Castelo de Freixo de Espada Cinta





O Castelo de Freixo de Espada à Cinta localiza-se na freguesia e concelho de Freixo de Espada à Cinta, no distrito de Bragança, em Portugal.

O castelo de Freixo de Espada à Cinta é uma das mais antigas fortalezas transmontanas, estando documentada desde praticamente o século XII e antecedendo, por isso, o fenómeno de vilas novas criadas por D. Afonso III e D. Dinis. A referência mais antiga data de 1152 ou 1155-1157, anos em que D. Afonso Henriques passou carta de foral à localidade. 



Ponte Velha ou Ponte Medieval um ex-libris da cidade de Mirandela





A Ponte sobre o rio Tua, conhecida também como Ponte Velha ou Ponte Medieval de Mirandela, é uma ponte de estilo românico que se localiza sobre o Rio Tua. Esta ponte é um ex-libris da cidade de Mirandela e é uma das três pontes que atravessam o Rio Tua, em Mirandela.

A Ponte sobre o Rio Tua ou Ponte Velha, fica situada na freguesia e lugar de Mirandela, faz a ligação entre a Rua D. Manuel I, situada na margem esquerda, onde se implanta a zona antiga da cidade, e a Avenida Nossa Senhora do Amparo, situada na margem direita. A sua construção data provavelmente do século XVI, tendo sofrido várias intervenções e reconstruções ao longo dos tempos.

No mesmo local terá sido edificada nos princípios do século XV uma outra ponte, mas terá sido no reinado de D. Manuel I (3º Foral a Mirandela, por este rei a 1 de Julho de 1512), que se iniciou a construção do actual imóvel na altura com vinte arcos.

No ano de 1726, existiam no seu centro dois nichos, sendo um dedicado a Nossa Senhora do Amparo e o outro de invocação do Senhor dos Aflitos, representada numa cruz de dois metros com Jesus Cristo crucificado. Estes terão sido desmontados em meados do século seguinte, tal como o gradeamento em granito então existente.

A Ponte sobre o rio Tua está, desde 1910, classificada como Monumento nacional.



Ponte de pedra sobre o rio Tuela Mirandela





A Ponte de pedra sobre o rio Tuela, também referida como Ponte Românica sobre o rio Tuela ou Ponte de Torre de Dona Chama, é uma ponte sobre o rio Tuela na Estrada Nacional 206 em Torre de Dona Chama, Portugal.

Desde 1982, a Ponte de pedra está classificada como Monumento Nacional.

A Ponte da Pedra sobre o Tuela, logo adiante da vila de Torre de Dona Chama, consta de seis arcos de volta redonda, com os vincos do forfex bem nítidos, mas apresentam a singularidade de serem cavados em forma de cunha, secção quadrangular, que vai adelgaçando para o interior da aduela. Robusta em si e nos cortamares. Numa e noutra extremidades, abriram-lhe dois grandes viadutos quadrangulares, paralelos, para escoamento das águas nas grandes enchentes. É romana, se bem que com reconstruções.».



Igreja Catedral de Miranda do Douro





A Igreja de Miranda do Douro, antiga Sé de Miranda do Douro ou Concatedral de Miranda do Douro, é um templo católico localizado na cidade de Miranda do Douro, nordeste de Portugal. Toda a gente sabe o que são catedrais, no entanto, o termo concatedral poderá não soar tão familiar. Em Miranda do Douro existe uma, e é ela o motivo da rivalidade secular com Bragança.

A construção da igreja teve iní­cio em 1552, tendo sido concluí­da na última década do século XVI. O projecto foi feito por Gonçalo de Torralva e de Miguel de Arruda. Em 1566 o bispo D. António Pinheiro consagrou o altar-mor e em 1609, D. Diogo de Sousa informa o Papa que a construção fora concluí­da.

No interior, ressalta o retábulo do altar-mor sendo dos grupos escultóricos do Gregorio Fernández.

A construção desta catedral teve início em 1552 com projecto de Gonçalo Torralva e Miguel de Arruda e posterior execução de Francisco Velasquez. De concepção maneirista, com três naves, possui abóbada nervada sustentada por pilares toscanos.

A fachada principal, austera, é ladeada por imponentes torres e encimada por balaustrada. Concluída nos inícios do século XVII, manteve o estatuto de sé episcopal até 1780. 



Castelo de Penas Roias em Mogadouro





O Castelo de Penas Roias localiza-se na povoação e freguesia de Penas Roias, concelho de Mogadouro, distrito de Bragança, em Portugal.

Antigo castelo da Ordem dos Templários na região de Trás os Montes e Alto Douro, integrava, à época da constituição da nacionalidade portuguesa, juntamente com os de Algoso, Mogadouro, Miranda do Douro, Vimioso e Bragança, o chamado núcleo duro do Nordeste transmontano. Hoje compreendido na área Turí­stico-Promocional de Montanhas, de seu sí­tio contempla-se a Igreja Matriz de Santa Maria de Azinhoso e, ao longe, Mogadouro.

Castelo roqueiro de origem anterior à nacionalidade, foi seu detentor Fernão Mendes, o Braganção, que em 1145, em tempo de D. Afonso Henriques, o doou aos Templários.Entre outras obras ergueu-se a torre de menagem por volta de 1172, conforme inscrição aí existente. Após a extinção da ordem do Templo o castelo passou à ordem de Cristo e mais tarde aos Távoras. Em 1758 já se encontrava em avançado estado de ruína



Castelo de Bragana





O Castelo de Bragança localiza-se na freguesia de Santa Maria, no centro histórico da cidade, concelho e distrito de Bragança, em Portugal.

Em Trás-os-Montes, no extremo nordeste do paí­s, à margem do rio Fervença, é um dos mais importantes e bem preservados castelos portugueses. Do alto de seus muros avistam-se as serras de Montesinho e de Sanabria (a norte), a de Rebordões (a nordeste) e a de Nogueira (a oeste).

O crescimento urbano desta cidade transmontana está intimamente ligado ao Castelo de Bragança.

O perímetro inicial da cidadela brigantina defendia a antiga vila medieval, mas a malha urbana começou a estender-se extramuros, de tal modo que Bragança acabaria sendo elevada à categoria de cidade.

Contudo, a situação estratégica de Bragança já tinha sido aproveitada para a edificação de um castro, que mais tarde foi metamorfoseado numa fortificação romana, de onde se vigiavam e controlavam importantes redes viárias militares.

É provável que, em povoado tão próximo da fronteira, se tenha construído uma linha defensiva, neste local, ainda no reinado de D. Sancho I (concessor do 1º foral em 1187). D. Dinis, nos fins do séc. XIII, teria mandado construir o primeiro castelo (mais um "castelo novo" dos muitos que foram edificados no seu tempo), afirmando-se, assim, a importância do aglomerado



Castelo de Ansies em Carrazeda de Ansies





O Castelo de Ansiães, também referido como Castelo de Carrazeda de Ansiães, localiza-se na freguesia de Selores, concelho de Carrazeda de Ansiães, distrito de Bragança, em Portugal.

Em posição dominante sobre um maciço de granito, originalmente com função defensiva, afastado da povoação, no vale do rio Douro, integra a Região de Turismo Douro Sul.

Com uma implantação geográfica que lhe confere excelentes condições naturais de defesa, o Castelo de Ansiães surge-nos com uma história milenar, cujo início se fixa por volta do IIIº milénio A.C.

Desde esse período que as caraterísticas geomorfológicas do sítio em muito terão contribuído para uma ocupação quase sucessiva desta topografia. Esta vocação para a defesa natural adquire particular importância durante o processo da Reconquista Cristã.

Nessa altura, a Ansiães é concedido a sua primeira carta de foral, pelo rei leonês Fernando Magno. Os Séculos XII, XIII, XIV e XV, definem um período exponencial do crescimento deste reduto amuralhado. Afonso Henriques em 1160, Sancho I em 1198, Afonso II em 1219 e finalmente Manuel I em 1510 reconhecem e promulgam forais à vila de Ansiães.

Nos finais do séc. XV, e particularmente no séc. XVI, uma tendência demográfica com caráter depressivo começa a atingir o local, e em 1527 algumas aldeias que constituíam o município contavam já com uma população superior à de Ansiães.



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