Museu dos Cordofones Braga





O Museu dos Cordofones pertence ao artesão Domingos Machado, situa-se em Tebosa, Braga, foi inaugurado a 22 de setembro de 1995. É um museu de referência em Portugal sobre os cordofones, e pela história uma homenagem ao próprio artesão.

O Museu de Cordofones de Domingos Machado, foi inaugurado a 22 de Setembro de 1995. O museu está instalado numa casa de aspecto agradável, edificada em pedra recentemente, em Tebosa, face à estrada Nacional.

É um Museu particular, que pertence a Domingos Machado. O seu proprietário não beneficiou de qualquer apoio, subsídio ou contributo.

No primeiro andar do edifício, estão expostas várias colecções de instrumentos de corda: cavaquinhos, violas clássicas, guitarras, bajos, banjolins, bandolins e violas típicas. O visitante pode visualizar , as alfaias utilizadas na sua confecção, e as várias etapas da construção de um cavaquinho. Podemos ainda encontrar muita documentação sobre a sua obra, bibliografia, algumas obras de arte (quase tudo oferta de amigos), objectos vários, e fotos.

Domingos Machado, é considerado o mais célebre português no fabrico de instrumentos de corda tradicionais.

O visitante pode ainda visitar a oficina do Artesão. Uma grande mesa de trabalho, gasta pelo tempo e os adereços próprios do ofício: moldes que darão forma às violas, guitarras, cavaquinhos e outros instrumentos; álcool, colas, vernizes, et



Museu Municipal de Palmela





O museu privilegia a preservação in situ de coleções e edifícios, a incorporação de espólios etnográficos e oficinais que espelhem a cultura local, e a integração no Museu, a título de depósito, dação ou doação, de outras coleções ou objetos significativos para a memória local.O acervo móvel atual é constituído por peças arqueológicas, resultantes dos trabalhos de prospeção e escavação desenvolvidos no concelho desde 1988, por várias coleções etnográficas, que espelham a diversidade do património do concelho - de que são exemplo as coleções «Oficina do Ferreiro Faria», «Casa Caramela», «Património vitivinícola» e «Centro Histórico de Palmela» -, e por uma coleção de Arte Contemporânea.

O estabelecimento de parcerias com o Museu Nacional de Arte Antiga e com o Museu da Arma de Transmissões Militares - Exército Português permitiu a abertura ao público, no Núcleo do Castelo, de 2 espaços: a Reserva Visitável de Escultura S. Tiago e o espaço de Transmissões Militares.

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Ecomuseu Municipal do Seixal





O Ecomuseu Municipal do Seixal (EMS) tem por missão investigar, conservar, documentar, interpretar, valorizar e difundir testemunhos do Homem e do meio, reportados ao território e à população do concelho, com vista a contribuir para a construção e a transmissão das memórias sociais e para um desenvolvimento local sustentável. 

A Câmara Municipal do Seixal criou e abriu ao público o Museu Municipal do Seixal, em 1982, em instalações localizadas na Torre da Marinha (Arrentela). Em 1983, é denominado por Ecomuseu, assumindo como linhas estruturantes da sua programação a atividade referente ao território concelhio, a conservação dinâmica do património, sempre que possível in situ, e a interação com formas de participação da população e das comunidades na vida municipal.

Funcionalmente, baseia-se na gestão integrada de serviços, por que se reparte uma equipa permanente de cerca de 30 pessoas, abrangendo a investigação, a documentação, a conservação, a exposição, a difusão e a educação, centradas num vasto acervo museológico e num património muito diversificado.

Territorialmente, o EMS integra oito sítios (cinco núcleos museológicos e três extensões). Os núcleos são sítios ou espaços de propriedade e tutela municipais, musealizados ou com aproveitamento museológico atual ou programado. As extensões são sítios ou patrimónios integrados em espaços de tutelas mistas, com parcial aproveitamento museológico.



Museu Nacional Gro Vasco





O Museu Nacional Grão Vasco está localizado no centro histórico de Viseu, no antigo palácio dos bispos, do século XVI, ao lado da catedral.

Em nada surpreende que o pintor Vasco Fernandes, celebrizado no decurso dos séculos com o epí­teto Grão Vasco, seja a referência maior, na designação e nos conteúdos, do museu de Viseu. Fundado a 16 de Março de 1916, justamente com a finalidade de preservar e valorizar u201cos valiosos quadros existentes na Sé de Viseu (...) o tesouro do cabido da Sé, além doutros objetos de valor artí­stico ou históricou201d, o Museu Nacional Grão Vasco (MNGV) teve nas dependências da Catedral, sensivelmente até 1938, o seu primeiro espaço.

A Francisco de Almeida Moreira, seu fundador e diretor, deve-se a ampliação das coleções, bem como a conquista progressiva das galerias do edifí­cio contí­guo à Catedral, o Paço dos Três Escalões, que à data da fundação do museu acolhia ainda diversos serviços públicos.

A coleção principal do Museu é constituí­da por um conjunto notável de pinturas de retábulo, provenientes da Catedral, de igrejas da região e de depósitos de outros museus, da autoria de Vasco Fernandes (c. 1475-1542), o Grão Vasco, de colaboradores e contemporâneos.

O acervo inclui ainda objetos e suportes figurativos originalmente destinados a práticas litúrgicas (pintura, escultura, ourivesaria e marfins, do Românico ao Barroco), maioritariamente provenientes da Catedral e de igrejas da região, a que acrescem peças de arqueologia, uma coleção importante de pintura portuguesa dos séculos XIX e XX, exemplares de faiança portuguesa, ourivesaria, porcelana oriental, numismática e mobiliário.

 

O contexto histórico das reformas republicanas, especialmente o que deriva da lei de Separação do Estado da Igreja, com o consequentemente arrolamento de bens eclesiásticos, configura a uma série de museus, então criados em distintos pontos geográficos do País, um pano de fundo comum.

No entanto, será necessário inscrever esse contexto matricial, que aliás, e em rigor, se deverá fazer recuar a 1834, quando se extinguem as ordens religiosas e se assiste ao primeiro grande momento de nacionalização de bens, no plano das realidades concretas que a cada um assistiu.



Museu da Marioneta Lisboa





O Museu da Marioneta encontra-se, desde Novembro de 2001, instalado no Convento das Bernardas em Lisboa, constituindo-se como o primeiro espaço museológico em Portugal inteiramente dedicado à interpretação e divulgação da história da marioneta e difusão do teatro de marionetas, percorrendo a história desta fascinante forma de arte através do mundo, apresentando os diferentes tipos de marionetas e as diversas abordagens que elas permitem, com especial relevo para a marioneta portuguesa.

O espólio do museu tem vindo a ser progressivamente alargado e diversificado, ilustrando as diferentes formas teatrais que derivam de tradições antigas ou emergem de procuras artí­sticas contemporâneas, explorando novas formas, novos materiais e novas técnicas. Tal alargamento só foi possí­vel com a participação de diferentes personalidades, autores, colecionadores e marionetistas que, connosco, abraçaram este projeto, dando o seu inestimável contributo através da cedência dos seus espólios, aos quais o Museu agradece reconhecidamente.

Numa primeira fase, foi mantido o acento tônico no universo nacional, podendo-nos orgulhar de integrar uma das mais significativas e completas coleções de marionetas tradicionais portuguesas.

Desde finais de 2008, foram abertas as portas ao mundo com o acolhimento, em depósito, da excepcional e vasta coleção de marionetas e máscaras do sudeste asiático e africanas do colecionador Francisco Capelo.

O Museu da Marioneta convida crianças, jovens e adultos a descobrirem o universo fantástico do teatro de marionetas. Uma oferta pensada para grupos escolares (todos os graus de ensino), para adultos, para crianças e para famílias: quem participa nesta aventura? 



Museu Rural de Salselas localizado em Salselas, Macedo de Cavaleiros





O Museu Rural de Salselas é um museu localizado em Salselas, concelho de Macedo de Cavaleiros. Representa a imagem da cultura tradicional transmontana, antiga proví­ncia e comunidade portuguesa.

A exposição permanente é uma considerável colecção de objetos, testemunhos da forte relação entre o homem e a terra, estando distribuída por secções temáticas, agrupadas em dois universos: o Universo do Homem e o Universo da Sociedade Rural.



Museu de Lanifcios da Universidade da Beira Interior





O Museu de Lanifícios, também designado de MUSLAN, constitui um Centro da Universidade da Beira Interior, organismo com autonomia administrativa e financeira tutelado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

O Museu de Lanifícios, integrado na Rede Portuguesa de Museus desde 2002, tem por missão a salvaguarda do património associado a uma das mais antigas indústrias humanas, num território que, tendo por matriz a Serra da Estrela e centro histórico a Covilhã, cedo se abriu aos contactos internacionais. Ao visitá-lo pretendemos que, através da singularidade, autenticidade e exemplaridade dos testemunhos nele preservados, fique a conhecer melhor uma das mais antigas indústrias, a de lanifícios, que começou por se afirmar como um puro acto de sobrevivência da espécie humana e foi assumindo, ao longo dos tempos, uma crescente qualidade e expressão artística, que têm acompanhado o desenvolvimento das nossas sociedades até ao presente.

“Os fios do passado a tecer o futuro” é o lema do Museu de Lanifícios que, de acordo com este princípio, defende uma “conservação activa” do património que tem à sua guarda.



Casa Museu Irene Lisboa





A constituição do Museu Irene Lisboa teve o seu início em 1999 com a candidatura da Junta de Freguesia de Arranhó à LeaderOeste para a construção do edifício, mas só em 2003, com a aprovação definitiva da LeaderOeste, é que o Museu dedicado a Irene Lisboa começou a ser uma realidade.

  Apostada em contribuir para o reconhecimento a esta escritora, decidiu a Câmara Municipal desenvolver um Museu em sua homenagem, com a colaboração da Junta de Freguesia de Arranhó, a par de outras actividades que vêem sendo desenvolvidas há alguns anos. No museu está patente uma exposição de longa duração sobre a vida e obra de Irene Lisboa, intitulada IRENE LISBOA – O POUCO E O MUITO.



Museu da gua em Lisboa





O Museu da água localiza-se na freguesia de São Vicente, na cidade, concelho e distrito de Lisboa, em Portugal.

É um museu histórico-cultural mantido pela empresa EPAL, cujo acervo versa sobre a história do abastecimento de água a Lisboa, e está instalado nas dependências da Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, primeira estação de bombagem a vapor da cidade.

A instituição homenageia Manuel da Maia, engenheiro do século XVIII que projetou o Aqueduto das águas Livres. A excelente disposição do museu fê-lo ganhar o prémio do Conselho da Europa em 1990.

O lugar de honra vai para os bem preservados motores a vapor, um dos quais funciona a electricidade e pode ser ligado para os visitantes. O desenvolvimento da tecnologia é documentado por fotografias.

São particularmente interessantes aquelas dedicadas ao Aqueduto das águas Livres e ao Chafariz de El-Rei do século XVII, em Alfama, onde a população fazia fila em frente de uma de seis bicas, conforme o estatuto social.

A primeira tentativa de musealização do espólio da Companhia das Águas de Lisboa deu-se em 1919, através de uma deliberação da Assembleia-Geral. Foi então criada uma divisão responsável pelos trabalhos de desenho, arquivo, biblioteca e museu, onde esteve implícita a obrigação de organizar e conservar uma variedade de peças com características próprias capazes de construir um espaço expositivo.No final dos anos 30, do século XX, iniciou-se o primeiro processo de inventário com o objectivo de organizar todo um espólio recolhido ao longo de duas décadas.Mais tarde, em 1950, na sequência da demolição das caldeiras da antiga Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, deu-se um processo de remodelação do edifício onde foi construído um primeiro andar nos corpos sul e central, projectado para acolher o arquivo corrente da empresa e instalações do laboratório da empresa. Em simultâneo, foram dados os primeiros passos para a elaboração de um espaço museológico.



Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setbal





O Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal (MAEDS) é um museu português situado em Setúbal. O MAEDS foi criado no final de 1974 pela Junta Distrital de Setúbal, tendo aberto ao público em 1976.

O acervo do museu integra duas vertentes: a arqueológica e a etnográfica. Na vertente arqueológica o espólio integra materiais oriundos de sí­tios arqueológicos pré-históricos, desde o Paleolí­tico até à Idade do Ferro, e romanos. Na vertente etnográfica, o museu apresenta materiais relacionados com as actividades da pesca, produção do sal, agrí­cola, pecuária, fiação e tecelagem, artesanato rural e urbano e arte popular.

No âmbito do museu funciona o Centro de Estudos Arqueológicos.

O museu dispõe de uma biblioteca especializada com cerca de 5000 volumes, edita uma revista especializada, a Setúbal Arqueológica, e co-edita, com o Fórum Intermuseus do Distrito de Setúbal, uma revista de âmbito mais amplo, a MUSA: museus, arqueologias & outros patrimónios.

A perspectiva teórica que enforma a actividade do MAEDS defende para a instituição museológica um protagonismo não só no plano cultural, mas também no desenvolvimento económico-social regional. Vários programas de mobilização dos bens culturais de carácter material e imaterial, enquanto recursos económicos, têm sido considerados com sucesso, importando implementar esta linha de acção. O museu é aqui entendido como um espaço de liberdade, incentivador da criação, amplamente aberto à sociedade civil, onde a produção e consumo culturais devem ser estimulados.

O Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal foi fundado em Dezembro de 1974, pela Junta Distrital de Setúbal, no quadro da democratização do país, iniciada com a Revolução de 25 de Abril, do mesmo ano. Abriu ao público em 1976.



Museu-Biblioteca Mrio Barbeito de Vasconcelos





Este museu exibe uma coleção particular de Mário Barbeito Vasconcelos sobre Vasco da Gama, nomeadamente mapas, gravuras, livros raros e moedas referentes a Cristovão Colombo.



Museu Municipal de Aljustrel





O Museu Municipal de Aljustrel, depositário de grande parte do espólio arqueológico e etnográfico recolhido no concelho, convida-o a realizar uma viagem no tempo, através dos artefactos utilizados pelos diversos povos que aqui se estabeleceram, desde os períodos mais remotos até à atualidade, cruzando as suas gentes e as suas culturas e de que resultou a realidade que hoje é Aljustrel. Pretende ser um espaço de investigação, de aprendizagem e de inovação ao serviço da comunidade, pondo ao seu dispor os conhecimentos do seu pessoal e os meios técnicos disponíveis, estabelecendo parcerias com outros agentes educativos e com outros museus.

 

O Museu Municipal de Aljustrel foi criado como instituição em 1999 e o seu Núcleo Rural de Ervidel foi aberto em abril de 2000. Possui duas coleções principais: uma coleção de Etnografia, ligada ao mundo rural, com alfaias agrícolas para trabalho da terra, de apicultura, de moagem, de armazenagem e tratamento de cereais e ainda de materiais ligados à produção de vinho e azeite. Dentro desta temática possui ainda diversos objetos do quotidiano que permitiram a reconstituição de um quarto e cozinha de uma casa rural. 

A coleção de Arqueologia é composta por  materiais recolhidos no concelho em intervenções arqueológicas e de achados fortuitos. Através de um protocolo com a empresa mineira Pirites Alentejanas, SA, o museu ficou com o depósito de todos os materiais que faziam parte do antigo Museu da Mina. Estes abarcam um período cronológico que vai desde a Pré-história até à Idade Média, com especial ênfase no período romano. 



Museu Municipal de Pinhel Guarda





O Museu Municipal de Pinhel foi fundado na década de 40 do século XX pelos pinhelenses Dr. Artur Farinha Beirão e Sr. Ilí­dio da Silva Marta.

O novo Museu Municipal apresenta o concelho de Pinhel numa linguagem museográfica moderna e atrativa, onde são enfatizados os patrimónios que caracterizam o nosso território desde a época pré-histórica à atualidade.

Num percurso “evolutivo”, o visitante fica a conhecer os testemunhos que nos foram legados pelos primeiros homens que por aqui andaram, através da reprodução das pinturas e gravuras rupestres do Vale do Côa, em Cidadelhe, classificadas Património da Humanidade pela UNESCO.

Os materiais arqueológicos do Prado Galego e a referência ao marco de Argomil, dedicado ao imperador César Augusto, são evidências que ajudam a compreender a ocupação romana deste território.

A época Medieval é apresentada através de elementos interativos onde é possível conhecer factos e instrumentos que justificam a importância de Pinhel no contexto da formação do território nacional. As guerras com Leão e Castela, o castelo de Pinhel nos finais do século XV e, em especial, as peças de cariz militar, bacinete e bombarda, transportam-nos para outros tempos.

As muitas esculturas do período moderno, em madeira policromada, provenientes de igrejas e capelas desaparecidas, a par do retábulo em pedra de Ançã da autoria do escultor francês João de Ruão, datado de 1537 e que pertenceu à Igreja da Misericórdia, constituem o núcleo de Arte Sacra que antecede a exposição das Bandeiras dos Ofícios, que eram tradicionalmente apresentadas na procissão do Corpo de Deus (estandartes corporativos em damasco com um medalhão ao centro representativo da profissão).

A visita ao Museu Municipal termina na atualidade, tempo presente vivenciado por testemunhos de pinhelenses, residentes no concelho, no país ou espalhados pelo mundo, fruto de um vasto legado que nos caracteriza e identifica.



Museu do Trabalho Michel Giacometti





A origem do Museu do Trabalho Michel Giacometti está na coleção etnográfica reunida em 1975 por alunos/as do Serviço Cívico Estudantil, no âmbito do plano de Trabalho e Cultura, sob a supervisão de Michel Giacometti e apresentada no então denominado Museu do Trabalho de Setúbal. Em homenagem a Michel Giacometti e após a sua morte em 1991 o museu passou a denominar-se Museu do Trabalho Michel Giacometti, tendo aberto ao público a 18 de maio de 1995

 

O Museu do Trabalho Michel Giacometti está instalado no edifício da ex-fábrica Perienes, constituído por cinco andares e integrado num antigo bairro de pescadores, salineiros e operárias conserveiras.

 

O museu dedica-se dominantemente ao património industrial e ofícios urbanos ligados ao comércio, serviços e às antigas fábricas de conserva e litografias sediadas no concelho de Setúbal, possuindo ainda uma coleção de alfaias agrícolas (Michel Giacometti) e de ofícios tradicionais.

 

Apresenta as exposições permanentes “A IndústriaConserveira (Da lota à lata)”, “Mundo Rural – coleção etnográfica Michel Giacometti e Génese do



Museu Municipal da Vidigueira Alentejo





O Museu Municipal da Vidigueira localiza-se na Praça Vasco da Gama na Vidigueira e encontra-se instalado no antigo edifí­cio antes ocupado pela Escola Primária Vasco da Gama, que foi remodelado e adaptado a espaço museológico.

O espaço organiza-se em dois grandes núcleos temáticos de leitura independente, entrando em linha de conta o aproveitamento museológico do próprio edifí­cio, cuja memória, enquanto Escola Primária, merece ser preservada. No primeiro núcleo é retratada a história no concelho, desde a inauguração do edifí­cio da Escola, em 1884, até ao final da sua utilização como estabelecimento de ensino em 1991. O segundo núcleo dá-nos uma visão do quadro económico das décadas de 30 e seguintes, através dos ofí­cios, comércio, agricultura e pequena indústria do concelho.

A colecção etnográfica é composta por um conjunto heterogéneo de objectos provenientes na sua quase totalidade de doações particulares, pertencentes a artesãos, comerciantes, agricultores e pequenos industriais da comunidade, dispostos de modo a possibilitar a integração do maior número possí­vel de espécimes numa visão coerente.

A exposição desses materiais permite de certo modo reconstituir a história local de ofí­cios e profissões exercidos por um conjunto de artesãos e pequenos proprietários que, não desempenhando as tarefas habitualmente exercidas pela maioria da população - as agrí­colas - constituí­am uma importante parte do tecido social da época.

A criação desse espaço museológico pretende, sobretudo, contribuir para a compreensão da cultura e da história económica e social recentes e proporcionar ao visitante o contacto com núcleos temáticos que, de alguma forma, representam a memória etnográfica da população.

A simpatia e disponibilidade da guia (incansável no que se refere à transmissão de informação e à plena satisfação do visitante) e o segundo núcleo levam o alentejoturismo.pt a considerar este museu como um dos melhores do mundo.

Se quer saber o Alentejo há que visitar este espaço: retrata o antigo que ainda é presente nas memórias e nas vidas de muitos alentejanos.

Um Alentejo reservado aos que o vivem e aos que o guardam na sua memória.

O Museu Municipal de Vidigueira encontra-se instalado no edifício da antiga Escola Primária Vasco da Gama.



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