stes museus são de entrada gratuita sempre que a porta está aberta ao público. E a busca pela descoberta de um museu gratuito também pode significar a descoberta de um museu que nem sempre Se gosta de passeios que acabem ou comecem num museu e se prefere não gastar dinheiro , coordena museus onde não se paga a entrada 




Museu Nacional do Desporto

Aberto ao público a 12 de julho de 2012, por altura da comemoração dos 100 anos de participação de Portugal nos Jogos Olímpicos, e ano em que os mesmos se realizaram em Londres.

O museu beneficiou de várias doações que permitem dar a conhecer o legado desportivo nacional - medalhas, taças e equipamentos usados em competições importantes.

 

Em exposição encontram-se artigos que pertenceram a atletas que colocaram o nome de Portugal no panorama desportivo internacional.

De realçar as sapatilhas usadas pelo velocista António Rodrigues nas Olimpíadas de Los Angeles em 1932, a bota de ouro conquistada em 1965 por Eusébio, o equipamento com que Rosa Mota ganhou a maratona nos Jogos Olímpicos de Seul em 1988, uma camisola do mítico ciclista Joaquim Agostinho, o fato de Pedro Lamy nas 24 Horas de Le Mans, algumas das peças que o alpinista João Garcia usou nas subidas aos 14 picos mais altos do planeta, entre muitos outros artigos.

 

O espaço Herança Olímpica, alusivo aos cem anos da participação portuguesa em Jogos Olímpicos, conta com cartazes das Olimpíadas ao longo da história, medalhas dos atletas portugueses, equipamentos, fatos oficiais e réplicas de Fachos Olímpicos.

 

Parte integrante do Museu é a sua vasta biblioteca dedicada ao desporto, a Biblioteca Nacional do Desporto. Com um acervo de aproximadamente 60 mil itens entre livros, monografias, publicações periódicas, vídeos, DVD, suportes áudio e outros.

De entre os itens da BND destaca-se a obra De Arte Gymnastica, de Hieronymus Mercurialis, de 1577, considerado o primeiro livro de desporto editado no mundo.

 

 

Museu do Dinheiro

 

O Museu do Dinheiro, instalado na antiga igreja de São Julião, inteiramente restaurada no âmbito do projeto de reabilitação da sede do Banco de Portugal, oferece aos visitantes a oportunidade de conhecerem exemplares raros de notas e moedas de todo o mundo, numa experiência inovadora e interativa.

Tocar uma barra de ouro, fazer uma viagem virtual ao século XII, ver a primeira moeda da história, cunhada há cerca de 2 700 anos, conhecer a evolução das moedas e notas portuguesas ou cunhar virtualmente uma moeda com o rosto do visitante, são alguns dos atrativos deste espaço museológico.

O visitante é ainda convidado a descer à cripta da antiga igreja e a descobrir o único troço conhecido da Muralha de D. Dinis (Monumento Nacional).

 

 

Esta extensão museológica do Ecomuseu Municipal, pretende contribuir para a dinamização cultural do núcleo urbano antigo do Seixal e, por outro lado, preservar e valorizar, em contexto oficinal, um significativo património técnico, material e imaterial, ligado às artes da composição e da impressão tipográfica tradicional.

A Tipografia Popular A. Palaio, Lda. foi instalada no Seixal por Augusto Palaio (tipógrafo anteriormente estabelecido na Figueira da Foz), em 1955. Após o falecimento do seu fundador, a atividade foi continuada pelos filhos, António Augusto Rodrigues Palaio e Eduardo Augusto Rodrigues Palaio, tipógrafos e compositores profissionais que mantiveram a tipografia a funcionar segundo métodos de trabalho tradicionais e partilham a propriedade do imóvel.

A antiga tipografia é agora um espaço que dá a conhecer no local antigas técnicas e saberes de uma oficina tipográfica tradicional, reutilizando máquinas que hoje se encontram praticamente excluídas da indústria tipográfica, mas que adquiriram valor patrimonial. O espólio técnico-industrial, de composição e de impressão, foi doado à autarquia e incorporado no acervo do Espaço Memória - Tipografia Popular.

Está localizado na Praça Luís de Camões, n.º 39-41, no Seixal e pode ser visitado de quarta-feira a domingo, das 10, às 12.30 e das 14.30, às 17.30 horas. No local está disponível um programa de iniciativas de serviço educativo, para a transmissão do saber-fazer, assegurada pela presença de Eduardo Palaio. Os principais destinatários serão a comunidade educativa e outras instituições com fins educativos, científicos e culturais do município e da região, as associações de reformados e idosos, e, em geral, crianças, jovens e adultos, considerados isoladamente ou em ambiente familiar.

 

Museu da Saúde

 

José Germano Rego de Sousa é Alto-Comissário para a instalação do Museu da Saúde, desde o dia 1 de julho de 2016.

O Ministério da Saúde, considerando o papel fulcral do Museu da Saúde na preservação do riquíssimo património existente e na sua disponibilização como bem público, num espaço público, tornando-se um motor de desenvolvimento educacional e científico, designa José Germano Rego de Sousa¸ Licenciado em Medicina e Cirurgia pela Universidade de Coimbra, Alto-Comissário para a instalação do Museu da Saúde.

A designação da personalidade de reconhecido mérito técnico e científico, feita através do Despacho n.º 8591-A/2016, que produz efeitos a 1 de julho de 2016, visa, face à dimensão do processo de instalação do Museu da Saúde, “materializar os alicerces” para promover a instalação do mesmo.

O Museu da Saúde é gerido e promovido pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Instituto Ricardo Jorge) no âmbito das suas competências na área da formação e difusão da cultura científica. A par do acesso virtual, o Museu promove exposições temáticas temporárias nos espaços do Instituto Ricardo Jorge e nas instituições parceiras.

 

Sala de Arqueologia

 

Apresenta um conjunto significativo do espólio recolhido durante 20 anos de escavações arqueológicas realizadas sob a orientação do Prof. Doutor João Luís Cardoso no povoado pré-histórico de Leceia, considerado como um dos mais importantes povoados fortificados Calcolíticos da Península Ibérica.

Estão representados diversos períodos cronológico-culturais,  desde o Neolítico Final da Estremadura, até ao Calcolítico Final. Através da grande maquete exposta, dos objetos e dos respetivos textos explicativos, é possível acompanhar o quotidiano deste povoado, conhecer as suas atividades económicas e as suas trocas comerciais, apreciar os artefactos de pedra lascada ou polida e os materiais em osso ou cerâmica, ou descobrir o culto da fertilidade, os amuletos e os adornos, as casas e os vários materiais de construção.

É esta a história de mais de 1000 anos que esta exposição tenta contar, numa sala agradável, servida pelo magnífico cenário dos Jardins da Fábrica da Pólvora.

 

Núcleo Arqueológico da Casa dos Bicos

 

A Casa dos Bicos, onde atualmente está sedeada a Fundação Saramago, foi alvo, desde os anos 1980, de uma série de campanhas arqueológicas que puseram a descoberto um património de valor inquestionável que percorre várias épocas da história de Lisboa. Das escavações efetuadas recolherem-se e estudaram-se objetos de uso quotidiano dos séculos XVI a XVIII e descobriram-se vestígios romanos como cetárias (tanques de uma unidade fabril de preparados de peixe) assim como troços da muralha tardo-romana e da muralha medieval.

Vestígios e objetos são agora mostrados no piso térreo da Casa dos Bicos que integra, ela própria, o percurso museológico concebido para contar a história do sítio. 

Por 3€ tem acesso a parte do espólio do escritor, mas por zero pode entrar neste núcleo arqueológico, localizado no piso -1, onde existe parte da antiga muralha romana de Lisboa, 




Núcleo Museológico Luís Serra

 

O Núcleo Museológico Luís Serra, localizado no Rancho de Folclore e Etnografia “Os Ceifeiros da Bemposta”, em Bucelas, é um espaço que retrata as memórias e as raízes de um povo e da cultura saloia.

Um antigo relógio da torre da igreja matriz de Bucelas, uma velha grafonola, uma máquina de coser, uma imensa coleção de utensílios de cozinha, um carro de bois, uma balança antiga, um enorme arado, e mais um sem-número de peças, fazem parte do espólio recolhido pela coletividade da localidade da Bemposta.

 

Espaço Memória dos Exílios




Situado no centro do Estoril, no piso superior da Estação dos Correios, o Espaço Memória dos Exílios está instalado num edifício datado de 1942, da autoria do arquiteto modernista Adelino Nunes.
 
Inaugurado em fevereiro de 1999, tem como objetivo principal a evocação da memória de um dos acontecimentos mais relevantes da história do concelho: ter representado um local de refúgio, espera e passagem de milhares de exilados e refugiados no contexto dos conflitos europeus - a Guerra Civil de Espanha e a Segunda Guerra Mundial.

A partir de 1936 e até pelo menos 1962, estadistas, reis, escritores, artistas, intelectuais, espiões, homens de negócios, mas também milhares de pessoas anónimas encontraram na então chamada Costa do Sol, no eixo Cascais-Estoril, o refúgio e a paz tão ausente numa Europa em guerra. Se Lisboa representava o cartaz de Portugal, o Estoril era ainda o melhor cartaz de Lisboa.



Espaço Memória Teatro Experimental de Cascais

 

Para além de apresentar um percurso pela carreira do TEC, o espaço acolhe regularmente exposições temporárias, que prestam homenagem a personalidades que colaboraram com a companhia ou destacam momentos especiais ao longo dos anos.

Em 47 anos, o Teatro Experimental de Cascais já apresentou mais de uma centena de peças e do seu currículo constam prestigiados colaboradores dos mais diversos domínios: Carlos Paredes, Luís Pinto Coelho, Almada Negreiros, Júlio Resende, Natália Correia, Daniel Sampaio, Michel Giacometti, entre tantos outros.

Pela companhia passaram nomes consagrados nos palcos: Amélia Rey Colaço, Mirita Casimiro, Eunice Muñoz, Carmen Dolores, Mário Viegas, para além dos atores criados e formados na companhia: João Vasco, Santos Manuel, Zita Duarte e de jovens profissionais que o TEC ajudou a lançar: António Feio, Alexandra Lencastre, Diogo Infante ou José Wallenstein.

 

Museu de Lisboa - Teatro Romano

 

A Casa dos Bicos, onde atualmente está sedeada a Fundação Saramago, foi alvo, desde os anos 1980, de uma série de campanhas arqueológicas que puseram a descoberto um património de valor inquestionável que percorre várias épocas da história de Lisboa. Das escavações efetuadas recolherem-se e estudaram-se objetos de uso quotidiano dos séculos XVI a XVIII e descobriram-se vestígios romanos como cetárias (tanques de uma unidade fabril de preparados de peixe) assim como troços da muralha tardo-romana e da muralha medieval.

Vestígios e objetos são agora mostrados no piso térreo da Casa dos Bicos que integra, ela própria, o percurso museológico concebido para contar a história do sítio.