pedro Sem.

A torre, que no século XV serviu de hospital para pestíferos. No século XV a passou para uma parente colateral de Pedro do Sem, uma tal Isabel Brandoa e, desta, para os Brandões, condes e marqueses de Terena que depois se ligaram aos Monfalins.



Capela dos Alfaiates ou da Nossa Senhora de Agosto Porto





A Capela dos Alfaiates ou Capela de Nossa Senhora de Agosto é uma capela localizada na freguesia da Sé, na cidade do Porto, em Portugal.

Considerada monumento nacional, tem como principal interesse o facto de constituir a marcação, no Norte de Portugal, da transição do estilo arquitectónico tardo-gótico para as novas formulações maneiristas de inspiração flamenga

 

Construída em 1554, a capela abriga uma imagem de barro de Nª Srª de Agosto na fachada exterior. Projectada e executada por Manuel Luís, marca a transição do tardo-gótico para o maneirismo de inspiração flamenga. Ao centro do retábulo da capela-mor a imagem calcária de Nª Srª de Agosto. À direita do Altar-Mor, imagem em madeira de S. Bom Homen (séc. XVII), padroeiro dos Alfaiates. Em 1935, devido às obras de demolição programadas para a abertura do Terreiro da Sé, foi expropriada pela Câmara, e reedificada em 1953 na sua actual implantação. Monumento Nacional desde 1927.



Muralhas fernandinas do Porto





Muralhas fernandinas é o nome pela qual ficou conhecida a cintura medieval de muralhas do Porto, em Portugal, da qual somente pequenas partes sobreviveram até aos nossos dias.

Cerca nova e muralha gótica são outras designações que se aplicam í s muralhas fernandinas mas que, apesar de cientificamente mais correctas, são menos correntes.

Antes de, em 1336, D. Afonso IV ter ordenado a construção de uma nova muralha, que reflectisse o grande desenvolvimento do burgo, existiu uma primitiva cerca, de menores dimensões e rodeando uma área consideravelmente inferior. Esta muralha românica, construída no século XII, corresponde à consolidação administrativa e urbanística do Porto (REAL, 1993, p.48), depois de um longo período de povoamento disperso, em bairros mais ou menos afastados entre si.

A muralha Fernandina veio substituir a antiga cerca alto-medieval, que no séc. XIV se mostrava demasiado pequena, face ao desenvolvimento da cidade. Foi reedificada por D. Fernando, de quem conservou o nome, entre 1368 e 1437, com verbas da Sisa do Vinho e tinha uma extensão de 3000 passos e altura média de 30 pés. Era guarnecida de ameias e reforçada por numerosos cubelos e torres quadradas. Presentemente existem ainda dois trechos, um localizado junto à Rua Arnaldo Gama intitulado Trecho dos Guindais e o outro junto das Escadas do Caminho Novo, intitulado Trecho do Caminho Novo. Ponto integrante da Rota Urbana do Vinho.



Igreja Matriz de Vila do Conde





A Igreja de São João Batista ou Igreja Matriz de Vila do Conde localiza-se na cidade e concelho de Vila do Conde, distrito do Porto, em Portugal. É um dos mais importantes monumentos da cidade e um dos mais significativos em estilo manuelino no paí­s, apresentando elementos da arquitectura gótica e renascentista.

proveitando a passagem de D. Manuel por estas terras, em 1502, quando este se dirigia a Compostela, o povo de Azurara pediu ao rei permissão para edificar uma nova igreja. A construção da nova matriz, dedicada a Santa Maria a Nova, ter-se-á iniciado nesse mesmo ano e terá terminado em 1522, data de conclusão do espaço da capela-mor. O edifício assemelha-se à Igreja Matriz de Vila do Conde, edificada na mesma época.



Igreja de So Pedro (Abrago)





Igreja de São Pedro também conhecida como Igreja de São Pedro de Abragão, é uma igreja localizada na freguesia de Abragão, concelho de Penafiel.

A Igreja de Abragão é referida num documento de 1105, na doação por Paio Peres Romeu da quarta parte da igreja de "Sancto Petro de Auregam" ao Mosteiro de Paço de Sousa.

No entanto a reedificação da igreja foi devida, segundo a tradição, a D. Mafalda, filha do rei D. Sancho I, no século XIII.

A existência da Igreja de São Pedro de Abragão está documentada desde 1105, data em que Paio Peres Romeu doa, em testamento, “a quarta parte de Sancto Petro de Auregam ao Mosteiro do Salvador de Paço de Sousa”, embora tenha sido totalmente remodelada no século XIII, por iniciativa de D. Mafalda, filha do rei D. Sancho I, segundo a tradição.

Em 1668, a nave românica é demolida para permitir a construção de uma nova, mais ampla.

Em 1820 é-lhe acrescentada uma torre sineira. A cabeceira e o respetivo arco cruzeiro constituem os únicos elementos românicos que restam da construção original.



Piscinas de Mars de Lea da Palmeira





Piscinas de Marés é um conjunto de piscinas localizadas na Praia de Leça na Freguesia de Leça da Palmeira, Concelho de Matosinhos, Distrito do Porto, em Portugal.

Construí­do na década de 1960 e inaugurado em 1966, foi desenhado pelo arquiteto álvaro Siza Vieira. Tem cerca de 25 metros de comprimento.

 

Piscina das Marés é um conjunto de piscinas de água salgada localizadas na Praia de Leça na Freguesia de Leça da Palmeira, Concelho de Matosinhos.

Construída na década de 1960 e inaugurada em 1966, foi projetada pelo arquiteto Álvaro Siza Vieira, o mais conceituado e premiado arquiteto contemporâneo português.Em 2006 foi classificada como Monumento Nacional.

As duas piscinas (uma só para crianças) de água salgada são uma alternativa às várias praias que se estendem ao longo do concelho de Matosinhos.



Mosteiro de Santo Tirso





Mosteiro de Santo Tirso (ou também Mosteiro de São Bento) é um mosteiro localizado na freguesia de Santo Tirso, concelho de Santo Tirso, em Portugal, que foi da Ordem beneditina.

O mosteiro foi fundado por D. Unisco Godiniz e por Abunazar Lovesendes, primeiro senhor da Maia e ancestral desta famí­lia, em 978, conforme documento publicado por D. António Caetano de Sousa.

O Couto do mosteiro foi instituí­do e doado em 1097 pelos condes D. Henrique e D. Teresa a Soeiro Mendes da Maia, que, por sua vez, o doou em 1098 ao D. Abade do mosteiro, Gaudemiro, tornando o mosteiro num dos mais poderosos do paí­s, tendo obtido, inclusive, Bulas de protecção dos Papas Inocêncio III e Honório III. Em 15 de Outubro de 1385, e em 6, 7, 8 de Agosto de 1409 o mosteiro recebe a visita de D. João I.

No século XV foi edificada a igreja monástica por benemerência de Martim Gil, conde de Barcelos. Desta igreja restam alguns vestí­gios arqueológicos.

A actual igreja matriz foi construí­da em 1659 - 79, com projecto de Frei João Turriano, filho de um arquitecto milanês, Leonardo Turriano. Possuí­ planta de cruz latina e é de uma só nave. A fachada possuí­ três nichos em que estão alojadas as esculturas de Santo Tirso ao centro, ladeado por S. Bento e Santa Escolástica. No tí­mpano encontra-se inscrita a data de 1679 que, hipoteticamente, representa o termo da construção da igreja.

Ao mosteiro pertenceram as terras do couto até ao século XIX, quando se deu a expropriação dos bens das ordens religiosas em 1834. Em 11 de Maio desse ano, 46 dias após a retirada dos monges de S. Bento, toma posse a Comissão Municipal interina do futuro concelho de Santo Tirso, a qual ficaria sediada num dos edifí­cios do mosteiro.

Após a secularização o mosteiro é dividido; uma parte fica para um particular, outra para repartições públicas (Câmara Municipal - nas antigas hospedarias conventuais, Tribunal e Administração do concelho) e o Asilo Agrí­cola Conde S. Bento, e uma última parte para residência paroquial.

Dotado de inquestionável beleza paisagística e de abundantes e diversificados recursos cinegéticos, essenciais à sobrevivência e fixação do Homem, o território correspondente, na actualidade, ao concelho de Santo Tirso possui inúmeros testemunhos da presença de comunidades humanas, desde a mais alta antiguidade. De entre a multiplicidade de testemunhos edificados desta mesma existência, sobressai, sem dúvida, o "Mosteiro de Santo Tirso, Cerca e Cruzeiro Processional", localizado na própria povoação de Santo Tirso. 



Turismo em Portugal

Explora restaurantes museus hoteis e muito mais em Portugal